Foram encontrados 318 resultados para "Outubro 2018":

Senado abriu consultas públicas sobre temas controversos
Senado abriu consultas públicas sobre temas controversosFoto: Reprodução / Portal do Senado

Antecipando a agenda de discussões da próxima legislatura, que terá 85% de renovação dos senadores, com ênfase para o crescimento do perfil conservador, o Senado colocou no ar uma série de consultas públicas, através da ferramenta E-Cidadania, a repeito de temas sensíveis que giram em torno de ideologia, estatudo do desarmamento, pautas de educação, conceitos morais e outros assuntos polêmicos da sociedade brasileira.

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Duas dessas consultas chamam a atenção por conta do conteúdo ideológico. A primeira, sobre a possibilidade de criminzalização do MST, MTST. Segundo o texto desta consulta, "movimento ditos sociais que invadem propriedades". A segunda, se o Brasil pode considerar crime a "apologia ao comunismo".

Confira as consultas e dê sua opinião:

SUG 2/2018
Criminalizar o MST, mtst e outros movimentos ditos sociais que invadem propriedades
https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaomateria?id=132591

SUG 24/2017
Criminalização da apologia ao comunismo
https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaomateria?id=129761 

 

MST

MST - Crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil

 

 

 

 

Polícia Federal
Polícia FederalFoto: Tomaz Silva / Agência Brasil


A Polícia Federal em Pernambuco deflagrou, na manhã desta quarta-feira, (31), a segunda fase da Operação Abismo. O intuito da ação foi colher mais provas dos crimes investigados relacionados ao desvio de recursos do Instituto de Previdências dos Servidores de um município da Região Metropolitana do Recife, envolvendo os gestores do município e da Autarquia Previdenciária, além de empresários e funcionários públicos.

Ao todo, estão sendo cumpridos 10 mandados nesta fase da operação. Nove ações de busca e apreensão em Pernambuco e uma prisão preventiva de um empresário de Goiás. Para essa ação foram designados 80 policiais federais. Entre as apreensões nos alvos das buscas, documentos, veículos, mídias de computador, dinheiro e todo o material para subsidiar as investigações em andamento. Os locais das buscas são Cabo, Distrito Industrial de Suape, Porto de Galinhas, Reserva do Paiva, Boa Viagem e Jaboatão dos Guararapes.

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As investigações da Operação Abismo tiveram início em março de 2018 e, segundo os dados coletados na investigação, que ainda se encontra sob sigilo, foram transferidos mais de R$ 90 milhões de reais do Instituto de Previdência dos Servidores de um município da Região Metropolitana do Recife - que antes se encontravam investidos em instituições sólidas – para fundos de investimento compostos por ativos “podres”, isto é, sem lastro e com grande probabilidade de inadimplência futura, colocando em risco o pagamento da aposentadoria dos servidores do município.

No curso da investigação coletaram-se indícios de que a alteração na carteira de investimentos do Instituto de Previdência foi efetuada a mando do prefeito do aludido município, por meio de ingerência indevida na administração daquele órgão, em razão do oferecimento de vantagem indevida.

Operação Abismo - Na primeira fase da operação 220 policiais federais cumpriram 64 ordens judiciais, sendo 42 mandados de busca e apreensão, 10 mandados de prisão preventiva e 12 mandados de prisão temporária, nos estados de Pernambuco, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraíba, Goiás, Santa Catarina e no Distrito Federal. As medidas foram determinadas pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região, que ainda autorizou o sequestro e bloqueio de bens e valores depositados em contas em nome dos investigados.

Os crimes que estão sendo imputados aos suspeitos são lavagem de dinheiro, associação criminosa, crimes financeiros, corrupção ativa e passiva, cujas penas ultrapassam os 30 anos de reclusão. Os presos serão levados até a sede da Polícia Federal onde serão interrogados e logo em seguida irão ser encaminhados para os respectivos sistemas prisionais. Os presos de outros estados ficarão reclusos em sistemas prisionais de seus estados onde ficarão à disposição do Tribunal Regional Federal da 5ª Região.

