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A petebista Célia Sales
A petebista Célia SalesFoto: Arthur de Souza/Folha de Pernambuco

O presidente interino da Câmara de Ipojuca, Flávio Henrique Rêgo Souza (PSD), conhecido como Flávio do Cartório, convocou para o próximo dia 2 de maio a sessão solene na qual será dada posse à prefeita eleita de Ipojuca, Célia Sales (PTB). A cerimônia será às 8h.

Célia Sales venceu a eleição suplementar, no último dia 2 de abril, com 31.010 votos, chegando a 55,2% do total válido. Carlos Santana conquistou 23.925 mil votos (42,58%).

As novas eleições em Ipojuca foram realizadas após o candidato eleito nas eleições de outubro, Romero Sales, ter sua candidatura indeferida pela Justiça Eleitoral. A decisão foi baseada em uma condenação por improbidade administrativa com dano ao erário e enriquecimento ilícito devido a uma viagem feita por Sales em 2008, época em que era vereador.

Prefeito Geraldo Julio com o presidente nacional da FNP, ?Jonas Donizette
Prefeito Geraldo Julio com o presidente nacional da FNP, ?Jonas DonizetteFoto: Humberto Pradera/Divulgação

Pernambuco ocupará vários espaços no comando da Frente Nacional de Prefeitos. Gestores de sete municípios foram eleitos para ocupar vice-presidências setoriais. Eleito em Jaboatão dos Guararapes, Anderson Ferreira (PR) foi escolhido para ocupar dois cargos: o de vice-presidente da FNP em Pernambuco e a vice-presidência nacional do G-100, grupo que reúne os 100 municípios mais populosos do Brasil e que apresentam baixa renda per capita e alta vulnerabilidade econômica.

“O G100 é formado por cidades importantes e de grande densidade populacional, mas que enfrentam muitos problemas em áreas como segurança, saúde, educação, saneamento básico, transporte, iluminação pública, entre tantos outros. O Governo Federal precisa ter um olhar especial para esses setores e é justamente isso que vou cobrar”, prometeu Anderson Ferreira.

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Reeleito prefeito do Recife, Geraldo Júlio (PSB), por sua vez, será vice-presidente de Mudanças Climáticas.

“É importante a gente estar na liderança da área de Mudanças Climáticas, já que é um tema que a gente está envolvido há muito tempo. Já estive na Polônia e no Peru fazendo discussões junto à ONU, em relação a essas questões. O Recife já possui um inventário e as metas de redução da emissão de carbono e eu acredito que será exemplo para outros municípios do País”, disse.

O prefeito participou das Conferências das Partes (COP 19), na Polônia, e (COP 20), no Peru. Nos encontros, Geraldo apresentou as experiências do Recife na redução da emissão de carbono, com as ciclovias, a instalação de lâmpadas LEDs, o inventário, entre outras.

A Prefeitura do Recife também teve participação ativa na COP 21, na França, com os projetos Parque Capibaribe e de Mapeamento de Áreas Críticas da cidade.

Outros prefeitos pernambucanos foram eleitos vice-presidentes temáticos: Professor Lupércio (Olinda), com Cidades Históricas; Lula Cabral (Cabo), de Cidades Litorâneas; Raquel Lyra (Caruaru), de Crianças e Adolescentes; Luciano Duque (Serra Talhada), com a de Educação Ambiental; e Mário Ricardo (Igarassu), na vice do G100 para Assuntos Institucionais.

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O Tribunal de Contas do Estado terá, no próximo dia 5, um debate sobre as pedaladas fiscais, muito faladas durante o processo de impeachment da então presidente Dilma Rousseff. A entidade receberá o jornalista João Villaverde, que falará sobre seu novo livro, Perigosas Pedaladas – Os bastidores da crise que abalou o Brasil e levou ao fim o governo Dilma Rousseff, lançado em 2016.

Com documentos e depoimentos, a publicação explica o que foram as pedaladas fiscais, as disputas dentro do governo para encerrar a crise, as investigações das operações e o impeachment da presidente.

A procuradora Germana Laureano, diretora da Associação Nacional do Ministério Público de Contas (AMPCON), será a debatedora e a jornalista Renata Bezerra de Melo, colunista de política da Folha de Pernambuco, a mediadora.

