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Senador Humberto Costa (PT)
Senador Humberto Costa (PT)Foto: Roberto Stuckert Filho

O senador Humberto Costa (PT) comemorou a decisão liminar da Justiça Federal que determina a manutenção do contrato firmado entre a União e a Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás) e impede a construção de uma nova fábrica no Paraná. A decisão atende a um pedido feito em ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público Federal de Pernambuco (MPF-PE).

“Esta é uma vitória de todos os pernambucanos. O ministro da Saúde, apenas para atender a interesses eleitorais, está tentando, a todo custo, enfraquecer a Hemobrás e criar uma nova empresa no seu Estado natal. Mas Pernambuco se uniu em prol da fábrica e não vai permitir que isso aconteça”, afirmou o senador.

A decisão obriga a União a manter o contrato com a Shire, empresa que vai transferir a tecnologia para Hemobrás. O MPF-PE ainda havia pedido o afastamento do ministro Ricardo Barros (PP), mas a solicitação não foi atendida.

Segundo Humberto, a liminar é importante, mas a mobilização segue “necessária”. “Sem dúvida é uma conquista importante, mas não podemos só comemorar. Precisamos seguir lutando, numa mobilização apartidária em defesa da empresa. Esta é uma luta que só vai acabar quando sair uma decisão definitiva sobre a Hemobras”, disse.

Deputado federal Tadeu Alencar (PSB-PE)
Deputado federal Tadeu Alencar (PSB-PE)Foto: Assessoria de Imprensa/Divulgação

O deputado federal Tadeu Alencar (PSB) considera que, mesmo com a vitória obtida na Câmara Federal, na noite da quarta-feira (25), o presidente Michel Temer “não tem o que comemorar”, por sair ainda mais enfraquecido em relação à opinião pública e sem força no Congresso Nacional.

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“O resultado era esperado. Parte do Parlamento se deixa influenciar por favorecimentos pessoais, sem levar em consideração o desejo dos eleitores. Mesmo livre da investigação, Michel Temer terá agora um papel meramente decorativo, sem força política para intervir na agenda do Congresso Nacional, que ficará a cargo de Rodrigo Maia”, afirma o parlamentar pernambucano.

Ainda de acordo com Tadeu Alencar, Temer carregará somente o cargo de presidente, mas sem a autoridade política necessária para tomar decisões, sem credibilidade para governar o país.

“Ele não terá força política para aprovar reformas constitucionais, por exemplo. Temer sairá da presidência carregando a impopularidade de grande maioria da população. Duas denúncias em menos de 90 dias provam que esse governo não tem o que comemorar. Ele não está morto, mas está ferido de morte e irá se arrastar como governo até 2018, sem nenhuma capacidade de interferir na sucessão presidencial”, avalia.

Além da fragilidade política, Tadeu também lembra que Temer enfrentará a oposição firme de legendas como o PSB, que estará mais fortalecido com a recente saída dos representantes que divergiam ideologicamente do partido.

“Estou ciente de que cumprimos nosso dever, tomamos a decisão da maioria da população e a orientação do nosso partido, o PSB, que segue sua trajetória de não se alinhar à pautas conservadoras”, conclui.

Ulrico Zuínglio
Ulrico ZuínglioFoto: Reprodução da internet

Hely Ferreira * 

Nascido na vila de Toggenburg, em Wildhaus, no ano de 1484, Ulrico Zuínglio é considerado ao lado de João Calvino um dos líderes do chamado Movimento Reformado. Esse movimento, tinha como base as ideias luteranas. Entretanto, foram elaborando doutrinas distintas. Por isso o nome “reformado”.

Zuínglio fez mestrado na Basileia em 1506. Sendo logo em seguida ordenado padre da paróquia de Glarus, na Suíça. Seu sacerdócio durou cerca de dez anos, onde nutriu interesse em estudar a Bíblia e os chamados pais da Igreja.

