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Declarações do presidente eleito teriam desagradado Liga dos Países Árabes
Declarações do presidente eleito teriam desagradado Liga dos Países ÁrabesFoto: Mauro Pimentel / AFP

Segundo a tendência de votação da região Nordeste, em que Fernando Haddad (PT) teve vantagem, em Pernambuco o petista foi mais votado em todos os municípios, inclusive no Recife, onde Bolsonaro havia vencido no primeiro turno do pleito. A única exceção foi Santa Cruz do Capibaribe que deu ao candidato eleito do PSL 53,83% (23.044 votos), contra 46,17% do petista, que somou 19.765 votos.

A vitória de Bolsonaro no município, no entanto, foi menor do que no primeiro turno, quando ele foi mais votado com 45,64% contra 26,24% de Haddad. Santa cruz é governada por Edson Vieira (PSDB). Alessandra Vieira (PSDB), sua esposa, foi eleita para a Assembleia Legislativa de Pernambuco.

Luciano Bivar (PSL) é considerado dono da sigla, tendo fundado o partido em 1994
Luciano Bivar (PSL) é considerado dono da sigla, tendo fundado o partido em 1994Foto: Julya Caminha/Folha de Pernambuco

O deputado federal eleito e presidente nacional do PSL, Luciano Bivar, acredita que uma das primeiras atitudes do novo governo do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) deve ser "tecnicamente a reforma tributária". "Depois é a gente acabar com essa história de luta de classe, que o Brasil está dividido, não tem nada disso. Todos nós estamos irmanados, vamos acabar com essa história", avisou, em entrevista à Rádio Folha 96.7 FM.

Segundo Bivar, o eleitor de Bolsonaro do segundo turno não teria votado, em parte, no candidato vencedor no primeiro turno. "O eleitor não era originalmente de Bolsonaro. Era do Alckmin, era do Amôedo e do Meirelles, e, do Bolsonaro naturalmente", lembrou.

Porém, o dirigente tentou diferenciar seu partido do principal adversário nestas eleições, o PT. "A gente não queria mais um país dirigido por uma seita. Umas coisas que se interessava em fazer política por viés ideológico, isso eclodiu na mente do povo brasileiro para a gente mudar", disse Bivar.

O deputado acredita "no bom senso do parlamentar brasileiro". "Você não pegar ao pé da letra e não vai ter anda fora do texto legal, nada de arbitrário. Estamos para defender o estado de direito, que se ele não cumprir, nós que o elegemos, nós vamos pedir a saída dele. É diferente do PT que o cara tá na cadeia e o povo insiste em dizer o cara é inocente. Diferente do que esta aí. As proposta terão que ser negociadas com parlamentares. Pode ficar certo que acredito no bom senso e na retidão do parlamentar brasileiro com uma renovação de mais d e 50%", contou.

Consulta pública sobre revogação do Estatuto do Desarmamento
Consulta pública sobre revogação do Estatuto do DesarmamentoFoto: Reprodução/Site do Senado

O site do Senado Federal publicou uma consulta pública, através do programa E-Cidadania, sobre o plebiscito para a revogação do Estatuto do Desarmamento. A consulta já sinaliza quais serão as pautas legislativas de mais destaque a partir do próximo ano no governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL).

A revogação do estatuto foi uma das principais propostas de campanha do capitão da reserva para a área da segurança.

Para votar na consulta, basta acessar o link abaixo:
http://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaomateria?id=130695

Cientista político Hely Ferreira
Cientista político Hely FerreiraFoto: Folha de Pernambuco

O dia depois da eleição do capitão Jair Bolsonaro (PSL) presidente da República foi avaliado pelo professor Hely Ferreira, cientista político. Ferreira analisou a conjuntura política para Pernambuco e o Nordeste, que não deram a vitória ao candidato vencedor. "O grande desafio do novo presidente é fazer o povo acreditar de que o Brasil pode ter dias melhores", observou.

Os primeiros passos do presidente eleito ainda na transição de governo, o discurso de Bolsonaro enquanto candidato e depois de eleito.

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Prédio do Ministério Público de Pernambuco (MPPE)
Prédio do Ministério Público de Pernambuco (MPPE)Foto: Reprodução/MPPE

Com o encerramento da apuração dos votos do segundo turno deste ano, o Ministério Público de Pernambuco (MPPE), que atuou por meio de diversos promotores na fiscalização da realização das eleições gerais deste ano, avalia como positiva e tranquila as votações no Estado.

“Clima de paz e harmonia tomou conta de quase todos os locais de votação ao longo do Estado. As ocorrências foram pontuais e rapidamente sanadas.Trabalhamos em todas as cidades, por meio de promotores dedicados ao seu ofício, fiscalizando a realização das eleições. Atuamos com prudência e de forma orientativa”, disse o procurador-geral de Justiça de Pernambuco, Francisco Dirceu Barros.

Ao todo, 14 pessoas foram levadas para delegacias em Pernambuco, no segundo turno. Três delas ficaram detidas. Além disso, o número de crimes eleitorais cometidos foi menor que o saldo registrado em todo o Brasil. Cinco dos casos ocorreram em Ipojuca. Todos não estavam atuando de forma coletiva, mas sim isolada. Houve prisões nos seguintes municípios: três em Rio Formoso, na Zona da Mata Sul; uma em Bonito, no Agreste; uma em Carnaíba, no Sertão; e uma em Petrolina, no Sertão. As três detenções ocorreram nas seguintes cidades: Gravatá, no Agreste; Itambé, na Zona da Mata Norte; e Mirandiba, no Sertão.

No arquipélago de Fernando de Noronha, local em que primeiro foi encerrada a votação no Estado, o clima foi tranquilo e sem nenhum incidente registrável. “Tudo transcorreu com a maior tranquilidade e sem nenhum incidente. A totalidade dos eleitores foi aos locais de votação e exerceu o direito de escolher seu dirigente”, disse o promotor de Justiça Alfredo Pinheiro Martins Neto.

Ao todo, foram registrados 28 crimes eleitorais em todo o Estado e apenas 0,67% das mais de 20 mil urnas de Pernambuco foram substituídas. Foram 254 ocorrências que resultaram em 136 equipamentos substituídos. Um número bem aquém do esperado.

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Em Olinda, a promotora de Justiça Rosângela Furtado fez o registro de crime eleitoral ainda pela manhã, quando flagrou uma mulher fazendo uso de caixa de som e microfone em local próximo ao Colégio Guedes Alcoforado, localizado na Av. Joaquim Nabuco, nº 921, no Varadouro. “A realização de boca de urna é considerado ato ilegal, uma vez que pode cooptar votos dos eleitores, mesmo após a decisão tomada. Não podemos permitir a que seja perdida a livre escolha no pleito. Assim, elaboramos o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) em desfavor da imputada pelo crime eleitoral de boca de urna utilizando um aparelho de som, o qual foi apreendido”, relatou a promotora.

Fernando Haddad e Jair Bolsonaro
Fernando Haddad e Jair BolsonaroFoto: Montagem/AFP

A deputada federal Luciana Santos (PCdoB), vice-governadora eleita, questionou a institucionalidade do encontro
A deputada federal Luciana Santos (PCdoB), vice-governadora eleita, questionou a institucionalidade do encontroFoto: Paullo Allmeida/Folha de Pernambuco

Vice-governadora eleita de Pernambuco e presidenta nacional do PC do B, Luciana Santos, esteve acompanhando a apuração dos votos, neste domingo (28), em São Paulo, junto ao presidenciável Fernando Haddad (PT). Passado este momento, a comunista fez a defesa da democracia e dos direitos da população.

Confira a nota na íntegra:

Por uma ampla união em defesa da democracia, do Brasil e dos direitos do povo

A eleição de Jair Bolsonaro nas eleições presidenciais instaura um novo período político no país, marcado por ameaças à democracia, ao patrimônio nacional, à soberania da nação e aos direitos do povo. Foi eleito um presidente da República declaradamente determinado a instaurar um governo de conteúdo ditatorial, para implementar, a ferro e fogo, um programa ultraliberal e neocolonial.

