Neste mês de dezembro, faz um ano que foi divulgada a pesquisa “Hábitos culturais dos brasileiros”, realizada pela Fecomérico do Rio de Janeiro, que mostrava que 94% da população não ia ao teatro. Apesar de não haver dados mais recentes, é de se imaginar que a situação não mudou muito de lá para cá. Mas não é por falta de ações para minimizar o impacto desses dados. A Cidade sediou, na última semana, a 11ª edição do Festival de Teatro de Rua do Recife, que tinha por objetivo levar intervenções artítiscas de teatro de rua para locais públicos da RMR, focando principalmente nas periferias. O evento foi realizado com recursos dos próprios organizadores, depois de dois anos de hiato, por falta de apoio do Governo. Este ano, tiveram que enxugar a sua programação. A falta de auxílio dos órgãos públicos para ações como essa só mostra que dificilmente estamos caminhando para contornar essa situação.

Festival de Teatro de Rua, que leva intervenções para locais públicos, ficou dois anos sem ser realizado por falta de incentivos

Inéditos no Janeiro > O Janeiro de Grandes Espetáculos anunciou as estreias da sua 23ª edição, que ocorre de 12 a 29 de janeiro. Esse ano o festival apostou em dez novos espetáculos locais, dentre eles está “Baba Yaga”, da Cênicas Cia. de Repertório.
Mais “Motim” > Nos dias 25 e 26, o Coletivo Lugar Comum apresenta a nova temporada de “Motim” com sessões gratuitas, na Praça da Santa, no Morro da Conceição, a partir das 16h. A performance de dança traz o riso como possibilidade de ação micropolítica que potencializa o corpo e possibilidades de estabelecer relações de empatia entre as pessoas da sociedade.

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