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João Vicente Goulart (PPL)
João Vicente Goulart (PPL)Foto: Rafael Furtado/Folha de Pernambuco

Presidenciável pelo PPL, João Vicente Goulart desembarcou no Recife para o lançamento da sua pré-candidatura, em um ato na Câmara de Vereadores, nesta quinta-feira (22).

Em visita à Folha de Pernambuco na manhã desta quarta-feira (21), onde foi recepcionado pelo diretor operacional, José Américo, o presidenciável falou sobre as reformas de base, propostas para o pleito e o atual contexto político do País. Na ocasião, o pré-candidato relembrou as semelhanças do cenário em 1962, nos anos que precederam o golpe militar e resultaram na deposição de seu pai, João Goulart, à época PTB.

Apesar de reforçar que o martelo sobre coligações só será batido em 7 de abril, quando se encerra o fim da janela partidária, o pré-candidato admitiu que, em Pernambuco, estará ao lado do governador Paulo Câmara, em uma aliança com o PSB. Para os outros Estados a situação deve ser analisada no “caso a caso”. Nesta quinta, João Vicente fará uma visita de cortesia ao Governador Paulo Câmara.

De acordo com Edna Costa, presidente da legenda no Estado, o partido já está unido em torno do apoio para a reeleição de Câmara. “São dois políticos que têm intenção de lutar para fazer Pernambuco e o Brasil melhorarem. Já estamos decididos a caminhar com Paulo em Pernambuco e, inclusive, já levamos essa pauta a direção nacional”, afirmou.

Criticando a postura do presidente Michel Temer (MDB) em lançar mais um ministério, neste caso o da Segurança Pública, ele acredita que “não houve planejamento” prévio sobre a criação da pasta. “O controle da violência são várias vertentes que têm que ser combatidas e o primeiro passo é a reforma urbana e de titulação”, disse.

João Vicente Goulart teme que o assassinato da vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco (PSOL) possa prejudicar a imagem dos militares. “Se não esclarecido [o assassinato] as forças armadas podem ficar desmoralizadas”, uma vez que o atentado se deu, quando a intervenção federal já estava sendo executada. Ainda de acordo com ele, a situação na Bahia é grave como a do Rio, mas a medida foi somente tomada no Estado do Sudeste “porque lá é um foco político”.

Trajetória
Filho de João Goulart, Jango, presidente deposto pelo golpe de 1964, viveu o exílio com seu pai quando criança no Uruguai. Filósofo e presidente do instituto Jango, foi finalista do Prêmio Jabuti, em um livro sobre a vida no exílio do ex-presidente.

Nestas eleições, João Vicente, que é ex-deputado estadual pelo Rio Grande do Sul, traz uma pauta nacionalista para o debate.

Câmara Federal
Câmara FederalFoto: Herivelto Batista

A comissão especial que analisa o projeto que autoriza a privatização da Eletrobras (PL 9463/18) cancelou a reunião que faria nesta tarde para apresentação do roteiro de trabalho do deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA).

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O roteiro de Aleluia, que ainda será debatido pelos membros do colegiado, contempla seis eixos de discussão: a posição do governo e da diretoria da estatal; a revitalização da bacia do Rio São Francisco; as pesquisas no setor elétrico; a nova estatal que vai controlar a Eletronuclear e a parte brasileira de Itaipu; o impacto tarifário e social da desestatização; e a definição da participação acionária do governo na empresa privatizada.

Danilo Cabral (PSB) na reunião da Comissão Especial que discute o Projeto de Lei que trata sobre a privatização do setor elétrico.
Danilo Cabral (PSB) na reunião da Comissão Especial que discute o Projeto de Lei que trata sobre a privatização do setor elétrico.Foto: Sérgio Francês/Divulgação

Realizada nesta terça-feira (20) na Câmara Federal, a segunda reunião da Comissão Especial que está discutindo o Projeto de Lei 9463 do Executivo, que trata da desestatização da Eletrobrás e suas subsidiárias, recebeu 65 requerimentos de audiência pública. O deputado federal Danilo Cabral (PSB), que integra o grupo e que preside a Frente Parlamentar em Defesa da Chesf, foi autor de cinco deles.

