Novo visual deixou o Camry alinhado com a tendência da década, como já acontecia com concorrentes Ford Fusion e Chevrolet Malibu. Já a chinesa GAC ganhou mais espaço que no ano passado e apresentou o novo Trumpchi
Novo visual deixou o Camry alinhado com a tendência da década, como já acontecia com concorrentes Ford Fusion e Chevrolet Malibu. Já a chinesa GAC ganhou mais espaço que no ano passado e apresentou o novo TrumpchiFoto: Divulgação

 

O sedã Camry, modelo mais vendido da Toyota nos Estados Unidos (foram 389 mil unidades emplacadas em 2016), chega à linha 2018 mais curvilíneo. Os traços retos da geração anterior foram substituídos por uma curvatura que acompanha todo o teto, deixando o japonês com aparência de cupê. Tendência desde o início da década, o estilo é visto em concorrentes como Ford Fusion e Chevrolet Malibu.
O novo Camry ficou maior e mais baixo. Seus 4,86 metros de comprimento acomodam bem quatro adultos altos. A dianteira é próspera em contornos e vincos. Há um certo exagero ali, e é provável que existam diferentes acabamentos para outros mercados.

Quando o carro chegar às lojas americanas - provavelmente no segundo trimestre, diferentes opções de motor estarão disponíveis. O destaque em Detroit é a versão 2.5 Hybrid, que promete ter um consumo médio de cerca de 20 km/l.

O Camry é vendido oficialmente no Brasil desde os anos 1990. O modelo disponível hoje custa R$ 180.370.

GAC
Os carros da chinesa GAC ocupam um espaço modesto em Detroit, mas dessa vez estão dentro do pavilhão principal de exposições. Antes, as marcas daquele país ficavam espalhadas em um corredor sem glamour.

O salão é uma boa vitrine para a empresa, mas não há muitas expectativas de venda nos EUA. Os executivos não dão data nem detalham possíveis negociações de exportação.

Com a chegada de Donald Trump à presidência, é provável que o plano de ser a primeira chinesa a vender carros de passeio nos Estados Unidos seja abortado. Vendo os automóveis de perto, fica difícil acreditar que teriam chances de sucesso.

O sedã grande que carrega o nome da divisão de luxo da GAC, Trumpchi, tem comandos individuais de som e refrigeração no banco traseiro, ao estilo de modelos de alto luxo da Audi, da Mercedes e da BMW.
Os detalhes de acabamento, porém, misturam couro claro e partes que imitam madeira e apresentam problemas como encaixes irregulares e incongruências. O volante parece ter vindo de um carro menor, as rodas, idem.

 

veja também

comentários

comece o dia bem informado: