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Governador Paulo Câmara vem demonstrando capacidade de diálogo político
Governador Paulo Câmara vem demonstrando capacidade de diálogo políticoFoto: Brenda Alcântara/ Folha de Pernambuco

O governador Paulo Câmara (PSB) vem demonstrando habilidade para dialogar com as variadas posições dos deputados da nova bancada pernambucana da Câmara Federal. Nesta quarta-feira (23), ao receber 17 parlamentares, o socialista ponderou seu discurso junto ao deputado Luciano Bivar, também presidente nacional do PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro.
  
"Bivar sempre se colocou à disposição e vamos sempre procurar ele sempre que entender necessário. Sabemos dividir muito bem posições políticas partidárias com posições institucionais", disse.

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A aproximação entre Luciano Bivar e Jair Bolsonaro, em Brasília, pode significar uma ponte para que projetos, emendas e recursos do interesse do Estado saiam do papel e beneficiem Pernambuco. "Vou estar sempre junto como governador de Pernambuco e o Luciano se comprometeu em ajudar com questões importante com Pernambuco", afirmou Paulo Câmara.

Semana passada, ao receber o deputado federal Rodrigo Maia (DEM-RJ), candidato à reeleição da presidência da Câmara Federal, Paulo Câmara escutou o democrata e não declarou apoio a Maia, assim como também não bateu o martelo se colocando na oposição ao parlamentar. Ainda nesta quarta-feira (23) Paulo Câmara declarou que um apoio a Mai vem se tornado "cada vez mais difícil".

Vale lembrar que, Paulo Câmara é vice-presidente nacional do PSB, mas trabalha na condição de governador na direção de manter um bom trânsito junto ao Governo Federal.

Também na semana passada, Paulo Câmara recebeu o deputado federal João Henrique Caldas (PSB-AL), que ainda prospecta uma candidatura a presidente da Câmara. Por enquanto, os socialistas não confirmaram apoio à postulação do correligionário alagoano, apenas se mantiveram na oposição a Rodrigo Maia. Contudo, Paulo Câmara escutou, elogiou o parlamentar e reservou sua postura de governador.

Também foram recebidos os três senadores: Humberto Costa, Jarbas Vasconcelos e Fernando Bezerra Coelho. Na oportunidade, a necessidade de integração em prol do Governo do Estado foram discutidas.

“A gente está aqui para governar o Estado pelos próximos quatro anos, e os deputados e senadores, para legislar e ajudar Pernambuco. Espero que tenhamos desdobramentos, não apenas em outras reuniões como esta, mas também criando condições de, unidos, buscarmos junto aos Ministérios e ao Governo Federal ações importantes para Pernambuco e destravar obras que são fundamentais na área de estradas, dos nossos Portos, na questão de desenvolvimento econômico, do abastecimento de água ou dos projetos de irrigação”, analisou o governador.

Governador Paulo Câmara (PSB) está reunido com ministro do Desenvolvimento Regional Gustavo Canuto
Governador Paulo Câmara (PSB) está reunido com ministro do Desenvolvimento Regional Gustavo CanutoFoto: Brenda Alcântara / Folha de Pernambuco

Após se encontrar com a bancada de deputados federais de Pernambuco, nesta quarta (23), no Palácio Campo das Princesas, o governador Paulo Câmara (PSB) comentou sobre a posição de seu partido de não apoiar, até o momento, o presidente e candidato à reeleição à presidência da Câmara. Rodrigo Maia (DEM-RJ).

"Pelo andar da carruagem, isso está ficando cada vez mais difícil. Mas eu sempre prego o diálogo. Enquanto puder haver diálogo e consenso para a unidade, é importante", frisou. Unidade que encontra dificuldade de se concretizar entre aliados, por conta de divergências do bloco formado entre PSB, PDT e PCdoB, já reconhecidas pelo líder da bancada do PSB, Tadeu Alencar.

Desse bloco, apenas os socialistas decidiram não apoiar o democrata na eleição do dia 1º de fevereiro. O apoio a Maia anunciado pelo PSL foi decisivo para afastar o PSB, que preferiu continuar situado no campo da oposição ao governo.

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Novo Bloco - A informação sobre a formação do bloco de oposição formado por PSB, PT e PSOL trouxe um elemento novo nas articulações na Câmara Federal. Segundo Paulo Câmara, não existe uma posição firmada no partido, que apesar de ter quase firmado o não apoio a Maia, ainda discute a formação do bloco. Existe a possibilidade da bancada do PSB ser liberada para votar de forma individual.

"Tenho trabalhado muito de ouvir todos os lados e buscar a unidade, quando for possível. O partido está debatendo ainda, há um indicativo de não acompanhar o bloco que o presidente Rodrigo Maia está formando. Vamos aguardar, até o dia 1º muita coisa pode mudar".

Reunião da bancada federal pernambucana com o governador  Paulo Câmara (PSB)
Reunião da bancada federal pernambucana com o governador Paulo Câmara (PSB)Foto: Brenda Alcântara / Folha de Pernambuco

Depois de se reunir com os senadores pernambucanos, na semana passada, foi a vez do governador Paulo Câmara (PSB) conversar com a bancada de deputados federais de Pernambuco, na manhã nesta quarta-feira (23), no Palácio Campo das Princesas. O encontro foi coordenado pelos deputados Augusto Coutinho (SD) e Wolney Queiroz (PDT), líderes da bancada de Pernambuco na Câmara.

Dos 25 deputados convidados, 17 compareceram. As ausências justificadas foram dos deputados Tadeu Alencar (PSB), Felipe Carreiras (PSB), Daniel Coelho (PPS), Fernando Filho (DEM), André Ferreira (PSC), Marília Arraes (PT), Fernando Monteiro (PP) e Eduardo da Fonte (PP).

Essa é a primeira reunião do segundo mandato do governo Paulo Câmara com a bancada federal, que contará com deputados reeleitos, retornando à Casa e outros iniciando o primeiro mandato. "Mostramos um conjunto de projetos que nós entendemos que são importantes para Pernambuco. A gente entende que esse aproximação cada vez maior com os deputados federais e com o Senado Federal pode nos ajudar na articulação em Brasilia", comentou o governador.

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Segundo Paulo, os palanques foram desarmados e é preciso um esforço conjunto para o para melhorar o Estado. "Todos nós sabemos que acima de tudo está o bem de Pernambuco, independente de posições políticas, a gente está aqui pra governar o Estado nos próximos quatro anos e os deputados e senadores para legislar para ajudar Pernambuco", disse.

Entre as pautas da reunião estavam obras estruturadoras como estradas, portos, a Transnordestina, os portos de Suape e Recife, destravamento de obras paradas, empregos e renda, desenvolvimento econômico, infraestrutura e programas sociais, além de pautas transversais com o Governo Federal como saúde segurança e educação. Para o governador, é preciso um "olhar federativo" do governo.

"Foi uma reunião muito franca, muito transparente, ouvimos muito também contribuições importantes. Espero que isso tenha desdobramento, não apenas em outras reuniões como essaa, mas também toda vez que estivermos em Brasilia termos condições de estarmos reunidos com os deputados e irmos juntos ao Governo Federal e ministérios para destravar coisas que são fundamentais", relatou Paulo.

Deputados de primeiro mandato como João Campos (PSB) e Túlio Gadêlha (PDT) participaram da reunião com o governsador ao lado de deputados reeleitos e outros que voltaram à Casa.

Deputados de primeiro mandato como João Campos (PSB) e Túlio Gadêlha (PDT) participaram da reunião com o governsador  - Crédito: Brenda Alcântara 



Para Augusto Coutinho, o encontro foi simbólico, do ponto de vista político. "Mostra uma característica de muitos anos da bancada de Pernambuco. Quando o assunto é o interesse de nosso estado a gente se une. A gente teve aqui deputados de todas as colorações partidárias que são da base do governo e que também não são. E o governador, de forma muito importante e de atenção com a bancada trouxe temas que acha importante para o desenvolvimento do Estado e que vão precisar de interação com o governo federal e com a bancada de Pernambuco", comentou

Coutinho destacou a postura do governador em convocar encontros com parlamentares de Pernambuco. "Acho que foi muito oportuna a iniciativa do governo. Mostra que quer governar sem divergência politica. É natural que no campo das ideias tenha, mas quando o interesse for o desenvolvimento e crescimento do Estado e obras estratégicas, que a gente esteja junto nessa defesa. Os deputados se mostraram todos muito atenciosos e também participativos nessa proposta. Eu acho que só quem ganha é o povo de Pernambuco", disse.

Presentes - Participaram da runião os deputados Raul Henry (MDB), André de Paula (PSD), Gonzaga Patriota (PSB), Renildo Calheiros (PCdoB), Túlio Gadêlha (PDT), Danilo Cabral (PSB), Wolney Queiroz (PDT), Fernando Rodolfo (PHS), Sebastião Oliveira (PR), Carlos Veras (PT), Silvio Costa Filho (PRB), Augusto Coutinho (SD), Ossesio Silva (PRB), Luciano Bivar (PSL), João Campos (PSB), Ricardo Teobaldo (Podemos) e Pastor Eurico (Patriotas).

