Foram encontrados 273 resultados para "Abril 2018":

Jorge Waquim é filósofo pela Universidade Paris Nanterre e tradutor.
Jorge Waquim é filósofo pela Universidade Paris Nanterre e tradutor.Foto: Divulgação

Por Jorge Waquim*

O que quer o eleitor brasileiro em 2018? Este articulista, como todos interessados na política brasileira, tenta construir em sua cabeça uma imagem do eleitor médio comum neste corrente ano de 2018, o que ele pensa, o que ele quer e espera do próximo presidente do Brasil. Por um lado, tarefa ingrata e difícil, pois é quase impossível saber o que se passa na alma inteira de um povo, de uma nação; por outro, tarefa fácil e até divertida, pois o articulista tem a liberdade de escrever, a sua tribuna é uma página em branco e os seus leitores, se os há, ele próprio não sabe quem são.

Com todas as revelações e prisões pela operação da lava-jato, que não dá sinais de cansaço, com a aparente degradação da situação social, com o aumento da violência e a piora das perspectivas econômica do país, o eleitor quer alguém que demonstre uma certa firmeza no discurso, uma promessa de comando que coloque o país no rumo e, acima de tudo, alguém que pareça ser honesto.

Uma minoria, deve ser uma minoria, demanda uma mudança do rumo democrático e apoia um candidato que propõe soluções antidemocráticas. A maioria, no entanto, quer a continuação da democracia e um nome que pareça corresponder a essa necessidade de mão firme. Nesse cenário, é fácil pensar na figura do outsider, alguém que venha de fora do jogo político e que possa realizar alguma transformação.

Há um certo cansaço do eleitor, fenômeno que não se restringe ao Brasil. O momento é, portanto, propício a um outsider. Ele seria uma espécie de novo começo, de antipolítica, de renovação. Já se tentou um apresentador de televisão, que recuou precocemente. Uma candidatura funcional de um outsider seria uma grande vantagem para um partido.

As pré-candidaturas vão sendo estabelecidas. A contagem vai em mais de 15 pretendentes ao cargo de presidente, de muitos partidos, que vão se posicionando para, se não ganharem, ao menos oferecer apoios no segundo turno e conseguir cargos no governo em 2019.

A grande novidade nesta semana, no entanto, a mais comentada, é sem dúvida o ex-ministro do STF, Joaquim Barbosa e sua candidatura ainda não confirmada. Em uma primeira passagem das sondagens, ele já conseguiu um índice mais alto que certos candidatos de nome na política. A midiatização do STF e o julgamento do mensalão garantiu a ele um reconhecimento nacional. Ele parece ser o outsider perfeito: nunca fez política, demonstrou firmeza, muitas vezes controversa, em sua passagem pelo STF e é visto como honesto. Além disso, faz parte de uma faixa da população que veio de baixo, construindo a figura do que venceu na vida apesar das dificuldades.

No entanto, é preciso lembrar que eleger um presidente forte não é suficiente. A ele será exigido o jogo de cintura, muita negociação e sobretudo que sua mão firme não desça muito rapidamente sobre privilégios já bem estabelecidos. Pois, se o presidente pode representar uma mudança qualquer, o Congresso, a parte do jogo político que mais importa, parece que não vai se renovar muito. O outsider que não tenha costume com o jogo político pode sofrer um processo de exclusão desse jogo, fenômeno que já vimos repetidas vezes no Brasil.

*Jorge Waquim é filósofo pela Universidade Paris Nanterre
Email: [email protected]

Bruno Pereira é prefeito de São Lourenço da Mata
Bruno Pereira é prefeito de São Lourenço da MataFoto: Divulgação

O município de São Lourenço da Mata, na Região Metropolitana do Recife, será a primeira cidade pernambucana a contar com uma Lei Anticorrupção própria. Na última quinta-feira (19), a Câmara de Vereadores aprovou o Projeto de Lei 015/2018, de autoria da Poder Executivo municipal. O prefeito Bruno Pereira aguarda o envio da lei pelo Legislativo para a sanção, o que deve acontecer em até 15 dias.

“É mais uma medida que chega para reforçar nossos mecanismos de controle e a transparência da administração municipal. Precisamos agir com rigor e punir as ilegalidades cometidas contra o patrimônio público, tanto por servidores públicos quanto por fornecedores da prefeitura”, ressalta Pereira.

A lei estabelece mecanismos e procedimentos a serem seguidos pela administração direta e indireta no tocante à responsabilização de atos ilícitos cometidos por pessoa jurídica. A instauração de Processo Administrativo de Responsabilização de Pessoas Jurídicas (PAR-PJ) e, quando for necessário, dos Procedimentos de Averiguação em Sindicância (PAS) ficarão a cargo da Controladoria Geral do Município, que poderá atuar tanto motivada por denúncias dos agentes públicos quanto por iniciativa própria.

Segundo o controlador-geral do município, Felipe Silva, o projeto de lei regulamenta a Lei Federal 12.846 e segue os princípios de accountability e compliance. “Com esta lei será possível apurar e responsabilizar, com multa e proibição de contratar com a administração municipal, a pessoa jurídica que cometer atos ilegítimos e danos ao erário”, explicou. Os recursos arrecadados serão direcionados ao Fundo Municipal de Combate à Corrupção, que financiará as ações de fiscalização e controle.

Além das sanções administrativas e financeiras, as empresas poderão também ser alvo de ações na Justiça, que ficará a cargo da Procuradoria-Geral do Município.

Paulo Rabello de Castro
Paulo Rabello de CastroFoto: Henrique Genecy/Folha de Pernambuco

O economista e pré-candidato à Presidência da República, Paulo Rabello de Castro (PSC), é o convidado desta semana do programa No Cafezinho. Na entrevista, ele falou sobre suas principais plataformas eleitorais e comentou sobre o cenário eleitoral atual. Na ocasião, criticou inclusive a ascensão do ex-ministro do STF, Joaquim Barbosa.

O economista, que comandou o BNDES e o IBGE, ainda no governo Michel Temer, também mandou um recado direto para o governador Paulo Câmara (PSB), sobre a composição da chapa em Pernambuco. No estado, o partido tentar emplacar o deputado estadual André Ferreira como candidato a senador, pela Frente Popular. "É melhor Paulo Câmara se apressar", colocou Paulo Rabello.

Confira a íntegra da entrevista:


O ministro Carlos Marun durante o jantar
O ministro Carlos Marun durante o jantarFoto: Gustavo Gloria/FolhaPE

Presente no Recife para participar do Fórum Empresarial, o articulador político do presidente Michel Temer, o ministro Carlos Marun (Secretaria de Governo) disse que Temer “é o melhor candidato e tem experiência comprovada”. Além disso, falou que o presidente é “vítima de uma grande conspiração, que envolve o corporativismo que sequestrou o Brasil”.

Após se livrar de duas denúncias na Câmara Federal, apresentadas pela Procuradoria Geral da República (PGR), Michel Temer se vê novamente no alvo de investigações, relacionadas a um decreto que teria sido editado para beneficiar empresas que operam no porto de Santos, em troca de propina. Porém, na visão de Marun, a nova crise serve apenas para ofuscar os “bons resultados” obtidos pelo presidente.

Leia também
Candidatura de Barbosa seria aventureira, diz Marun
Amigos de Temer arrecadavam propina no 'quadrilhão', diz denúncia
Pedido de impeachment de Michel Temer é protocolado pela Rede


“O melhor candidato é Temer. Tem experiência comprovada. Já mostrou capacidade no âmbito administrativo e político. Tiramos o país do maior buraco que já foi cavado por aqui, a maior recessão da história, o maior desemprego. Tiramos o Brasil do caos e recolocamos o Brasil no trilho do desenvolvimento. E o comandante dessa obra é o presidente Michel Temer”, colocou, em entrevista coletiva.

