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Mobilidade urbana
Mobilidade urbanaFoto: Wikimedia Commons

A Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) e a Associação de Engenheiros Civis de Pernambuco (Abencipe) promove, no dia 30 de maio, o seminário regional sobre mobilidade urbana nos municípios. O evento acontece das 9h às 13h, na sede da Amupe.

O evento é voltado para gestores públicos municipais e respectivos responsáveis pelos serviços de trânsito. O seminário terá palestras técnicas de especialistas no assunto e uma apresentação sobre tecnologias de gestão de tráfego.

Confira a programação:

09h-09h15 – Abertura
09h15-09h30 – Deslocamento a pé
Arquiteto Francisco Cunha – sócio da TGI e especialista em mobilidade

09h30-09h45 – Cidades do futuro
Engenheiro Cláudio Marinho

09h45-10h – Faixas exclusivas para ônibus
Empresário Paulo Júnior (Rodoviária Caxangá) – convidado

10h-10h15 – Planos de contingência para o trânsito nas cidades
Engenheiro Stênio Cuentro presidente da ABENC/PE, especialista em mobilidade e trânsito, ex-diretor de operações do DER/PE, ex-diretor de engenharia de tráfego do DETRAN/PE

10h15-10h30 – Evolução da implantação das ações de mobilidade na RMR – Jornalista Roberta Soares (titular da coluna de trânsito do Jornal do Comercio)

10h30-10h45 – Elaboração de projetos para captação de recursos
Engenheiro Adriano Lucena – Diretor Geral da MÚTUA/PE, empresário e consultor de empresas

10h45-11h – Intervalo

Exposição técnicas e Palestra

11h-11h20 – DIGICON/SINALVIDA – Semáforos inteligentes a serviço da segurança e da vida.

11h20-11h40 – LEVEL 33 – Soluções para gestão e operação do trânsito.

11h40-12h – MÚTUA – Caixa de Assistência dos Profissionais do Sistema CONFEA/CREA.

12h-13h - DEBATES
Geraldo Julio (PSB) – Prefeito do Recife
Anderson Ferreira (PR) – Prefeito de Jaboatão dos Guararapes
Cacildo de Medeiros – Superintendente do DNIT
José Patriota (PSB) – Presidente da Amupe e prefeito de Afogados da Ingazeira
Stênio Cuentro – Presidente da ABENC/PE

Cinema São Luiz fechado
Cinema São Luiz fechadoFoto: André Nery/ Arquivo Folha

O Comitê Cultural Lula Livre em Pernambuco realiza, nesta terça-feira (22), um debate com a participação do secretário nacional de Cultura do PT, Márcio Tavares, a secretária de Cultura do PT-PE, Teresa Huang, além de Lindivaldo Júnior Afro e Clarice Andrade, integrantes da organização. A conversa ocorrerá após a exibição do filme “O Processo”, dirigindo por Maria Augusta Ramos.

O Processo, que entrou em cartaz no último dia 17, narra os bastidores do impeachment de Dilma Rousseff (PT). Na pauta do debate da noite, no cinema São Luiz, entram os dois anos do ocorrido, seus efeitos e as perspectivas para o futuro. O documentário já contabiliza prêmios internacionais, entre eles no festival de cinema Berlim, em Portugal e na Suíça.

“Recife é uma referência política e cultural para o País e o cinema São Luiz é um espaço histórico de exibição de cinema, é um espaço de resistência como um dos últimos cinemas de rua, por isso fazer essa exibição de O Processo é algo profundamente simbólico em um momento em que vivemos os dois anos do golpe de 2016”, afirma o secretário nacional de cultura do PT, Márcio Tavares.

“O filme trata do processo que culminou com o golpe político/jurídico/midiático de 2016. Em 2018, a população brasileira vem sofrendo os efeitos perversos do aprofundamento do golpe. Direitos retirados, intolerância incentivada e censura aplicada são parte desse aprofundamento. A perseguição e prisão de Lula, a morte de Marielle Franco, a perseguição aos dirigentes políticos e dos movimentos sociais demonstram a necessidade de resistir de todas as formas a esse período nefasto da história", destaca Teresa Huang.

Para Márcio Tavares, a arte é uma forma de fazer conhecer por distintas perspectivas as questões sociais e políticas. E o cinema permitiria uma apreciação sensível da realidade.