O evento, que é aberto ao público, bastando fazer a inscrição, que é gratuita, é uma iniciativa do procurador geral do Ministério Público de Contas, Cristiano Pimentel, em conjunto com o TCE-PE.

Carlos Eduardo Cadoca
Carlos Eduardo CadocaFoto: Peu Ricardo/Arquivo Folha

Pouco depois de ser informado na manhã desta quinta-feira (27), por meio de nota, da sua expulsão do PDT, por ter votado favoravelmente à Reforma Trabalhista na Câmara Federal, o deputado Carlos Eduardo Cadoca (sem partido) afirmou, também por meio de nota, que sua atuação “sempre foi de absoluta transparência” e que seguirá “tranquilo”, “votando de forma independente” naquilo que acredita.

“A decisão de votar a favor da Reforma da Previdência e da Reforma Trabalhista, que considero fundamentais e necessárias para a recuperação econômica do país, sempre foi explícita. Não agi às escondidas nem promovendo qualquer tipo de voto surpresa. É essa a minha postura em mais de 30 anos de mandatos”, colocou o parlamentar, na nota.

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Cadoca acrescentou que quando ingressou na legenda, informou o seu alinhamento com o Governo do presidente Michel Temer. Lembra que, à época, o PDT tinha uma posição de independência em relação ao Executivo Federal.

“Todas as lideranças do partido sabiam da minha posição. Tenho respeito pelos parlamentares do PDT e, em especial, pelo deputado Wolney Queiroz, e pelo líder na Câmara, Weverton Rocha, mas não recebo lição de ética nem moral de uma figura como Carlos Lupi, presidente nacional do PDT, que foi demitido do Governo Dilma acusado de corrupção”, disparou o parlamentar.

Leia a íntegra da nota:

"A minha atuação no PDT sempre foi de absoluta transparência. A decisão de votar a favor da Reforma da Previdência e da Reforma Trabalhista, que considero fundamentais e necessárias para a recuperação econômica do país, sempre foi explícita. Não agi às escondidas nem promovendo qualquer tipo de voto surpresa. É essa a minha postura em mais de 30 anos de mandatos.

Ao ingressar no PDT, deixei claro o meu alinhamento com o Governo Temer. O PDT, até então, havia anunciado uma postura de independência em relação ao Governo Temer, mas decidiu trilhar pelo nocivo caminho do radicalismo político.Todas as lideranças do partido sabiam da minha posição. Tenho respeito pelos parlamentares do PDT e, em especial, pelo deputado Wolney Queiroz, e pelo líder na Câmara, Weverton Rocha, mas não recebo lição de ética nem moral de uma figura como Carlos Lupi, presidente nacional do PDT, que foi demitido do Governo Dilma acusado de corrupção.

Sigo tranquilo, votando de forma independente pelo que acredito e pelo que considero melhor para o país".

Carlos Eduardo Cadoca
Deputado Federal

Cadco foi informado da expulsão por meio de uma nota na manhã desta quinta
Cadco foi informado da expulsão por meio de uma nota na manhã desta quintaFoto: Reprodução do Facebook

Depois de ter contrariado a posição do partido, que fechou questão contra a Reforma Trabalhista, o deputado federal Carlos Eduardo Cadoca foi expulso do PDT na manhã desta quinta-feira (27). Ele foi comunidado da decisão da legenda por meio de uma nota, que foi reproduzida no Facebook da sigla.

"Diante do resultado da votação da reforma trabalhista ocorrida na noite de ontem, em Brasília, a Executiva Nacional do PDT decide, ad referendum, pela EXPULSÃO do parlamentar Carlos Eduardo Cadoca (PE)", diz a nota da sigla, colocando a palavra expulsão em letras maiúsculas.

Ainda de acordo com o partido, durante a Convenção Nacional do PDT, em 17 de março, foi fechada questão contra a "do atual governo que ataca e retira direitos dos trabalhadores brasileiros".

"O PDT tem suas raízes históricas e lutas sempre em favor do trabalhador brasileiro. No momento que um governo ilegítimo, imoral e sem qualquer apoio popular decide atacar diretamente as conquistas trabalhistas, o PDT tem a obrigação de ficar ao lado do trabalhador brasileiro", conclui a nota, assinada pelo presidente nacional da legenda, Carlos Lupi. 