A chapa Fernando Haddad presidente, Manuela d’Ávila vice obteve mais de 46 milhões de votos e catalisou uma tomada de posição da consciência democrática da nação, lançando as bases de uma oposição vigorosa que começa agora.
Há uma guinada em direção a um retrocesso, à desconstrução, e mesmo à destruição de históricas realizações e conquistas sobre as quais, a despeito de graves problemas que persistem, se ergueram e floresceram o Brasil e o povo brasileiro.

Isso ficou bem explícito na reta de chegada da campanha do segundo turno, quando as próprias instituições da República, com o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), foram ameaçadas. De igual modo, foram atacadas garantias básicas da Constituição Federal, como a liberdade de imprensa, de manifestação e de organização partidária. A autonomia das universidades foi pisoteada. O presidente eleito, durante a campanha, foi um pregoeiro da violência, da intolerância e do ódio entre os brasileiros, e jurou encarcerar ou banir do país os cidadãos e as cidadãs “vermelhos” que dele divergirem, e criminalizar movimentos e entidades do povo.

Dada a importância do Brasil – que possui uma economia que está entre as dez maiores do mundo –, essa ruptura reacionária terá forte impacto regressivo na América Latina.

O gatilho de tudo isto foi o golpe de agosto de 2016, que agora se consolida com a assunção da extrema-direita ao governo da República. Há um corte na construção da democracia, reiniciada em 1985 após o fim da ditadura militar, por meio de um processo eleitoral que transcorreu com o Estado Democrático de Direito, sufocado pelo Estado de Exceção. A pregação de matriz fascista do candidato eleito emergiu nesse leito, não sem ser confrontada pelas forças da democracia – uma tendência que certamente se fortalecerá neste novo cenário político.

A lisura do pleito foi corrompida para favorecer a candidatura da extrema-direita, por intermédio de expedientes ilegais, ao estilo da denominada ‘guerra híbrida’, que estimula o uso em grande quantidade das falsas notícias, as chamadas fake news, expediente financiado criminosamente, conforme denúncias da imprensa, por grandes empresários. Tais ilicitudes, entre outras, interferiram no resultado das urnas. Com toda razão, estão em processo de inquérito na Justiça Eleitoral, da qual se espera profunda e ágil instrução com decisões consoantes a gravidade do ocorrido.

A resistência das forças democráticas, progressistas, populares e patrióticas começa respaldada pela expressiva obtida pela chapa Fernando Haddad-Manuela d’Ávila e na tomada de posição de personalidades e instituições que ergueram a voz para defender a democracia e a Constituição.

A resistência, a oposição vigorosa, deve ser organizada no âmbito de toda a vida política e social do país, a começar pelo Congresso Nacional e outras casas legislativas, se estendendo para os movimentos sociais, as organizações da classe trabalhadora, segmentos do empresariado, o universo acadêmico, a intelectualidade, os artistas, o mundo jurídico, setores religiosos, e inclusive para os integrantes de instituições da República. Os governadores e os prefeitos do campo democrático terão importante papel nesta empreitada.

Com essa nova realidade, que representa uma ruptura com o ciclo de avanço da democracia iniciado na chamada Nova República, o Partido Comunista do Brasil (PCdoB), como sempre fez em sua história, se posiciona firmemente na trincheira da defesa intransigente da nação, da democracia e do povo.

O Partido Comunista do Brasil, legenda quase centenária, desde a República Velha, em conjunto com as demais forças progressistas do país, lutou contra todos os governos e regimes autoritários e tiranos que infestaram a história da República. Com base nessa experiência, transmite ao povo brasileiro a certeza e a confiança de que, apesar das graves ameaças que pairam sobre o céu do país, não será fácil a Bolsonaro realizar a obsessão de sepultar a democracia brasileira. Ela deitou raízes profundas no solo pátrio, custou à nação muitas lutas e vidas.