Ao comentar sobre a forte rejeição contra o chefe do Executivo, Marun afirmou que a população saberá reconhecer o mérito do governo, na hora adequada. “Temer é vitima de uma grande conspiração, que envolve o corporativismo que sequestrou o Brasil e setores da comunicação da imprensa brasileira, que fazem com que as notícias boas não sejam hoje reconhecidas como conquistas que aconteceram sob o comando de Temer. Então isso gera essa injusta rejeição. Esperamos que até a eleição a população tome conhecimento sobre o que acontece no Brasil e reconheça o grande trabalho de Temer”, disse.

O vereador conta com apoio da cúpula tucana
O vereador conta com apoio da cúpula tucanaFoto: Divulgação

O vereador do Recife, André Régis (PSDB), que irá se candidatar a deputado federal, na eleição deste ano, criticou a demora na decisão sobre o nome que irá encabeçar a chapa de oposição no estado. Em entrevista ao programa Folha Política, nesta sexta-feira (20), ele falou que essa indefinição “beneficia Paulo Câmara (PSB)”.

No primeiro momento, a oposição previa o anúncio do nome que irá concorrer ao governo para o final deste mês. Agora, cogita adiar. “Tenho certeza de que a demora beneficia Paulo Câmara. Acredito que isso não é bom. O quanto antes houver definição para construção de uma campanha sólida, que possa trazer o debate qualitativo para o processo político, seria melhor. Porque não tenho dúvida de que o ciclo do PSB já deveria ter sido encerrado”, colocou André Régis. Porém, ele acha que, mesmo com essa demora, o grupo deve se manter coeso em torno de uma só candidatura. “A frente já avançou demais para que haja retorno ou subdivisão dela. Em uma semana ou duas deve definir”, disse.

Leia também
Oposição dividida sobre definição da chapa
Candidatura de Barbosa seria aventureira, diz Marun
'Não consegui ainda convencer a mim mesmo de que devo ser candidato', diz Barbosa
[Opinião] Planos de Joaquim Barbosa animam oposição em PE


Joaquim Barbosa
Na entrevista, o tucano também criticou a inclusão de Joaquim Barbosa (PSB) na corrida presidencial. “Ele não se sustenta como candidato. Ele foi o ministro do mensalão, que colocou José Dirceu na cadeia. Quando começarem a questionar e ele começar a defender políticos do seu partido, deixa de ser Barbosa. Se não apoiar, deixa de ter elementos para estar no partido”, pontuou.

Ouça a íntegra da entrevista no Podcast Folhape:

Presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann
Presidente nacional do PT, senadora Gleisi HoffmannFoto: Moreira Mariz/Agência Senado

A possibilidade de ser aberto um inquérito para investigar vídeo gravado pela presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), para a TV Al-Jazira gerou reação nas redes sociais. Em tom de deboche, os internautas fizeram trocadilhos com nomes de artistas, com Alceu Valença e Alcione, como reproduziu o site Diário Pernambucano, e até com o ponto do espaguete: "Al dente".

 

Meme brinca com o nome do cantor Almir Rouche

Meme brinca com o nome do cantor Almir Rouche - Crédito: Reprodução/Facebook/Diário Pernambucano

Leia também:
Gleisi grava vídeo em defesa de Lula para a Al Jaazera


Memes

Memes - Crédito: Reprodução/Facebook

No vídeo, a petista faz a defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso desde o último dia 7 de abril na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba. Na gravação, ela afirma que se dirige ao mundo árabe "para denunciar que o ex-presidente Lula é um preso político em nosso País".

A iniciativa da senadora Gleisi Hoffmann foi criticada no plenário da Casa pela colega Ana Amélia (PP-RS). A pepesista subiu à tribuna para acusar a presidente do PT de violar a Lei de Segurança Nacional, ao pedir, no vídeo, que o povo árabe se juntasse à luta em apoio a Lula.

Segundo Ana Amélia, no vídeo, a petista faz uma "exortação ao povo árabe", denigre a imagem de órgãos como o Supremo Tribunal Federal, o Ministério Público. Ainda segundo Ana Amélia, o conteúdo do vídeo poderia ser enquadrado no Artigo 8º da Lei de Segurança Nacional.

