Silvio Costa, Célia Sales, Lula e Romero Sales
Silvio Costa, Célia Sales, Lula e Romero SalesFoto: Divulgação

O deputado federal Silvio Costa (PTdoB) encontrou-se, na noite da última quinta-feira (23), com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em São Paulo. Na ocasião, o parlamentar esteve acompanhado da candidata a prefeita de Ipojuca pelo PTB, Célia Sales, e do marido dela, Romero Sales (PTB). Lula, que esteve no palanque de Romero nas eleições municipais de 2016, declarou apoio à postulante em novo pleito, marcado para o dia 2 de abril.

No encontro, Lula gravou áudios e vídeos ao lado de Célia Sales. Ele também falou do sentimento popular de mudança. "Tenho andado e conversado com as pessoas e sentido o desejo de mudar o País. Creio que a mudança vencerá em Ipojuca. Nossos companheiros e aliados estarão com Célia Sales", disse.

Durante a conversa, o ex-presidente também lembrou sobre sua passagem por Ipojuca, no ano passado, para apoiar Romero Sales, então candidato. Como as eleições municipais foram anuladas pela Justiça, Célia foi apresentada pelo grupo político como candidata. Romero teve a candidatura impugnada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e não pode disputar o pleito.

"No ano passado estive em Ipojuca pedindo votos para Romero Sales que venceu por nove mil votos de diferença, porém, ele sofreu uma injustiça, e todos nós não toleramos injustiça. É por isso que, no próximo dia 2 de abril, o povo vai fazer justiça. Vai eleger Célia Sales prefeita de Ipojuca", afirmou.

Agenda
Silvio Costa permanece em São Paulo, onde deve encontrar-se novamente com o ex-presidente Lula para tratar da conjuntura política. O parlamentar também vai participar como convidado de encontro realizado pela Executiva Nacional do PT que discute o momento político e econômico do País.

Manifestantes: apoio à Lava Jato, à ética e ao fim da impunidade
Manifestantes: apoio à Lava Jato, à ética e ao fim da impunidadeFoto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

Por Leonardo Malafaia
Da Folha de Pernambuco
O grupo ‘Vem Pra Rua’ que protagonizou, durante todo o processo de impeachment, diversas manifestações pelo Brasil, volta às ruas do Recife, no próximo domingo. O encontro será na Avenida Boa Viagem, em frente à padaria homônima. Dessa vez o objetivo é cobrar, entre outras pautas, a defesa da Lava Jato, a ética na política e o fim da impunidade.
A porta voz do movimento, Maria Dulce, explica que “o momento pede” essa intervenção. Para ela, “estão prestes a ser votados” vários projetos que estão na contramão do combate à corrupção.
Um dos principais projetos a ser combatido, segundo a porta voz, é o “voto em lista fechada”. “É totalmente antidemocrático. O cidadão deixa de votar no político, no seu representante e passa a votar no partido”.
Outro ponto abordado é o fim do foro privilegiado. “Estamos pressionando os congressistas para votarem com urgência esse projeto. Vai auxiliar no combate à corrupção” , disse.
De acordo com Gustavo Gesteira, que já foi porta voz do Vem pra Rua, e hoje integra o grupo Somos Mais Brasil, o movimento do próximo domingo, tem como objetivo, também, questionar temáticas no âmbito local. “No Estado vamos cobrar maior investimento na segurança pública, e, no município, a redução do tamanho da máquina e dos impostos c0brados”.
Além do Recife, estão programados vários eventos com o mesmo tema em outras capitais brasileiras, a exemplo de Porto Alegre, Brasília, Rio e São Paulo.

Por Marcelo Montanini
Da Folha de Pernambuco

Citado na segunda lista de pedido de inquéritos do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, o ministro das Cidades, Bruno Araújo (PSDB), reclamou, na última quinta-feira, de não estarem lhe dando o direito de resposta e pediu que as investigações se tornem públicas. “É difícil em uma democracia você poder se defender de algo sem saber o que lhe é imputado”, afirmou o tucano, durante anúncio de obras do PAC Beberibe 2, no Recife.
A queixa do ministro ocorreu uma semana após a divulgação de alguns nomes e na mesma semana em que o ministro do STF, Gilmar Mendes, criticou o vazamento de informações pela PGR. Caberá ao também ministro do STF, Edson Fachin, relator da Lava Jato na Corte, decidir sobre a suspensão do sigilo dos processos. A PGR, que ofereceu as denúncias, já pediu que eles não tramitem sob segredo de Justiça, corroborando com o pleito de Araújo. “Infelizmente, não estão me dando direito de responder. Minha concordância é a mesma do procurador-geral, que possa ser dado publicidade às imputações que são feitas”, disse.O tucano, contudo, tentou descontruir a ideia de constar na mesma lista que petistas, sob o argumento de ser oposição ao PT. Além dele, outros ministros do Governo Temer também apareceram na lista, como Moreira Franco, Eliseu Padilha, Aloysio Nunes Ferreira Gilberto Kassab e Marcos Pereira