João Campos (PSB), em entrevista à Rádio Folha
João Campos (PSB), em entrevista à Rádio FolhaFoto: Julya Caminha/Folha de Pernambuco

Ao comentar sobre o fenômeno das fake news nas últimas eleições, o deputado federal eleito João Campos (PSB), em entrevista à Rádio Folha FM (96,7), nesta quarta-feira (31), antecipou uma de suas propostas para o mandato na Câmara Federal: colocar dentro do currículo escolar a alfabetização digital.

Deputado mais votado da história de Pernambuco com 460.387 votos, João Campos relatou como uma notícia falsa de que ele usava luva em campanha circulou e ganhou grande repercussão, com o objetivo de prejudicar sua campanha. Aos 24 anos e acostumado com o universo das mídias digitais, João antecipou suas ideias para evitar a desinformação das pessoas.

O deputado eleito defenderá que a educação atue para formação digital a população. "Pretendo colocar em discussão se a gente não deveria, por exemplo, colocar dentro do currículo escolar a alfabetização digital. Várias pessoas no país saíram do analfabetismo para o smartphone. Será que a gente não deve discutir como ensinar os jovens, as crianças e até as pessoas de mais idade a como utilizar esses meios digitais?", questionou.

"As ferramentas de comunicação em massa, através dos meios digitais, são muito importantes, mas toda ação pode vir pra fazer o bem ou deixar o mal pelo caminho. A gente hoje tem um acesso enorme a um num de conteúdo muito grande e é preciso que o usuário tenha um senso crítico", avaliou João Campos.

João Campos (PSB), em entrevista à Rádio Folha
João Campos (PSB), em entrevista à Rádio FolhaFoto: Julya Caminha/Folha de Pernambuco

Em entrevista exclusiva ao programa Folha Política, da Rádio Folha FM (96,7), nesta quarta-feira (31) o deputado federal eleito João Campos (PSB) comentou como será o posicionamento de seu partido na oposição ao presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), a partir de janeiro.

"É natural nos colocarmos na oposição, mas é importante destacar que o PSB nunca se colocará como oposição irresponsável", ponderou João. "A gente vai ter um papel de muita serenidade, mas de muita firmeza", antecipou o socialista. "Vamos torcer pra que o Brasil dê certo, nós não vamos torcer contra o Brasil de maneira nenhuma, mesmo sendo oposição ao preseidente eleito Jair Bolsonaro.

Para João Campos, é preciso que o país seja pacificado, mas com uma oposição forte ao projeto de Bolsonaro. "Vai ser um momento desafiador pro Brasil. Como brasileiro eu espero que a serenidade possa ocorrer no país. Isso não significa cruzar os braços e aceitar tudo, mas que a gente posso discordar sem brigar", disse.

Marco Aurélio, Inocêncio Oliveira e Romerinho Jatobá
Marco Aurélio, Inocêncio Oliveira e Romerinho JatobáFoto: Divulgação

Após a celeuma em torno da disputa pelo cobiçado cargo de primeiro secretário na Câmara do Recife, os vereadores da base governista deliberaram pela união em torno de Romerinho Jatobá para o posto. Com a saída de Marco Aurélio, que deixa a Casa para ocupar uma cadeira na Alepe, a cobiça dos parlamentares municipais havia se voltado para o segundo cargo mais importante da mesa, uma vez que o presidente Eduardo Marques (PSB) concorre a reeleição este ano.

A decisão põe fim à possibilidade de uma mulher ocupar um cargo na mesa diretora, já que a vereadora Aline Mariano (PP) precisou retirar sua colocação após reunião do PP, que optou por Chico Kiko (PP) como representante da sigla na diretoria,que desta vez sobe um degrau e deixa a terceira vice-presidência, para ocupar a segunda vice-presidência. “o representante do PP na mesa vai continuar comigo”, explicou Chico Kiko.

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Parlamentares afirmam que o presidente da Casa não quis se envolver nos conflitos internos do PP após três vereadores da legenda demonstrarem interesse em ocupar a diretoria. Ontem à tarde, os parlamentares reuniram-se com o presidente estadual do partido, Eduardo da Fonte, para chegar a um acordo. A vereadora Michele Collins (PP), também ficou de fora.

Dessa forma, mesa deve manter a seguinte composição: Eduardo Marques (presidente), Carlos Gueiros (vice), Chico Kiko (segundo vice), Romerinho Jatobá (primeiro-secretário). Os demais cargos devem concorrer a reeleição. A eleição acontece amanhã às 10h, o bloco de oposição, encabeçado por Rinaldo Júnior (PRB), também irá concorrer.

Marco Aurélio: “Uma coisa é o município, outra é o?Estado”
Marco Aurélio: “Uma coisa é o município, outra é o?Estado”Foto: Câmara do Recife

Poucos dias depois do resultado das eleições presidenciais consolidarem Jair Bolsonaro como novo chefe do Executivo, parlamentares já mudam o tom e se esforçam para também surfar na onda de popularidade do novo presidente eleito. No início desta semana, tanto a Câmara do Recife, quanto a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), tiveram discursos de apoio e críticas ao capitão da reserva.

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De acordo com o vereador Marco Aurélio (PRTB) - que também foi recém eleito deputado estadual - em Pernambuco, durante a campanha para primeiro turno, Bolsonaro não teve apoios significativos de prefeitos, vereadores e nem deputados ao longo do primeiro turno. Apesar disso, Aurélio avalia que as bases do capitão da reserva no Estado ainda devem crescer consideravelmente “a partir de fevereiro do ano que vem”, quando novos parlamentares tomam posse. “Os meus santinhos, todos eles, têm o números 17 lá. Acho até que minha votação no Recife, que foi extraordinária, foi muito ampla, foi muito por causa disso. Esses que tão chegando agora e tão fazendo esses pronunciamentos todos cada um tem a sua consciência”, criticou Aurélio.

Daqui a dois anos, novas eleições, desta vez municipais, já devem refletir as alianças e articulações firmadas nesse período pós eleitoral. No início desta semana, o assunto chegou a ser amplamente discutido durante sessão plenária na Câmara do Recife. Tendo acontecido diversos discursos de felicitações e críticas à última eleição, mostrando que as eleições no plano nacional conseguiram influenciar fortemente o cenário das cidades.

Na Câmara do Recife, Renato Antunes (PSC) foi um dos vereadores que subiu à tribuna para pregar o diálogo. “Política boa é a política boa para todos. É hora de tirar a camisa do partido “A” ou “B” e vestir a camisa do Brasil".

No legislativo municipal, Bolsonaro deverá ter o apoio de grande parte da bancada evangélica, como Fred Ferreira (PSC). Além de Rogério de Lucca (PSL), Hélio Guabiraba (PRTB), que faz parte da mesma legenda que o general Mourão, também deve seguir as determinações do seu partido.

A vereadora mais votada do Recife, Michele Collins, também foi uma das que subiu à tribuna. “Ele recebeu um grande livramento de Deus. A nossa esperança deve estar firmada em Deus. É ele quem vai mudar o nosso país. A Bíblia diz que toda autoridade é constituída por Deus. Se ele (Bolsonaro) vai ocupar esta cadeira, é a vontade de Deus”.

Alepe
Na Assembleia Legislativa, apesar de Marco Aurélio ter sido um dos poucos a usar o nome de Bolsonaro durante a campanha, deputados já se empenham para associar seus mandatos ao do pesselista. “Pernambuco não correspondeu como poderia, mas eu não tenho dúvida de que o Estado não sofrerá retaliação. Bolsonaro governará para todos”, disse o deputado Joel da Harpa (PP). O parlamentar também comentou o discurso público feito por Bolsonaro após a confirmação do resultado das urnas. “Ele foi o primeiro presidente a ter coragem, logo após a vitória, de agradecer a Deus em rede nacional”, exaltou o progressista.

