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Ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez (e), acompanhado pelo novo presidente da Fundaj, Alfredo Bertini (d)
Ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez (e), acompanhado pelo novo presidente da Fundaj, Alfredo Bertini (d)Foto: Malu Didier/Ascom Fundaj

O ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, esteve pela primeira vez no Recife, neste domingo (27), no campus Derby da Fundação Joaquim Nabuco. Vélez vai empossar, nesta segunda-feira (27), o novo presidente da Fundaj, Alfredo Bertini, em solenidade marcada para o cinema do Museu.

No seu primeiro contato com a Fundação, o ministro conheceu as instalações do edifício Ulysses Pernambucano, além de visitar a exposição Aptidão para Alegria Vem de Berço, montada na sala Vicente do Rego Monteiro, cumprimentou o público das oficinas, experimentou bolo de rolo e ensaiou passos de frevo com integrantes do Turma da Jaqueira Segurando o Talo, bloco formado por servidores da Fundaj. “Com Gilberto, Nabuco e Bertini para a eternidade”, disse Vélez ao visitar a exposição. Estudantes de ensino médio que participavam do Curso de Formação Jovens Líderes, da Escola de Governo conversaram com o ministro.

Depois da cerimônia de posse de Alfredo Bertini, o ministro deve conhecer o Engenho Massangana, no Cabo de Santo Agostinho, onde Joaquim Nabuco viveu parte de sua infância.

Ministro Ricardo Vélez Rodrígues conversou com estudantes do ensino médio e participantes das oficinas do domingo na Fundaj

Ministro Ricardo Vélez Rodrígues conversou com estudantes do ensino médio e participantes das oficinas do domingo na Fundaj - Crédito: Malu Didier/Ascom Fundaj

Vem Pra Rua realizou ato de repúdio contra Renan Calheiros no Recife
Vem Pra Rua realizou ato de repúdio contra Renan Calheiros no RecifeFoto: Brenda Alcântara/Folha de Pernambuco

Manifestantes do movimento “Vem Pra Rua Recife” realizaram, no fim da manhã deste domingo (27), um ato de repúdio à candidatura do senador Renan Calheiros (MDB) à presidência do Senado Federal. A mobilização, em tom carnavalesco, intitulada “Renan Não”, foi convidada pela página no Facebook do coletivo. Acompanhados de uma orquestra de frevo, cerca de 30 pessoas, vestidas de verde e amarelo, gritavam palavras de ordem e mostravam cartazes no semáforo defronte da Padaria Boa Viagem, na Zona Sul da capital pernambucana.

Os cartazes diziam “Se Renan for presidente do Senado, o Congresso será comandado por Lula de dentro da cadeia. Renan é PT” ou “Congressistas, apoiem o voto aberto”. No microfone, os mobilizadores justificavam que, com o voto aberto, “seria possível saber quem são os bandidos que votam no bandido”, em referência a Renan. A Avenida Boa Viagem tem sido, tradicionalmente, desde o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), o palco das manifestações com agenda anticorrupção e antipetista.

A coordenadora do Vem Pra Rua Recife, Maria Dulce Sampaio, afirma que a eleição de Renan é inaceitável, pois “Renan é a cara da corrupção, é a cara da velha política, dos conchavos, do balcão de negócios”. “Renan está indiciado em 14 processos junto ao Supremo Tribunal. E, uma vez indiciado, ele será o primeiro a tentar barrar a Lava Jato. Ele será um grande empecilho para que (Sérgio) Moro consiga o seu objetivo, que é criar leis para acabar com a corrupção e com a impunidade das autoridades”, explica a organizadora do ato.

Identificados com a agenda do Governo Bolsonaro, os manifestantes do Vem Pra Rua entendem que, em alguns casos, como na reeleição do presidente Rodrigo Maia (DEM), na Câmara, é possível fazer concessões. “Eu não sou muito a favor de Rodrigo Maia, não, mas diante de o presidente depender da aprovação do Congresso, ele realmente, ou o seu quadro, ou o seu interlocutor, ele tem que fazer algumas concessões, porque senão ele não conseguirá aprovar nada. Renan, para nós, é inegociável, porque Renan realmente representa a cara da corrupção”, argumenta Maria Dulce Sampaio.

Comandante Militar do Nordeste, General do Exército Freire Gomes.
Comandante Militar do Nordeste, General do Exército Freire Gomes.Foto: Juliano Muta

Durante a solenidade de recepção a 158 militares do Comando Militar do Nordeste que atuaram em missão humanitária com imigrantes venezuelanos, em Roraima, realizada na tarde deste sábado (26), no angar do CINDACTA III, o comandante militar do Nordeste, General do Exército Freire Gomes, destacou que as forças armadas já enviaram um contingente de 1.000 militares para atuar junto à população afetada pelo rompimento de uma barragem da empresa Vale, em Brumadinho.