Governador Paulo Câmara
Governador Paulo CâmaraFoto: Anderson Stevens/Folha de Pernambuco

Por Carol Brito (texto)
Anderson Stevens (fotos)


O governador Paulo Câmara (PSB) anunciou uma série de obras para turbinar a sua visita ao Sertão do Pajéu, ontem. O principal anúncio foi a apresentação do terreno e lançamento do edital de licitação para a construção do Hospital Geral do Sertão, em Serra Talhada. A benfeitoria é uma das maiores promessas de campanha do gestor.

Durante o Pernambuco em Ação, o governador também fez questão de não só prestar contas da sua administração, mas também anunciar 28 ações para a região.
A abertura da caravana do governador teve início com o seu principal anúncio - o Hospital Geral do Sertão, pela manhã. A unidade atenderá a carência de atendimento traumatológico na Região. Atualmente, os pacientes têm que ser deslocados para Recife ou Petrolina para receber atendimento. O hospital também atenderá a necessidade de atendimento materno infantil.

A expectativa do governador Paulo Câmara (PSB) é concluir a obra no ano que vem, mas ela dependerá do repasse de recursos para sua construção. A maior parte da benfeitoria depende de operações de crédito, mas também contará com repasse de emendas de parlamentares. "Esse Hospital será uma realidade ainda em 2018", garantiu.

O hospital terá cinco salas de cirúrgicas, 60 leitos de internação e 10 leitos de UTI, na segunda etapa. Há possibilidade de extensão ainda para 120 leitos e 20 leitos de UTI.

A unidade oferecerá atendimento de traumato-ortopedia, clínica geral, cardiologia e neurologia, além de cirurgias-geral. O hospital atenderá a dez municípios e uma população de 236.968 habitantes.

À tarde, Paulo Câmara participou da inauguração da reforma e ampliação da Escola Municipal Domingos Teotônio, localizada no bairro São Braz. A benfeitoria teve um investimento de R$ 1,2 milhão – parte dele do Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento Municipal (FEM). No município, o gestor também deu por inaugurada a reforma e pavimentação da PE-292. Cerca de 40 km da via, que compreende o trecho entre o entroncamento com a PE-275, em Albuquerque Né, distrito de Sertânia, até Afogados da Ingazeira. A intervenção custou R$ 22,5 milhões e vai beneficiar diretamente mais de 90 mil habitantes.

Também foram liberados R$ 1.156.152,00 pelo Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento Municipal (FEM) para a execução de obras e ações em municípios da Região. Ao todo, sete municípios do Pajeú serão beneficiados com os recursos. São eles Tabira, Santa Cruz da Baixa Verde, Flores, Carnaíba, Serra Talhada, Tuparetama e São José do Egito.

Em Flores, o governador fez a entrega de mais seis ações no município. Foram entregues 250 títulos de propriedade e inauguradas a reforma da Escola Dário Gomes, além de assinatura ordens de serviço para abastecimento. Durante o Pernambuco em Ação, o governador aproveitou o intervalo da fala de aliados para fazer uma série de anúncios e entregas simbólicas como construção de quadras, inauguração de obras de pavimentação, barragem e sistemas de abastecimento.

Nova diretoria, que toma posse dia 3, visitou presidente do Grupo?EQM, Eduardo Monteiro
Nova diretoria, que toma posse dia 3, visitou presidente do Grupo?EQM, Eduardo MonteiroFoto: Arthur de Souza

