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Paulo Cãmara, Fernando Haddad (PT) e Ana Estela Haddad, em coletiva de imprensa em Natal (RN), nesta quinta (25) no Recife
Paulo Cãmara, Fernando Haddad (PT) e Ana Estela Haddad, em coletiva de imprensa em Natal (RN), nesta quinta (25) no RecifeFoto: Anderson Stevens/Folha de Pernambuco

No último dia permitido para eventos públicos de campanha, o presidenciável Fernando Haddad (PT) está focando sua agenda na região Nordeste. O petista participou, nesta quinta-feira (25) de ato no Recife, no Pátio da Igreja Nossa Senhora do Carmo, Centro. Antes do comício, Haddad concedeu entrevista coletiva, ao lado da esposa, Ana Estela Haddad, do governador Paulo Câmara (PSB) e do senador Humberto Costa (PT).

"A virada já começou no sudeste pela cidade de São Paulo. Já é um sinal de que o sudeste vai mudar de tendência. E o Sudeste mudando de tendência, com a maioria que temos no Nordeste, pode nos possibilitar a vitória no domingo", disse Haddad.

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Após o ato no Recife, Fernando Haddad seguirá para Salvador e João Pessoa. A última agenda prevista do candidato é em São Paulo, no sábado (27), mas sem comício público.

Assista a entrevista coletiva:

Militantes pró-Haddad chegam para o ato no Centro do Recife
Militantes pró-Haddad chegam para o ato no Centro do RecifeFoto: Anderson Stevens/Folha de Pernambuco

A militância do presidenciável Fernando Haddad (PT) aguarda a chegada do candidato, nesta quinta-feira (25), o último dia de campanha permitido para realização de comícios, no Pátio do Carmo, área central do Recife. O ato está previsto para começar às 18h.

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Militantes se concentram no Espaço 13, na Rua Mariz e Barros. o Trânsito é lento na redondeza. Professor, Fernando Haddad, consegue arregimentar colegas de profissão que erguem cartazes e carregam livros de autores como Paulo Freire, um dos maiores pedagogos e educadores do País. Há grupos religiosos, torcidas organizadas, além de bandeiras do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) e do próprio Partido dos Trabalhadores.

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Maria Helena

Crédito: Anderson Stevens/Folha de Pernambuco

Maria Helena, 23 anos, estudante de educação física. "Acredito que dá sim para virar. Muita gente veio defender a democracia hoje", disse. "No primeiro turno eu fiquei na dúvida e votei em Ciro. Agora eu acho que a gente tem que combater Bolsonaro. Como estudante, a gente tá propício diálogo difícil com ele na universidade", argumentou.

Ex-governador Joaquim Francisco (PSDB)
Ex-governador Joaquim Francisco (PSDB)Foto: Arthur de Souza/Folha de Pernambuco

Além de declarar voto no presidenciável Jair Bolsonaro, o ex-governador de Pernambuco e ex-prefeito do Recife, Joaquim Francisco (PSDB), entrevistado do Programa Folha Política desta quinta-feira (25), falou sobre suas percepções sobre a reta final de campanha.

Olhando para 2019, Joaquim Francisco acredita que a democracia não está ameaçada no País. "Nós precisamos de Governo, de governabilidade, não é de violência, não é de radicalização", analisou.

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Vice-presidente Comissão de Assuntos Internacionais da Alepe, Osséssio Silva (PRB), se reuniu com diplomatas japoneses
Vice-presidente Comissão de Assuntos Internacionais da Alepe, Osséssio Silva (PRB), se reuniu com diplomatas japonesesFoto: Divulgação

Nesta quarta-feira (24), o vice-presidente da Comissão de Assuntos Internacionais da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), deputado Ossesio Silva (PRB), se reuniu na região central do Recife, com o cônsul geral do Japão no Estado, Jiro Maruhashi e o cônsul geral adjunto, Tadao Furukawa.

O objetivo da reunião foi aumentar a parceria do Japão com o Brasil, principalmente com o estado de Pernambuco e a região Nordeste. O Japão já tem uma integração de relevantes parcerias da representação diplomática, em ações desde 1912 em Pernambuco, beneficiando várias regiões do estado.

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O deputado explicou a importância da união entre as nações. “Vamos trabalhar para que seja viabilizado um maior intercâmbio entre os países. O Brasil e o Japão, são países democráticos, com grande população, que compartilham objetivos como a promoção do crescimento econômico com progresso tecnológico, inclusão social e desenvolvimento sustentável”, ressaltou.