Deputado federal Danilo Cabral (PSB) é contra a privatização da Eletrobrás
Deputado federal Danilo Cabral (PSB) é contra a privatização da EletrobrásFoto: Divulgação

O deputado federal Danilo Cabral (PSB) apresentou emendas ao texto do relator do projeto de lei que trata da privatização da Eletrobrás (PL9463/18), José Carlos Aleluia (DEM-BA). As emendas tratam especialmente da Companhia Hidrelétrica do Rio São Francisco (Chesf). As proposições apresentadas questionam o texto do relator, propondo a retirada da Chesf do processo de privatização.

Uma das proposições também expressa a preocupação de Danilo com o uso múltiplo das águas, especialmente no processo de transposição do Rio São Francisco. Em caso de uma eventual privatização, a emenda solicita uma vazão mínima de água de 136 m³ por segundo, 24 horas por dia, em busca de garantir a transposição. “Vamos solicitar que seja assegurada uma vazão suficiente para que o projeto tenha continuidade”, explica o parlamentar.

O deputado federal também reapresentou a proposição que solicita que a privatização só aconteça mediante a aprovação da medida por meio de referendo popular.

Danilo Cabral, que também é presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Chesf, acredita que o relatório apresentado agride a transposição do rio, que deverá desempenhar um papel cada vez mais relevante para o desenvolvimento regional, através do uso múltiplo de sua água. “A Companhia se apresenta como uma das maiores empresas do País, com um robusto sistema de transmissão e um projeto de integração que assegura a oferta de água, até 2025 para 12 milhões de habitantes do Nordeste. Tudo isso relatado está ameaçado com a privatização da Eletrobrás”, afirma o parlamentar.

Os deputados da oposição também estão em obstrução para impedir a aprovação da Medida Provisória 814, que também trata da Eletrobrás e suas subsidiárias. A medida está na pauta do plenário esta semana, embora, segundo o deputado, haverá forte resistência.

Ciro Gomes (PDT)
Ciro Gomes (PDT)Foto: Nacho Doce

O pré-candidato à Presidência da República ex-ministro Ciro Gomes (PDT) acenou, nesta segunda-feira (21), em sabatina realizada pelo UOL/SBT/Folha de S. Paulo, para o PSB, o qual classificou como “parceiro preferencial”. PDT e PSB voltaram a dialogar na última semana, após a desistência do ex-ministro Joaquim Barbosa (PSB) de disputar o Palácio do Planalto. “Voltamos a conversar com o nosso parceiro preferencial que é o PSB”, disse. O pedetista também sinalizou para uma “aliança orgânica” com o PCdoB.

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Os presidentes nacionais do PDT, Carlos Lupi, e do PSB, Carlos Siqueira, retomaram as conversas na última semana. Os pedetistas já declararam que os socialistas são aliados prioritários e, inclusive, a vaga de vice na chapa de Ciro teria sido colocada na mesa. Os socialistas, todavia, vêm conversando bilateralmente com os demais partidos de centro-esquerda e estão avaliando internamente, com os diversos setores, qual destino seguir. Entretanto, a reunião da Executiva ainda não foi marcada.

Diante disso, o ex-prefeito de Belo Horizonte Márcio Lacerda (PSB) é visto como um potencial vice de Ciro Gomes. Lacerda tem se colocado em Minas Gerais como postulantes e, caso ele ocupe esta vaga, PT e PSB ficam com caminho livre para negociar acordo no estado para apoiar a reeleição do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT). O PT, por sua vez, apoiaria a reeleição do governador Paulo Câmara em Pernambuco.

Os socialistas observam as declarações dos pedetistas com prudência, embora, nos bastidores, ele seja a aliança preferencial do partido entre os candidatos de centro-esquerda. O líder do PSB na Câmara, deputado Julio Delgado (MG), ponderou que muitos partidos estão de olho no espólio do PSB e, por isso, a sigla precisa ter prudência. “Ele (Ciro) demonstrou o seu desejo e, se o fizer, consolida-se para buscar outros partidos. Pode abrir a porta para novas alianças”, disse o mineiro. Delgado, contudo, não é defensor da aliança em Minas.