Com informações de Marcelo Montanini, da editoria de Política.

Renan Calheiros
Renan CalheirosFoto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A resistência que Renan Calheiros enfrenta no Congresso e dentro do próprio partido, que tem a líder do MDB no Senado, Simone Tebet (MS) na disputa pela indicação da  à presidência da Casa, tende a se agravar com a pressão da sociedade civil. O Movimento Vem Pra Rua realizará, neste domingo (27), às 10h, em frente à Padaria Boa Viagem, um ato contra a candidatura do emedebista. O evento, intitulado "bloco carnavalesco Renan Não" será animado por uma banda de frevo.

"Será um Ato de Repúdio à sanha de poder do político obscuro que é o símbolo dos conchavos espúrios, das negociações sigilosas e da barganha. A sociedade brasileira quer mudança! Renan Calheiros representa a velha forma de se fazer política!", diz o convite para o protesto. 

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Tebet - A senadora anunciou a intenção de concorrer ao posto mais alto do Senado após se reunir com o presidente do MDB, Romero Jucá (RR), em Brasília. O partido, que terá 12 senadores em 2019, vai se reunir para debater a sucessão de Eunício Oliveira (MDB-CE) no próximo dia 29 de janeiro. A eleição para a presidência do Senado está agendada para o dia 1º de fevereiro.

Deputada estadual Priscila Krause (DEM) no Plenário da Alepe
Deputada estadual Priscila Krause (DEM) no Plenário da AlepeFoto: Mariana Carvalho/Divulgação

Em meio à disputa pela liderança da bancada de oposição, também pretendida pelo ex-vereador e deputado estadual eleito deputado Marco Aurélio (PRB), a deputada Priscila Krause, em entrevista ao programa Folha Política, da Rádio Folha FM (97,6), nesta quarta (23), comentou sobre as conversas com a bancada e as articulações da oposição em Pernambuco.

Sem cravar que seu nome na liderança da bancada, Priscila apontou os atributos necessários para assumir o posto. "Um desafio muito grande de quem tiver a frente do bloco é repartir esse protagonismo. Respeitando as áreas de atuação e as pautas comuns. Dividir esse protagonismo e dar a importancia que cada deputado tem. Somos 12 deputados de 49, então cada deputado tem que valer por três, pra fazerem efeito as nossas ações na Assembleia", afirmou.

Sobre a definição dos nomes para ocupar a liderança e a vice-liderança da bancada, a parlamentar preferiu aguardar a escolha do líder. "Está muito meio que dependendo da resolução da liderança, a partir daí a gente vai ver, o que a gente tem é perfil pra ocupar a liderançla e a vice", ponderou.

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priscila aproveitou para falar dos novos parlamentares e, com diplomacia, elogiar seu concorrente direto à liderança da oposição. "Tem novatos que estão chegando agora, alguns são novatos na Assembleia mas não no parlamento, como o deputado Marco Aurélio, que sempre demonstrou a maneira aguerrida de exercer a liderança, e outros deputados que estao chegando agora trazem também esse perfil", disse.

"A gente vai precisar ocupar espaços e estar alinhados em todas as pautas. Temos que estar com uma sintonia muito grande pra representar e fazer um contraponto ao governo", concluiu Priscila.

Articulação - Durante a entrevista, a deputada confirmou o encontro que teve nesta terça (22) com o senador Fernando Bezerra Coelho. Segundo ela, além do senador, ela também procurou outras lideranças como Bruno Araújo e André Ferreira, para afinar a atuação da oposição em Pernambuco. "A gente conversou sobre o cenário geral e sobre a importancia da oposição na Assembleia. Esse é o caminho natural, precisamos conversar com todas as lideranças do estado que estão no campo da oposição. É um grupo que muita gente apostou que não estaria unido, mas segue unido", destacou.

Carlos Siqueira, presidente nacional do PSB
Carlos Siqueira, presidente nacional do PSBFoto: Humberto Pradera//Divulgação

Por meio de nota, o Partido Socialista Brasileiro (PSB) reforçou a resolução de não apoiar a candidatura à reeleição do deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) para a presidência da Câmara Federal. O partido segue conversando sobre formação de bloco e quem apoiará no pleito.

A eleição para a Mesa da Câmara tem gerado divergência no Bloco PSB, PCdoB e PDT. Tanto os comunistas como os pedetistas já anunciaram apoio a Maia. No entanto, o PSB não seguiu o mesmo entendimento e já conversa com PT e PSOL sobre a formação de um bloco de oposição, posto que o PSL já declarou apoio a Rodrigo Maia.