O parlamentar também destaca a relação dos japoneses com os brasileiros e o trabalho do cônsul Maruhashi. “Importante lembrar que o consulado no estado vem contribuindo para integração com Pernambuco e o Nordeste. Tanto que a excelência do trabalho diplomático é reconhecido pelos governantes”, completou.

Fernando Haddad (PT), em coletiva de imprensa em São Paulo, nesta quinta (25)
Fernando Haddad (PT), em coletiva de imprensa em São Paulo, nesta quinta (25)Foto: Reprodução/Facebook

O presidenciável Fernando Haddad (PT), nesta quinta-feira (25), criticou parte da imprensa brasileira, em entrevista coletiva em São Paulo, por dar menos destaque que a mídia internacional aos "riscos" trazido pela campanha de Jair Bolsonaro (PSL), que ele considera uma "ameaça à democracia". "A comunidade e a imprensa internacional está muito mais ciente dos riscos da candidatura de Jair Bolsonaro. Estamos naturalizando um processo muito pouco natural", alertou. 

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Haddad também reclamou do nível da campanha de seu adversário. "Nunca vi uma campanha como esta. É a campanha mais baixa de todos os tempos. Esse clima favorece a campanha dele, mas as pessoas estão vendo", disse o petista, que contou como espera que transcorra a votação do próximo domingo, sem deixar de reprovar as atitudes do seu adversário. "O que a gente quer é uma eleição limpa, uma eleição livre, clima de paz no país, sem gestos de violência. Aproveitando para repudiar a fala do Bolsonaro no último domingo, transmitida na Paulista, incitando o público à violência", falou.

"Pra mim é um salto no abismo o que ele representa. Desejo que meus filhos vivam num país onde essa ameaça esteja afastada", concluiu Haddad. Depois de Natal, no Rio Grande do Norte, o presidenciável fará ato no Recife, às 16h, no Pátio da Igreja Nossa Senhora do Carmo, Centro. Em seguida, cumpre agenda em Salvador e em João Pessoa.

Fernando Haddad (PT), em coletiva de imprensa em São Paulo, nesta quinta (25)
Fernando Haddad (PT), em coletiva de imprensa em São Paulo, nesta quinta (25)Foto: Reprodução/Facebook

Antes de embarcar para o Recife, em entrevista coletiva em São Paulo, nesta quinta-feira (25), o presidenciável Fernando Haddad (PT) disse que ligou para o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, para garantir o apoio de Ciro Gomes e da legenda nos últimos dias antes do pleito. Segundo Haddad, foi uma conversa informal.

Haddad revelou o que disse ao pedetista. "Tá virando, Lupi. Tem uma onda legal acontecendo no país". O petista destacou que eles criaram boa relação quando eram ministros de Lula. "Lupi foi ministro comigo e é meu colega de ministério como o Cid (Gomes). São Amigos", disse.

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O aceno de Fernando Haddad é um apelo para que Ciro entre efetivamente na campanha nos últimos dias, assim como Marina Silva (Rede), os tucanos Fernando Henrique Cardoso Alberto Goldman, entre outros nomes de variados campos ideológicos.

Cientista político Hely Ferreira
Cientista político Hely FerreiraFoto: Folha de Pernambuco

Hely Ferreira é cientista político

Embora nossa Carta Magna deixe explícita de que não existe hierarquia entre os poderes, o eleitor geralmente acredita que o executivo detém superioridade entre os demais. Talvez seja por aí, a preocupação do cidadão na escolha dos seus candidatos ao Poder Executivo.

Algo que geralmente não se percebe com relação ao legislativo, desconsiderando o pensamento de John Locke em seu livro O Segundo Tratado Sobre o Governo. O cargo de senador em especial se tratando de Pernambuco, é encarado pelo eleitor como um apêndice do Pode Executivo. A falta de apetite do eleitor para com as eleições, fez com que muitos acreditassem que o candidato que conseguisse despertar no cidadão o interesse em confirmar o seu número na urna, já poderia se considerar um vencedor.

Mas ao término da apuração, percebe-se que há uma falsa renovação no Congresso Nacional. Na verdade, dos 513 deputados e 81 senadores, apenas 87 estarão estreando em cargos públicos. Os demais já exerceram alguma outra função, que não necessariamente tenha passado pelo crivo das urnas, como por exemplo, assessores ou secretários. Boa parte dos que lá se farão presentes no próximo ano pertencem aos clãs que ainda sobrevivem na política e da política nacional. Boa parte deles estarão a serviço, não do povo, mas de interesses pessoais, ou de grupos que representam.

