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Disque Eleitor ampliará serviço a partir desta quarta (03)
Disque Eleitor ampliará serviço a partir desta quarta (03)Foto: Divulgação


Para melhor atendimento durante o período eleitoral, o serviço do Disque Eleitor, já disponível durante todo o ano, será ampliado nos dias 27 e 28/10 (sábado e domingo). Com a coordenação do servidor da Assessoria de Comunicação do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (Ascom), Akio Yamazaki, vinte servidores do TRE-PE, ficarão à disposição da central telefônica, atendendo os eleitores pernambucanos.

No primeiro turno, a Central do Disque Eleitor recebeu 6.371 ligações durante seus cinco dias de funcionamento, respondendo todas as dúvidas dos eleitores que procuraram este serviço.

No 2º turno o Disque Eleitor funcionará no sábado (27) e no domingo (28), das 8h às 17h.

Caminhões da Justiça Eleitoral fazendo o transporte das urnas eletrônicas para Recife e Região Metropolitana
Caminhões da Justiça Eleitoral fazendo o transporte das urnas eletrônicas para Recife e Região MetropolitanaFoto: Divulgação

Uma frota de 53 veículos já levaram as 5.200 urnas que serão utilizadas no segundo, para o para os municípios de Recife, Vitória de Santo Antão, São Lourenço e Camaragibe, na manhã desta sexta-feira (26). As urnas eletrônicas, incluindo as de contingência (usadas em caso de defeito ou inviabilização) já estão sendo encaminhadas para as seções de votação.

Nesta quinta (25), o Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), carregou os veículos, lacrou-os com as Urnas Eletrônicas que viriam a ser encaminhadas para as seções eleitorais no Recife e Região Metropolitana.

Após o preparo, todos os veículos do pólo 01 foram levados com escolta policial para o Parque de Exposições do Cordeiro, onde permaneceram durante a noite. Na manhã desta sexta-feira (26/10), às 8h, os 53 veículos seguiram carregados com urnas para as cidades de Recife, Olinda, Camaragibe e São Lourenço da Mata.

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Outras cidades

Em outras cidades, o transporte das urnas eletrônicas também teve início no dia de hoje (26/10). Na operação, realizada em todo o estado, estão sendo utilizados 337 veículos para a distribuição de urnas aos locais de votação.

Inauguração das obras de duplicação da Avenida Sete de Setembro
Inauguração das obras de duplicação da Avenida Sete de SetembroFoto: Divulgação

Com a presença do ministro dos Transportes, Valter Casimiro, o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) participou na manhã desta sexta-feira (26), em Petrolina (PE), da inauguração das obras de duplicação da Avenida Sete de Setembro, uma das principais vias do município e da região. Os trabalhos de construção do novo sistema viário na entrada da cidade natal do senador foram concluídos pela Prefeitura em um período de nove meses, com um investimento de mais de R$ 11 milhões, incluindo a rede de iluminação em LED.

“Não é à toa que o prefeito Miguel Coelho está tão empolgado. De fato, uma obra como esta marca a passagem de qualquer prefeito”, comemorou Fernando Bezerra. “Petrolina não aceita mais uma saída como esta e a gente vai também resolver esta questão”, assegurou o parlamentar.

Segundo Fernando Bezerra, a saída terá um trecho de quatro quilômetros duplicados. “Para ficar bonita como a Sete de Setembro”, destacou. “Em toda a gestão do prefeito Miguel Coelho, continuaremos trabalhando muito para que a cidade possa andar, o trânsito fluir, o município ficar mais bonito e a gente ter orgulho de ser Petrolina e carregá-la no coração”, completou o senador.

A inauguração também contou com a presença do diretor de Infraestrutura Rodoviária do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), Luiz Garcia.

OBRAS – Além da entrega da duplicação da Sete de Setembro, o prefeito Miguel Coelho, o ministro Valter Casimiro, o senador Fernando Bezerra e o deputado federal Fernando Filho (DEM-PE) também anunciaram, hoje, a segunda etapa de remodelação da avenida. O sistema viário que liga mais de dez bairros contará com o recapeamento das pistas locais e o início da construção de dois viadutos, conectando comunidades da zona leste da cidade.