O texto-base da reforma trabalhista foi aprovado por 296 votos a favor do relatório de Rogério Marinho (PSDB-RN) e 177 contra. A aprovação contou contou com os votos de 16 deputados federais da bancada pernambucana.

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Presidente Eraldo Pedra Preta (E) e seu vice, Professor Jurandi, vão fechar a Casa Legislativa nesta sexta-feira (28)
Presidente Eraldo Pedra Preta (E) e seu vice, Professor Jurandi, vão fechar a Casa Legislativa nesta sexta-feira (28)Foto: Divulgação

A greve geral, marcada para esta sexta-feira (28) em todo o País ganhou um apoio inusitado. A Câmara Municipal de Taquaritinga do Norte anunciou que vai aderir ao movimento e suspenderá os trabalhos legislativos.

Apesar de a sexta-feira ser um dia tradicionalmente de pouca atividade em todos os legislativos, o comando da Casa afirma estar “oportunizando reflexões sobre o momento histórico” pelo qual o País esta passando, por acreditar que o ato “é de fundamental importância para o processo democrático”.

“Não podemos permitir que direitos arduamente adquiridos através de um processo democrático, sejam retirados dessa maneira. Sem grandes esforços é possível perceber o quanto estão buscando acabar com os direitos das mais diversas categorias de trabalhadores, por isso decidimos que vamos aderir à greve geral, é momento de unificar forças, de propiciar reflexões e com nossos atos chamar a atenção do país para os reflexos destas reformas que estão em tramitação”, ressaltou o presidente Casa Legislativa, Eraldo de Pedra Preta (PTN).

O vice-presidente da Casa, Professor Jurandi (PTB), compartilha da posição do companheiro de mesa, afirmando ser necessário ter posição firme contra as refirmas.

“Precisamos manifestar com firmeza nossa posição em relação às reformas trabalhista e previdenciária. Vivemos um grande momento na história do nosso País e não podemos ficar a margem, como se nada estivesse acontecendo”, afirmou o parlamentar.

Deputado Silvio Costa Filho fez pronunciamento sobre a situação fiscal do Estado
Deputado Silvio Costa Filho fez pronunciamento sobre a situação fiscal do EstadoFoto: Roberto Soares/Alepe

Marcelo Montanini
Da Folha de Pernambuco

O líder da oposição na Assembleia Legislativa, deputado Silvio Costa Filho (PRB), acusou o governador Paulo Câmara (PSB) de estar usando as reformas da Previdência e trabalhista como moeda em “troca de favores” com o Governo Federal para contrair empréstimo externo.

“O governador Paulo Câmara deveria estar concentrando em discutir a questão da Previdência do Estado. O que ele pensa sobre a reforma da Previdência? Qual a sua posição sobre a Previdência estadual? No lugar disso, expõe mais uma vez sua completa falta de liderança e de articulação com sua base e, inclusive, com o próprio PSB pernambucano. O tema é complexo e requer ampla discussão. Não pode ser usado em troca de favores da União, reproduzindo a forma mais ultrapassada de se fazer política”, disse.

O líder da oposição bateu novamente nas contas públicas. “Sabemos do descontrole das contas do Estado, cada vez mais dependentes de fontes extraordinárias de receitas, mas a autorização para a contratação de empréstimos pelo Governo Federal não pode vir em troca do futuro da nossa população, a partir de uma reforma apresentada de forma açodada”, disse.

Silvio é presidente da comissão especial da Previdência Social da Alepe. O vice-líder do governo, Rodrigo Novaes (PSD), é o relator. O líder do governo, Isaltino Nascimento (PSB), também participa do colegiado. Ambos são contra a PEC.

O deputado federal Tadeu Alencar fez questão de postar no Facebook o seu voto contra a reforma
O deputado federal Tadeu Alencar fez questão de postar no Facebook o seu voto contra a reformaFoto: Reprodução do Facebook

A aprovação do projeto de lei 6787/16, que muda os direitos dos trabalhadores contou com os votos de 16 deputados federais da bancada pernambucana. Dos 25 parlamentares que representam o Estado na Câmara Federal, oito se posicionaram contra as mudanças na legislação e um não votou. A matéria foi aprovada por 296 a favor e 177 contra. Confira como votaram todos os deputados federais do País e, abaixo, mais detalhamente, a votação dos pernambucanos.