O fato de serem estreantes no Congresso ou terem pouca idade, não servem como bandeira da renovação. Há muitos que são jovens na idade, mas não nas ideias e muito menos na prática de fazer política.

Candidato a presidência da república pelo Partido dos Trabalhadores (PT), Fernando Haddad
Candidato a presidência da república pelo Partido dos Trabalhadores (PT), Fernando HaddadFoto: Reprodução/Instagram


O presidenciável Fernando Haddad (PT) escolheu a região Nordeste para a agenda desta quinta-feira (25), último dia permitido para comícios e eventos públicos dos candidatos. Depois de Natal, no Rio Grande do Norte, o presidenciável fará ato no Recife, às 16h, no Pátio da Igreja Nossa Senhora do Carmo, Centro. Em seguida, cumpre agenda em Salvador e em João Pessoa.

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Eleitor que não votou no primeiro turno deve ir às urnas no domingo


Apesar de ter vencido no primeiro turno em oito dos nove estados nordestinos, Haddad perdeu para Bolsonaro nas capitais de cinco deles. O capitão reformado liderou em Natal, João Pessoa, Recife, Maceió e Aracaju, cidades onde alcançou de 39% a 52% dos votos válidos. Em Recife, o candidato do PSL ganhou por 43,14% e 383.895 votos,
contra 30,05% do petista, que obteve 267.389 votos. Haddad venceu na capital baiana, com 47,75%, em São Luís, com 38,35%, e em Teresina, com 44,2%. 

Está previsto um último ato, em São Paulo, no sábado (27).

Eleições 2018
Eleições 2018Foto: Divulgação

Esta quinta-feira (25) é o último dia para os candidatos a presidente da República e a governador que disputam o segundo turno das Eleições 2018 realizarem propaganda política mediante reuniões públicas, promoverem comícios e utilizarem aparelhagem de sonorização fixa, entre as 8 horas e as 24 horas.

A exceção é para o comício de encerramento da campanha, que poderá se estender por mais duas horas.

Os prazos constam do artigo 240 da Lei nº 4.737/1965 (Código Eleitoral) e do artigo 39 da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997).

TSE
TSEFoto: José Cruz / Agência Brasil

Para a Justiça Eleitoral, cada turno de votação é considerado uma nova eleição e, por isso, o eleitor que não votou no primeiro turno deverá votar no segundo turno, no próximo domingo (28), desde que esteja em situação regular com a Justiça Eleitoral. Mesmo não tendo justificado sua ausência no primeiro turno, ele não está impedido de votar no segundo, porque têm até 60 dias para fazê-lo.

Além da escolha do próximo presidente da República, no dia 28, os eleitores vão definir o nome de governadores de 13 estados e do Distrito Federal e prefeitos de 19 cidades. Neste último caso, são as chamadas eleições suplementares, previstas no Código Eleitoral em casos específicos, geralmente quando há condenação eleitoral ou criminal, abuso de poder político, compra de votos, cassação de mandato, entre outros casos, por parte dos políticos.

Assim como no primeiro turno, quem não comparecer para votar neste domingo é obrigado a justificar sua ausência.

Onde justificar?

Eleitores em trânsito poderão justificar a ausência nas urnas em aeroportos. A lista poderá ser alterada com menos ou mais postos, de acordo com decisão dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) de cada estado. Para justificar o voto o cidadão deve levar um documento oficial com foto, o título de eleitor ou o número do documento.

O formulário de justificativa eleitoral preenchido deve ser entregue no local destinado ao recebimento das justificativas na zona eleitoral. Caso não tenha o formulário em mãos, o eleitor pode retirar e preencher no local.

A justificativa também pode ser feita por meio de um Requerimento de Justificativa Eleitoral (RJE), que deve ser entregue pessoalmente em qualquer cartório eleitoral ou ser enviado, por via postal, ao juiz da zona eleitoral onde o eleitor está inscrito. Os endereços dos cartórios eleitorais podem ser obtidos no Portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O prazo para envio é de 60 dias após cada turno da votação. A RJE deve ser acompanhada de documentação comprobatória da impossibilidade de comparecimento ao pleito.

A ausência também pode ser justificada por meio do Sistema Justifica. A ferramenta permite a apresentação do RJE, pela internet, após a eleição. Ao acessar o sistema, o eleitor deve informar os dados pessoais, declarar o motivo da ausência às urnas e anexar documentação comprobatória digitalizada. O requerimento será encaminhado para zona eleitoral do eleitor, gerando um código de protocolo para acompanhamento do processo.

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