Esta é a mais importante obra de mobilidade que Petrolina ganha nos últimos 12 anos”, ressaltou Miguel Coelho. “Voltamos a crescer e agora o caminho está duplicado para avançarmos ainda mais”, acrescentou o prefeito.

Prédio do Ministério Público de Pernambuco (MPPE)
Prédio do Ministério Público de Pernambuco (MPPE)Foto: Reprodução/MPPE

Para atender os eleitores e acompanhar as ocorrências que venham a ser relatadas à Justiça Eleitoral, a partir desta-sexta-feira (26), os promotores de Justiça Eleitorais que irão atuar perante os juízes Eleitorais de todo o Estado no segundo turno das eleições gerais de 2018 estarão de plantão nas sedes dos Cartórios Eleitorais. Ao todo, 210 promotores de Justiça do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) vão atuar no plantão, que segue até domingo (28), sendo 122 titulares e 88 promotores auxiliares, designados para atuar nos casos de Zonas que compreendem mais de uma cidade.

Este ano, a fim de regulamentar e disciplinar a fiscalização que é realizada durante o período, o MPPE publicou a Portaria Conjunta nº 001/2018, em conjunto com o Ministério Público Federal (MPF). “Regulamentamos de forma didática e bem efetiva todo o trabalho dos promotores eleitorais durante as eleições federais e estaduais. Embora eles não possam ajuizar ações para estas eleições, será possível fiscalizar as campanhas, investigar a prática e ilícitos, além de apurar atos relacionados à infração eleitoral. Os promotores também podem representar aos juízes eleitorais de suas respectivas zonas eleitorais para que exerçam o poder de polícia da Justiça Eleitoral e adotem providências para impedir ou fazer cessar a prática de infrações eleitorais, inclusive propaganda irregular", destacou o procurador-geral de Justiça do MPPE, Francisco Dirceu Barros.

Fernando Haddad em Recife com Paulo Câmara
Fernando Haddad em Recife com Paulo CâmaraFoto: Arthur de Souza

Foi sob pressão de dirigentes do partido - e também de aliados de fora dele - que o candidato do PT ao Planalto, Fernando Haddad, resolveu voltar às bases petistas nordestinas para tentar uma virada histórica na reta final do segundo turno.
Hoje, em visita a João Pessoa e a Salvador, - após passar por Natal e pelo Recife - o petista tentará consolidar os votos nos redutos do PT que, tradicionalmente, o apoiam, e que migrou, em parte, nas capitais nordestinas durante o primeiro turno, para seu adversário Jair Bolsonaro (PSL).

Eleitos

Além do resultado das urnas, a vitória de sete governadores do Nordeste no primeiro turno, resultou em desmobilização de grande parte da campanha petista na região. Sem uma agenda de candidato a cumprir e, consequentemente, com uma menor estrutura partidária, os cabos eleitorais vitoriosos nas urnas nos estados da Bahia, Maranhão, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Piauí e Ceará suaram menos a camisa neste segundo turno.

O pernambucano Paulo Câmara (PSB) foi um dos que mais se empenharam, nos bastidores, para ajudar Haddad : na semana passada, reuniu prefeitos aliados. Antes, coordenou uma reunião com deputados eleitos. Também viajou a Brasília, para que o PSB oficializasse apoio a Haddad.

Na Bahia, Rui Costa (PT) percorreu 145 municípios baianos no primeiro turno. Mas colocou o pé no freio após reeleger-se. Agora, priorizou reuniões com prefeitos, deputados e líderes religiosos.

No Ceará, o governador Camilo Santana (PT) tem participado de maneira mais efetiva de atos pró-Haddad e mobilizado comitês pelo estado. Já Renan Filho (MDB-AL), recolheu-se na segunda etapa da eleição presidencial. Parte de seus aliados, inclusive, a exemplo do deputado federal Marx Beltrão (PSD), aderiu a Jair Bolsonaro (PSL).

Na Paraíba, o atual governador, Ricardo Coutinho (PSB), e o seu sucessor, João Azevêdo (PSB), que cebem Haddad hoje, participaram apenas de uma caminhada no Dia do Professor. E nada mais.

Segundo turno

Em apenas dois estados do Nordeste, há segundo turno e campanha casada entre os candidatos a governador e a presidente da República.