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Os militares ajudarão na logística e no apoio humanitário no desastre que vitimou centenas de pessoas."Foram mobilizados para apoiar na tragédia que está acontecendo em Brumadinho, Minas Gerais. É o exército, a Marinha e a Força aérea, já desdobrados num trabalho humanitário, desta vez, infelizmente, com irmão brasileiros", comentou o general Freire Gomes. 

Prefeito de Petrolina, Miguel Coelho.
Prefeito de Petrolina, Miguel Coelho.Foto: Anderson Stevens / Folha de Pernambuco

Em visita à Folha de Pernambuco, nesta sexta-feira (25), o prefeito de Petrolina Miguel Coelho colocou lideranças da oposição ao Governo do Estado em Pernambuco como representantes com maior trânsito com o Governo Federal, lembrando do apoio eleitoral que Bolsonaro teve durante as eleições. "Quem votou em Bolsonaro em Pernambuco foi a oposição. Bruno declarou, Mendonça declarou, os Ferreiras declararam. Então, a tendência é que a gente tenha uma aproximação. Até porque o PSB não é situação com o Governo Federal", disse.

O trânsito que seu grupo político terá com o Governo Federal, segundo ele, também passará por algumas pontes reminiscentes do governo anterior que continuam em alguns ministérios de Bolsonaro. "Bolsonaro fez uma escolha sem conversar com muita gente, se baseou muito com as bancadas e frentes parlamentares. Mas terminou que temos relacionamento com três ou quatro ministros, relacionamento do passado", frisou, citando os ministros Gustavo Canuto (Desenvolvimento Regional), Tereza Cristina (Agricultura) e Tarcísio Gomes de Freitas (Infraestrutura). Ele também citou o minstro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

"O que vai depender para o sucesso do governo Bolsonaro é ele conseguir aprovar a pauta econômica. Isso é o que vai dar sustentação ao discurso dele", avaliou Miguel. "O discurso dele de campanha era de acabar com mordomias e fazer o que fosse necessário para resgatar o Brasil. Ele ganhou dizendo que iria fazer as reformas. Se ele aprovar qualquer reforma da Previdência ele cumpriu com a palavra", afirmou.

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Senadores com Paulo - Sobre o recente encontro de seu pai com os outros senadores pernambucanos e o governador, Miguel disse se tratar de uma agenda por Pernambuco, mas descartou qualquer aproximação política. "Do ponto de vista administrativo não há qualquer tensionamento, até porque todos têm que trabalhar por Pernambuco. Agora, se isso sinaliza uma reaproximação política? Zero. O senador tem compromisso com o povo pernambucano, porque é senador eleito e vai honrar os votos que recebeu em 2014. Agora alguma chance de reaproximação de nosso grupo político com o atual Governo do Estado é zero. Não tem reaproximação", refutou.

Eleição na Câmara - Segundo ele, ao contrário da Câmara Federal, que parece estar caminhando para eleger Rodrigo Maia (DEM), no Senado o clima ainda é de "confusão"e indefinição, mas que o fato de ter dois nomes colocados coloca o MDB numa boa posição."Bolsonaro fez um governo sem ouvir os partidos, sem ouvir a política. Qual a forma que a política tem de se proteger? segurando as Casas. É por isso que eu acho que o MDB tem isso a seu favor", avaliou Miguel.

Governador - Sobre o recente gesto do governador de se reunir com a bancada federal, no Palácio do Campo das Princesas, o prefeito relativizou a importância do gesto, do ponto de vista político. "Não foi uma reunião de articulação. Foi muito mais uma reunião para apresentar a bancada. Qualquer governador que ganhe ou seja reeleito precisa do apoio da bancada para ter emendas. Mas ele é oposição ao governo federal. Precisamos saber se isso vai vingar [a aproximação com a bancada]. É óbvio que está todo mundo junto por Pernambuco. Eu posso falar pelo senador Fernando Bezerra que ele nunca se colocará contra as pautas de Pernambuco. Agora, além dessa pauta administrativa, tem a pauta política e, sem dúvida, o governo Bolsonaro vai querer registrar isso", pontuou.

Cientista político Alex Ribeiro
Cientista político Alex RibeiroFoto: Pedro Farias

Por Alex Ribeiro. Doutorando em História pela Universidade Federal da Bahia, cientista político e jornalista.