Os requerimentos pedem que sejam convidados os governadores dos estados do Nordeste; o ministro de Minas e Energia, Fernando Filho; o presidente da Eletrobrás, Wilson Ferreira Júnior; o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica, Romeu Donizete Rufino; e representantes dos sindicatos ligados ao setor elétrico, dentre outros.

A comissão é presidida pelo deputado Hugo Motta (MDB-PA) e com relatoria do deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA). O relator apresentou uma proposta de Plano de Trabalho que, apesar de não ter sido deliberada, deixou os parlamentares da oposição preocupados, uma vez que o Plano prevê que até o dia 27 de abril o relatório seja votado na Comissão, segundo explicou Danilo Cabral.

“Não podemos permitir que um processo como esse, que envolve uma empresa da importância da Eletrobrás, que traz consequências às suas subsidiarias, inclusive à Chesf, seja feito dessa forma, sem o debate desta Casa e muito menos da sociedade”, disse o socialista, após a reunião, em seu discurso em Plenário.

Segundo ele, apenas seis audiências públicas estão propostas no plano apresentado pelo governo, enquanto existem mais de 65 requerimentos apresentados neste sentido. O deputado socialista também mostrou-se insatisfeito com a decisão do presidente em continuar a reunião no mesmo horário da comissão que trata a MP 814 - Medida Provisória que também discute o tema. “Eles querem atropelar e dificultar o debate. Eu, por exemplo, sou membro titular das duas comissões. Como é que podemos contribuir dessa forma?”, questionou o parlamentar, que apelou ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) que procurasse dialogar com as duas comissões no sentido de garantir o debate.

Ato da oposição para 2018
Ato da oposição para 2018Foto: Arthur de Souza/Folha de Pernambuco

Com a vitória interna de Fernando Bezerra Coelho no MDB, o grupo das oposições - atualmente decidindo a candidatura única - contará com o reforço da segunda maior bancada federal tanto em tempo de televisão quanto em verba do Fundo Eleitoral. Na prática, a Frente Popular, que sob o comando de Eduardo Campos sempre contou com quantidade expressiva de partidos e tempo de mídia, ficará com menos recursos nessa eleição. Integrantes do bloco Pernambuco Quer Mudar comemoraram a decisão.

O presidente nacional do MDB, Romero Jucá, reforçou que Fernando já conta com uma frente ampla de apoios. "A discussão é se Fernando ou Armando (Monteiro) encabeçam a chapa. Eles estão discutindo, são dois bons candidatos a governador. Agora é claro que temos preferência pela candidatura do Fernando Bezerra. Acho que, com essa decisão (da dissolução) e com as coisas se consolidando no partido, é mais fácil dele construir esse entendimento", avaliou Jucá.

O prazo dado pelo grupo, para definição, é 20 de abril. O senador Armando Monteiro (PTB) reconheceu a vitória de FBC no processo político. "Nós vamos agora definir, de forma tranquila, quem vai liderar a chapa, com muita confiança no processo porque temos um conjunto de partidos. Do ponto de vista de densidade política, eleitoral e de tempo de televisão, há de convir que essa frente é muito expressiva. É um grupo que tem vários pré-candidatos que têm potencial. Isso nos deixa numa posição muito boa", afirmou. Líder da Oposição na Assembleia Legislativa (Alepe) e presidente do PRB, o deputado Silvio Costa Filho também brindou a vitória de Fernando, atentando para o ganho do tempo de televisão. "Com a consolidação do MDB, os presidentes de partidos devem sentar à mesa e fazer avaliação do novo quadro. Eu defendo múltiplas candidaturas", sinaliza.

Seu pai, o deputado federal Silvio Costa (Avante) também relembra que é defensor da tese de múltiplas candidaturas. Com conquista do MDB-PE, é verdade que FBC terá mais elasticidade para montar um novo palanque, se preferir.