O vídeo parece não ter agradado não só parlamentares. Tanto que a Procuradoria-Geral da República (PGR) recebeu pedidos de cidadãos comuns para abrir investigação sobre ele.

O conteúdo da gravação gerou embates entre parlamentares da base e da oposição. Ana Amélia chegou a discutir com Gleisi no plenário da Casa. As declarações da petista renderam protocolos de processo por suposta quebra de decoro parlamentar e distribuição de fake news nas redes sociais.

   Reação

Por meio do Facebook, a pré-candidata à Presidência Manuela D'Ávila (PCdoB) ironizou a senadora Ana Amélia pelas críticas feitas a Gleisi Hoffmann. "Quando uma senadora cria fake news... só resta comer um Al Fajor mesmo", brincou a deputada fazendo referência ao doce argentino. "Mais algum? Vergonha do desconhecimento e ignorância da senadora Ana Amélia!", declarou.

Bruno Araújo (PSDB) no 17º Fórum Empresarial Lide
Bruno Araújo (PSDB) no 17º Fórum Empresarial LideFoto: Anderson Stevens/Folha de Pernambuco

Presente no 17º Fórum Empresarial Lide, que reúne três presidenciáveis no Paiva, nesta sexta-feira (20), o deputado federal Bruno Araújo (PSDB) ironizou a aposentadoria e a pré-candidatura de Joaquim Barbosa (PSB) à Presidência da República. Questionado se o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) preocupa com a possibilidade de tirar votos da esquerda e da direita, o tucano afirmou que quanto mais candidatos se colocarem, melhor para a democracia. No entanto, Araújo lembrou da saída do ex-ministro da Suprema Corte.

“Quanto mais candidatos presidenciais, quanto mais brasileiros com disposição de se colocar como alternativa, melhor para a democracia. É aquilo que eu disse, tem que ir pro debate e ir pro embate. Joaquim Barbosa foi um importante ministro do Supremo Tribunal Federal que se aposentou 11 anos antes do tempo por problema de saúde. E agora ficou bom, pode ser candidato a presidente da República na eleição presidencial e ser presidente”, declarou Bruno Araújo. A aposentadoria de Joaquim Barbosa foi publicada no Diário Oficial da União no dia 31 de julho de 2014.

Segundo ele, “as pessoas vão pro debate”. “Agora ter que colocar a cara e explicar todas as dúvidas que a sociedade tiver sobre qualquer tema”, continuou. Lembrado sobre as dores nas costas frequentes sentidas por Barbosa, Bruno Araújo soltou: “Imagine uma eleição presidencial”.

Quando atuava como ministro, não era raro ver o ex-presidente da Corte ficar de pé durante os julgamentos na tentativa de aliviar as dores nas costas.

Com informações de Marcelo Montanini, da Folha de Pernambuco.

Senador Álvaro Dias (Podemos) participa do 17º Fórum Empresarial Lide
Senador Álvaro Dias (Podemos) participa do 17º Fórum Empresarial LideFoto: Anderson Stevens/Folha de Pernambuco

Pré-candidato à Presidência da República pelo Podemos, o senador Álvaro Dias afirmou, nesta sexta-feira (20), que a polarização entre o PT e o PSDB no Brasil “já foi pro espaço”. Para ele, as duas legendas são extremamente rejeitadas. Na opinião do presidenciável, no País, não existem partidos de verdade, mas siglas para registros de candidaturas. O parlamentar está em Pernambuco, onde participa do 17º Fórum Empresarial Lide, no Sheraton Reserva do Paiva, no Cabo de Santo Agostinho.

“Eu acho que são dois partidos que são extremamente rejeitados. A opinião pública tem a leitura de que o quadro partidário brasileiro apodreceu. Nós não temos partidos de verdade no Brasil, nós temos siglas para registros de candidaturas. Aliás, temos uma fábrica de siglas alimentada pelo Fundo Partidário, que é o grande estímulo para o surgimento de siglas”, avaliou Dias.