Progressivamente, a partir dos milhões e milhões que votaram e apoiaram a chapa Haddad presidente, Manuela vice, uma maioria se levantará para defender a democracia, e ela vencerá mais uma vez.

Para tal, o PCdoB se dirige ao povo e às forças democráticas do país conclamando que a partir de hoje iniciemos a construção de uma ampla unidade com o objetivo de descortinar horizontes a uma jornada cívica, patriótica, democrática e popular, e a formação de barreiras contra a volta de um regime de Estado de exceção e em defesa da democracia, do Brasil e dos direitos do povo.

São Paulo, 28 de outubro de 2018.

Deputada Federal *Luciana Santos* | Presidenta do Partido Comunista do Brasil – PCdoB

Comissão Executiva Nacional do Partido Comunista do Brasil – PCdoB

Luciano Bivar e Jair Bolsonaro no Recife
Luciano Bivar e Jair Bolsonaro no RecifeFoto: Paullo Allmeida/Folha de Pernambuco

O deputado federal eleito Luciano Bivar (PSL) reassumiu o comando do Partido Social Liberal (PSL) após as eleições. O nome do dirigente foi publicado na edição de hoje do Diário Oficial da União. O pernambucano ficará no lugar do braço-direito do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), Gustavo Bebianno, que passará para a equipe de transição do Goveno. 

À frente do partido, Luciano Bivar se comprometeu a defender os interesses do Estado. Com o partido do governador Paulo Câmara (PSB) afastado do Palácio do Planalto, ele garantiu que a pauta do Estado será priorizada, independentemente da coloração partidária do chefe do Executivo.

"O que o PSL propõe, independente de ponte ou não, é ter um relacionamento republicano. Não é o fato do governo ter apoiado outro candidato que vai fazer com que Pernambuco seja penalizado. Os interesses do povo de Pernambuco estão acima de coloração partidária", afirmou. 

Em entrevista à reportagem, o dirigente argumentou que seu papel será em reforçar a bancada do partido e ajudar na articulação da aprovação de reformas estratégicas para a gestão na área da economia. Ele aposta que a bancada do PSL crescerá para mais de 60 parlamentares na próxima legislatura. 

"Independente de transferência ou não (de parlamentares para o partido) tem que se juntar as coisas que a gente quer para conseguir as reformas em vista. Há vários parlamentares que, face impedimentos do partido que militam, não ultrapassaram a cláusula de barreira e vão nos procurar. Vamos ultrapassar o número absoluto mais de 60", avaliou. 

 

Assembleia Constituinte de 1988
Assembleia Constituinte de 1988Foto: Arquivo / Agência Brasil

Nesta terça (30) e quarta-feira (31) acontece o congresso Democracia e Justiça Social nos 30 Anos da Constituição: Avanços e Retrocessos no Mundo do Trabalho. Promovido pela Escola Judicial do Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região (TRT-PE), o evento – que será aberto ao público com inscrições gratuitas – terá palestras dos ministros do Tribunal Superior do Trabalho (TST) Luiz Philippe Vieira de Mello Filho e Breno Medeiros, dos desembargadores do TRT-PE Eneida Melo, Sergio Torres e Eduardo Pugliesi, e dos juízes Roberta Araújo e Leandro Teixeira, além de magistrados de outros tribunais, procuradores, advogados e professores renomados.