No Rio Grande do Norte, a senadora Fátima Bezerra disputa ancorada na campanha nacional e enfrenta o ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo (PDT), que se alinhou a Bolsonaro.

Em Sergipe, Belivaldo Chagas (PSD), que tem uma vice do PT, também faz campanha casada pró-Haddad. Já seu adversário na disputa, Valadares Filho (PSB), optou por uma campanha independente, declarando neutralidade neste segundo turno.

Jair Bolsonaro: "Queremos dar um passo, por menor que seja"
Jair Bolsonaro: "Queremos dar um passo, por menor que seja"Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Faltando poucos dias para a votação eleitoral, o candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, procurou passar uma imagem conciliadora para aplacar as críticas dos opositores, que o classificam como radical. Em uma entrevista coletiva no Rio de Janeiro, após receber lutadores de jiu-jitsu, ontem, o presidenciável se posicionou de forma mais maleável em pontos que antes criticava com veemência.

O capitão reformado do Exército negou que pretende romper o Acordo de Paris ou mudar a lei Rouanet. Também defendeu a construção de campos de refugiados de imigrantes venezuelanos e negou a hipótese de fechamento das fronteiras.

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O presidenciável também apostou em bandeiras identificadas desde o começo da sua campanha. Com uma faixa preta de jiu-jitsu na cintura, ele prometeu “dar um ippon (termo usado em artes marciais para golpe perfeito) na corrupção, na violência e na ideologia”. Ao mencionar ideologia, ele se referiu à educação. “Quais são as máximas nas escolas públicas hoje, não interessa o nível delas? É a formação de militantes. Queremos uma escola sem partido. Não é não discutir política. Você pode discutir política, mas não pode ter um aluno com uma posição diferente do professor e ter nota rebaixada ou ser reprovado de ano. Essa ideologia tem que deixar de existir no nosso Brasil.”

Cultura

Questionado se pensa em fundir os ministérios da Educação e Cultura, o candidato evitou responder. Porém, criticou o que classifica como má aplicação dos recursos da Lei Rouanet – como são disponibilizados os recursos para os projetos artísticos-culturais. Segundo ele, a Cultura no país tem de ser tratada com respeito. “Não tem que mudar a lei, mas temos que tratar com carinho os recursos”, disse.

Política externa

Bolsonaro negou que pretenda romper com o Acordo de Paris, assinado pelo Brasil e mais 194 países há três anos, e que se compromete a reduzir emissões de gases de efeito estufa (GEE) no contexto do desenvolvimento sustentável. Segundo ele, manterá os compromissos do Brasil, desde que sejam dadas garantias de que o país não perderá soberania sobre parte do território da Amazônia. “Vamos então colocar no papel que não está em jogo vincular a independência de nenhuma terra indígena, que mantenho o Acordo de Paris.”

Imigrantes em Roraima

Se eleito no próximo domingo, Bolsonaro tem uma proposta pronta para tentar resolver a crise dos imigrantes venezuelanos. De acordo com ele, a alternativa é a construção de campos de refugiados, argumentando que o estado de Roraima “não suporta” a quantidade de pessoas que vem recebendo. O candidato rebateu a hipótese de fechamento da fronteira. “É uma fronteira seca e muito extensa. Não teria como fechá-la.” Ele afirmou ainda que pretende recorrer à Organização das Nações Unidas (ONU) para buscar soluções para o impasse.

Questionado sobre a relação com governantes de outros países da região, Bolsonaro afirmou que já conversou com o presidente da Argentina, Maurício Macri, e disse que vai buscar o diálogo com os outros vizinhos.

Paulo Câmara disse ao longo da campanha que foi aliado de primeira hora de Fernando Haddad
Paulo Câmara disse ao longo da campanha que foi aliado de primeira hora de Fernando HaddadFoto: Ed Machado/Folha de Pernambuco

No começo da campanha, ainda no primeiro turno, o governador Paulo Câmara (PSB) apoiou o projeto do Partido dos Trabalhadores de lançar a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) - preso desde 7 de abril - à presidência da República. Desde então, o governador esteve em alguns momentos no período eleitoral ao lado do presidenciável do PT, Fernando Haddad, como na gravação para o guia eleitoral nos municípios de Caetés e Garanhuns.