Para o presidenciável, por este motivo, há uma rejeição as siglas históricas mais conhecidas. “As grandes siglas estão sendo rejeitadas hoje pela população do País que busca novas alternativas”, disse.

   Negociações

Sobre as negociações do partido em Pernambuco, que integra o bloco de oposição ao governador Paulo Câmara (PSB), Álvaro Dias afirmou que cabe às lideranças locais definir o quadro. “Nós que chegamos até aqui, obviamente, queremos participar do processo eleitoral, mas essa fase de definição da composição de chapa não nos cabe interferência. Obviamente que se meu partido puder ter um representantes na chapa majoritária será muito bom”, disse. No Estado, o advogado Antônio Campos (Podemos), que disputou a Prefeitura de Olinda, pode pleitear uma vaga ao Senado.

Com informações de Marcelo Montanini, da Folha de Pernambuco.

Prefeito Geraldo Julio (PSB)
Prefeito Geraldo Julio (PSB)Foto: Anderson Stevens/Folha de Pernambuco

No dia seguinte após participar de reunião do PSB Nacional, em Brasília, o prefeito do Recife, Geraldo Julio, afirmou que "há uma clareza muito grande, transparência muito grande tanto do ministro (Joaquim Barbosa) quanto do partido de que a filiação não vincula candidatura, nem por parte dele nem por parte do partido". O gestor participa do 17º Fórum Empresarial Lide, que acontece no Sheraton Reserva do Paiva, no Cabo de Santo Agostinho, nesta sexta-feira (20).

Leia também:
Barbosa: confundiu mais do que esclareceu


"Acho que há uma clareza muito grande, transparência muito grande tanto do ministro quanto do partido de que a filiação não vincula candidatura, nem por parte dele nem por parte do partido, mas a filiação viabiliza que as conversas venham a acontecer e uma decisão possa vir a ser tomada em algum tempo, que não há definição para isso", afirmou o prefeito.

A avaliação de Geraldo Julio foi feita após a participação de Joaquim Barbosa de encontro com correligionários. O ex-ministro trocou a animação em relação à pesquisa Datafolha pela hesitação. Barbosa deixou uma incógnita sobre a possibilidade de disputar a sucessão presidencial.

Com informações de Marcelo Montanini, da Folha de Pernambuco.

Luís Fernando Furlan, chairman do Lide, fez a abertura do 17º Fórum Empresarial Lide
Luís Fernando Furlan, chairman do Lide, fez a abertura do 17º Fórum Empresarial LideFoto: Anderson Stevens/Folha de Pernambuco

Três presidenciáveis se reúnem, na manhã desta sexta-feira (20), no Paiva, para participar do 17º Fórum Empresarial Lide. Flávio Rocha (PRB), Paulo Rabello de Castro (PSC) e Álvaro Dias (Podemos) estão na programação de palestras que debaterão sobre economia, gestão empresarial, política e responsabilidade social.

A abertura do evento foi feita pelo chairman do Lide, Luís Fernando Furlan, que, ao iniciar sua fala, fez uma brincadeira com a situação do País. "Vejo algumas caras conhecidas, pessoas sorridentes... parece até que estamos em outro País", disse.

Leia também:
Dias: no Brasil, temos siglas para registros de candidaturas


De Pernambuco, marcam presença o senador Armando Monteiro Neto (PTB), os deputados federais Bruno Araújo (PSDB) e Mendonça Filho (DEM), os deputados estaduais Silvio Costa Filho (PRB) e Ossésio Silva, além do prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB), e o ex-governador João Lyra Neto (PSDB).

Álvaro Dias

Álvaro Dias - Foto: Anderson Stevens/Folha de Pernambuco

Também participam do evento os ministros Alexandre Baldy (Cidades/PP), Carlos Marun (Secretaria de Governo/MDB), Rossieli Soares Silva (Educação) e Marcos Jorge (Indústria, Comércio exterior e Serviços).

Com informações de Marcelo Montanini, da Folha de Pernambuco.

assuntos

comece o dia bem informado: