Tereza, de 57 anos, comprou um apartamento na planta e, depois de se aposentar, não consegue mais pagar as parcelas. A solução que ela achou foi pedir dinheiro emprestado a parentes, que pretende devolver quando sair a indenização de uma causa trabalhista. A consultora Georgina Santos, da Ágilis/RH, sugere uma maneira de ela resolver tanto o financiamento do apartamento quanto a dívida familiar. Confira.

E nesse carnaval? Cair na folia ou vender umas cervejas e lanches para ganhar um trocadinho? A consultora Georgina Santos, da Ágilis/RH, explica à leitora Márcia como ela pode organizar melhor as finanças durante os dias da festa.

Ana pediu um empréstimo consignado no valor de R$ 40 mil para pagar uma dívida do marido. O valor deveria ser pago em parcelas de R$ 1.180, mas ele não quitou nem a primeira prestação. Ana acreditava estar fazendo um bem para a família. Ocorre que depois disso eles entraram em um processo de divórcio e, apesar de reconhecer a dívida, o ex-marido diz não ter condição de saldar o débito.

A consultora Georgina Santos, da Ágilis/RH, explica algumas peculiaridades do empréstimo consignado e detalha por que é arriscado fazer uma dívida em nome de um parente ou amigo.

Uso de cartões de crédito
Uso de cartões de créditoFoto: Marcos Santos/USP Imagens

Cartão de crédito e de lojas continuam como os maiores vilões das finanças dos recifenses e moradores da Região Metropolitana (RMR). É o que aponta a Pesquisa do Perfil de Inadimplência Câmara de Dirigentes Lojistas do Recife (CDL Recife), divulgada nesta quinta-feira (12).

No ranking elaborado pela pesquisa, a dupla formada por cartão de crédito e de lojas é responsável por 49,2% da negativação dos consumidores na RMR. Em segundo lugar, as prestadoras de serviço alcançaram a segunda posição entre as dívidas com mais negativação, com 28,8% do total.

Ainda de acordo com a pesquisa, o desemprego figura como a maior causa declarada da inadimplência, passando de 25,6% em 2015 para 28,5% no mesmo mês de 2016, quando a coleta de dados ocorreu entre os dias 12 e 16. A “falta de
planejamento/descontrole” aparece como a segunda maior justificativa na hora de honrar as dívidas, com 16,8%.

Os dados mais alarmantes, entretanto, tratam do valor total da dívida e do comprometimento da renda familiar com o pagamento dela. Segundo a pesquisa, 75,4% das pessoas afirmam ter dívidas de até R$ 4.999 - entretanto, 15,9% não sabem sequer quantificar o valor. Já sobre a porcentagem da renda comprometida, 60,5% dos entrevistados afirmaram não saber o valor percentual.

Pagamentos das dívidas
Apesar dos índices de inadimplência, cerca de 68% dos entrevistados afirmaram que irão procurar seus credores para fazer um acordo e regularizar a situação. Ainda assim, 40,3% dos consumidores relataram dificuldades em negociar com as empresas para resolver as dívidas.

Perfil
Os homens voltaram a figurar como maioria dos negativados, com 54,7% do total, enquanto as mulheres respondem por 45,3%. Com relação à idade, a população que vai de 21 a 50, que compõe a maior parte da população economicamente ativa, formam 65,4% daqueles que não honraram seus débitos. Por outro lado, a participação da população com mais de 50 anos entre os inadimplentes se elevou em dezembro, passando de 15,1% em setembro para 29,1% nesta edição.

Os consumidores que possuem renda familiar mensal de até três salários mínimos corresponderam a 77,7% dos negativados. Quanto à ocupação profissional dos entrevistados inadimplentes, o número de funcionários de empresa privada se mantém como maioria entre aqueles que não puderam honrar suas dívidas, com 25,9% do total, enquanto autônomos permanecem com a 2ª maior participação entre os endividados com 17,8%.

Débora emprestou o cartão de uma loja de roupas para a mãe fazer uma compra de R$ 150, mas a mãe nunca pagou. A dívida cresceu e a o nome de Débora agora está no Serviço de Proteção ao Crédito. A opção dela foi não pagar a dívida e continuar usando o salário para quitar as despesas fixas de casa. Será que essa é a melhor ideia? Confira as dicas da consultora Georgina Santos, da Ágilis/RH.

A fórmula de dezembro inclui Restituição de Imposto de Renda + Férias + 13º Salário. Mas para a consultora Georgina Santos, da Ágilis/RH, se deslumbrar com a aparente riqueza é uma péssima ideia. Afinal, depois da fartura de dezembro vêm despesas como IPTU, material escolar, matrícula e fardamentos. Portanto, nada de entrar no Shopping e ceder aos impulsos. Confira as dicas:

Uma conta de telefone no valor de R$ 3.000! Essa foi a "surpresinha" que a irmã adolescente de Janaína Helena deixou ao se hospedar na casa dela por um mês. Para piorar, Janaína foi demitida do emprego de operadora de telemarketing. E agora, como ela vai resolver esse problema? Confira as dicas da consultora Georgina Santos, da Ágilis/RH.

Elisângela tem vários cartões de crédito e as faturas nem sempre chegam em tempo. Ela acaba pagando em atraso e quer saber se tem a operadora tem direito de cobrar os juros dela. Veja o que a consultora Georgina Santos, da Ágilis/RH, recomenda a ela.

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DinheiroFoto: Agência Brasil

O percentual de famílias endividadas no Brasil chegou a 57,3% em novembro deste ano. Segundo a Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), houve uma redução do número de endividados em relação a outubro deste ano (57,7%) e a novembro do ano passado (61%).

Do total de endividados, 14,1% disseram estar muito endividados neste mês, índice superior aos 13,4% de novembro do ano passado.

O percentual de inadimplentes, ou seja, de pessoas que estão com dívidas ou contas em atraso, chegou a 23,4% em novembro deste ano, taxa inferior aos 23,8% do mês anterior, mas superior aos 22,7% de novembro do ano passado.

Entre as famílias brasileiras, 9,1% acham que não conseguirão pagar suas dívidas nos próximos meses. Em outubro deste ano, o percentual era de 9,4%, enquanto em novembro do ano passado, a proporção chegava a 8,5%. O tempo médio de atraso nas contas ficou em 63,3 dias.

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DinheiroFoto: Agência Brasil

Estabilizar o orçamento, comprar uma casa, investir na educação e viajar são metas que fazem parte dos planos da maioria das pessoas que sonham com um futuro mais tranquilo e sem preocupações financeiras. Durante tempos de crise e dificuldades, a educação financeira se torna essencial para a estabilidade do orçamento.

Para dar dicas de como evitar a inadimplência e manter as contas em dia, o educador financeiro Arthur Lemos irá ministrar a palestra “Atitudes financeiras inteligentes”, no próximo dia 2 de dezembro, às 14h, no auditório da Concessionária Rota do Atlântico, em Suape. As inscrições podem ser efetuadas, gratuitamente, pelo e-mail rh@rotadoatlantico.com.br.

“O objetivo da palestra é sensibilizar as pessoas a administrarem o dinheiro com consciência e de forma inteligente para realizar mais sonhos, o que não necessariamente é alcançado com a diminuição do consumo, como se espera”, explica Arthur Lemos. Conceitos sobre análise de renda, diagnóstico, sonho, orçamento e poupança, endividamento e inadimplência serão alguns dos assuntos abordados pelo educador financeiro.

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