Por Anderson Bandeira
Da Folha de Pernambuco

Os diversos juizados especiais espalhados pelo Estado, que têm surgido como alternativa para julgar processos de pequenas causas, terão atenção redobrada pelos próximos anos. Prestes a assumir a presidência do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), no próximo dia 3, o desembargador Manuel Erhardt informou, ontem, que quer intensificar a atuação desses organismos.
"Uma grande preocupação que nós temos é de, cada vez mais, aproximar o Tribunal da sociedade. Vamos dar uma ênfase nos juizados especiais. Aquelas unidades jurisdicionais que atendem à população mais pobre. Procurar, com isso, atingir os objetivos da justiça, que é julgar com maior celeridade possível, e com o equilíbrio e eficiência desejados pela sociedade", destacou o magistrado, em visita ao presidente do Grupo EQM, Eduardo Monteiro.
Segundo o desembargador, o fruto da celeridade que tem marcado os julgamentos do TRF 5ª vem se refletindo positivamente para o crescimento da economia. Daí a necessidade de focar esforços nesse âmbito.
Dados do órgão revelam: por ano, mais de R$ 700 milhões são injetados no mercado em virtude de julgamentos. Grande parte dos recursos que chegam ao bolso do cidadão vem em decorrência de ações ligadas a questões previdenciárias e empresariais. "O tribunal atende à população nos seus diversos extratos e segmentos. Julga questões previdenciárias, onde predomina o interesse das pessoas mais pobres, mas, também, julga questões empresariais. Questões que dizem respeito às grandes empresas. Então, o Tribunal tem con­tribuído significativamente na medida em que, ao reconhecer os direitos da população, faz com que substanciais quantias sejam irrigadas na economia, em função do pagamento dos precatórios, das requisições de pequeno valor e, dessa forma. contribui para o êxito econômico da região", ressaltou.
Juntamente com o futuro vice-presidente do Tribunal, Cid Marconi, e o corregedor-regional, Paulo Machado Cordeiro, Erhardt será empossado no próximo dia 3 de abril, num ato marcado para ocorrer na sede do TRF. O mandato se estenderá ate 2019. Recifense, Erhardt está no quadro do TRF5 desde agosto de 2007. Antes, pertenceu à corte do Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

Governador Paulo Câmara (PSB)
Governador Paulo Câmara (PSB)Foto: Divulgação

Por Carol Brito (texto) e Anderson Stevens (foto)

Dois assuntos dominaram a abertura da primeira plenária do programa Pernambuco em Ação, em Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeú, ontem. A crise econômica e a segurança foram o mote de discurso dos gestores e seus aliados, durante o balanço das ações do Governo do Estado nos dois primeiros anos do Governo Paulo Câmara. Com o intuito de repactuar metas e prestar contas das ações feitas pelo governo, o discurso das lideranças presentes enfatizou o efeito da crise econômica nacional como a vilã que impossibilitou o governador Paulo Câmara de cumprir as promessas feitas em sua campanha eleitoral. Já a segurança é tratada como a principal dificuldade a ser superada.

"Nós acabamos enfrentando a maior crise da história do Brasil, mas Pernambuco não caiu. O Estado está de pé, diferente de outros estados que não estão pagando nem o salário dos seus servidores", afirmou o governador Paulo Câmara, em uma entrevista à um rádio local, na manhã de ontem. Durante o evento, Paulo Câmara fez questão de admitir as dificuldades na área de segurança, mas garantiu que está em busca de soluções para a situação. O gestor afirmou que não irá se esquivar do debate sobre o tema e que tratará do assunto com transparência. Segundo ele, os números da violência aumentam desde 2014, mas acredita que as ações do governo darão resultado em breve.

Em sua explanação, o secretário estadual de Planejamento, Márcio Stefanni, justificou que Paulo Câmara chegou ao Palácio do Campo das Princesas sob efeito de forte crise.

O auxiliar relatou que a receita do Estado caiu de R$ 28,63 bilhões para R$ 27,84 bilhões em 2015, quando o gestor chegou ao Executivo estadual. No entanto, o gestor defendeu que a administração manteve o padrão de investimentos, mesmo com a crise.

"Pernambuco passa por um momento difícil como passa todo o País. Estados vizinhos quebraram, estados muito ricos quebraram. Infelizmente, sofremos o efeito de uma das maiores crises que o País já atravessou", disse.

Anfitrião do evento, o prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota (PSB), ponderou que o governador Paulo Câmara enfrentou uma fase difícil e é preciso que o aliado mostre as suas ações para o povo. A principal cobrança do gestor, no entanto, foi na área de segurança e recursos hídricos. "O senhor conseguiu superar as dificuldades, mas a segurança ainda é um tema que a gente espera algumas providências do senhor como o concurso público para novos policiais, mais delegados e mais gente nas ruas", cobrou.

