Luz
LuzFoto: Rafael Bandeira/FolhaPE

Viver o apóstolo João marcou a vida do modelo, ator e Dj, Jesus Luz. Ainda em êxtase, ele enche os olhos para falar sobre o momento que viveu nas muralhas do teatro de Nova Jerusalém. Filho de uma pastora, com nome do todo poderoso, Jesus conversou com o site RJ sobre a vida, a filha de menos de um ano, a esposa e também DJ Carol Ramiro, além da mulher que o levou a ascensão e jamais vai sair das páginas da vida do rapaz: Madonna.


Reynaldo Fonseca abriu as portas da casa para o site RJ
Reynaldo Fonseca abriu as portas da casa para o site RJFoto: Raquel Melo


A colunista e titular deste site, a jornalista Roberta Jungmann, conversou com o pintor Reynaldo Fonseca, que abriu as portas da sua casa, mostrou seu acervo e falou sobre a sua vida e obra. Confira o vídeo:

 

 

Cristina Amaral esteve na Folha de Pernambuco, onde conversou com Roberta Jungmann sobre o novo show
Cristina Amaral esteve na Folha de Pernambuco, onde conversou com Roberta Jungmann sobre o novo showFoto: Raquel Melo

A colunista e titular deste site, a jornalista Roberta Jungmann, conversou com a cantora Cristina Amaral, que sobe ao palco do Teatro de Santa Isabel, deste sábado (21), com o show "Para Núbia, Com Amor, Cristina". Uma grande homenagem aos 80 anos da diva Núbia Lafayette, que morreu há exatos dez anos. Confira o bate-papo com a artista! 

 

Aerosmith concedeu entrevista exclusiva à Folha
Aerosmith concedeu entrevista exclusiva à FolhaFoto: Divulgação

Por: Camila Estephania, da Folha de Pernambuco

Há 46 anos na estrada com sua formação original, a banda norte-americana Aerosmith ensaia o seu o ato final com a turnê “Rock’n’Roll Rumble - Aerosmith Style 2016”, que chega nesta sexta-feira (21), a partir das 22h, ao Classic Hall, em Olinda. Em entrevista exclusiva no Brasil para a Folha de Pernambuco, o vocalista Steven Tyler confirmou que esta será a última turnê do grupo, que ainda é formado pelos guitarristas Joe Perry e Brad Whitford, o baixista Tom Hamilton e o baterista Joey Krammer. (Matéria completa no portal da Folha de Pernambuco):

Como foram os shows no Brasil até agora e o que podemos esperar para o Recife?

Tyler: Boa pergunta. Os shows pegaram fogo como não víamos desde a última turnê, porque a plateia tem tanta paixão, parece como o começo da carreira, quando estávamos tentando consolidar o Aerosmith nos Estados Unidos e tentando fazer nossas canções irem para os estádios, até que tudo foi ficando maior. Temos reunido 40, 50 mil espectadores e isso tem sido incrível.

Vocês já fizeram uma turnê com o título de “Global Warming” e alertaram o público sobre o câncer de mama nos shows pelo País. Que tipo de causas interessam a vocês?

Tyler: Tenho minha própria caridade chamada Janie’s Fund, que presta assistência a garotas que foram abusadas. O câncer de mama é uma causa importantíssima para o mundo todo e a gente já vinha tratando de maneira muito séria através da fundação. Como o show de Porto Alegre foi no dia D do combate à doença, toquei “Pink” em homenagem ao Outubro Rosa. Mas sobre a Global Warming Tour, era mais uma brincadeira do Aerosmith para colocar fogo no público. Claro que estamos preocupados com o aquecimento global, Davis Guggenheim é um grande amigo meu e fez o filme “Uma Verdade Inconveniente” e sabemos que é uma grande questão, porque muitas pessoas vivem suas vidas sem se dar conta do que acontece.

Esta será mesmo a última turnê do Aerosmith? Como você avalia os mais de 40 anos de banda?

Tyler: Todos esses anos que a gente esteve juntos foram de muita alegria. Somos uma banda como qualquer outra, escrevemos músicas e esperamos que as pessoas curtam. É uma jornada fabulosa, escrevemos músicas esperando que as pessoas se conectem. Quando toca na rádio é como se as pessoas sentissem o que a gente sentiu ao tocar as músicas e isso faz chorar por dentro, vai além da lua. É algo muito doce e nos deu continuidade e força para fazer ainda melhor. Mas sim, é a nossa última turnê, pelo menos por enquanto.