Nesta quinta-feira (25), já reeleito, Paulo Câmara esteve no último dia de campanha de Haddad em todos os momentos junto ao candidato do PT. Segundo o socialista, a vitória para Fernando Haddad estaria assegurada em Pernambuco. "Você vai continuar o trabalho que o presidente Lula fez no Brasil. O povo de Pernambuco vai lhe dar uma grande vitória", avisou.

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Paulo ainda entrou no debate ideológico que permeou toda a eleição. "Vamos escolher entre a democracia e o autoritarismo, a verdade e a mentira, e o amor e o ódio", disse. O governador ainda teve ao seu lado João Campos, deputado federal eleito pelo PSB; assim como Renata Campos, viúva do ex-governador Eduardo Campos.

Ato de Fernando Haddad (PT) no Recife, nesta quinta (25)
Ato de Fernando Haddad (PT) no Recife, nesta quinta (25)Foto: Anderson Stevens/Folha de Pernambuco

Depois de uma entrevista coletiva, o presidenciável Fernando Haddad (PT) foi recebido por milhares de pessoas no Pátio do Carmo, centro do Recife, nesta quinta-feira (25). O petista estava acompanhado da esposa Ana Estela Haddad. Ele ganhou uma imagem do Padre Cícero e, para responder à campanha do seu adversário, Jair Bolsonaro (PSL), os seus apoiadores foram anunciados com versos de literatura de cordel, além de receber a bandeira de Pernambuco antes de discursar. 

"Você é um arregão e vem chamar alguém de coitado, rapaz. Ainda tem tempo", disse Haddad, ao lembrar o discurso da política de "coitadismo" citada por Bolsonaro. "Está fácil virar voto no país inteiro. Na cidade de São Paulo eu já passei Bolsonaro. Entre um livro de um ministro da Educação e uma arma de um soldadinho de araque, o Brasil vai ficar com o quê? com a educação, com o trabalho, com a dignidade", completou.

O governador Paulo Câmara (PSB) disse que a eleição do próximo domingo é a mais importante dos últimos 30 anos. "A verdade e a mentira e o amor e ódio. Vamos escolher entre a democracia e o autoritarismo.Você vai continuar o trabalho que o presidente Lula fez no Brasil. O povo de Pernambuco vai lhe dar uma grande vitória", avisou.

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O senador reeleito Humberto Costa (PT) disse que sentiu o "cheiro da maior vitória política" e convocou a militância para trabalhar ininterruptamente. "O outro lado representa a ditadura. Haddad junto com Lula trouxeram para Nordeste, saúde, educação, água, dignidade. Do lado de lá o que eles oferecem para nós é capim. Haddad é um intelectual, um homem que revolucionou a educação. Ele não! Haddad sim!", disse. 

A vice-governadora eleita, Luciana Santos (PCdoB), puxou um "Ele não". "Nós vamos desmontar essa farsa. Eles lá são ódio e nós somos o amor. Eles lá pregam a intolerância e nós pregamos a tolerância", afirmou.

Ato de Fernando Haddad (PT) no Recife, nesta quinta (25)

Ato de Fernando Haddad (PT) no Recife, nesta quinta (25) - Crédito: Arthur de Souza/Folha de Pernambuco

O prefeito Geraldo Julio (PSB) foi chamado ao discurso sendo aplaudido e vaiado ao mesmo tempo, mas as vaias foram contidas sob as palavras de pedido de união do apresentador. "Haddad vai botar um governo popular de novo em Brasília. Vai mostrar que com democracia. O povo brasileiro vai dar a vitória a Haddad presidente", relatou.

Antes do discurso do candidato, Dani Portela (PSol), que concorreu ao Governo de Pernambuco foi recebida por um sonoro "minha governadora" sob os olhares do governador Paulo Câmara (PSB). "O PSol nunca foi neutro. E o nosso lado é o da democracia. Vamos derrotar as armas com os livros. Tire o seu racismo do caminho que nós vamos passar. Nós vamos passar domingo com um professor. Nós defenderemos a liberdade sim", disse, ao lembrar da vereadora assassinada Mariele Franco, e do mestre de capoeira Moa do Katendê.