O deputado Daniel Coelho (PSDB), que deverá ingressar no PPS, também atenta para a importância do tempo de TV que o MDB deve oferecer ao grupo das oposições.

"O que pesa, realmente, é o tempo de televisão. Fernando já tava engajado e a sua liderança no partido vai acrescer o tempo de televisão na nossa chapa. A oposição tende a ter mais tempo do que o governo, é tempo pra debater e o palanque eletrônico tem muita força na capital. Hoje, o governo depende essencialmente do apoio do PT para ter alguma viabilidade", analisa Daniel.

Governador Paulo Câmara
Governador Paulo CâmaraFoto: Arquivo/Folha de Pernambuco

A decisão da Executiva nacional do MDB de dissolver o diretório pernambucano foi um duro golpe não somente para o grupo do vice-governador Raul Henry (MDB), mas para o Palácio das Princesas. A expectativa é que a judicialização da disputa pelo comando da sigla seja arrastada, dificultando o futuro do adversário Fernando Bezerra Coelho (MDB). No entanto, a Frente Popular também seguirá na indefinição de contar com o maior partido que integra sua base atualmente. Para compensar a perda, a aliança com o PT se torna ainda mais desejada, para compensar o tempo perdido e, ainda, retirar mais um concorrente da disputa majoritária.

“A busca pelo PT não é somente o tempo de TV. É uma posição política do partido que induziu um posicionamento de aliança com as forças progressistas. A aliança com o PT não está vinculada somente a isso”, afirmou o presidente estadual do PSB, Sileno Guedes. Já o vice-presidente da sigla, Tadeu Alencar, avalia que a saída do MDB era um risco possível. “Temos um debate interno da necessidade de reforçar nosso arco de alianças, que se dará no campo progressista. Estamos acompanhando o PT, mas isso não está atrelado ao PSB”, afirmou.

Socialistas também negaram que o resultado afete a indicação de Jarbas Vasconcelos ao Senado. “Senado é a escolha de quem mais agrega e tem peso político. Jarbas tem tamanho e trajetória”, disse Guedes. Nesta terça, o governador Paulo Câmara e socialistas saíram em solidariedade a Jarbas e Raul. “O que estão tentando fazer contra eles é uma das maiores violências da história política nacional. Mas essa luta não se encerrou. Ainda acredito que a Justiça há de prevalecer”, afirmou Câmara. Sileno disse confiar que os aliados conseguirão reverter o quadro.

O vice-governador e secretário de Desenvolvimento Econômico, Raul Henry, e o deputado Jarbas Vasconcelos
O vice-governador e secretário de Desenvolvimento Econômico, Raul Henry, e o deputado Jarbas VasconcelosFoto: Josenildo Tenório/Divulgação

O vice-governador Raul Henry não perdeu tempo e já ingressou com uma representação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a dissolução do partido, realizada nesta terça-feira (20) pela Executiva nacional do MDB. O relator será o ministro Ricardo Lewandowski.

Representação no STF contra dissolução do MDB-PE

Representação no STF contra dissolução do MDB-PE - Crédito: Reprodução


A ação contesta a decisão monocrática tomada pelo ministro Ademar Gonzaga. Segundo a ação, há Conflito de Competência, do diretório estadual. A defesa de Henry alega que o ministro do TSE “exorbitou de sua competência ao decidir uma matéria que não seria de atribuição da Justiça Eleitoral".


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Para este processo no STF, Raul Henry e Jarbas Vasconcelos contrataram uma advogada de peso, a ex-ministra do TSE Luciana Lóssio. Ela é prima do ex-prefeito de Petrolina, Júlio Lossio, que foi aliado do grupo jarbista.