Vocês explodiram nos anos de 1970 e foram emplacando novos hits ao logo das décadas. Estiveram na playlist dos jovens também dos anos de 1990, 2000. A que você atribui essa renovação de público?

Tyler: De todos os álbuns que já fizemos, tiramos a energia do amor e da loucura das pessoas e as pessoas ficaram loucas com a nossa música de volta. Como a energia boa, eles não podem esperar para retribuir o que eles sentem. De lá para cá, a sonoridade da banda mudou bastante, mas muitos fãs do começo acompanham o grupo até hoje também... Eu espero que os fãs se apaixonem pelo sentimento que têm com o Aerosmith. Esperamos só ficarmos melhores, ainda não lançamos nosso melhor álbum. Me sinto muito agradecido e honrado por ter fãs desde o começo que ainda amam as nossas novas músicas e não sei explicar o porquê, mas imagino que eles se sintam da mesma maneira que eu me sinto quando escuto Joe Perry. Eu nunca fiquei cansado de ouvir Joe Perry tocar a guitarra dele, sou um grande fã. Sou um grande fã de Jeff Beck, não importa o que ele faça, é o Jeff Beck. Acho que os fãs se envolvem e se apaixonam pelo sentimento que o Aerosmith traz.

Sendo parte de uma banda que influenciou vários outros grupos, como você enxerga o cenário da música contemporânea?

Tyler: As pessoas estão fazendo música de maneiras diferentes. Fazem música no computador, mash-ups. Algumas pessoas fazem música tocando em boates para sempre até isso se tornar uma linguagem. O nosso jeito de fazer música era tirando pedaços de gente como The Yardbirds, Chuck Berry, Jimmy Page no Led Zeppelin, até mesmo da música clássica, como Beethoven, para criar a nossa própria linguagem em músicas como “Dream On” e “Train Kept A-Rollin’”. E graças a Deus deu certo!

Alok entre as atrações mais aguardadas do King Festival
Alok entre as atrações mais aguardadas do King FestivalFoto: Divulgação

Alok Petrillo, brasileiro nascido no Distrito Federal, é filho de Ekanta e Swarup, dois DJs pioneiros da música eletrônica nacional. Desde cedo, já acompanhava os pais pelos diversos festivais na cena brasileira. Em 2014, Alok foi escolhido pela Revista House Mag como o DJ número 1 do Brasil, e recebeu o prêmio de melhor DJ pelo selo RMC (Rio Music Conference). Tornou-se ativo na cena internacional ao tocar em 4 continentes. Alcançou, em 2015, a posição #44 no TOP 100 da DJ Mag e hoje acumula milhões de visualizações no Youtube, milhares de fãs nas redes sociais, e apresentações mensais para mais de 200 mil pessoas. Esse grande DJ é uma das atrações mais aguardadas no King Festival, neste sábado (15), na área externa do Centro de Convenções, e tem agenda marcada no Recife até o Carnaval. Em entrevista ao site Roberta Jungmann falou um sobre a carreira, gostos musicais e sobre sua apresentação no King.

RJ: O que é o seu Brazilian Bass, e como ele vem sendo recepcionado pelo público e outros profissionais da área?

Alok: As pessoas sempre me rotularam de várias formas, DJ de house, deep house e techno, etc. Eram termos amplos e meu som sempre teve um diferencial, aí eu percebi, então, que era melhor arrumar um novo termo. Com o bass em evidência e a nacionalidade, optei pelo Brazilian Bass.

RJ: A porta para os DJ's brasileiros no mercado internacional está aberto? Você acredita que contribuiu com esse movimento?

Alok: Acredito que sim. O alcance da música através da internet conseguiu atingir um número incomensurável de pessoas em todas as partes do Brasil despertando novos talentos. Despertou tantos que acabamos criando nossa própria gravadora, a UP Club Records.

RJ: Você escuta muito som por aí. Algum DJ em especial que você nos indique ficar de olho pelos próximos meses?

Alok: Liu é um dos produtores na qual venho acreditando muito.

 

Alok trará novidades ao Kink Festival

Foto: Alok trará novidades ao Kink Festival
Créditos: Alisson Demetrio/Divulgação

 RJ: Alguma referência da música pernambucana que te inspire? Goste? Ou já ouviu muito?

Alok: Luiz Gonzaga talvez seja a minha principal referência de música pernambucana, e como todo som de identidade cultural, com certeza. Gosto sim.

RJ: Qual/quais conselho(s) você daria para algum DJ que esteja no início da carreira ou pensando em ingressar na área?

Alok: Dedicação paralela à outra atividade, como escola e faculdade, até que a identidade com a música seja de fato o principal motivo a incentivar a seguir a carreira. Como qualquer profissão, a de DJ exige uma identificação para despertar melhor o talento e isso depende muito de dedicação.

RJ: Caso o nosso leitor ainda esteja em dúvida sobre ir ou não para o King Festival, o que você diria para convencê-lo a ir? O que pode adiantar sobre a apresentação no King Festival?

Alok: Acabo de voltar de várias viagens com muita referência convertida em música. Algumas dessas músicas vou mostrar pra galera de Recife especialmente no King Festival!

 

Fábia Valente dá dicas ao RJ
Fábia Valente dá dicas ao RJFoto: Divulgação

Com o avanço diário da tecnologia, que tem soluções para quase todos os problemas, cuidar da pele e do próprio corpo nunca foi tão fácil. Porém, ninguém escapa das marcas do tempo. Rugas, flacidez, manchas e desidratação são alguns dos pesadelos que começam a se acentuar a partir dos 30 anos. Nesta fase, a depender da genética, é natural perder o viço, a elasticidade e o colágeno da pele. O RJ conversou com a dermatologista Fábia Valente, que tem boas notícias para dar: é possível, sim, retardar os efeitos do tempo na pele, desde que se tenha rituais básicos e ‘sagrados’ diariamente.

Confira:

O que muda aos 30 anos?

A pele começa a sentir o peso do tempo. Diminui a fabricação de colágeno e elastina, que compõem cerca de 30% da proteína de nosso corpo. Apesar disso, o efeito dessa mudança depende muito da composição celular. Sabe aquelas pessoas que têm 30 com rostinho de 20?Pronto, isso é a herança genética, e, de fato, vai depender de cada organismo.

Quais consequências do envelhecimento da pele?

Inicialmente, uma frequente falta de hidratação, perda do viço, principalmente no contorno dos olhos. Por conta do nosso clima quente, o rosto é o maior prejudicado: surgem as primeiras rugas, as manchas escuras, especialmente nas mulheres. Isso porque o uso do anticoncepcional oral atenua o aparecimento das manchas.

Quando devemos começar a se preocupar?

Hoje, a gente diz que as mães devem se preocupar com os bebês. A idade ideal para começar a cuidar da pele é aos seis meses de idade! A partir dos 20 anos o organismo já começa a formar a pele de adulto, e ela que deve ter cuidados especiais para quando chegar perto dos 30 anos não ter tanto prejuízo.

 

A hidratação da pele é essencial para manter o viço

Foto: A hidratação da pele é essencial para manter o viço
Créditos: Reprodução/Internet

Qual pior pesadelo para a pele? Álcool, cigarro, sol, gordura?

Se pudesse eleger um só eu diria o cigarro, porque a nicotina leva ao fechamento dos vasos sanguíneos, causando a diminuição da nutrição da pele. O cigarro chega a ser mais agressivo que a exposição solar, porém o sol não fica atrás: provoca degradação de todas as células da pele, que leva a aparência de manchas, diminuição da produção de colágeno e consequente, a flacidez.

Suplementos, colágeno em pílulas, compradas em farmácia, ajuda na renovação celular?

Ajuda, sim. A indústria farmacêutica aprimorou, e, hoje, o colágeno é absorvido, sim. O que não sabemos ao certo é o quanto desse colágeno ingerido será absorvido, mas é certo que alguma parte será absorvida e trará benefícios à pele. Inclusive, faço suplementação de colágeno aos pacientes, que pode ser tanto em sachês ou cápsulas manipuladas de acordo com a necessidade de cada um.

Quais os cuidados essenciais preventivos?

Limpeza no rosto duas vezes ao dia, mas não mais que quatro vezes para não descamar. É preciso te uma hidratação especial passado pelo dermatologista, ele indicará qual melhor composição, se é em creme, gel, sérum... Claro, que a proteção solar não precisa nem mais ser citado: deve-se usar todos os dias, independente da exposição, faça chuva ou faça sol! Indico sempre o fator 50, que é proteção garantida para todos os tipos de pele.

Quais os melhores cosméticos de bolso?

Um ativo para essa faixa etária de 30 anos seria um higienizador, um sabonete para limpar a pele com PH próximo ao da pele, mas sem ser agressivo, e as farmácias de manipulação têm bons sabonetes. É importante também usar produtos com vitamina C, mas tomar cuidado também porque essas embalagens devem ser adequadas. O contato com o ar e a vitamina perde a ação. Por isso fiquem atentos à procedência do produto. Indico muito os que são aprovados pelos órgãos reguladores Anvisa e FBA (dos EUA), como La Roche Posay, Skin Ceauticals, Vichy, Roc. Um dos melhores filtros de proteção, inclusive, é brasileiro, da Avene, fator 50. 

Dos maiores nomes da dramaturgia nacional, Bibi Ferreira está no auge, mesmo tendo completado 75 anos de carreira. A multiartista, de 94 anos está no Recife para apresentar seu novo espetáculo, “4xBibi”, em que interpreta Edith Piaf, Frank Sinatra, Amália Rodrigues e Carlos Gardel, sexta (9) e sábado (10), no Teatro RioMar. Bibi recebeu a Imprensa, na tarde desta quinta (8), para uma coletiva no restaurante do hotel Ramada, onde está hospedada. O intuito era ouvi-la falar um pouco de como seria a sua apresentação nesses dois dias: “Ora, se eu falar como será o show vocês não irão. Não faz sentido eu adiantar nada. O que posso dizer é que estarei vestida de branco”, retrucou logo no início do bate-papo.

Com voz firme, mas mansa, pediu que os repórteres falassem bem alto. Sempre pedia que repetissem a mesma pergunta, e quase sempre fugia do tema. Pudera, tantos bons assuntos ela teria para conversar que aqueles 32 minutos de entrevista não dariam conta. Ela preferiu tentar responder com exatidão para que não falasse tanto: era um ritual falar “pouco”, beber água ou refrigerante em temperatura ambiente. Lá mesmo pediu um guaraná. Quando viu que os jornalistas não tinham sido servidos na mesma mesa (ainda), perguntou: “Cadê os refrigerantes deles? Vocês não vão servir? Tem que servir também, eles vão ficar com sede, oras”... Atenciosa, deu início às perguntas.

 

Bibi conta causos ao longo de sua vida

Foto: Bibi conta causos ao longo de sua vida
Créditos: Flavio Japa/FolhaPE

 

A primeira-dama do teatro nacional reclamou de Pernambuco. Disse que o Estado havia esquecido o Sul do País, mas o Sul nunca havia esquecido o Estado. Falou isso porque acredita que os atores pernambucanos não têm engajamento pelas bandas de lá. Inclusive, fez questão de relembrar o tempo em que visitava o Recife e que amava estar na presença de Valdemar de Oliveira e Dona Diná.

Imponente, respondeu às perguntas com certo tom de ironia, achando óbvias as questões, como por exemplo, quando perguntaram como ela se avaliava após 75 anos de carreira: “Me acho uma boa profissional”, levando todos a se entreolharem com tamanha humildade. Ainda sobre autoavaliação, disse que a fórmula do seu sucesso era o amor. “Nunca chego atrasada e, se atraso, coloco a culpa nos outros (risos). Nunca dei trabalho para os empresários, aliás, eles me adoram. Se eu tiver que estar a postos, eu estou. Esse é o segredo. Gostar de trabalhar com amor, com vigor”, ressaltou. E, quando falou de amor, não esqueceu de Piaf, interprete que lhe rende, até hoje, sucesso imenso. “Até hoje eu divido o palco com Piaf. Quando começo a cantar outras músicas, sempre tem aquele que grita ‘Canta Piaf’ (risos). E não tem jeito. Sempre canto mesmo porque ela é um gênio. Gênio está faltando hoje em dia. É uma coisa de Deus. Piaf era a melhor cantora, cantou o que quis, fez o que quis, casou com quem quis... Ela casou com um homem lindo.. E isso não me aconteceu ainda”, contou, caindo aos risos tímidos.

 

 

Bibi Ferreira reviveu histórias e ligações com o Teatro de Amadores de Pernambuco

Foto: Bibi Ferreira reviveu histórias e ligações com o Teatro de Amadores de Pernambuco
Créditos: Flavio Japa/FolhaPE

Sobre os seus ídolos, confessou que, apesar da grande admiração a Piaf, quem mais gostou de interpretar nos palcos foi ela mesma. “Bibi in Concert nº 1 talvez tenha sido o mais importante para mim”. Também respondeu brevemente sobre com o quê ainda se encanta quando está diante do público: “Ah, eu admiro o silêncio. Quando eu entro, depois das palmas da minha entrada, eu digo pra mim ‘Olha Bibi, olha o que vai fazer. Respira, respira duas ou três vezes, um pouco mais profundamente. Vê se lembra bem do raio da primeira letra da canção que você vai cantar’”, disse em forma de brincadeira, mas em tom sério. E foi com essa seriedade que encerrou sua entrevista, dando uma canja do que virá neste final de semana.

 

 

O RJ registrou