Segundo o deputado federal Danilo Cabral (PSB-PE), depois da desistência de Barbosa, o “PSB tornou-se a noiva desejada das eleições”. “É o maior partido do campo político da centro-esquerda, que governa para mais brasileiros e que tem uma presença nacional. Além disso, disputaremos eleições com candidatos a governador, com chances reais de vitória em dez estados. Logo, é natural que Ciro, como outros partidos de esquerda, desejem nos ter como aliado preferencial”, avaliou.

A articulação está nas mãos de Siqueira, que não atendeu as ligações. O partido tem sido cortejado por diversos aliados. O PT, inclusive, vem pedindo aos socialistas um preço alto pelas alianças - manifestar apoio à candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O PCdoB, por sua vez, mantém a postulação da deputada Manuela D'Ávila (RS), mas não descarta aliança no primeiro turno.

Bruno Araújo (PSDB), que vai concorrer à Câmara, articula indicação
Bruno Araújo (PSDB), que vai concorrer à Câmara, articula indicaçãoFoto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Diante da resignação do ex-ministro das Cidades, Bruno Araújo, em disputar a reeleição à Câmara dos Deputados, o PSDB deverá disputar a vaga de vice-governador no palanque das oposições - que já dá como certos os nomes de Armando Monteiro (PTB) e Mendonça Filho (DEM). O provável vice de Armando é o ex-prefeito de Petrolina, Guilherme Coelho (PSDB), que ocuparia o espaço pelo critério geográfico, com o objetivo de tornar a chapa mais plural. A indicação de Guilherme - que é primo do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB) - contemplaria, a um só tempo, os tucanos e a força política do Sertão do São Francisco.

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A desistência de Bruno de disputar a chapa majoritária foi confirmada por um integrante do conjunto, em reserva. Atuando como interlocutor do partido na frente, ele abre espaço para outros nomes da legenda como Guilherme Coelho (seu suplente na Câmara e defensor dos interesses do ex-ministro), os ex-governadores João Lyra Neto e Joaquim Francisco (que têm atuado junto à cúpula das oposições), além do vereador do Recife, André Régis (com perfil mais técnico).

João Lyra alega que esse assunto ainda não foi discutido, tendo como previsto apenas os anúncios de Armando e Mendonça. "Teremos o primeiro anúncio na próxima segunda e o resto depende da composição dos partidos, a partir dos nomes apresentados", esclarece o ex-governador. No PSDB, também não se fala abertamente em nomes para concorrer à vaga de vice.

Tendo descartado disputar a Câmara, Lyra ainda vislumbra concorrer ao Senado pelo PSDB, mas nos bastidores, fala-se que o companheiro de Mendonça deve vir de fora da frente "Pernambuco Quer Mudar", possivelmente o deputado governista André Ferreira (PSC) - caso não seja contemplado na Frente Popular. Esse espaço, em último caso, ficaria com Silvio Costa (Avante), se a candidatura da vereadora Marília Arraes (PT) não acontecer.

Guilherme Coelho (PSDB) já fala em diminuir diferenças e transformar Sertão

Guilherme Coelho (PSDB) já fala em diminuir diferenças e transformar Sertão - Crédito: Divulgação

Assim, o PSDB estaria contemplado na vice e Guilherme Coelho seria o nome indicado. "Me honra muito (ser cogitado para a vice). Já fui duas vezes prefeito de Petrolina, a gente tem uma atuação muito forte de deputado federal, uma atuação muito forte no Sertão e eu penso que essas chapas têm que ser, cada vez mais, distribuídas regionalmente", avalia Coelho.

João Lyra poderia ser uma opção regional de vice, representando Caruaru, mas o ex-governador aparentemente não deseja ocupar esse espaço. Já Régis estaria empenhado na eleição para deputado federal, inclusive com a pré-campanha na rua. Nesse sentido, Guilherme joga para Bruno que, na condição de presidente do PSDB-PE, tem a responsabilidade de conduzir o processo. "A gente tem uma tradição política aqui de família. Ao longo desses anos todos a gente se dedica a transformar o Sertão e eu vejo que é preciso diminuir as diferenças no Estado", pontua o ex-prefeito, em tom de animação.