Ex-líder do Governo na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Waldemar Borges (PSB) disse que o chefe do Executivo teve que "se adaptar a uma nova realidade" e criticou a oposição. Segundo ele, o Estado chegou a obter uma frustração de receitas na ordem de R$ 1 bilhão. "Aqui não temos um agrupamento de lideranças que querem ser governador de Pernambuco por vaidade. Isso aqui não é uma ilha de projetos pessoais, mas um projeto de Estado que foi iniciado pelo ex-governador Eduardo Campos", reforçou Borges, dando o tom para a disputa de 2018. Tom semelhante foi adotado por outros parlamentares que discursaram no evento como o deputado estadual Diogo Moraes (PSB) e o deputado federal Gonzaga Patriota (PSB).

Petrolândia
PetrolândiaFoto: Divulgação

Após a abertura do primeiro dia do Pernambuco em Ação, o governador Paulo Câmara pegará a estrada para mais um dia do programa. Dessa vez, o gestor seguirá para o Sertão de Itaparica, onde visitará as cidades de Petrolândia e Floresta. Na ocasião, o gestor deverá anunciar novamente uma série de ações para as cidades sertanejas.

A primeira parada do gestor será a plenária do programa Pernambuco em Ação, às 9h. Na ocasião, o gestor deverá voltar a prestar contas das ações do seu governo na região, repactuar metas e lançar novas ações do seu governo. Durante o evento, estão previstos 14 anúncios de benfeitorias e iniciativas diversas para contemplar as cidades próximas.

Haverá a inauguração da quadra da escola Emilia Canterelli, da cobertura da quadra Escola Delmiro Gouveia, entrega de certificados de conclusão de curso do programa Chapéu de Palha, a liberação de mais de R$ 300 mil do Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento Municipal (FEM) para prefeituras da região, assinatura de convênios, entre outras iniciativas.

Em Floresta, o gestor vai inaugurar a quadra da escola Deputado Afonso Ferraz, onde ele irá fazer a assinatura de programa de leite e alimentos para a cidade e dar por inauguradas praças e avenidas. No município, o governador também fará articulações políticas, visitando as lideranças aliadas ao seu projeto político. O chefe do Executivo estadual almoçará com o deputado estadual Rodrigo Novaes (PSD), seguirá para a casa da ex-prefeita do município Rorró Maniçoba (PSB) e do deputado federal Kaio Maniçoba (PMDB) e, por último, visitará o prefeito Ricardo Ferraz. As articulações políticas visam pavimentar alianças para 2018. No dia seguinte, o gestor seguirá para o Sertão do Moxotó, onde passará por Arcoverde e Buíque.

Alianças
O governador Paulo Câmara (PSB) se mostrou aberto para debater alianças no próximo pleito estadual. Apesar de ponderar que o assunto só será debatido no próximo ano, no período eleitoral, o gestor afirmou, ontem, que está de portas abertas para o diálogo com os partidos que estiverem dispostos a ajudá-lo e tiverem afinidade de pensamento com o projeto da Frente Popular por Pernambuco.
A resposta foi dada quando o gestor foi questionado sobre a volta da aliança com o PT.

O socialista disse que os partidos "sempre estiveram juntos", mas mostraram dissidências que os afastaram a partir das críticas do ex-governador Eduardo Campos ao Governo Dilma.

"Eu não fecho portas com quem a gente puder conversar. Em 2018, vamos conversar com quem estiver aberto a conversar conosco. Mas é um assunto que só vamos debater em 2018", afirmou, em entrevista à uma rádio local em Serra Talhada, ontem. O gestor foi questionado também se acredita na volta de uma aliança com DEM e PSDB, mas repetiu o mesmo mote de somente tratar de eleições no ano que vem.

Governador abriu o Pernambuco em Ação nesta quinta-feira (23)
Governador abriu o Pernambuco em Ação nesta quinta-feira (23)Foto: Anderson Stevens/Folha de Pernambuco

O governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), deu início, nesta quinta-feira (23), em Afogados da Ingazeira, no Sertão, a primeira rodada do Pernambuco em Ação. Na ocasião, o gestor anunciou que serão investidos R$ 12,7 milhões nas áreas de saúde, educação, agricultura, infraestrutura e recursos hídricos.

"Tive a satisfação de vir ao Sertão do Pajeú entregar obras, dialogar com a população e divulgar o que o Governo de Pernambuco vem realizando. O conjunto de ações aqui foi mostrado: no âmbito da água, da infraestrutura, da saúde e da educação”, afirmou Paulo Câmara.