O olhar do deputado Jean Wyllys (PSOL-SP) para alguns dos parlamentares que não saíam de perto do microfone na Câmara, no momento da votação do processo do impeachment da presidenta Dilma Rousseff (PT), possui vários simbolismos. Afinal, o uso de um echarpe por um deputado e o seu discurso contra a ordem vigente é um desafio, dentre tantos, para protagonizar uma mudança cultural que ocorre a passos lentos no País.

O sorriso irônico e o burburinho dos parlamentares que estavam ao seu redor não representa só os seus sentimentos, e sim da grande maioria da sua base eleitoral. O discurso homofóbico, em “favor da moral e dos bons costumes” é fruto de uma parcela da sociedade conservadora que é retratada, em sua maioria, por deputados da bancada do Boi, Bala e Bíblia, principalmente essa última, que tem a facilidade de ter acessos a comunidades pouco alcançadas pelo Poder Público e reproduzem suas práticas contra as minorias.

“O deputado Bolsonaro não é o único que tem essa prática agressiva. Alguns outros começam a xingar o deputado com expressões de baixo calão, principalmente os da Bancada da Bala. Isso é muito comum”, relatou um dos assessores de Wyllys,

relembrando a história em que o parlamentar acabou cuspindo em direção ao deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ), depois deste o ter xingado durante a votação do impeachment. Um outro vídeo acabou flagrando o filho do social-cristão, Eduardo Bolsonaro (PSC-SP), tentado cuspir o psolista, logo depois do ocorrido.

Aqui, neste ponto, mostra-se que o debate no Legislativo é interrompido para tentar calar as minorias. Estas que sempre tentam ter voz ativa na história e acabam sendo camufladas pelos grupos que regem as sociedades – como brancos, héteros e de família cristã.

“Como o Congresso é uma instituição masculina e heterossexual, Jean, assim como as mulheres, também são figuras dissonantes naquele contexto. Então, Jean quando entrou ali (para votar contra o impeachment) colocou a mão nos ombros. É de fato de uma espécie de ‘corporificação’ da opressão, uma performance opressora, tanto no ponto de vista das mulheres, quanto dos homens que estão de fora da masculinidade hegemônica. O Congresso parecia um bar, que quando entra uma mulher, uma bicha, é olhada de maneira enviesada”, analisou o doutor em Comunicação e professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Thiago Soares.

“Acho essencial para a comunidade sexodiversa a presença e atuação do Jean Wyllys na Câmara porque ele se apresenta talvez como um dos únicos canais de voz dessa comunidade em Brasília. E, num meio tão hostil aos gays, sua voz reverbera de forma essencial e necessária”, defende o professor e mestre em História, Alberon Lemos.

O debate sobre a participação de Jean Willys na Câmara deve ser ampliado para discutir o chamado empoderamento das minorias contra o bonde tradicional da história. Os seus argumentos voltados ao público LGBT podem ser aparelhados ao discurso dos negros e do feminismo. Estes, entre outros setores, se identificam e repudiam o contexto existente na Câmara.

São práticas culturais que são aceitas de forma gradual e lenta, como na maioria das mudanças na história. É um contrassenso a estereótipos de heróis inventados e enaltecidos no País. As vozes das minorias aos poucos estão tendo representatividade, e é preciso, no mínimo, respeitá-las, assim como todas as outras.

Deputada estadual Terezinha Nunes
Deputada estadual Terezinha NunesFoto: Jarbas Araújo/Alepe

A deputada estadual Terezinha Nunes vai se filiar ao MDB-PE, na próxima segunda-feira (28), às 12h, na sede da legenda, no Recife Antigo. O ato vai ter a presença do presidente estadual do partido, Raul Henry; e do senador eleito, Jarbas Vasconcelos.

Não é de agora que Terezinha Nunes caminha ao lado do grupo político de Jarbas Vasconcelos. Em 1992, ela assumiu a Secretaria de Imprensa da Prefeitura do Recife, durante a gestão de Jarbas. Já em 1999, Terezinha ocupou a Secretaria de Imprensa Estadual. Comandou a Secretaria de Desenvolvimento Urbano do Estado, em 2003, implementando projetos de trânsito, transporte, habitação, comércio popular, tratamento de resíduos sólidos e reestruturação urbana.

