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Manoel Carlos, ex-presidente do PPS-PE
Manoel Carlos, ex-presidente do PPS-PEFoto: Reprodução/Facebook

Assim como o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, que anunciou a sua desfiliação do PPS nessa quarta-feira (21), o dirigente estadual da sigla, Manoel Carlos, divulgou, nesta quinta (22), o seu desligamento da legenda. Em carta enderaçada ao diretório estadual e aos filiados em Pernambuco, ele criticou a falta de comunicação interna e a "intransigência daqueles que se sentem donos dessa agremiação partidária".

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Manoel Carlos, junto ao presidente municipal do PPS, Felipe Ferreira Lima, reagiram à decisão do dirigente nacional, Roberto Freire, de adiar o Congresso Estadual, que seria realizado no último sábado (17), devido a negociações para filiar o deputado federal Daniel Coelho (PSDB). Os dois assinaram uma carta de repúdio.

Ambos se mostraram insatisfeitos com a forma que a articulação é conduzida por Freire, que teria prometido o comando estadual da sigla ao tucano.

Confira, abaixo, a íntegra da carta:

Cabo de Santo Agostinho, 21 de março de 2018

Aos membros do Diretório Estadual e a todos os filiados(as) do Partido Popular Socialista em Pernambuco

Meus caros companheiros e companheiras do nosso querido e estimado Partido. É com muita tristeza e desapontamento que venho através desta, comunicar o meu pedido de desfiliação do Partido Popular Socialista – PPS.

Militante egresso do Partido Comunista Brasileiro, onde iniciei a minha trajetória, dediquei os últimos 25 anos da minha vida pública e privada na construção de uma sociedade mais justa, fraterna e democrática, e no combate intransigente da intolerância, da arrogância e de todo tipo de preconceito e descriminação.

Neste período, sempre fui um militante ativo dentro daquele que imaginava ser o único Partido ao qual me filiaria, e que tem como slogan “UM PARTIDO DECENTE”, onde exerci com muito zelo e esmero todos os cargos e funções a mim confiados. E que nos últimos dias, vem através do seu Presidente Nacional, me mostrando que não é mais um ambiente onde se possa praticar a radicalidade democrática e a garantia do contraditório.

Quero neste ato, me dirigir aos filiados da minha querida cidade do Cabo de Santo Agostinho, e aos seus homens e mulheres de uma forma geral. Cidade esta, que me concedeu por duas vezes a honrosa tarefa de exercer um mandato de vereador no Poder Legislativo local.

Aos filiados do PPS, quero agradecer pela generosidade e acolhimento que sempre norteou a nossa convivência. Isso é um até breve, porque a nossa disposição em lutar se renova a cada dia e se fortalece a cada desafio superado.

Durante a minha permanência neste Partido, fui vereador por duas vezes, disputei quatro eleições, presidi o Diretório Municipal do Cabo de Santo Agostinho por mais de uma vez, ocupei cargos de gerências nas Prefeituras do Cabo e de Jaboatão dos Guararapes, e sempre atuei ativamente nas tarefas partidárias que me foram delegadas.

Por fim, quero agradecer a experiência e a todos(as) com os quais tive a oportunidade de conviver no exercício da Presidência Estadual, cargo este que exerci nos últimos 12 meses, e que em virtude da falta de comunicação interna, e da intransigência daqueles que se sentem donos dessa agremiação partidária, deixo efetivamente de exercer ao assinar esta nota.

“UM PARTIDO SEMPRE SERÁ MAIOR DO QUE AS PESSOAS QUE OS COMPÕEM”.

Saudações e abraços fraternos!
Atenciosamente,
Manoel Carlos

Esplanada dos Ministérios
Esplanada dos MinistériosFoto: Agência Brasil

Com a ascensão do Governo Michel Temer, após o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), em 2016, a oposição pernambucana ganhou um novo gás com abertura de espaços na Esplanada dos Ministérios. Foram cinco nomes do Estado contemplados: Mendonça Filho (Educação), Bruno Araújo (Cidades), Raul Jungmann (então na pasta de Defesa), Fernando Filho (Minas e Energia) e Roberto Freire (Cultura). Hoje, apenas Jungmann (hoje, ministro Extraordinário da Segurança Pública), Mendonça e Fernando continuam à frente das suas pastas.

No entanto, no próximo dia 5, dois dias antes do fim do prazo de desincompatibilização, Mendonça e Fernando deixarão os cargos para disputar as eleições. Na prática, as saídas acabam colocando um fim no grupo que ficou conhecido como G4 e “pernambuquério”, causando rusgas com estados como Minas Gerais, acostumados a ter representatividade nacional. Freire não era considerado parte por fazer política em São Paulo.