O objetivo é promover reflexões, debates e trocas de conhecimentos sobre a trajetória da Constituição Federal desde 1988 até os tempos atuais, as conquistas sociais e desafios encontrados, com enfoque na Teoria Institucional. Também serão abordados temas como a Reforma Trabalhista, a Imigração e Tráfico de Pessoas, o Trabalho Escravo, o futuro da Justiça Trabalhista e muitos outros. O congresso é coordenado pelo desembargador Sergio Torres, pelo procurador regional do Trabalho Waldir Bitur Filho e pela juíza Roberta Araújo (coordenadora da EJ6)

Inscrições: https://congresso30anos.webnode.com/inscricoes/

Serviço:
Congresso Democracia e Justiça Social nos 30 Anos da Constituição: Avanços e Retrocessos no Mundo do Trabalho

Dias: 30 e 31 de outubro de 2018
Local: Hotel Grand Mercure Recife (antigo Recife Palace Hotel) – Av. Boa Viagem, 4070, Boa Viagem, Recife-PE

Astronauta Marcos Pontes fez palestra no Recife e falou dos planos para o Ministério de Ciência e Tecnologia
Astronauta Marcos Pontes fez palestra no Recife e falou dos planos para o Ministério de Ciência e TecnologiaFoto: Julya Caminha/Folha de Pernambuco

Marcos Pontes, o primeiro astronauta brasileiro, tenente-coronel da reserva apontado para assumir o Ministério da Ciência e Tecnologia do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), esteve no Recife fazendo palestra no Torneio Sesi de Robótica, nesta segunda-feira (29). Ele falou sobre o desafio de assumir a pasta: "Tenho a sinalização positiva do presidente [Bolsonaro] de que ele vai voltar a investir em Ciência e Tecnologia no País e voltaremos a níveis talvez maiores do que a gente nunca teve", afirmou.

Bolsonaro já havia se referido a Pontes como "um patriota, tem conhecimento e vontade de mudar as coisas e tem uma iniciativa muito grande”. Pontes reafirma: "Eu jurei à Força Aérea que iria defender o País de inimigos externos e internos mesmo com sacrifício da própria vida. Para vocês entenderem o grau de determinação que a gente tem em servir o País", disse.

Confira trecho da fala de Pontes durante a palestra no Recife:



"Hoje recebo uma missão diferente, até maior, a de ser o ministro de Ciência e Tecnologia. É uma responsabilidade enorme esse tipo de coisa. Sempre vai dar aquele friozinho na barriga, você fala: 'será que eu vou conseguir?'. Eu vou conseguir sim, como eu sempre fiz na minha vida. Vou continuar porque eu acredito nas pessoas, acredito que, juntos, a gente pode fazer o País que a gente quer. Tenho a qualificação? Tenho. Tenho a determinação? Tenho. O que eu preciso ter é vocês me ajudando a carregar essa bandeira do Brasil. Confio na competência e patriotismo de cada um de vocês.

Confira outro trecho da fala de Pontes durante a palestra no Recife:


"O Ministério é bem grande. Temos um time muito bom pra trabalhar, ninguém faz nada sozinho", comenta. Entre os setores que devem receber atenção no cargo ele cita o de formação e recursos humanos. "Essa conexão da ciência e tecnologia com a educação. Não tenha dúvida de que vou empurrar com toda força para garantir essa conexão maior. Nas escolas públicas ter mais ciência e tecnologia, astronomia etc. É legal, isso é importante", comentou Pontes.

Segundo o futuro ministro, a pesquisa também precisa de investimentos fortes, assim como a promoção da carreira de pesquisador. "É importante demais em qualquer país e a gente não vê essa promoção aqui no Brasil, precisa promover essa carreira", disse, citando ainda a intenção de apostar em inovação e ações nacionais e internacionais, sem entrar em detalhes.

Empolgado, ele disse que conta com a participação das pessoas na missão. "Eu vou aparecer na estação espacial com a bandeira do Brasil. Espero que vocês estejam comigo da próxima vez que eu for ao espaço, que estejam comigo na ciência e tecnologia e que vocês também façam parte disso. Não desistam do Brasil".

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Além de Pontes, Bolsonaro já havia confirmado outros três nomes dos 15 ministros que pretende ter: Paulo Guedes para a pasta de Economia, Onyx Lorenzoni para a Casa Civil, e o general da reserva Augusto Heleno para a Defesa. O candidato também disse que irá fundir as pastas da Agricultura e Meio Ambiente e que o escolhido para a pasta será um nome sugerido pelo setor do agronegócio.

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