Representação No STF Contra a Dissolução Do MDB-PE by Folha de Pernambuco on Scribd

Operação Ratatouille
Operação RatatouilleFoto: Arthur Mota/Folha de Pernambuco

Um esquema de fornecimento de merendas por crimes licitatórios, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro no Cabo de Santo Agostinho foi desarticulado pela Polícia Civil de Pernambuco, nesta quarta-feira (21). A Operação Ratatouille cumpre 20 mandados de busca e apreensão e três mandados de sequestro de bens móveis no Grande Recife e na Mata Sul do Estado. Um dos mandados de busca e apreensão teve como endereço a casa do ex-prefeito José Ivaldo Gomes, o Vado da Farmácia. Os crimes investigados praticados foram praticados no município durante à gestão dele como prefeito, entre 2013 e 2016.

Os mandados foram cumpridos nos municípios do Cabo de Santo Agostinho, Recife, Jaboatão, Olinda, Tamandaré, Escada e Sirinhaém. As investigações tiveram início há três meses.

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O chefe da Polícia Civil, Joselito do Amaral, detalha que as investigações começaram após o recebimento de um relatório de alimentos impróprios para o consumo que estavam sendo oferecidos a crianças de escolas públicas no município do Cabo de Santo Agostinho. " A partir daí nós solicitamos os mandados de busca que foram cumpridos na manhã de hoje [esta quarta]. Foram 20 mandados de busca na cidade de Cabo de Santo Agostinho, que foi foco da operação, Recife, Jaboatão, Olinda, Tamandaré, Escada e Barra de Sirinhaém".

Foram apreendidos e confiscados vários bens como embarcações, veículos e documentos. "Vai ser feita uma triagem que possivelmente resultará no pedido de prisão das pessoas investigadas. O objetivo maior é ressarcir o erário público naquilo que foi desviado. Os crimes são contra licitação, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro", completou Joselito. As investigações duraram três meses e foram realizadas pela Delegacia de Crimes contra a Administração e Serviços Públicos em parceria com o Ministério Público de Pernambuco e o Tribunal de Contas do Estado.

Jorge Petribu

Jorge Petribu - Crédito: Gustavo Glória / Folha de Pernambuco

Vitrine do Partido Novo em Pernambuco, o empresário Jorge Petribu chega à sigla com uma missão: fortalecer a legenda no Estado. Na noite desta terça-feira, no Recife, ele foi um dos destaque do evento de novas filiações e lançamento da pré-candidatura à Presidência da República de João Amoêdo, no MV Empresarial Convention Center, na Imbiribeira, Zona Sul da capital pernambucana. Embora diga que a política eleitoral ainda é algo distante em seus planos, ele disse que vai trabalhar para engordar a agremiação. Recém-criada - em setembro de 2015 -, a legenda possui 331 filiados em Pernambuco e terá, nestas eleições, 13 candidatos a deputado federal em uma chapa puro sangue. A expectativa é eleger pelo menos dois parlamentares.
Em um auditório lotado de empresários, personalidades do mundo político, Petribu disse que decidiu ingressar no partido por compartilhar dos mesmos princípios que defende. "Quero atrair mais gente ao partido, que ele seja mais forte, que contamine toda sociedade, os amigos, os funcionários, as pessoas que trabalham comigo. Tem pouca gente fazendo o que eu faço, mas tem muita gente boa para política. Temos que trazer os políticos bons para fazer uma corrente para tentar limpar o Brasil da política suja", acrescentou o empresário. Segundo ele, o que falta ao setor é simplicidade e eficiência. "Se tivesse isso esse país ia embora. Simplicidade é diminuir o tamanho do estado, ser o menor possível e o mais fácil. E eficiência é o que o estado tomar conta, ser o mais eficiente", explicou.
Para Petribu, o fim dos privilégios é o início para igualdade no país e a aproximação entre agentes públicos e sociedade são vetores para o empoderamento no meio político. Por causa da visão que defende, o empresário já foi convidado pela legenda para concorrer às eleições, convocação que foi recusada por hora. "Vim do setor privado. Tenho que entrar muito devagar na política", brincou.

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Com cerca de 18 mil filiados, o Partido Novo lançará 350 candidatos à Câmara Federal, além de candidatos a governador em 18 estados mais o Distrito Federal. Em 2016, a sigla fez quatro vereadores em cinco cidades. Apesar de ter algumas propostas semelhantes a de outros partidos, a dinâmica da legenda é diferente e cheia de critérios. Para se candidatar, por exemplo, o militante tem que ter sido aprovado por uma espécie de processo seletivo interno. Também deve preencher os requisitos da Lei da Ficha Limpa e, caso eleito, só pode se reeleger para o mesmo cargo uma única vez. Outra regra partidária é que os membros dos diretórios não podem ser políticos, devendo deixar os cargos um ano antes do pleito, se quiserem ser candidatos.

Guilherme Uchoa e filho no ato de filiação ao PSC
Guilherme Uchoa e filho no ato de filiação ao PSCFoto: Divulgação

O presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Guilherme Uchoa, e o seu filho Guilherme Uchoa Júnior se filiaram, nesta quarta-feira (20), ao PSC, comandado em Pernambuco pelo deputado André Ferreira. O ato de filiação, realizado no Hotel Barramares, em Piedade, contou ainda com a presença do presidente nacional da legenda, Pastor Everaldo, que veio ao Recife exclusivamente para participar da cerimônia, e do prefeito de Jaboatão dos Guararapes, Anderson Ferreira (PR).

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Durante o discurso, Uchoa historiou os fatos que o levaram a filiar-se ao PSC e afirmou que optou pela legenda pela relação de mais de 20 anos de convivência com a família Ferreira.

"Fortalecer o partido que eu acabo de me inscrever junto com meu filho, Júnior Uchoa, para que nos possamos continuar no rumo certo, Pernambuco continue a se fortalecer e que o Partido Socialista Cristão tenha uma represtançaõ política na Assembleia Legislativa do Estado e na Câmara Federal. Temos a certeza absoluta de que fizemos a melhor escolha", disse o presidente da Alepe em entrevista após o ato.

“Sejam bem-vindos Guilherme Uchoa a Guilherme Junior. O PSC é a casa de vocês. Quando entreguei o partido ao deputado André Ferreira, tinha a certeza de que ele o faria crescer. E, se Deus quiser, André Ferreira será senador da República”, discursou o Pastor Everaldo.

O ato de filiação ainda reforçou a pré-candidatura de André Ferreira ao Senado Federal. "Meu senador é André, que é do meu partido, minha primeira opção", disse Uchoa.

Questionado se há arestas com os dirigentes do PDT, partido do qual se desfiliou por estar insatisfeito com o tratamento recebido, Guilherme Uchoa disse que fez questão de agradecer ao ex-deputado José Queiroz "pela sua lealdade e seu cumprimento de palavra". Mas que o atual presidente da sigla, o deputado federal Wolney Queiroz, "não nos valorizou, nos subestimou, e nós vamos mostrar com quantos votos se faz um deputado federal".

Com informações de Ulysses Gadêlha, da Folha de Pernambuco.

Paulo Câmara
Paulo CâmaraFoto: Brenda Alcântara/Folha de Pernambuco

O governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), comentou a decisão da executiva nacional do MDB de aprovar a dissolução do diretório estadual da legenda. O socialista se solidarizou com o deputado Jarbas Vasconcelos e com o vice-governador Raul Henry, ambos do MDB-PE.

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“O que estão tentando fazer contra eles é uma das maiores violências da história política nacional. Mas essa luta não se encerrou. Ainda acredito que a Justiça há de prevalecer. Jarbas e Raul têm o nosso apoio e solidariedade”, afirmou o governador, por meio de nota.

Com a deliberação da nacional, o partido no Estado será dirigido por uma comissão provisória, que vai vigorar por 90 dias, com possibilidade de prorrogação, e será presidida pelo senador Fernando Bezerra Coelho. O parlamentar integra o grupo das oposições que deverá lançar candidatura contra o governador Paulo Câmara.

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