O grupo se fortaleceu no Governo Temer e criou um projeto forte de oposição ao Governo Paulo Câmara. Dos pernambucanos, Roberto Freire foi o primeiro a deixar o ministério após escândalos atingirem o Governo Temer, no ano passado. Bruno Araújo deixou a pasta em seguida, quando perdeu o suporte do PSDB à sua indicação para o cargo e teve que ceder espaço ao PP. Já Raul Jungmann será o único que permanecerá no cargo até o final da gestão de Michel Temer. Ele assumiu a recém-criada pasta de Segurança, que virou vitrine do Executivo Federal.

Nas eleições deste ano, o G4 poderá testar, finalmente, a força do seu legado na Esplanada dos Ministérios nas urnas. A disputa pelo Governo do Estado é a maior aposta, mas antes é preciso que as lideranças definam as peças que vão compor o seu palanque.

Deputado Eduardo da Fonte (PP)
Deputado Eduardo da Fonte (PP)Foto: Divulgação

Após o apagão que atingiu diversos estados do País, o deputado federal Eduardo da Fonte (PP) encaminhou um pedido de abertura de processo de investigação à Procuradoria-Geral da República (PGR) em que alega os prejuízos causados à sociedade. O parlamentar pede que as empresas fornecedoras de energia façam o ressarcimento ao consumidor prejudicado.

"A Aneel tem obrigação de conduzir o ressarcimento dos consumidores prejudicados por esse apagão. Para isso, também alertamos o TCU e a PGR sobre esse descaso da Aneel, que — em vez de ficar ao lado da população — defende essas empresas, que lucram com o dinheiro do povo brasileiro", ressaltou.

O apagão desta quarta-feira (21) atingiu pelo menos 12 estados. As regiões Norte e Nordeste também sofreram com blecautes em 2013 e 2012.

Prédio do Supremo Tribunal Federal (STF)
Prédio do Supremo Tribunal Federal (STF)Foto: Valter Campanato/Agência

A Federação Nacional dos Servidores dos Ministérios Públicos Estaduais (Fenamp), a Associação Nacional dos Servidores do Ministério Público (Ansemp), a Federação dos Trabalhadores no Judiciário Federal (Fenajupe) e a Federação Nacional dos Trabalhadores no Judiciário dos Estados (Fenajud) organizam ato, nesta quinta-feira (22), em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, para acompanhar o julgamento das Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADI) que questionam o auxílio-moradia para magistrados e membros do Ministério Público. A mobilização, que está marcada para ter início a partir das 12h, contará, ainda, com a presença de representantes do Movimento Resistência Popular, que luta por moradia no Distrito Federal.

A Ansemp é autora de uma das ações. Durante a mobilização, as entidades levarão alimentos, no valor de R$ 4.377, para serem doados ao movimento. A ideia é mostrar a quantidade de alimento que é possível comprar com o valor do auxílio-moradia recebido por juízes e desembargadores e membros do MP.

“São muitas notícias divulgando que o benefício se justifica por ausência de reposição salarial, em razão disso, o auxílio-moradia, disfarçado de remuneração, viola a Constituição Federal, quando ela determina o pagamento de remuneração dos membros do MP em parcela única, ou seja, regra do subsídio”, afirma Alberto Ledur, coordenador executivo da Fenamp.

Para a Fenamp, a luta de todos os servidores do País, incluindo membros da magistratura e do Ministério Público, deveria se centrar no cumprimento dos dispositivos constitucionais que asseguram o direito a reposição salarial de vencimentos e subsídios.

A Ansemp sustenta em sua ADI que o auxílio-moradia em tais parâmetros afronta os princípios constitucionais da legalidade, da igualdade, da eficiência, da finalidade e da moralidade.

Presidente Michel Temer
Presidente Michel TemerFoto: Beto Barata / PR

Depois de conseguir uma vitória no Estado, após a dissolução do MDB-PE, e admitir publicamente, nessa terça-feira (20), que cogita se lançar à reeleição este ano, o presidente Michel Temer (MDB) tem visita prevista em solo pernambucano, nesta sexta-feira (23). O emedebista deve visitar a fábrica da Fiat, em Goiana, e a Hemobrás.

Esta última tem sido alvo de polêmica, pois o ministro da Saúde, Ricardo Barros, tentou construir uma fábrica de hemoderivados em Maringá, no Paraná, seu reduto eleitoral. A iniciativa significaria um desmonte na Hemobrás, e provocou mobilização da bancada pernambucana.

Em Pernambuco, Michel Temer tem o apoio do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB), que assumiu a comissão provisória da legenda, após a dissolução da mesma. O partido era antes comandando pelo vice-governador Raul Henry, que foi destituído do posto de presidente estadual. Henry e o deputado federal Jarbas Vasconcelos (MDB) são aliados do governador Paulo Câmara (PSB).