O seminário, que visa dialogar com a população para repactuar as metas da macrorregiões, vai contemplar, ainda, os municípios de Petrolândia, no Sertão de Itaparica, e Arcoverde, no Sertão do Moxotó.

FEM
O Governo do Estado também liberou R$ 1.156.152,00 pelo Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento Municipal (FEM) para a execução de obras e ações em municípios da região. Ao todo, sete municípios do Pajeú serão beneficiados com os recursos: Tabira, Santa Cruz da Baixa Verde, Flores, Carnaíba, Serra Talhada, Tuparetama e São José do Egito.

Terão os recursos do FEM: a reforma e ampliação da praça central do Distrito de Jatiúca (Santa Cruz da Baixa Verde); a construção de pátio de eventos (Flores); a pavimentação com paralelepípedos graníticos (Tabira); a perfuração de poços e construção de pavimentação em paralelepípedos (Carnaíba); a reforma das praças e canteiros (Serra Talhada); ampliação e reforma do hospital (Tuperatama); e a perfuração e instalação de poços tubulares em rochas cristalinas (São José do Egito).

Participaram do evento secretários de Estado; os deputados estaduais Isaltino Nascimento (líder do Governo/PSB), Rogério Leão (PR), Waldemar Borges (PSB), Laura Gomes (PSB), Lucas Ramos (PSB), Ricardo Costa (PMDB), Diogo Moraes (PSB) e Rodrigo Novaes (PSD); e os deputados federais Kaio Maniçoba (PMDB), João Fernando Coutinho (PSB), Fernando Monteiro (PP) e Gonzaga Patriota (PSB).

Ministro da Educação, Mendonça Filho
Ministro da Educação, Mendonça FilhoFoto: Alfeu Tavares/Folha de Pernambuco

O ministro da Educação, Mendonça Filho (DEM), visita, nesta sexta-feira (24), às 10h, o canteiro de obras da Unidade Acadêmica do Cabo de Santo Agostinho da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). A obra está orçada em R$ 179,5 milhões e deve ser concluída em 2018.

Em maio de 2016, a obra do campus do Cabo contava com pouco mais de 20 funcionários. Hoje, segundo informações da assessoria de Mendonça, conta com 500, devendo chegar a 800. Para este ano, está previsto um investimento de R$ 103 milhões para a obra.

A unidade do Cabo de Santo Agostinho funciona desde 2014 em local provisório e atende 600 alunos de cinco cursos de engenharias: Mecânica, Eletrônica, Elétrica, Civil e de Materiais. Serão 56 mil m² de área construída. Além de salas de aula, a unidade contará com laboratórios e oficinas para atividades práticas, biblioteca, restaurante universitário e um centro de convenções.

Após a conclusão das obras, cerca de três mil alunos atenderão aos 48 cursos de graduação ofertados pela instituição, sendo 24 bacharelados em Engenharia e 24 tecnológicos.

Na ocasião, os funcionários, o ministro e a reitora da universidade, Maria José de Sena, participam de uma cerimônia, quando depositarão, numa capsula do tempo, o que esperam para a unidade daqui a 20 anos, quando o grupo será novamente reunido para reler os papeis.

Contrário do projeto da terceirização, aprovado na noite da última quarta-feira (22) no Plenário da Câmara dos Deputados, o deputado federal André Figueiredo (PDT-CE) impetrou Mandado de Segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) para impedir a sanção da matéria. O parlamentar alega que o presidente da Casa, Rodrigo Maia (PMDB-RJ), desrespeitou a Constituição Federal e o Regimento Interno da Câmara ao colocar em votação projeto de lei (PL 4302, de 1998) sem antes aprovar requerimento de urgência para a proposta.

O projeto de lei foi apresentado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) em 1998 e em 2003.

Figueiredo argumenta que Maia se utilizou de um antigo regimento de urgência aprovado no ano 2000 e que permitiu que a matéria fosse votada na Câmara naquele ano e enviada ao Senado. Em 2002, a proposta voltou ao Senado e deveria novamente ter passado pelas comissões da Câmara para análise das mudanças feitas no texto.

Em 2008, a matéria chegou a ser votada na Comissão de Trabalho, mas aguardava, desde então, análise e votação na Comissão de Constituição e Justiça. O parecer foi da Comissão de Trabalho foi anulado, e o projeto foi à votação.

"Se o regimento tivesse sido respeitado e um novo requerimento de urgência fosse colocado em votação, certamente teria sido rejeitado, porque são necessários 257 votos, e a base do governo só teve 232 a favor da matéria”, afirmou André Figueiredo.

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