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Trabalhador deixou de poupar para pagar as contas de casa e quitar as dívidas, segundo avaliação de especialistas
Trabalhador deixou de poupar para pagar as contas de casa e quitar as dívidas, segundo avaliação de especialistasFoto: Divulgação

Consumidores que desejam renegociar dívidas com instituições financeiras poderão fazê-lo pela internet até 31 de maio utilizando uma plataforma online disponibilizada pelo Governo Federal. A ação faz parte da 4ª Semana Nacional de Educação Financeira, que envolve órgãos e entidades como o Banco Central, Ministério da Justiça e Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

O consumidor interessado deve registrar seu relato na plataforma e a empresa credora tem até 10 dias para manifestar-se a respeito. Após a manifestação, o consumidor tem mais 20 dias para responder e classificar a demanda como resolvida ou não resolvida. A plataforma tem 377 empresas cadastradas.

Segundo o secretário Nacional do Consumidor, Arthur Rollo, as maiores instituições financeiras do País estão cadastradas. “Caso a dívida seja com uma instituição que não está cadastrada, o consumidor pode informar e a gente vai tentar contato”, explicou.

A renegociação de dívidas online também foi aberta durante a Semana Nacional de Educação Financeira do ano passado. Em 2016, houve 3.034 manifestações de consumidores finalizadas, com média de solução de 79,5%, de acordo com dados do Ministério da Justiça.

Rollo disse que durante a campanha há uma força-tarefa para estimular a resolução das dívidas, mas ressaltou que os Procons também podem fazer a mediação desse tipo de contato em outros períodos. “Nos Procons é desenvolvido o ano inteiro”, afirmou.

O ministério e o BC também anunciaram a abertura de inscrições para três cursos a distância gratuitos sobre economia.

Luciana tem 23 anos e estuda psicologia. Apesar de conseguir alguma renda prestando pequenos serviços, ela fez uma dívida de R$ 5 mil e quer saber como fazer para quitar essa pendência. Confira as dicas da consultora Georgina Santos, da Ágilis RH.

Com uma renda mensal de R$ 10 mil, Luíza e Gustavo são funcionários públicos. Eles gastam pelo menos um terço deste valor com o financiamento da casa própria e do carro. Eles também têm como despesas os gastos em viagens para visitar parentes no Interior, deixando gasto de combustível fixo em até R$ 2 mil. Com isso, eles só conseguem poupar 10% do salário. E eles querem saber como poupar mais. A consultora Georgina Santos, da Ágilis/RH, explica como eles podem conseguir isso. Veja vídeo:

Maria Ângela tem as contas sob controle, faz planilha e cuida muito bem do dinheiro, mas é casada com um homem que é um tanto quanto desorganizado com as finanças. A consultora Georgina Santos, da Ágilis/RH, explica como o casal pode fazer para evitar os desgastes e desconfortos na relação que essa diferença pode causar.


O publicitário Luiz Felipe está de parabéns! Aos 24 anos ele não tem dívidas e comemora porque vai receber um dinheiro extra, R$ 25 mil. Ele quer saber qual a melhor forma de guardar esse valor, que planeja usar para dar entrada em um apartamento futuramente. A consultora Georgina Santos, da Ágilis/RH, tem duas dicas para ele: procurar o gerente do banco e criar o hábito de poupar. Confira os detalhes no vídeo abaixo.

Tereza, de 57 anos, comprou um apartamento na planta e, depois de se aposentar, não consegue mais pagar as parcelas. A solução que ela achou foi pedir dinheiro emprestado a parentes, que pretende devolver quando sair a indenização de uma causa trabalhista. A consultora Georgina Santos, da Ágilis/RH, sugere uma maneira de ela resolver tanto o financiamento do apartamento quanto a dívida familiar. Confira.

E nesse carnaval? Cair na folia ou vender umas cervejas e lanches para ganhar um trocadinho? A consultora Georgina Santos, da Ágilis/RH, explica à leitora Márcia como ela pode organizar melhor as finanças durante os dias da festa.

Ana pediu um empréstimo consignado no valor de R$ 40 mil para pagar uma dívida do marido. O valor deveria ser pago em parcelas de R$ 1.180, mas ele não quitou nem a primeira prestação. Ana acreditava estar fazendo um bem para a família. Ocorre que depois disso eles entraram em um processo de divórcio e, apesar de reconhecer a dívida, o ex-marido diz não ter condição de saldar o débito.

A consultora Georgina Santos, da Ágilis/RH, explica algumas peculiaridades do empréstimo consignado e detalha por que é arriscado fazer uma dívida em nome de um parente ou amigo.

Uso de cartões de crédito
Uso de cartões de créditoFoto: Marcos Santos/USP Imagens

Cartão de crédito e de lojas continuam como os maiores vilões das finanças dos recifenses e moradores da Região Metropolitana (RMR). É o que aponta a Pesquisa do Perfil de Inadimplência Câmara de Dirigentes Lojistas do Recife (CDL Recife), divulgada nesta quinta-feira (12).

No ranking elaborado pela pesquisa, a dupla formada por cartão de crédito e de lojas é responsável por 49,2% da negativação dos consumidores na RMR. Em segundo lugar, as prestadoras de serviço alcançaram a segunda posição entre as dívidas com mais negativação, com 28,8% do total.

Ainda de acordo com a pesquisa, o desemprego figura como a maior causa declarada da inadimplência, passando de 25,6% em 2015 para 28,5% no mesmo mês de 2016, quando a coleta de dados ocorreu entre os dias 12 e 16. A “falta de
planejamento/descontrole” aparece como a segunda maior justificativa na hora de honrar as dívidas, com 16,8%.

Os dados mais alarmantes, entretanto, tratam do valor total da dívida e do comprometimento da renda familiar com o pagamento dela. Segundo a pesquisa, 75,4% das pessoas afirmam ter dívidas de até R$ 4.999 - entretanto, 15,9% não sabem sequer quantificar o valor. Já sobre a porcentagem da renda comprometida, 60,5% dos entrevistados afirmaram não saber o valor percentual.

Pagamentos das dívidas
Apesar dos índices de inadimplência, cerca de 68% dos entrevistados afirmaram que irão procurar seus credores para fazer um acordo e regularizar a situação. Ainda assim, 40,3% dos consumidores relataram dificuldades em negociar com as empresas para resolver as dívidas.

Perfil
Os homens voltaram a figurar como maioria dos negativados, com 54,7% do total, enquanto as mulheres respondem por 45,3%. Com relação à idade, a população que vai de 21 a 50, que compõe a maior parte da população economicamente ativa, formam 65,4% daqueles que não honraram seus débitos. Por outro lado, a participação da população com mais de 50 anos entre os inadimplentes se elevou em dezembro, passando de 15,1% em setembro para 29,1% nesta edição.

Os consumidores que possuem renda familiar mensal de até três salários mínimos corresponderam a 77,7% dos negativados. Quanto à ocupação profissional dos entrevistados inadimplentes, o número de funcionários de empresa privada se mantém como maioria entre aqueles que não puderam honrar suas dívidas, com 25,9% do total, enquanto autônomos permanecem com a 2ª maior participação entre os endividados com 17,8%.

Débora emprestou o cartão de uma loja de roupas para a mãe fazer uma compra de R$ 150, mas a mãe nunca pagou. A dívida cresceu e a o nome de Débora agora está no Serviço de Proteção ao Crédito. A opção dela foi não pagar a dívida e continuar usando o salário para quitar as despesas fixas de casa. Será que essa é a melhor ideia? Confira as dicas da consultora Georgina Santos, da Ágilis/RH.

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