Lula
LulaFoto: Nelson Almeida / AFP

Militantes, dirigentes e parlamentares do Partido dos Trabalhadores se reunião, nesta quinta-feira (22) para organizar e mobilizar o ato "Lula livre". O encontro ocorrerá no auditório do Sindicato dos Trabalhadores em Telecomunicações de Pernambuco (Sinttel), a partir das 18h. A reunião vai programar panfletagem e atividades de mobilização para o dia do julgamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), marcado para o dia 26 de março.

A orientação é programar a panfletagem e entrega de praguinhas e divulgar em feiras, sinais, praças, paradas de ônibus, comércio, porta a porta, locais de trabalho e ativação dos Comitês Populares.

O presidente do PT-PE, Bruno Ribeiro, alerta para a gravidade do momento e convoca a militância. "Os petistas estão de prontidão. Não podem prender Lula. Ele é inocente. Este é um momento estratégico para Lula, para a democracia, para as lutas populares, para o povo brasileiro e para o PT! Precisamos estar unidos e mobilizados como nunca, pois os nossos sonhos de igualdade, o nosso País, o nosso partido e a maior liderança popular da história brasileira, o nosso Lula, serão mais uma vez ameaçados!", declarou.

Carlos Veras (PT), presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT-PE), fez o chamamento a diversas organizações. "Convido todos e todas que acreditam na reconstrução da democracia para participarem de ampla reunião com todas as forças vivas da sociedade, objetivando a organização de uma grande ação em defesa de Lula, contra os golpistas”, disse.

Deputado federal Bruno Araújo
Deputado federal Bruno AraújoFoto: Arthur de Souza/Folha de Pernambuco

O anúncio de desfiliação do ministro de Segurança Pública, Raul Jungmann, do PPS, já repercute entre o meio político. O ex-ministro das Cidades, Bruno Araújo, fez um convite para que o auxiliar de Michel Temer (MDB) ingresse no PSDB. Ele alega que Jungmann tem uma relação histórica com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e com a própria legenda.

 O convite ocorre justamente no momento em que o deputado federal Daniel Coelho (PSDB) negocia o ingresso no PPS, onde passaria a comandar a sigla em Pernambuco. Bruno Araújo também lamentou a decisão de Jungmann.

Raul Jungmann
Raul JungmannFoto: Anderson Stevens/Folha de Pernambuco

O ministro de Segurança Pública, Raul Jungmann, anunciou, nesta quarta, sua desfiliação do PPS, partido que integrou por 26 anos. O documento foi protocolado nesta terça-feira (21). 

No documento, o ministro afirma que se desliga do partido por "discordar da forma pela qual se deu a entrega do seu comando partidário aos que nele ingressarão, uma forma autoritária, que desconsiderou, sem transparência e ao arrepio da democracia interna".

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"Chegou-se ao cúmulo do arbítrio de impedir e retirar membros indicados da delegação do Estado de Pernambuco ao Congresso Nacional do partido e substitui-los ao sabor das preferências do sr. Presidente nacional, sem qualquer comunicação à direção estadual!", escreve Jungmann.

A decisão de Raul Jungmann de deixar o PPS ocorre após o presidente nacional da sigla, Roberto Freire, ter decidido adiar o congresso estadual - o que gerou insatisfação das direções dos diretórios do Estado e do Recife. Além disso, o posicionamento crítico dos diretórios estadual e recifense do PPS levou o presidente nacional a ventilar a possibilidade de decretar intervenção no comando da legenda em Pernambuco, caso as negociações para entrada de novos quadros se frustrem.

Confira, abaixo, a carta de Jungmann:

21 de março de 2018

À Direção, amigos, amigas, companheiros e companheiras do PPS,

Hoje estou me desligando do meu e do nosso partido, ao qual servi integralmente nos últimos 26 anos, desde sua fundação. Na verdade, rompo hoje uma relação que vem de muito antes, desde o início dos anos 70, tempo da resistência democrática, portanto, mais de 40 anos da minha vida pessoal e pública.

Ao longo dessas mais de quatro décadas, exerci três mandatos de deputado federal, um de vereador do Recife, tendo disputado seis eleições.

Com muita dignidade e honra, representei nosso partido nos mais altos cargos da República, tendo sido, dentre outros postos (*), ministro da Reforma Agrária, da Defesa e já agora da Segurança Pública. Em todos eles, honrei o nome, os princípios e os valores do PPS.