Seus primeiros embates não foram por questões religiosas, mas política. Envolveu-se em um embate com alguns magistrados de Glarus. Segundo ele, a violência proveniente das guerras e a exploração econômica, não eram compatíveis com a conduta cristã. Por conta disso, Zuínglio foi transferido de Glarus, sendo nomeado capelão militar em Einsiedelen, mas suas pregações o levaram a se tornar sacerdote na Catedral de Zurique, em 1518.

Os conflitos que viveu por questões sexuais, o levou ao tálamo sem a permissão da Igreja, passando a liderar um movimento, com a participação de dez sacerdotes que juntos redigiram um memorando ao Bispo de Constança, para que fosse permitido o casamento para os sacerdotes. Sendo o pedido negado.

Mas o que alavancou Zuínglio como um dos reformadores, foi o famoso “caso das salsichas”. Em 1522, no período da Quaresma, Zuínglio se encontrava na residência de um homem que exercia a profissão de impressor. Esse homem estava preparando uma publicação das Cartas do apóstolo Paulo. Durante a refeição, o impressor serviu aos funcionários salsichas. A Atitude daquele homem, foi encarada como uma afronta em não comer carne durante o período da Quaresma.

O Conselho prendeu o impressor, mas não prendeu Zuínglio, que transformou o problema em um debate público, onde no dia 23 de março de 1522, pregou um sermão relatando acerca da liberdade em se escolher os alimentos, pois a Bíblia não proíbe comer carne durante a Quaresma. Vale salientar que até aquele momento, diz Timothy George, “ninguém pregou o conceito de somente Cristo mais vigorosamente do que ele".

Hely Ferreira é cientista político e escreve no Blog da Folha às quintas-feiras.



A Prefeitura de Jaboatão dos Guararapes, por meio da Secretaria da Fazenda (Sefaz), realiza, a partir da próxima segunda-feira (30), o 1º Feirão de Negócios do IPTU. A ação seguirá até o dia 24 de novembro e vai permitir que contribuintes em dívida com o município negociem seus débitos com o imposto, o Cadastro Imobiliário Mercantil (CIM) e o Imposto Sobre Serviços (ISS), com descontos de até 90%.

De acordo com a Secretaria, os descontos podem chegar a 90% dos juros nos pagamentos à vista. Quem não puder pagar de uma vez terá a oportunidade de parcelar o montante em até 24 vezes.

A Prefeitura de Jaboatão calcula que cerca de 29 mil contribuintes estão em débito com o IPTU. A expectativa é de que o programa injete cerca de R$ 3 milhões nos cofres municipais. Para quitar a dívida, é necessário comparecer em um dos pontos de negociação portando documento de identificação e documento do imóvel em seu nome.

Os mutirões serão realizados em quatro pontos do município: de 30 de outubro a 1º de novembro, o posto será montado na Regional 3, no Curado; de 6 a 10 de novembro, a unidade estará na Regional 2, em Cavaleiro; em 13, 14, 16 e 17 de novembro, o contribuinte poderá se dirigir à Regional 1, em Jaboatão Centro; por fim, de 20 a 24 de novembro, o ponto de negociação ficará na Regional 7, em Piedade.

Presidente do PT-PE, Bruno Ribeiro
Presidente do PT-PE, Bruno RibeiroFoto: Arthur Mota / Folha de Pernambuco

O PT de Pernambuco reunirá diretórios municipais, lideranças, prefeitos e parlamentares do Agreste Central, no município de Caruaru, para realizar uma plenária da legenda. O encontro acontecerá no próximo domingo (29), das 9h30 às 16h.

Está programado um debate sobre as conjunturas nacional e estadual e as eleições de 2018, além da organização partidária na região.

O encontro ainda deve discutir o fortalecimento da legenda onde ele já existe, o apoio aos prefeitos e vereadores, além da reorganização partidária, com eleições extraordinárias para os diretórios municipais onde o PT não está organizado.

A defesa do partido, do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a luta contra as reformas e a construção da candidatura do partido ao Governo do Estado estão na pauta dos petistas.

Na reunião ainda serão apresentados a Campanha Nacional de Filiação, a plataforma de programa de governo, lançada recentemente pela Fundação Perseu Abramo e a coleta de assinatura pela anulação da reforma trabalhista.

Estarão presentes ao debate o presidente estadual do PT, Bruno Ribeiro, o senador Humberto Costa, a deputada estadual Teresa Leitão, a secretária de Organização Estadual, Ângela Cristina, representantes dos movimentos sociais como CUT e Fetape e MST.

Os municípios envolvidos são: Alagoinha, Altinho, Barra de Guabiraba, Belo Jardim, Bezerros, Bonito, Brejo da Madre de Deus, Cachoeirinha, Camocim de São Félix, Cupira, Gravatá, Ibirajuba, Jataúba, Lagoa dos Gatos, Panelas, Pesqueira, Poção, Riacho das Almas, Sairé, Sanharó, São Bento do Una, São Caitano, São Joaquim do Monte e Tacaimbó.

Carlos Marun dança e canta após vitória de Temer na Câmara
Carlos Marun dança e canta após vitória de Temer na CâmaraFoto: Reprodução de vídeo

Principal integrante da tropa de choque do presidente Michel Temer (PMDB), o deputado federal em primeiro mandato Carlos Marun (PMDB-MS) festejou de forma inusitada o resultado da votação do parecer pela rejeição da denúncia contra o chefe do Executivo, realizada nesta quarta-feira (25), no plenário da Câmara.

A comemoração se deu com o parlamentar cantando e dançando a vitória. A cena foi captada em vídeo - que mostra Marun adaptando a letra da música Tudo Está no Seu Lugar, conhecida na voz de Benito de Paula.

"Tudo está no seu lugar, graças a Deus, graças a Deus. Surramos mais uma vez esse oposição, que não consegue nenhuma ganhar", cantou Carlos Marun, que acompanhou as palavras com palmas. A música original começa da seguinte forma: "Tudo está no seu lugar, graças a Deus, graças a Deus; não devemos esquecer de dizer graças a Deus, graças a Deus; tudo está no seu lugar".


Por 251 votos a 233, Michel Temer conseguiu barrar o prosseguimento da segunda acusação contra ele apresentada pela Procuradoria-Geral da República. Foram 12 votos a menos que na votação da primeira denúncia. A sessão na Câmara evita que o Supremo Tribunal Federal analise a acusação contra o chefe do Executivo, mas os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral) devem ser julgados.

A 'dancinha da vitória' de Marun remete a outro caso, ocorrido em 2006. Na ocasião, a ex-deputada federal Ângela Guadagnin (PT-SP) também celebrou com coreografia o resultado de uma votação na Câmara, que livrou o deputado João Magno (PT-MG) de um processo de cassação.

Magno havia sido acusado de receber dinheiro do esquema do mensalão, mas foi absolvido pelo Supremo Tribunal Federal e não foi cassado na Casa Legislativa.

Depois da dancinha, Ângela tentou a reeleição ao mandato, sem sucesso. Seguiu, então, carreira de vereadora, sendo derrotada na eleição passada. 


Câmara do Recife
Câmara do RecifeFoto: Divulgação

O Parque dos Manguezais, área verde de cerca de 320 hectares na Zona Sul do Recife, será tema de audiência pública na Câmara Municipal, nesta quinta-feira (26), às 10h. A fiscalização do local deverá ser a principal temática do encontro.

Situado na Bacia do Pina, entre os bairros da Imbiribeira, Pina e Boa Viagem, a área está na confluência dos rios Tejipió, Pina e Jordão, e contempla águas provenientes do braço sul do rio Capibaribe. Dos 320 hectares, 225,82 hectares são de cobertura vegetal característica desse ecossistema.

A área vem sofrendo com a ação humana, seja por conta da extração de madeira para diversas utilidades, poluição de esgotos domésticos e industriais que são lançados nos rios que cortam o Parque. Outro fator é a especulação imobiliária, visto que a área está em uma região importante da Cidade.

Existe um impasse quanto a jurisprudência da área. A Prefeitura do Recife e a Marinha discutem há alguns anos sobre a responsabilidade e fiscalização da área.

O vereador Renato Antunes (PSC), idealizador da audiência, ressaltou que ouvir a população e os órgãos envolvidos, é uma forma de unir os esforços para preservação da área.

Está prevista a presença do Secretário de Meio Ambiente do Recife, Bruno Schwambach, representantes da Marinha do Brasil e um promotor de Justiça. Lideranças de ONGs e movimentos sociais ligados a causa ambientalista também são aguardadas na audiência.

Livro "Uma República Adiada"
Livro "Uma República Adiada"Foto: Ed Machado/Folha de Pernambuco

Em 2017, o Brasil comemora 128 anos de proclamação da República, quando a nação troca a figura do monarca e o Estado passa a ser conduzido pelos três poderes. Contudo o consultor Paulo Roberto Cannizzaro escreveu um livro, que será lançado, esta quinta (25) no Recife, refutando o fato histórico. Nas 508 páginas do título “Uma República Adiada”, Cannizzaro explica porque os fundamentos republicanos nunca foram alcançados no País. Ele convoca os leitores a uma reflexão que mescla o dever de memória nacional e de depuração da conjuntura política atual, de profunda crise.

"Uma República Adiada" é o primeiro livro de uma trilogia a qual Cannizzaro se dedicará, onde também serão abordados a crise dos sistemas democráticos e o problema da judicialização da política. Procurando ser explicativa por meio de notas de rodapé que situam o leitor no contexto histórico, a narrativa também não perde o fôlego na aventura histórica.

Na visão do autor, que é consultor, advogado e bacharel em ciências contábeis, o país vive uma crise de Estado, comungada durante a passagem de todos os seus governantes. Os sintomas para esse impasse nacional são a falta de identidade ideológica, o sistema partidário fragmentado e a necessidade de reformas estruturais - na Previdência, no sistema tributário e na política - que devolveriam a soberania popular ao seu verdadeiro dono, o povo.

O autor defende que o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e o discurso de "Fora Temer" ou não traduzem estabilidade política, porque o problema está na gênese da formação da República. “Estamos vivendo a crise do Estado. Não é um ‘fulano de tal’ novo que vai chegar e resolver tudo, de forma messiânica. É preciso uma reforma do estado completa”, acredita o consultor. O livro se desenvolve à luz da filosofia de Edmund Burke, o autor da frase "um povo que não conhece a sua história está condenado a repeti-la".

O consultor explica que a proclamação não provocou uma mudança radical na vida nacional, uma vez que o país só se desvinculou dos vícios da Monarquia entre os anos de 1930 e 1980, quando teve um salto de desenvolvimento. “Nesses 50 anos, nós perdemos a noção de ser um país agrário, nos transformamos numa potência em termos de democracia, nos tornamos uma das maiores economias do mundo, produzimos o crescimento urbano e passamos a ser competentes na indústria”, sublinha.

Serviço
Uma República Adiada

Paulo Roberto Cannizzaro
Chiado Editora
Lançamento: Livraria Cultura do Paço Alfândega, 18h
508 páginas

Paulo Câmara avalia que partido terá postura mais coerente
Paulo Câmara avalia que partido terá postura mais coerenteFoto: Thiago Britto/ Especial para Folha de Pernambuco

A saída de uma leva de dissidentes do Partido Socialista Brasileiro (PSB) foi vista pelos dirigentes como uma oportunidade para fazer um reposicionamento ideológico da sigla e conquistar novos quadros que queiram se descolar do Governo Temer. No entanto, ainda há uma ala na legenda que insiste em manter os laços com o Palácio do Planalto. Ontem, a expectativa era de que a votação da segunda denúncia contra o presidente Michel Temer (PMDB) fosse visto como o primeiro teste do novo direcionamento, mas o placar apontou poucas diferenças em relação ao da primeira acusação.

