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Carnaubeira da Penha
Carnaubeira da PenhaFoto: Reprodução/Site Prefeitura de Carnaubeira da Penha

O município de Carnaubeira da Pena, no Sertão pernambucano, será beneficiado com um investimento de R$ 3,3 milhões para a obra hídrica que minimizará os problemas causados pela escassez de água na cidade. O anúncio foi feito pelo secretário de Transportes, Sebastião Oliveira (PR), que debateu a questão com o presidente da Compesa, Roberto Tavares, e com o governador Paulo Câmara (PSB).

A intervenção vai compreender toda a rede de abastecimento de Carnaubeira da Penha. “O Governo de Pernambuco não está medindo esforços para realizar esta obra que vai melhorar a qualidade de vida de milhares de pernambucanos. Os problemas causados pela falta de água nas torneiras dos moradores de Carnaubeira da Penha estão com os dias contados”, afirmou Oliveira.

Na próxima segunda-feira (20) está agendada uma nova reunião, que desta vez, contará com a presença do prefeito de Carnaubeira da Penha, Dr. Manoel. “A prefeitura também vai ajudar nas desapropriações para que a obra comece até janeiro de 2018”, explicou Sebastião Oliveira.

John Knox
John KnoxFoto: Wikimedia Commons

Por Hely Ferreira*

Nascido nas proximidades de Edimburgo, em 1514, John Knox era conhecido como um exímio pregador. Dentre tantas virtudes, a coragem era algo constante na vida do pregador escocês.

Ainda jovem, Knox recebeu orientação educacional em St. Andrews, logo depois estudou na universidade de Glasgow. No ano de 1536, foi ordenado padre e em 1545, anunciou sua adesão ao protestantismo.

Na opinião de Lloyd-Jones, John Knox é o principal precursor do puritanismo. Viveu em um contexto onde os conflitos entre católicos e protestantes era algo rotineiro, principalmente na Espanha, Inglaterra e no seu país de origem (Escócia).

O cárcere foi algo comum na vida de John Knox. As prisões eram frutos de sua pregação calorosa, combatendo o clero que era marcado pela avareza e o poder civil recheado de corrupção (qualquer semelhança é mera coincidência).

Não foi debalde dizerem que ele pregava com fogo nos ossos, ou seja, confrontando as heresias teológicas e o descaso do poder público da época. Durante um período, buscou refúgio na suíça, vivendo protegido por João Calvino.

Procurando resistir à corrupção política e eclesiástica, terminou sendo condenado a uma pena de 19 meses de reclusão, deixando-o o enfermo. Com relação a sua conduta, disse Calvino: “tão fácil de difamar, difícil de imitar”. Knox conseguia unir coragem com vida piedosa. Assim dizia ele: “Oh! Senhor Eterno, mova e governe minha língua para que eu fale a verdade”.

Bom seria, que aqueles que costumam se autodenominar seguidores dos reformadores, buscassem ter postura mais contundente com relação não apenas aos problemas teológicos, mas também as questões que envolvam diretamente a sociedade. Defendendo liberdade de expressão e a separação entre Igreja e Estado.

Hely Ferreira é cientista político.

Provas
ProvasFoto: Divulgação

Os inscritos para o certame do 24º exame da Ordem dos Advogados do Brasil já podem conhecer os locais de prova. A OAB fez a divulgação e as informações pode ser conferidas através do seu site.

As informações a respeito do local de provas podem ser conferidas aqui. Já a consulta individual para o local de prova pode ser acessada aqui.

A primeira fase será realizada no próximo domingo (19), a partir das 13h. O exame terá 80 questões de caráter eliminatório sobre disciplinas profissionalizantes obrigatórias e integrantes do currículo mínimo do curso de Direito.  A segunda etapa ocorrerá em 21 de janeiro. 

Silvio Costa Filho é líder da oposição na Assembleia Legislativa do Estado
Silvio Costa Filho é líder da oposição na Assembleia Legislativa do EstadoFoto: Henrique Genecy/Divulgaççao

A tese de que interlocutores do governo Paulo Câmara (PSB) tentam atrair o senador Armando Monteiro (PTB) de volta para a Frente Popular não agradou integrantes do grupo ligado ao petebista. O deputado estadual Silvio Costa Filho (PRB) garantiu que "o senador não se afastará do campo oposicionista em nenhuma hipótese".

Na sua visão, "essa tese pode até corresponder ao desejo de alguns governistas". Porém, quem conhece Armando sabe que ele jamais fará qualquer movimento desse tipo", colocou.