Júlio Lóssio é ex-prefeito do município de Petrolina
Júlio Lóssio é ex-prefeito do município de PetrolinaFoto: Alfeu Tavares/Folha de Pernambuco

Pré-candidato a governador pela Rede, o ex-prefeito de Petrolina, Júlio Lóssio, afirmou que a política no estado passa por uma “esquizofrenia”. Na sua visão, as composições eleitorais que se desenham, tanto na Frente Popular como na oposição, carregam contradições graves, que serão exploradas durante o período de campanha. Por isso, mantém sua postulação, pois acredita que ela é a única que consegue manter certa coerência, dentro do cenário atual.

“Estamos vivendo uma esquizofrenia política em Pernambuco. É uma verdadeira loucura. Depois da morte de Eduardo Campos, o PSB perdeu um pouco o rumo. Tem história de centro esquerda, mas na eleição votou no PSDB e estava durante anos aliado aos tucanos e ao DEM. O PSB também ajudou a derrubar Dilma, o que foi um grande equívoco, mas agora quer voltar atrás. Realmente, quando a gente erra, quer pedir desculpas”, colocou, em entrevista ao Programa Folha Política, desta segunda (21).

Da mesma forma, Lóssio considera que o bloco oposicionista, liderado pelo senador Armando Monteiro (PTB) tem feito escolhas “equivocadas”. “Na última eleição, votei em Armando. Mas acho que ele fez um caminho equivocado, nessa escolha de alinhamento mais com a direita, com DEM e PSDB. Algumas pessoas chamam essa aliança de ‘Pernambuco quer voltar’. Eles estavam com Eduardo o tempo todo. Eu posso até criticar o PSB, porque nunca estive com eles. Mas, como o povo que foi eleito com Eduardo e participou do governo, chaleirou Eduardo, agora se considera com autoridade para criticar o governo? Um governo não fica ruim do dia para noite, é construído a cada dia”, destacou.

Marília
Segundo o ex-prefeito, a possível retirada da candidatura da vereadora Marília Arraes (PT) ao governo é “ruim para a democracia”. “Marina Silva, inclusive usa muito a frase ‘quanto mais estrela no céu, mais iluminado fica o caminho’. Então era bom ter eu Marília, Paulo Câmara, Armando Monteiro, Fernando Filho, Mendonça Filho e Bruno Araújo. Todos candidatos ao governo. Porque no segundo turno iríamos nos compor com quem entendemos que está mais de acordo com o que a gente pensa. O segundo turno existe para isso”, frisou.

Confira a íntegra da entrevista no Podcast Folhape:

Luciana Santos (PCdoB)
Luciana Santos (PCdoB)Foto: Divulgação

Defensora da Eletrobrás, a deputada federal Luciana Santos (PCdoB) se reúne, nesta terça-feira (22), com o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) José Múcio, logo que desembarcar em Brasília. A parlamentar pretende conversar sobre a análise do edital de privatização das distribuidoras da Eletrobrás que está sendo feito pelo órgão.

A análise deve ser concluída nas próximas semanas, e o assunto voltará a ser debatido em plenário do TCU. Para Luciana, a privatização pode trazer prejuízos bilionários à companhia, uma vez que a assunção de dívidas da ordem de mais de R$ 11 bilhões viola inequivocamente as disposições da Lei das S.A.

“A privatização destas distribuidoras afronta o interesse social da Companhia, colocando em risco a manutenção das suas atividades diante de uma conta insanável; gera prejuízo ao interesse dos sócios minoritários; e, principalmente, prejudica o interesse público uma vez que a decisão afeta diretamente a continuidade do serviço público prestado”, afirma a deputada, que já entrou com ação judicial para impedir a medida.

Ainda segundo Luciana Santos, “a tentativa de venda das distribuidoras é uma estratégia para fragilizar a Eletrobrás”. “Essas distribuidoras abastecem algumas das regiões mais pobres do País, regiões que dependem de um conjunto de políticas públicas adequadas à diversidade e oportunidades locais”, explicou. “Vale lembrar que os estados do Norte e Nordeste têm grande parte de residências contempladas pelo Programa Luz Para Todos, e isso não foi considerado nas análises contábeis da proposta de modelagem das empresas”, continuou.