Exerci ainda, e com aplicação, cargos nas estruturas partidárias municipal, estadual e nacional, cumprindo sempre e no limite das minhas capacidades, os encargos, missões e responsabilidades a mim atribuídas ou delegadas.

Desligo-me do partido, meu único partido ao longo de toda minha vida pública (**), por discordar da forma pela qual se deu a entrega do seu comando partidário aos que nele ingressarão, uma forma autoritária, que desconsiderou instâncias, sem transparência e ao arrepio da democracia interna. Chegou-se ao cúmulo do arbítrio de impedir e retirar membros indicados da delegação do Estado de Pernambuco ao Congresso Nacional do partido e substitui-los ao sabor das preferências do sr. Presidente nacional, sem qualquer comunicação à direção estadual!

Nada temos a opor à entrada de novos quadros no partido; aliás, ela se faz necessária diante dos desafios à frente. Mas, à custa do respeito e história dos que fazem e fizeram o PPS, é inaceitável e humilhante.

Sigo na política, escolha de vida inafastável dos meus sonhos de um mundo mais justo e de paz. Foi apenas pelas responsabilidades e riscos de assumir a segurança pública do Brasil nesse grave momento de crise, que declinei de participar das eleições, exclusivamente, este ano.

Aos que permanecem meus melhores votos de felicidade, sucesso e paz.

Jamais imaginei que esse dia viesse ao meu encontro.

Saudações democráticas e de eterno carinho e amizade.

Muito obrigado a todos e a todas.

Raul Jungmann

(*) Secretário Estadual de Planejamento, Presidente do Incra, Presidente Nacional do Ibama, Presidente do Conselho de Administração do BNDES.

(**) Fui, como muitos, membro do MDB durante a resistência democrática.

Fernando Bezerra Coelho Filho se filia ao MDB
Fernando Bezerra Coelho Filho se filia ao MDBFoto: MDB/Divulgação

O ministro de Minas e Energia, Fernando Filho, se filiou nesta quarta-feira (21), ao MDB. Em Brasília, Fernando teve a ficha assinada pelo presidente nacional, senador Romero Jucá (RR). O ato vem um dia após o senador Fernando Bezerra Coelho, pai do ministro, assumir o comando da legenda, em uma decisão da Executiva nacional do partido que decidiu pela dissolução do diretório estadual.

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Presidente do MDB-PE, o senador acompanhou a filiação do ministro ao partido. O ato de filiação, na Executiva Nacional do MDB, foi prestigiado por lideranças do partido, como os deputados Baleia Rossi (SP) e Sergio Souza (PR).

Senador Armando Monteiro Neto (PTB)
Senador Armando Monteiro Neto (PTB)Foto: Ana Luisa Souza/Divulgação

A Câmara dos Deputados aprovou, na noite dessa terça-feira (20) parecer do senador pernambucano Armando Monteiro Neto (PTB) a projeto de lei que cria a Universidade Federal do Agreste de Pernambuco (UFAPE), com sede em Garanhuns. A proposta segue agora para a sanção presidencial.

A implantação da UFAPE está orçada em R$ 121 milhões e resultará do desmembramento do campus da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), no mesmo município. A cidade, inclusive, é governada por Izaías Regis (PTB), aliado de Armando Monteiro Neto.

"Apesar de ter havido avanços, o Nordeste necessita de maior oferta de cursos superiores. Com a UFAPE, estamos democratizando o maior acesso à educação universitária”, comemorou o senador.

Para o parlamentar petebista, a UFAPE será “um ativo estratégico no desenvolvimento de Pernambuco”. Já o prefeito Izaías Regis viu na iniciativa do correligionário a realização de uma antiga aspiração do município. “Com a Universidade do Agreste, Garanhuns consolida sua liderança como polo regional”, avaliou.

Articulação
O parecer de Armando Monteiro Neto foi acrescentado a Projeto de Lei originário da Câmara que criava a Universidade Federal do Delta do Parnaíba, no Piauí. Como o projeto foi alterado no Senado com sua emenda, retornou à votação dos deputados. O senador articulou com as bancadas de Pernambuco e do Piauí a apresentação de requerimento de urgência, o que levou o projeto diretamente à votação do plenário, sem ter de passar novamente por cinco comissões.

A emenda do petebista determina que os alunos do campus da Universidade Federal Rural de Pernambuco passam a integrar automaticamente a UFAPE. O parecer cria os cargos de reitor e vice-reitor e 600 cargos de professor na nova universidade federal, além de cargos administrativos.

O campus da Universidade Federal Rural em Garanhuns, que será transformado na Universidade Federal do Agreste, oferece atualmente os cursos de Veterinária, Agronomia, Ciência da Computação, Zootencnia, Engenharia de Alimentos e Licenciatura em Letras e em Pedagogia.

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