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"O senador Armando Monteiro, ao longo de sua trajetória pública, sempre teve sua história marcada pela coerência e firmeza. Foi assim em todas as missões que exerceu ao longo dos anos. Em 2014, disputou o governo do estado e desde então está posicionado nas trincheiras da oposição ao projeto do PSB, que não consegue corresponder às expectativas da população e dá sinais claros de desgaste em Pernambuco", acrescentou o deputado.

Ainda segundo Costa Filho, "Armando conhece os problemas de Pernambuco, que só fazem se acentuar, como o crescimento da violência, queda dos investimentos e precarização dos serviços de saúde. Por isso, tem ciência dos anseios dos pernambucanos por uma nova agenda e um novo caminho para o Estado".

Anderson Ferreira com Gilberto Occhi
Anderson Ferreira com Gilberto OcchiFoto: Divulgação

Cotado para assumir o Ministério das Cidades, após o pedido de demissão de Bruno Araújo (PSDB), o presidente da Caixa Ecnômica Federal, Gilberto Occhi, se reuniu com o prefeito de Jaboatão dos Guararapes, Anderson Ferreira (PR), nesta terça-feira (14). Os dois trataram de investimentos dentro do programa Jaboatão Invest.

Na ocasião, Anderson apresentou os planos da sua gestão na área de infraestrutura. O prefeito colocou para Occhi o tamanho do mercado imobiliário do município, com a previsão de 2.776 novas unidades do Minha Casa Minha Vida, em um investimento superior a R$ 170 milhões, financiados pela Caixa.O prefeito também falou sobre 16,9 mil unidades com investimentos de R$ 2,18 bilhões da iniciativa privada.

Por sua vez, Occhi determinou que sua equipe faça uma nova reunião com os representantes da Prefeitura para acertar as parcerias. O presidente da Caixa, que desembarcou do Aeroporto Internacional dos Guararapes e foi direto para a Prefeitura de Jaboatão, disse que os objetivos da instituição coincidem com o que foi apresentado por Anderson Ferreira e garantiu todo o interesse em firmar parcerias.

“Podemos ver que o prefeito quer fazer uma gestão de austeridade, com redução de despesas e investimentos na cidade. Tudo isso está alinhado com os objetivos da Caixa. São agendas super importantes e as equipes técnicas da Caixa e da Prefeitura vão se reunir e vamos voltar aqui para fechar os pleitos apresentados pela Prefeitura”, afirmou Gilberto Occhi. Também participaram da reunião o senador Fernando Bezerra Coelho e o deputado estadual André Ferreira.

Polícia Federal realiza operação no Palácio do Governo de Pernambuco
Polícia Federal realiza operação no Palácio do Governo de PernambucoFoto: Arthur Mota/Folha de Pernambuco

Com a decisão, da juíza da 36ª Vara da Justiça Federal, Carolina Souza Malta, que negou a prorrogação da prisão temporária das 15 pessoas investigadas pela Operação Torrentes, todos os civis que estavam no Cotel e na Colônia Penal Feminina foram soltos, nesta terça-feira.

A sentença beneficiou ainda os coronéis Fábio de Alcântara Rosendo, que é secretário-executivo da Casa Civil, e Roberto Gomes de Melo Filho, que integra a gerência da Secretaria de Turismo, Esporte e Lazer, que estavam presos na Academia da Polícia Militar, em Paudalho, além do tenente-coronel Laurinaldo Félix Nascimento, que estava em prisão domiciliar com uso de tornozeleira eletrônica.

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A juiza destacou que, embora o MPF tenha detalhado os indícios de autoria, com transcrição de escutas telefônicas que vinculam os presos aos fatos, os ógãos não especificaram as diligências pendentes nos próximos cinco dias nem estabeleceram a data de realização das oitivas, elementos que poderiam fundamentar a manutenção da prisão dos investigados.

Com isso, ela determinou o cumprimento imediato da liberação dos empresários Antônio Manoel de Andrade Júnior, Antonio Trajano da Rocha Neto, Heverton Soares da Silva, Ítalo Henrique Silva Jaques, João Henrique dos Santos, Rafaela Carrazzone da Cruz Gouveia Padilha, Ricardo Henrique Reis dos Santos, Ricardo José de Padilha Carício, Roseane Santos de Andrade e Taciana Santos Costa.

O coronel aposentado da Polícia Militar Waldemir José Vasconcelos de Araújo já havia sido solto na sexta-feira passada, por meio de habeas corpus. O único não beneficiado pela decisão do tribunal é o empresário Daniel Pereira da Costa Lucas.

Ao se pronunciar sobre o caso, nesta terça, o governador Paulo Câmara (PSB) disse não ter encontrado provas de irregularidades nos quinze contratos alvo de apuração da PF por indícios de superfaturamento de 20% ou 30% e favorecimento a empresas.