Podem ser privatizadas a Eletroacre (Companhia de Eletricidade do Acre), a Ceron (Centrais Elétricas de Rondônia), a Boa Vista Energia, a Amazonas Energia, a Cepisa (Companhia Energética do Piauí) e a Ceal (Companhia Energética de Alagoas). A Eletrobrás assumirá as dívidas das empresas, no valor de R$ 11,2 bilhões, e os encargos, de R$ 8,5 bilhões, referentes a créditos e obrigações com a CDE (Conta de Desenvolvimento Energético) e a CCC (Conta de Consumo de Combustíveis).

Marina Silva
Marina SilvaFoto: Elza Fiuza/Agência Brasil

Enquanto a centro-esquerda e a centro-direita pensam em unificar suas candidaturas, para impedir o crescimento de nomes como o de Jair Bolsonaro, a pré-candidata à Presidência, Marina Silva (Rede), trabalha para superar a polarização política atual. Convidada como palestrante do Colab Gov. Summit, evento promovido pela rede social Colab, nesta terça (22) e quarta (23) e quinta (24), ela propôs “desfulanizar” e “despartidarizar” as conquistas dos governos anteriores, para avançar no desenvolvimento de políticas públicas eficientes.

"É preciso quebrar a velha visão de fulanizar conquistas e de partidarizá-las. Quando as coisas vão sendo apropriadas pelo conjunto da sociedade, elas se transformam em direitos. As conquistas devem ser institucionalizadas e não fulanizadas", afirmou a pré-candidata.

Para isso, na sua visão, é necessário aumentar a participação popular e o uso da tecnologia, por meio de pesquisas, estudos e inovações realizadas pelo próprio cidadão. "Conheci recentemente lá em Minas Gerais um grupo que desenvolveu uma espécie de placa solar de garrafa pet, com custo muito baixo e uma grande capacidade de geração de energia em pequenas comunidades. Isso é uma forma de democracia! A democracia do conhecimento, da tecnologia e da inovação", revela Marina.

Na opinião da candidata, o Estado deveria sair da função de “provedor”, aquele que disponibiliza todos os recursos à sociedade, e regulador, cuja função é regular o mercado e a economia como um todo. No lugar destes dois modelos, ela propõe a ideia de um 'Estado Mobilizador', "capaz de mobilizar o setor público, que é a própria ação do governo e o setor privado pela dinâmica produtiva social, inventiva e empreendedora. É um modelo que comporte as diferentes dinâmicas da sociedade".

Marina também acredita que a transparência seria a solução para diversos problemas existentes na política. "O grande Cavalo de Tróia da gestão pública é a transparência. É ela que evita a corrupção, a centralização (do poder) e faz com que a gente crie uma dinâmica de avaliar o desempenho tanto de pessoas, como de projetos. Isso é algo que dá um resultado enorme, criando uma base de apoio para que as políticas públicas sejam continuadas".

Colab Gov Summit

O evento ocorrerá nos dias 22, 23 e 24 de maio. Serão três dias completos de conhecimento compartilhado nos mesmos moldes de um congresso ao vivo, porém com o conforto digital e alcance nacional. Reunir 40 nomes de peso num único congresso não é tarefa fácil. Por ser on-line, o evento consegue juntar nomes das mais diversas visões políticas, de Marina Silva a Flávio Rocha, especialistas do Direito Administrativo como Carlos Ari Sundfeld, ou André Barrence, Diretor do GoogleCampus que falará sobre Inteligência Artificial para Governos.

Confira a programação completa das palestras oferecidas pelo Colab Gov. Summit:

O ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF)
O ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF)Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, retirou mais uma investigação contra o ex-presidente Lula das mãos do juiz Sergio Moro. O caso, que trata de possíveis irregularidades praticadas pelos marqueteiros João Santana e Mônica Moura, no recebimento de valores em campanhas eleitorais na Venezuela, será apurado pela Justiça Federal do Distrito Federal. A decisão foi obtida através de agravo regimental apresentado pelo advogado pernambucano Ademar Rigueira, defensor do jornalista Franklin Martins, citado na delação do casal de marqueteiros.

Inicialmente, a petição da defesa resgata o envio do processo à Justiça de Curitiba, no ano passado. O documento cita, inclusive, trechos da delação que dizem respeito às transferências feitas “por fora”, ou seja, via caixa dois, para a campanha presidencial de Hugo Chaves, em 2012. Lula, neste caso, teria pedido a participação de João Santana na campanha do venezuelano que, segundo os delatores, transferiu um total de US$ 35 milhões ao casal, através da offshore Shellbill. Reeleito neste domingo (20), o presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, teria ficado responsável por pagar US$ 23.000.000,00 diretamente ao casal, na época, de acordo com os colaboradores.