Série de reportagem
Série de reportagemFoto: Arte/Folha de Pernambuco

Manchetes desta quinta-feira (31) nos principais jornais do Brasil:

Folha de Pernambuco: O superministro

Jornal do Commercio: Bolsonaro anuncia fusão de ministérios

Diario de Pernambuco: Confirmada criação de um superministério

Folha de S. Paulo: Bolsonaro juntará 3 pastas e país terá superministério

O Estado de S. Paulo: Moro admite que pode aceitar convite para integrar governo

O Globo: Paulo Guedes será superministro da área econômica

Estado de Minas: Menos ministérios e um superministro

A Tarde: Bolsonaro quer Moro no STF ou em um ministério

O Tempo: Bolsonaro entrega superministério da Economia a Guedes

Zero Hora: Bolsonaro decide retomar superministério e fusão de Ambiente e Agricultura

Extra: Witzel quer atiradores de elite para 'abater' traficantes

Meia Hora: Witzelk busca atiradores de elite para abater bandidos

Valor Econômico: Mercado mostra dúvidas sobre venda de reservas

Correio: Superministério vai unir área econômica

Correio do Povo: Novo governo vai criar o superministério da Economia

O Dia: equipe de jair Bolsonaro anuncia novos ministéios

Gazeta do Poo: Os limites da ação do presidente

A Tribuna: Bolsonaro quer prioridade na aprovação de leis contra o crime

Correio Brasiliense: A nova esplanada vem aí com Bolsonaro

Congresso Nacional
Congresso NacionalFoto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) não conquistou maioria entre os pernambucanos, no último domingo, ficando com 1,6 milhão de votos ante os 3,2 milhões obtidos por Fernando Haddad (PT). A reportagem da Folha de Pernambuco demonstra que a composição prévia da bancada federal de Pernambuco na Câmara dos Deputados reflete essa divisão: apenas sete dos 25 parlamentares admitiram dar base ao governo do pesselista. Entre os oposicionistas - onde prevalece o perfil de esquerda - estão 10 deputados do PSB, PT, PDT e PCdoB. A conjuntura, entretanto, dá sinais de que o Legislativo não apresentará dificuldades intransponíveis ao novo chefe do Executivo.

Quatro congressistas se declararam independentes - votando o que for do interesse da população - e quatro ficam indefinidos (por opção ou porque não atenderam às chamadas partidárias). Entre os senadores, Jarbas Vasconcelos e Fernando Bezerra Coelho, do MDB, optaram pela independência, enquanto o petista Humberto Costa fará oposição. "Nosso mandato é uma trincheira de resistência", disse Humberto ontem, na tribuna.

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Há uma expectativa de que PSD, SD, PSC, DEM e PP - partidos ligados ao Centrão - convirjam para a base bolsonarista no Congresso. O PP, especificamente, é o partido onde Bolsonaro passou 10 anos antes de se filiar ao PSL de Luciano Bivar, por onde concorreu à Presidência. A relação com o deputado Eduardo da Fonte (PP), entretanto, parece ter sido preservada. "Temos obrigação de aceitar o resultado das eleições. Nós vamos dar governabilidade ao novo governo, mas temas polêmicos vão ser analisados", afirma Eduardo.

Essa é a linha defendida por André de Paula (PSD), que pleiteia a liderança do partido na Câmara e deve seguir o entendimento coletivo. "A posição do partido reflete o que quer a ampla maioria da bancada (de 34 parlamentares). Pelo menos 25 estiveram com Bolsonaro do ponto de vista eleitoral. Pelo menos 20 estiveram desde o primeiro momento. Foi uma posição natural. Se a ampla maioria quer, não tem muito o que discutir", esclarece. Eleitor do PSDB, Augusto Coutinho (SD) escolheu Bolsonaro no segundo turno, devido às afinidades programáticas, apesar de o governador Paulo Câmara (PSB), de quem Coutinho é aliado, ter preferido Haddad.

Há, inclusive, parlamentares de outros partidos que não coligaram, mas que colaram - por estreita afinidade ideológica - na campanha de Bolsonaro, como é o caso do Pastor Eurico (Patri) e de Fernando Rodolfo (PHS). "Eu estava com Bolsonaro desde o começo. Agora todo mundo vai correr para a base. Não tiveram coragem de dar a cara antes, agora é comum, vai pra onde a maré está dando, mas eu sou uma pessoa de posição", afirma o Pastor Eurico.

O PRB, dos deputados Silvio Costa Filho e Bispo Ossesio Silva, ainda não fechou questão, mas, segundo informações de bastidores, está perto de apoiar Bolsonaro - especialmente pelo apelo da bancada evangélica. "Eu acho que, por Bolsonaro não ter vencido no Nordeste, isso aumenta a responsabilidade dele com a região", disse Silvio. Raul Henry (MDB), Daniel Coelho (PPS) e Sebastião Oliveira (PR) firmaram posição de independência. "O Brasil contará comigo para apoiar as medidas em favor da nação", declarou Daniel, nas redes sociais, garantindo que oferecerá "críticas construtivas".