"É importante dizer onde está o superfaturamento. Eu já mandei olhar todos os contratos. Não vou admitir erro nenhum. Agora eu tenho clareza de que para acusar precisa ter provas, precisa estar na denúncia e isso, infelizmente, não foi visto ainda", afirmou.

Armando Monteiro e Humberto Costa comemoram a vitória de Eduardo Campos, em 2010
Armando Monteiro e Humberto Costa comemoram a vitória de Eduardo Campos, em 2010Foto: Folha de Pernambuco

Por Daniel Leite

As articulações em torno da disputa do ano que vem andam a todo vapor. Apesar das incertezas que cercam as costuras para formação das chapas eleitorais, algumas projeções inusitadas começam a tomar corpo. Neste contexto, uma estratégia vem ganhando a adesão de interlocutores do governo Paulo Câmara (PSB), que busca neutralizar a formação de um novo bloco de oposição no estado.

Nos corredores do Palácio do Campo das Princesas, cresce a tese de que é preciso viabilizar a adesão do senador Armando Monteiro (PTB) à Frente Popular para implodir a nova oposição. Esta ponte estaria sendo construída pelo próprio ex-presidente Lula, que mantém conversas periódicas com Paulo Câmara.

Segundo governistas que defendem esta composição, a possibilidade de contar com o PT e PTB seria a oportunidade de reeditar a chapa que deu a vitória a Eduardo Campos em 2010, quando ele disputou contra Jarbas Vasconcelos. A reeleição do senador Humberto Costa (PT), neste caso, entraria nesta negociação.

O PSB pode, ainda, atrair o ministro Mendonça Filho para o seu campo. Porém, esta hipótese esbarra na resistência demonstrada pelos petistas. Mas o democrata poderá ser convidado a disputar uma vaga de senador, caso a aliança com o PTB não avance.

Por sua vez, em guerra contra o senador Fernando Bezerra Coelho pelo controle do PMDB, o deputado federal Jarbas Vasconcelos disputaria a reeleição. Caso esta arrumação se torne possível, restaria a FBC apenas o apoio do PSDB no campo da oposição.

Reunião da Frente Parlamentar em Defesa da Chesf
Reunião da Frente Parlamentar em Defesa da ChesfFoto: Sabrina Nóbrega/Divulgação

Instalada no mês de setembro pela Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), a Frente Parlamentar em Defesa da Chesf realizou, nesta terça-feira (14), a terceira reunião do colegiado. Na ocasião, foi apresentado um balanço das ações e aprovado o texto da ação popular que será ajuizada na Justiça Federal contra o presidente Michel Temer (PMDB) e o ministro de Minas e Energia, Fernando Filho (sem partido). O documento tem como objetivo garantir o cumprimento do regimento interno, a tramitação do projeto respeitando-se as comissões pertinentes e garantir a participação popular no debate da proposta.

“Vamos ingressar com a ação popular e com uma representação no Ministério Público Federal até o final da próxima semana para que sejam cumpridos todos os prazos no Congresso Nacional que possibilitem a participação popular. Caso o presidente e o ministro de Minas e Energia insistam em desrespeitar a Constituição, a ação irá impedir os desmandos do governo federal”, afirmou o presidente da Frente, deputado Lucas Ramos (PSB). De acordo com o socialista, ao longo das 11 audiências públicas realizados, “não houve um representante do governo federal presente defendendo a privatização” do Sistema Eletrobras.

Durante os 70 dias de atuação, a Frente realizou 11 audiências públicas, três visitas técnicas, duas visitas institucionais, uma reunião no Palácio do Campo das Princesas com o governador Paulo Câmara (PSB) e participação no Congresso de Vereadores do Estado, organizado pela União dos Vereadores de Pernambuco (UVP).

“Com nosso trabalho, estamos dando voz a entidades e instituições diretamente ligadas à Companhia ou que demonstram preocupação com o uso múltiplo das águas do Rio São Francisco. Também percebemos que há uma resistência muito grande dos brasileiros, especialmente dos nordestinos, contra a privatização. É essa mensagem que iremos levar para o MPF”, comentou Lucas Ramos.

Vice-presidente do colegiado, o deputado Odacy Amorim (PT) destacou que a Chesf desempenha um papel social importante para o Nordeste. “A Companhia tem compromisso com a irrigação, com o abastecimento e com o fortalecimento da agricultura em nossa região. A iniciativa privada não terá essa responsabilidade”, ressaltou. Já o relator da Frente, deputado Isaltino Nascimento (PSB), destacou a necessidade de elaboração de campanhas em meios de comunicação que apresentem o trabalho desempenhado pelos parlamentares.

As audiências públicas levaram o debate sobre o fortalecimento da Chesf e a preservação do Rio São Francisco para as cidades de Petrolina, Recife, Floresta, Cabrobó e Caruaru, em Pernambuco.

