Bruno Gagliasso e Giovanna Antonello conseguiram encontram um entrosamento
Bruno Gagliasso e Giovanna Antonello conseguiram encontram um entrosamentoFoto: Globo/divulgação

O tempo fez bem a “Sol Nascente”. Foi só a reta final se aproximar para a história ganhar um fôlego que nem nos primeiros capítulos pareceu ter. Até então adormecida, a trama passou a contar não só com mais cenas de ação, mas também com atores sabendo dominar seus personagens.

Isso porque, durante a maior parte dos capítulos, até o casal protagonista ficou aquém das expectativas. O problema não era a competência de Bruno Gagliasso e Giovanna Antonelli, que são excelentes atores. É que Mario e Alice, seus personagens, simplesmente “não deram liga”. Principalmente, por conta da história fraca que rodeava os dois. Agora, Antonelli e Gagliasso conseguiram encontrar o tom e o entrosamento. Mas não o suficiente para provocar uma forte torcida por parte do público.

Quem ganhou esse apoio no “suspiro final” foi Elisa e Julião, vividos por Luma Costa e João Vitti. A história de amor proibido entre a jovem e o padre foi construída de forma bonita, delicada e – o mais importante – crível. É fácil “comprar” aquela trama e querer que os personagens fiquem juntos no final.

Coisa que, pelo visto, aconteceu bem mais em núcleos paralelos. Basta observar também o caso de Milena e Ralf, vividos por Giovanna Lancellotti e Henri Apesar da melhora geral em “Sol Nascente”, ainda não é o suficiente para tornar a novela um marco do horário das 18 horas. Muito pelo contrário. Com “derrapadas” ao longo do caminho e uma história sem força, a trama é apenas fácil de esquecer.

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