 

Confira a nota: 

 

"A bancada de deputados federais do Partido Socialista Brasileiro, com o apoio da sua Presidência Nacional, torna público que ratifica o indicativo adotado em reunião na sua sede, em Brasília, dia 10.01.2019, de não apoiar a candidatura a Presidente da Câmara, do deputado Rodrigo Maia.

Registre-se que a bancada decidirá nos próximos dias os passos a serem adotados, quanto à formação de bloco e quanto ao candidato a Presidente que receberá o nosso apoio.

Brasília, 22 de janeiro de 2019

Tadeu Alencar

Deputado Federal - Líder do PSB

Carlos Siqueira

Presidente Nacional do PSB"

Tadeu Alencar admite divergência entre socialistas, PCdoB e PDT
Tadeu Alencar admite divergência entre socialistas, PCdoB e PDTFoto: Arthur Mota

Os partidos de oposição ao presidente Jair Bolsonaro (PSL) querem montar, na Câmara, bloco único para conseguir espaço nas estruturas políticas e administrativas da Casa. Em reunião nesta terça (22), representantes de PT, PSOL e PSB discutiram a formação, que pode ou não apoiar um único candidato à presidência em oposição ao atual presidente, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Os três partidos são contrários à reeleição de Maia, mas há divergências sobre qual candidatura poderia ser defendida.

Segundo deputados ouvidos pela reportagem, o PT tem demonstrado que está disposto a abraçar o lançamento de Marcelo Freixo (PSOL-RJ) como o nome do bloco de oposição. O PSB, mais ao centro - e com uma bancada ideologicamente mais diversa - resiste mais em apoiar o deputado eleito. Além disso, a unificação em torno de um nome pode tornar mais difícil atrair para o conjunto PDT e PCdoB, que já declararam apoio a Maia.

"Eles podem estar num outro bloco que não o do Rodrigo (Maia) e votar nele, não tem impedimento nenhum", afirmou o líder do PSB, Tadeu Alencar, após o encontro. Ele disse que deve tratar do assunto com o líder da bancada do PDT, André Figueiredo (CE). Outros deputados demonstraram estar mais céticos com relação a uma entrada do PDT no bloco, principalmente com a permanência do PT. Eles ainda tentam atrair o PCdoB, que possui uma ala mais ideológica que estaria incomodada com a possibilidade de fechar com o PSL em torno do mesmo candidato. "O mais importante é a união desses partidos, depois a questão da presidência", afirmou Ivan Valente (PSOL-SP), após o encontro.

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Na ponta mais ideológica do espectro político à esquerda, o partido tem por hábito lançar candidato próprio e não formar bloco. Nas duas últimas eleições, colocou na disputa a veterana Luiza Erundina (SP). Isso pode dificultar os planos de uma ala da oposição, que pretende também convidar para compor a aliança partidos como PP e MDB. Do chamado centrão, eles não se aliaram a Maia e têm candidatos próprios, como Arthur Lira (PP-AL) e Fábio Ramalho (MDB-MG). Esses partidos têm agenda reformista repudiada por partidos como o PSOL.

A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, não descartou a aliança com "outras forças", mas disse que a prioridade é a união dos partidos de esquerda. "Primeiro nós queremos formar as forças da esquerda e da centro-esquerda, o mais importante é isso", disse. Com a união dos três partidos e da Rede, que se encontrou com o PSOL ontem, o número de parlamentares chegaria a quase cem. Com isso, o grupo teria direito a espaços relevantes na Mesa Diretora, cuja formação é determinada pela quantidade de deputados em bloco.

Confira as principais manchetes de hoje
Confira as principais manchetes de hojeFoto: Divulgação

Giro de manchetes nos principáis jornais do país, nesta quarta (23):


Folha de Pernambuco: "Breves palavras. Muitas reações"

Jornal do Commercio: "Cardápio de reações variadas"

Diario de Pernambuco: "Bolsonaro prega abertura da economia"

Folha de S. Paulo: "Flávio empregou parentes de suspeito de comandar milícia"

O Estado de S. Paulo: "Bolsonaro promete abertura e Guedes, nova Previdência"

O Globo: "Em Davos, Bolsonaro promete reformas e abrir a economia"

Estado de Minas: "Em Davos, Bolsonaro promete fazer reformas"

O Tempo: "Em Davos, Bolsonaro promete abrir economia e não detalha reformas"

Correio do Povo: "A hora é de atrair investidores"

Extra: "Relações perigosas"

Zero Hora: "Discurso breve e promessa de reformas"

Valor Econômico: "Guedes quer taxar juros sobre capital e dividendos"