No campo da oposição, há uma nova configuração de forças com PT de um lado e PDT do outro. Os petistas devem definir a tática parlamentar em reunião do diretório nacional, no próximo mês. "É óbvio que a gente vai se manter incondicionalmente na oposição, nem o próprio presidente eleito desceu do palanque, continua agredindo a imprensa, diferente do discurso que escreveram para ele ler, na ocasião da vitória", disparou Marília Arraes (PT).

Já os pedetistas estão se articulando com o PSB e o PCdoB, buscando fazer "oposição com conteúdo". "O nosso principal aliado é o PSB. Não teremos convergência com o PT. O PT errou muito na forma de se fazer oposição no País, tiveram um discurso de 'nós contra eles'. A gente precisa inovar na forma de fazer oposição, com coerência", afirma Tulio Gadêlha (PDT). "A gente espera que ele retire o coturno pra assumir a faixa de presidente da República", declarou Tadeu Alencar, líder do PSB.

Manifestação "“Vai ter resistência - Pernambuco sem medo”, no Derby
Manifestação "“Vai ter resistência - Pernambuco sem medo”, no DerbyFoto: Ed Machado/Folha de Pernambuco

Uma manifestação convocada pela Frente Brasil Popular e pela Frente Povo Sem Medo reúne manifestantes na Praça do Derby, área central do Recife, na final da tarde desta terça-feira (30) para se contrapor ao presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). No Facebook, o evento foi batizado de “Vai ter resistência - Pernambuco sem medo”.

Entoando gritos de ordem como "aqui está o povo sem medo, sem medo de lutar" e "o povo não atura Bolsonaro e ditadura", os manifestantes marcam a resistência. Além do Recife, o ato também foi realizado em outras cinco cidades brasileiras: São Paulo, Fortaleza, Brasília, Porto Alegre e Rio de Janeiro. As manifestações foram convocadas pelo presidenciável Guilherme Boulos (PSOL), que apoiou Fernando Haddad (PT) no segundo turno da eleição presidencial.

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O Partido dos Trabalhadores, seguindo orientação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva - que pediu calma na agenda de oposição - não participou da manifestação. A corrente petista CNB (Construindo um Novo Brasil) sugeriu que o partido fizesse uma avaliação de conjuntura na reunião nesta terça-feira (30), em São Paulo.

Manifestação

Manifestação "“Vai ter resistência - Pernambuco sem medo”, no Derby - Crédito: Ed Machado/Folha de Pernambuco


Dani Portela, que disputou o Governo de Pernambuco pelo PSol, destacou a importância dos movimentos marcarem terreno nas ruas e nas ideias. "A gente precisa resistir pra poder existir. Todo mundo aqui sabe quem tem ocupado as ruas desse há muito tempo. Há 518 anos a gente é resistência. A retomada das ruas é por territórios físicos, mas também dos teritórios políticos", afirmou.


Manifestação

Manifestação "“Vai ter resistência - Pernambuco sem medo”, no Derby - Crédito: Ed Machado/Folha de Pernambuco

*Com informações de Luiza Alencar, da editoria de Política

 


 

Romeu Zema
Romeu ZemaFoto: Divulgação

Primeiro governador eleito pelo Partido Novo, Romeu Zema, em Minas Gerais, está fazendo jus ao nome da sua legenda. Como primeiro ato de seu mandato, Zema, do partido de João Amoêdo, vai assinar um decreto para transformar a residência oficial de governador do seu Estado, o Palácio das Mangabeiras, no Museu das Mordomias.

"Para que todo mineiro veja como vive o imperador de Minas Gerais. Um Estado falido, que sequer tem dinheiro para está pagando os seus professores, militares e aposentados pontualmente. E, que a partir do meu mandato, incluindo eu, que todo governador que more na sua residência", avisou.

Romeu Zema partiu na frente com o discurso para vencer as eleições e começa apresentando novidade. De fato, um exemplo novo.

Veja o vídeo:

 

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