A legenda manteve os mesmos 22 votos contra o relatório favorável ao Executivo Federal. A diferença foram os votos favoráveis ao presidente Michel Temer (PMDB). Desta vez, foram apenas seis ante os 11 da votação passada. A diferença é equivalente ao número de parlamentares que pediram desfiliação da sigla desde a última terça-feira. Foram cinco baixas, Fernando Filho, Tereza Cristina, Danilo Forte, Fábio Garcia e Adilton Sachetti. Todos votaram pelo relatório que absolvia o chefe do Executivo. Além dos votos, o partido contabilizou duas ausências João Fernando Coutinho, que também não participou da primeira denúncia, e Luana Costa, que tinha votado a favor da investigação na denúncia passada.

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Para Tadeu Alencar, PSB votará unido contra Temer

No começo da tarde, o deputado federal Tadeu Alencar (PSB) chegou a apostar que o partido votaria unido contra Temer. “Não vamos passar pelo constrangimento que passamos na apreciação da primeira denúncia, quando integrantes do PSB, em posição de representação, desafiaram desrespeitosamente a orientação partidária e a deliberação da instância máxima de seu Diretório Nacional”, avaliou.

A expectativa é que os nomes que ainda divergem da posição partidária deixem as hostes socialistas até o fim do prazo eleitoral, em março. Ainda restam nove processos de expulsão no Conselho de Ética do PSB, mas a mudança de posicionamento de parte dos parlamentares e a busca de uma saída negociada devem acalmar os ânimos. Muitos já estão com saída programada do PSB como Heracliton Fortes e Atíla Lira, dado como filiados certos do DEM.

A expectativa dos socialistas é que o reposicionamento ideológico traga novos quadros para a legenda. O partido conversa tanto com parlamentares da oposição como Alessandro Molon (Rede) quanto da base do governo que pretendem se descolar de Temer.

"O PSB está forte. A saída dessas pessoas, que estavam contrárias a linha que o partido, vai trazer muitas pessoas e muitos deputados que querem estar alinhados com a forma que o PSB pensa. A saída desses deputados vai também fazer um movimento de muitas pessoas que querem estar no partido. A tendência é de crescimento para o futuro. Até março, com essa janela, o partido tende a crescer", avaliou Câmara, após ato administrativo.

Sessão para analisar denúncia contra Michel Temer e Ministros
Sessão para analisar denúncia contra Michel Temer e MinistrosFoto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados

Acompanhe como a bancada de Pernambuco se posicionou em relação ao pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para que o presidente Michel Temer seja investigado por formação de quadrilha e obstrução de Justiça. Confira também a votação total, de acordo com os partidos.

A favor da investigação (11 votos)

André de Paula (PSD)
Betinho Gomes (PSDB)
Daniel Coelho (PSDB)
Danilo Cabral (PSB)
Gonzaga Patriota (PSB)
Jarbas Vasconcelos (PMDB)
Luciana Santos (PCdoB)
Pastor Eurico (PHS)
Silvio Costa (PTdoB)
Tadeu Alencar (PSB)
Wolney Queiroz (PDT)

Contra a investigação (11 votos)

Augusto Coutinho (SD)
Bruno Araújo (PSDB)
Eduardo da Fonte (PP)
Fernando Monteiro (PP)
Fernando Filho (PSB)
Jorge Corte Real (PTB)
Luciano Bivar (PSL)
Marinaldo Rosendo (PSB)
Mendonça Filho (DEM)
Sebastião Oliveira (PR)
Zeca Cavalcanti (PTB)

Ausente (3 votos)

Adalberto Cavalcanti (PTB)
João Fernando Coutinho (PSB)
Ricardo Teobaldo (Podemos)

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