Alagoas recebeu o debate nas cidades de Maceió e Delmiro Gouveia, enquanto Salvador e Paulo Afonso levaram as discussões para o legislativo baiano. As cidades de João Pessoa, na Paraíba, Natal, no Rio Grande do Norte, e Brasília, no Distrito Federal, também promoveram audiências que contaram com a presença de integrantes da Frente Parlamentar.

Além disso, até o mês de dezembro, estão previstas mais mobilizações em Brasília e nos estados do Rio de Janeiro, Amapá, Bahia, Alagoas e nas cidades pernambucanas de Recife, Lagoa Grande, Petrolândia e Salgueiro.

Luciano Siqueira, vice-prefeito do Recife
Luciano Siqueira, vice-prefeito do RecifeFoto: Arthur Mota/Folha de Pernambuco

Por Luciano Siqueira*

Na grande mídia multiplicam-se comentários de “analistas“ surpreendentemente perplexos com o que chamam de um “fator novo” a complicar as relações entre Michel Temer e a sua base de apoio na Câmara e no Senado.

Inclusive agravaria as dificuldades já existentes quanto à tramitação da reforma previdenciária.

A “novidade”, entretanto, é muito antiga: alianças regionais discrepantes das composições nacionais, agora e em futuro próximo, relativas ao posicionamento de cada corrente política diante do governo central e o jogo de forças em plano local, mirando governos estaduais.

Nenhum motivo para surpresa nem perplexidade. Eleições gerais nunca foram verticalizadas no Brasil, coalizões em torno de candidaturas à presidência da República diferem das celebradas nos estados.

Até em eleição “solteira“, como em 1989. Por exemplo, o maior partido de oposição de então, o PMDB, não marchou unido em torno da candidatura de Ulysses Guimarães. Pelo Brasil afora se dispersou em torno de outras postulações, sobretudo do candidato vitorioso Fernando Collor.

Assim, noticia-se que em alguns estados importantes há conversações entre o PT e o PMDB, que admitem alianças no pleito vindouro.

A leitura simplista desse fato sugere algo formalmente impossível, porém perfeitamente viável na prática. Tanto que Lula, em seu jeito fácil de comunicar, declarou recentemente que perdoaria golpistas e com eles poderia marchar olhando para o futuro do Brasil.

(Aliás, uma postura tática correta, livre de sectarismo e de armadilhas mecanicistas).

Tudo a ver com a complexidade da sociedade brasileira, especialmente a enorme diversidade regional do ponto de vista econômico cultural social e político.

Também reflexo da própria legislação eleitoral, que absorve essa realidade.

Tivéssemos partidos programáticos e regras que induzissem o eleitor a identificar partidos e programas ao invés de simplesmente escolher indivíduos — como o voto em listas preordenadas para cargos legislativos, por exemplo —, teríamos uma mínima harmonia entre alianças nacionais e locais.

Ao largo dessa percepção da realidade, cabe tudo — inclusive manifestações de estreiteza e intolerância, pondo a segundo plano as razões de conteúdo.

Que Temer tenha suas dificuldades políticas agravadas em si é algo positivo, no sentido de dificultar o incremento de sua agenda antinacional e regressiva de direitos.

Mas estranhar o jogo de forças furta-cor que antecede o próximo pleito não passa de ingenuidade ou de mero desconhecimento da vida política brasileira.

*Luciano Siqueira (PCdoB) é vice-prefeito do Recife e escreve ao Blog da Folha às terças-feiras.

Prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, e o governador Paulo Câmara
Prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, e o governador Paulo CâmaraFoto: Divulgação

Após ter sido destituído do comando do PSB de Petrolina, o prefeito do município, Miguel Coelho (PSB), admitiu que não existe mais ambiente para ele na agremiação. O gestor garante que não estava pensando em mudar de sigla até ser surpreendido com o telefonema do presidente estadual do PSB, Sileno Guedes, comunicando a decisão.

"Está claro que o PSB não nos quer no partido. Vou procurar um novo destino e sair no momento certo. O partido mostra que não quer mais o trabalho que fizemos de reconquistar a Prefeitura de Petrolina para o partido após 10 anos e todo o trabalho de estruturação do partido que fizemos", lamentou, em entrevista, por telefone.

O gestor analisará a conjuntura partidária antes de definir seu destino. Desfiliado do PSB, o ministro de Minas e Energia, Fernando Filho, também ainda não definiu seu futuro. As lideranças aguardam a definição do quadro político para tomar a decisão.

Líder do grupo dos Coelho, o senador Fernando Bezerra (PMDB) ainda não tem a garantia do comando da legenda em Pernambuco. Outro fator é o projeto do presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM), que também atrai as lideranças.

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