A determinação do PSB de fechar questão contra as Reformas Trabalhista e Previdenciária parece não ter surtido muito efeito. Dos seis deputados do partido na bancada pernambucana, três votaram pela aprovação da matéria – João Fernando Coutinho, Fernando Filho (que deixou o Ministério das Minas e Energia para votar) e Marinaldo Rosendo.

Danilo Cabral, Gonzaga Patriota e Tadeu Alencar seguiram a decisão do partido e se colocaram contra a proposta. Tadeu, inclusive, fez questão de registrar no Facebook como votou.

Além de Fernando Filho, outros dois deputados pernambucanos deixaram os ministérios para votar: Mendonça Filho (Educação) e Bruno Araújo (Cidades).

Veja como votaram os pernambucanos:

Votaram pelo SIM

Adalberto Cavalcanti (PTB)
André de Paula (PSD)
Augusto Coutinho (SD)
Betinho Gomes (PSDB)
Bruno Araújo (PSDB)
Carlos Eduardo Cadoca (PDT)
Daniel Coelho (PSDB)
Fernando Coelho Filho (PSB)
Fernando Monteiro (PP)
Jarbas Vasconcelos (PMDB)
João Fernando Coutinho (PSB)
Jorge Côrte Real (PTB)
Kaio Maniçoba (PMDB)
Marinaldo Rosendo (PSB)
Mendonça Filho (DEM)
Ricardo Teobaldo (PTN)

Votaram pelo NÂO

Danilo Cabral (PSB)
Eduardo da Fonte (PP)
Gonzaga Patriota (PSB)
Luciana Santos (PCdoB)
Pastor Eurico (PHS)
Silvio Costa (PTdoB)
Tadeu Alencar (PSB)
Wolney Queiroz (PDT)

Não votou

Zeca Cavalcanti (PTB)

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Professor Lupércio (SD) é prefeito de Olinda
Professor Lupércio (SD) é prefeito de OlindaFoto: Reprodução do Facebook

Próximo de completar quatro meses à frente da Prefeitura de Olinda, Professor Lupércio (SD) foi eleito nesta quarta-feira (26), para u mandato de dois anos, vice-presidente para Cidades Histórias da Frente Nacional de Prefeito (FNP), reunida em Brasília até a próxima sexta-feira.

Quem também assumirá uma vice-presidência setorial no encontro da FNP, só que de Projetos Institucionais, foi o prefeito de Igarassu, Mário Ricardo (PTB), que cumpre o segundo mandato na cidade.

A FNP representante dos municípios e tem o objetivo de buscar políticas de apoio junto ao Governo Federal.

Governador Paulo Câmara
Governador Paulo CâmaraFoto: Aluisio Moreira/SEI

Carol Brito
Da Editoria de Política 

Enquanto gestores ameaçam cortar o ponto de servidores que aderirem a greve geral da próxima sexta-feira (28), o governador Paulo Câmara (PSB) afirmou que não é função de chefe do Executivo "cuidar do ponto dos servidores" e que prioriza a continuidade dos serviços de Segurança e Saúde.

O gestor defendeu o respeito ao Estado Democrático e à liberdade individual de manifestação da população, mas pondera os servidores precisam "ter consciência do seu dever e obrigação".

"Quem cuida do ponto dos servidores são os secretários. Eu espero dos servidores públicos, a consciência do seu dever e sua obrigação", resumiu o administrador, após anúncios na área de Segurança Pública, nesta quarta-feira (26). O governador disse que confia na responsabilidade dos servidores e na manutenção dos serviços.

"A gente tem claramente a convicção de que, nas áreas de Segurança e Saúde, as pessoas que estão nas suas cargas horárias e escalas têm que trabalhar. Não cabe ao governador fiscalizar quem está trabalhando. A gente tem certeza que os servidores são responsáveis e vão manter atendimento ao cidadã", reforçou.

Com um posicionamento em defesa do diálogo em torno das reformas que estão na mira dos protestos, o governador acredita que as manifestações são importantes para influenciar e aprimorar a discussão no Congresso Nacional.

"Manifestações são importantes. Estamos em um Estado Democrático. As pessoas que puderem e tiverem tempo livre e horário de folga devem participar da democracia", opinou.

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