Já o deputado federal Silvio Costa (Avante) saudou os presentes na pessoa da deputada federal eleita, Marília Arraes (PT). "A causa deles é ódio. A nossa tem que ser a conversa, a democracia, mas você que vai votar em Bolsonaro está errado. esbravejou. Desqualificar Bolsonaro não quer dizer nada. Até porque não se qualifica quem não tem qualidade", esbravejou Silvio Costa.

Ainda estavam no ato: o deputado federal eleito, João Campos (PSB); a deputada federal Marília Arraes (PT); a viúva de Eduardo Campos, Renata Campos; Apoiadores jogaram rosas para os presentes ao final do evento. 


Ato de Fernando Haddad (PT) no Recife, nesta quinta (25)

Crédito: Anderson Stevens/Folha de Pernambuco

Assista o comício:


Fernando Haddad (PT) chegou a  ironizar a falta de explicações de Flávio Bolsonaro quanto às movimentações atípicas de dinheiro em sua conta
Fernando Haddad (PT) chegou a ironizar a falta de explicações de Flávio Bolsonaro quanto às movimentações atípicas de dinheiro em sua contaFoto: Anderson Stevens/Folha de Pernambuco

Ainda na sua entrevista coletiva, em Recife, o candidato a presidente da República, Fernando Haddad (PT), se referiu ao seu adversário sem citar seu nome. O petista encontrou características populistas no seu oponente, citando seu posicionamento controverso sobre programas dos Governos Lula e Dilma, como o Bolsa Família.

"Quem tem que explicar o populismo é ele. Ele sempre falou mal do Bolsa família. Ele recomendava que quem era beneficiária do bolsa família tinha que comer capim", disse Haddad.

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Haddad associou governos petistas a políticas públicas voltadas para população desfavorecida economicamente. "Ele sempre foi contra pobre, já declarou ser contra os direitos trabalhistas das domésticas. Ele tem que se explicar. Entre erros e acertos, nosso governo foi o que mais fez pela vida das pessoas", falou.

O candidato aproveitou para emendar o discurso ideológico no qual coloca seu adversário com posturas supostamente preconceituosas contra minorias. "Ele só fala absurdo das pessoas do Brasil, das mulheres, dos nordestinos, dos negros. E eu espero que o povo brasileiro se faça respeitar nas eleições de domingo", afirmou.

Assista a entrevista coletiva:

Haddad: 'Se o conceito de democracia já escapa a nossa elite, muito mais o conceito de República'
Haddad: 'Se o conceito de democracia já escapa a nossa elite, muito mais o conceito de República'Foto: Anderson Stevens/Folha de Pernambuco

No último dia permitido para eventos públicos de campanha, o presidenciável Fernando Haddad (PT) está focando sua agenda na Região Nordeste. O petista esteve no Recife, nesta quarta (25), para um comício no Pátio da Igreja Nossa Senhora do Carmo, Centro. Antes do ato, Haddad concedeu entrevista coletiva, ao lado de sua esposa, Ana Estela Haddad, do governador Paulo Câmara (PSB) e do senador Humberto Costa (PT). Segundo o petista, o apoio de Ciro Gomes (PDT) pode ser fundamental nos últimos dias antes do pleito.

"Até minha mulher está com ciúme do Ciro, de tanto aceno que eu faço pra ele. Eu vou continuar fazendo aceno", brincou Haddad. "Tem que partir de mim o exemplo. Esse gesto pra demonstrar que vamos fazer um governo amplo, de unidade nacional, democrático e popular, que pensa no povo antes de tudo. Se tem aresta é hora de botar de lado, depois a gente acerta. O risco agora é concreto", advertiu o candidato.

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Haddad voltou a dizer que ligou nesta quarta para o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi para conversar sobre o clima da campanha e lembrou de outros nomes que apesar de fazerem oposição ao PT, declararam voto no partido, em "nome da democracia", a exemplo de Marina Silva (Rede), Alberto Goldman (PSDB) e Jarbas Vasconcelos (MDB) "Esses apoios dão a dimensão do risco que o Brasil está correndo. O risco é tamanho que essas pessoas se vêem obruigadas, como patriotas que são, a demosntrar por gestos apoio a nossa candidatura", disse.

Assista a entrevista coletiva:


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