Neste contexto, Franklin Martins teria sido contratado pelo partido venezuelano para a "elaboração da parte de internet da campanha". Segundo Mônica, o pagamento ao ex-ministro da Secretaria de Comunicação Social, durante o mandato de Lula, também foi feito via caixa dois. A delação diz ainda que parte do dinheiro vivo recebido pela marqueteira era repassado a Mônica Monteiro, mulher do jornalista.

Porém, para o advogado Ademar Rigueira, o caso não pode ser tratado pelo juiz Sergio Moro, pois não tem relação direta com prejuízos à Petrobras. “Mais uma vez se reconhece o equívoco nas remessas dos autos à Operação Lava Jato. As regras de competência trazidas pela lei demonstram que nem tudo deve ir para o juiz Sérgio Moro. A defesa demonstrou, para além de qualquer dúvida, que os supostos fatos não envolviam, sequer indiretamente, a Petrobras", colocou o advogado.

Confira a íntegra do agravo regimental:

Paulo Câmara (PSB) inaugurou obras em Jaqueira
Paulo Câmara (PSB) inaugurou obras em JaqueiraFoto: Aluisio Moreira/SEI

Após participar de agenda em São Benedito do Sul, na Mata Sul do Estado, o governador Paulo Câmara (PSB) fez entregas no município de Jaqueira, na mesma região. Entre elas, a da nova sede da Prefeitura Municipal, que contou com recursos do Fundo Estadual de Apoio do Desenvolvimento Municipal (FEM). Na ocasião, o gestor também deu por inaugurada a nova quadra poliesportiva coberta da Escola de Referência em Ensino Médio Miguel Pellegrino, e entregou um ônibus para uso escolar no município.

"Temos a satisfação de inaugurar esse prédio bonito, a nova sede da Prefeitura Municipal, que vai atuar com vários serviços, ajudando muito a vida de quem demanda serviços à prefeitura e quer ter acesso ao seu prefeito. Parabéns ao município pela forma como fizeram esse prédio. Uma obra que contou com recursos do FEM e que com certeza vai dar condições melhores para a prefeitura e para toda a população aqui de Jaqueira", destacou Paulo Câmara.

A nova sede da prefeitura foi instalada no prédio do antigo Clube Municipal e contou com um aporte de R$ 603 mil.

A nova quadra coberta da EREM Miguel Pellegrino, construída através do Programa Quadra Viva, conta com uma área total de 627 metros quadrados, com estrutura em arco metálico e dimensões de 19 x 33 metros. O investimento da obra foi na ordem de R$ 223 mil. Na ocasião, também foi entregue um ônibus escolar adaptado para atender aos estudantes portadores de necessidades especiais da região.

De acordo com o secretário estadual de Educação, Fred Amâncio, até o final deste ano, serão entregues um total de 200 quadras em diversas regiões do Estado. “O Programa Quadra Viva tem em seu planejamento a construção de 200 quadras cobertas em escolas. Nós já entregamos mais de 50 quadras, como é o caso da Miguel Pellegrino. Temos ainda, nesse momento, 70 quadras em construção. E até o final do ano, a gente vai finalizar com mais 80 quadras, totalizando esse conjunto de 200 quadras cobertas espalhadas pelas diversas regiões do Estado. Um equipamento importante, não só para as práticas esportivas, mas também para atividades culturais da escola e também como um espaço de convivência dos estudantes", disse.

Participaram do ato o deputado federal João Fernando Coutinho (PROS); os deputados estaduais Simone Santana (PSB) e Aluísio Lessa (PSB); os secretários executivos Marcelo Canuto (Casa Civil) e Adilson Filho (Planejamento e Gestão); os prefeitos Marivaldo Andrade (Jaqueira), Josibias Cavanvalti (Catende), Altair Júnior (Palmares), Marcello Maranhão (Ribeirão), Juninho Amorim (São Benedito do Sul), Agnaldo Inácio (Jurema), Luiz Aroldo (Águas Belas); e o vice-prefeito de Jaqueira, Luiz Henrique.

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