O deputado Antônio Coelho (DEM) visitou a Folha ao lado de seu irmão, prefeito de Petrolina Miguel Coelho.
O deputado Antônio Coelho (DEM) visitou a Folha ao lado de seu irmão, prefeito de Petrolina Miguel Coelho.Foto: Anderson Stevens / Folha de Pernambuco

Em visita à Folha de Pernambuco, nesta sexta (25), o deputado estadual eleito Antônio Coelho (DEM) apontou o nome de Medeiros para ocupar a liderança de Oposição na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). “Estamos confiantes que vai prevalecer o nome de Marco Aurélio para a liderança. Deve ser estabelecido um rodízio na Assembleia de um ano para cada um”, declarou, se referindo à negociação para entre Marco Aurélio e Priscila Krause (DEM) como interessada.

A bancada de Oposição na Alepe se articula para indicar seu novo líder para a próxima legislatura, que inicia no próximo dia 1º de fevereiro. Os nomes para ocupar a liderança da oposição giravam entre Priscila Krause e Álvaro Pôrto (PTB). No entanto, o deputado estadual eleito Marco Aurélio Medeiros (PRTB) também se mostrou interessado em ocupar a posição, e no momento, desponta como favorito.

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Em entrevista à Rádio Folha, na última quarta-feira (23), a deputada estadual Priscila Krause (DEM) afirmou que vai chegar a um consenso junto ao deputado estadual eleito Marco Aurélio (PRTB) sobre quem vai assumir o papel de líder. “A gente teve uma primeira conversa faz uma semana e meia, duas semanas. Depois eu e Marco Aurélio não chegamos conversar novamente. Mas, a nossa intenção é exatamente amadurecer esse processo, um processo de construção onde a gente saia, na verdade, fortalecido dessa escolha”, disse.

O deputado do PRTB continua construindo sua indicação, e frisou anteriormente que não pretende fazer “nenhuma imposição” à Priscila Krause. Ele assegurou que a decisão deve ser resolvida em breve. “Ainda estamos conversando. Nós queremos um entendimento e isso vai acontecer. O rodízio é uma proposta que estamos avaliando. Até o dia 1º a gente resolve essa situação”, garantiu Medeiros.

Prefeito de Petrolina, Miguel Coelho.
Prefeito de Petrolina, Miguel Coelho.Foto: Anderson Stevens / Folha de Pernambuco

O prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, fez uma visita de cortesia à Folha de Pernambuco, na tarde desta sexta-feira (25), acompanhado de seu irmão, o deputado estadual eleito Antônio Coelho (DEM). Filhos do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB), eles integram um grupo político de oposição ao Governo do Estado e mais alinhados ao presidente Jair Bolsonaro. No bate-papo, Miguel falou sobre sua administração em Petrolina e também avaliou o cenário da política local e nacional.

Sobre os primeiros anos de gestão a frente da Prefeitura de Petrolina, Miguel destacou o esforço em equilibrar as finanças do município. Segundo ele, o déficit que era de cerca de R$ 32 milhões quando assumiu o mandato, em 2017, caiu para R$ 18 milhões no balanço do ano de 2018. Para garantir a redução de gastos e a austeridade fiscal, ele explica que precisou fazer uma reforma administrativa reduzindo duas secretarias, que foram incorporadas a outras pastas. No modelo anterior, Petrolina tinha 10 secretarias e uma assessoria especial de governo, que passou a ter status de secretaria junto com a pasta de Agricultura. Com isso, a Agricultura, que estava com Desenvolvimento Econômico deixou de existir.

Além disso, a pasta de Planejamento absorveu o setor de Gestão Administrativa, Desenvolvimento Econômico e Turismo foram anexadas e, por fim, Cultura e Esportes vinculados à pasta de Educação, segundo o prefeito, para "facilitar a captação de recursos". "O ministério da cultura acabou e não fazia mais sentido ter a secretaria, tivemos que fazer o alinhamento", comentou.

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Disputa no MDB - Em relação à disputa política e jurídica protagonizada pelo senador Fernando Bezerra no MDB de Pernambuco, contra o grupo de Raul Henry, Jarbas Vasconcelos e Tony Gel, ele ressaltou que a rivalidade não passou para o âmbito da vida pessoal. "Tem a briga política, o debate político, mas não se leva isso pro campo pessoal. Você briga por espaço, não briga por questões íntimas. A civilidade é o mínimo que se deve pregar, ainda mais quando se vê a classe política tão desgastada", ponderou.

Saída do PSB - Apesar de ter anunciado a saída do PSB há pelo menos um ano, Miguel continua no partido. Segundo ele, aguardando as definições partidárias para tomar a sua decisão sobre que legenda vai procurar. "Primeiro tinha uma eleição que ninguém sabia o que ia dar. E agora que passou a eleição, o momento é de analizar como os partidos vão se portar. Por exemplo, o PR. Alguém imaginava que Sebastião [Oliveira] fosse sair da presidência do PR? Não. Saiu no final do ano e Anderson agora é o novo presidente. É óbvio, então, que o PR vai se portar como oposição, pelo caminha que os Ferreiras estão trilhando", avaliou.

"Tem essa briga do MDB que ainda não se resolveu. Tem a proximação do DEM. Tem o PSDB que Bruno disputa a presidência nacional, que pode deixar um vácuo na presidência estadual. EWntão não preciso ter pressa. Eu tenho até abril pra definir", declarou Miguel.

Governador Paulo Câmara esteve, nesta sexta-feira (25), visitando às obras do Hospital  Geral do Sertão (HGS)
Governador Paulo Câmara esteve, nesta sexta-feira (25), visitando às obras do Hospital Geral do Sertão (HGS)Foto: Hélia Sheppa/SEI

O governador Paulo Câmara (PSB) teve retorno do pedido de audiência feito à Secretaria de Governo da Presidência. Na próxima segunda-feira (28), às 17h, em Brasília, o ministro Tarcísio Gomes de Freitas (Infraestrutura) vai tratar de assuntos relacionados ao Porto de Suape e do Recife, Ferrovia Transnordestina e à recuperação das BRs 232 e 423.
  
A comitiva pernambucana também terão o secretário de Planejamento e Gestão, Alexandre Rebêlo, o secretário de Desenvolvimento Urbano, Marcelo Bruto, o secretário de Desenvolvimento Econômico, Bruno Schwambach, e a secretária de Infraestrutura e Recursos Hídricos, Fernandha Batista.

SERRA TALHADA - Nesta sexta-feira (25), o governador Paulo Câmara (PSB) anunciou o Plano de Enfrentamento às Arboviroses 2019, no auditório da Faculdade de Integração do Sertão, em Serra Talhada, no Sertão do Pajeú. Em Pernambuco, 134 municípios estão em estado de alerta para esse risco.

“São quase R$ 8 milhões que nós estamos, mais uma vez, aplicando aqui no Estado na questão da prevenção de doenças que vêm do mosquito”, explicou Paulo. No ano passado, foram investidos R$ 3,7 milhões no combate às arboviroses.

O governador ainda visitou às obras do Hospital Geral do Sertão (HGS) – Governador Eduardo Campos, que tem previsão de entrega para o final deste ano. Representando um investimento de R$ 45 milhões, a unidade de Saúde atenderá, além de Serra Talhada, os municípios de Betânia, Calumbi, Carnaubeira da Penha, Flores, Floresta, Itacuruba, Santa Cruz da Baixa Verde, São José do Belmonte e Triunfo.

Vereador Rinaldo Junior (PRB) é líder da bancada da oposição
Vereador Rinaldo Junior (PRB) é líder da bancada da oposiçãoFoto: Andréa Barros/Divulgação

Tramita na Câmara Municipal do Recife um projeto de Lei que pode dificultar a ação dos estabelecimentos que trabalhem com produtos oriundos de crimes como o roubo e o furto. Caso seja aprovado, o projeto de lei nº 192/2018, de autoria do vereador Rinaldo Júnior (PRB), vai determinar a cassação do alvará de funcionamento ou da licença de empresas flagradas comercializando, adquirindo, distribuindo, transportando, estocando ou revendendo mercadorias nessas condições.

Segundo Rinaldo, o objetivo da proposta é proteger consumidores e empresários, além de coibir práticas criminosas. “Tendo em vista os altos índices de criminalidade na nossa cidade e o elevado número de casos noticiados diariamente sobre crimes de receptação, roubo de cargas, furto ao patrimônio público, entre outros, apresentamos o projeto de lei a fim de que possamos utilizar o poder de polícia administrativa que o município detém, para uma finalidade específica de colaboração com algo que é de interesse de toda a sociedade, a segurança pública”, diz o vereador na justificativa da matéria.

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Além do flagrante policial, a irregularidade poderá ser constatada quando veiculada pela imprensa. As denúncias da população deverão ser encaminhadas ao telefone da Empresa de Manutenção e Limpeza Urbana (Emlurb), de número 156. Em todo caso, a constatação da irregularidade não vai dispensar a garantia ao contraditório e à ampla defesa.

Lido em plenário, o projeto de lei nº 192/2018 já teve seu prazo para recebimento de emendas encerrado. Atualmente, ele se encontra sob a análise das comissões temáticas da Casa competentes. Após a emissão dos pareceres desses grupos, o texto será votado em plenário pelo conjunto dos vereadores.

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