Correio*: "Barbárie em dose dupla"

O Dia: "Desconto da previdência de servidores pode aumentar"

Correio Brasiliense: "Investidores pedem mais a Bolsonaro"

A Tarde: "Bolsonaro prega reformas para atrair investimentos"

Márcio Stefani foi o entrevistado do Programa Folha Política
Márcio Stefani foi o entrevistado do Programa Folha PolíticaFoto: Brenda Alcântara/Folha de Pernambuco

O ex-secretário de Desenvolvimento de Pernambuco, Márcio Stefani foi o entrevistado do Programa Folha Política de ontem, na Rádio Folha FM. Em conversa com a colunista Renata Bezerra de Melo e o apresentador Joffre Melo. Conhecido como braço direito do governador Paulo Câmara, Stefani ocupa atualmente a função de gerente geral de projetos estratégicos na secretária de Administração, mas estar se despedindo do governo estadual.

Momentos difíceis durante a gestão


Stefani relembrou as maiores dificuldades enfrentada durante a gestão Paulo Câmara. “Se for lembrar, a gente teve uma enchente, teve a greve da polícia, e teve uma greve de caminhoneiro. Mas a questão da segurança foi bem complicada. A escalada da violência foi muito ruim para todos nós. Em determinados momentos, policiais cercaram o palácio juntamente com os líderes das associações. Foi um momento tenso”, assegurou.

Despedida

Em seu adeus, Stefani relembrou a boa relação com Paulo Câmara. “O governador me pediu para ter calma, e pensar melhor. Tenho uma amizade muito boa com ele, e tenho certeza que ele me entende. Eu volto para a área de RH. Eu vivi o auge de Pernambuco, e creio que dei uma boa contribuição ao Estado. Pernambuco avançou na educação, na saúde, aumentou o IDEB, diminuiu a mortalidade infantil, entre muitas outras melhorias”. E complementou, afirmando que chegou o momento de voltar para o BNDES. “Eu tenho 16 anos de banco, estou há 8 anos fora. As pessoas estão me esquecendo, pois quem não é visto não é lembrado. Ser secretário de estado é uma honra, mas não é uma profissão. É algo que é temporário. É preciso ter essa consciência. É a hora de reconstruir a carreira. Eu aprendi muito no banco e trouxe pra cá, agora eu vou levar todo o meu aprendizado como secretário para o banco”.

Segurança

Sobre a violência, Stefani lembrou a luta de toda equipe e declarou que é preciso discutir o tema com inteligência. “Nenhuma ação é imediata. Em algum momento a oposição ignorou o que se passava ao lado, no Ceará. Foi preciso investir. Nunca deixamos o Pacto pela vida de lado. Sempre acreditamos no Pacto. Mas precisava tempo para contratar as pessoas. Um concurso não é rápido, pois é preciso preparar bem as pessoas que vão sair pela rua portando uma arma. Foi renovado o quadro da polícia civil de Pernambuco, com delegados em todas as delegacias do estado, um fato inédito até então”, disse.

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Daniel Coelho
Daniel CoelhoFoto: Divulgação

Depois da posição de independência em relação ao governo Bolsonaro firmada por todos os oito deputados da bancada do PPS na Câmara Federal, a pauta do momento é a eleição da presidência da Casa. O deputado federal reeleito Daniel Coelho (PPS) reforçou o apoio da legenda ao atual presidente e candidato à recondução ao cargo, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e criticou a polarização entre governo e oposição.

"O PPS apoia Maia. É equilibrado, tem compromisso com uma pauta em favor do país. Não dá nem para pensar em apoiar o PP, MDB ou PT. Essa junção é símbolo de um modelo derrotado, dos que querem o quanto pior melhor. Não vamos buscar alternativas contra o interesse do povo para fazer política", criticou.

Daniel questionou o jogo de interesses entre pos partidos governistas e da oposição. "Nossa bancada será independente e a favor do Brasil. Não vamos entrar nesse jogo de uma polarização burra, que só busca ganhos políticos e eleitorais sem responsabilidade com o resultado", afirmou.

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Túlio Gadêlha não descarta apoiar Rodrigo Maia

O PSL, segunda maior bancada na Câmara Federal, já declarou apoio a Rodrigo Maia, motivo pelo qual o PSB anunciou que não apoiará o democrata, por estar situado no campo da oposição ao governo Bolsonaro. Daniel naturalizou a possibilidade de Maia ter negociado pautas governistas em troca de apoio. "É natural o governo negociar suas pautas. Faz parte do jogo democrático. Vai caber ao congresso julgá-las", ponderou.

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