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Marilia Arraes é pré-candidata ao Governo do Estado
Marilia Arraes é pré-candidata ao Governo do EstadoFoto: Bruno Campos/Divulgação

A tendência positiva da vereadora Marília Arraes (PT) nas recentes sondagens para o governo do Estado têm colocado em dúvida as negociações de aliança entre PT e PSB em torno da reeleição do governador Paulo Câmara. O adiamento dessa definição para o fim de julho, inclusive, é visto como uma tentativa de contornar o vulto que a vereadora ganhou após as suas andanças do Sertão à capital.

Além do senador Armando Monteiro (PTB), oficializado pré-candidato, Marília é o único nome viável, segundo analistas, e precisa cair em campo de imediato, se o PT quiser alcançar protagonismo no cenário local. Mas contra a petista, pesam o desconhecimento e a falta de estrutura para obter palanques nos municípios.

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A cientista política Priscila Lapa pondera que é necessário observar a tendência de Marília nas próximas pesquisas para confirmar a consolidação do nome da vereadora na corrida para o Executivo estadual. "Ela não é uma candidata com imagem ruim. Tem uma imagem leve, tem os requisitos que as pessoas procuram ultimamente nesse desejo de renovação. Não associam o nome dela com corrupção, apesar de ela estar no PT, que tem uma imagem desgastada nesse sentido", avalia.

A analista aponta que a herança familiar proporcionada pelo avô Miguel Arraes tem um peso especial na disputa, mas não é a variável determinante. "Ao se distanciar do PSB em 2014, ela teve uma postura coerente, cresceu politicamente, ganhou visibilidade. Faz um discurso coerente, o seu rompimento foi programático, ao afirmar que não concordava com a forma como o partido vinha conduzindo a gestão. Além disso, ela teria consistência de chegar ao eleitor decepcionado com a gestão de Paulo Câmara, sem necessariamente dar uma guinada à direita, como é o caso de Armando, que tem DEM e PSDB como aliados", considera a professora.

O cientista político Elton Gomes, por sua vez, pondera que a visão nacional deverá prevalecer no debate entre lançar Marília ou se aliar ao PSB. A aproximação do PT com o PSB, em Pernambuco, será refletida em outros estados, como Minas Gerais (Fernando Pimentel, do PT) e São Paulo (Márcio França, do PSB), onde esses partidos disputam o Executivo estadual com chance de vencer. A divisão, nesse caso, poderia favorecer candidatos do espectro oposto, como é o caso do senador Antonio Anastasia (PSDB), em Minas, e do ex-prefeito de São Paulo, João Dória (PSDB), pré-candidato ao governo paulista.

Sobre os ombros da direção nacional do PT ainda pesa a responsabilidade de pelo menos manter a bancada eleita em 2014, com 70 deputados. Hoje o partido tem 61 deputados federais. Segundo as regras vigentes, a sigla receberá cerca de R$ 200 milhões do fundo eleitoral. Esse número de parlamentares é fundamental para assegurar tal estrutura de recursos de orçamento que permite aos petistas um pesado financiamento. Só que há uma perspectiva de redução da bancada, já que a legenda reduziu pela metade o número de prefeitos na eleição de 2016. Nesse sentido, uma estratégia mais competitiva passa essencialmente pela eleição proporcional.

Elton pontua que o governador Paulo Câmara, atualmente, detém a maior coalizão de partidos, o que gera maior tempo de televisão e maior estrutura de prefeitos. "A tendência é que quando começar a campanha real, tendo mais tempo de TV e com a campanha mais curta, Paulo se distancie dos outros competidores. Teremos a reedição do embate de 2014, entre Paulo e Armando. Bancar a candidatura de Marília ao governo teria um custo muito alto para o PT, que necessita de bancada federal para manter os recursos partidários", apostou o especialista.

Na visão do cientista político Leon Victor de Queiroz, o PT é um partido que concentra o poder de decisão nas mãos do diretório nacional, o qual já demonstrou interesse na política de alianças. "Nesse caso, não adianta a força dela, o quanto ela tá mobilizando e se tá bem colocada. O diretório nacional está pensando em fortalecer a bancada. Pensando logicamente, é a nacional que deve decidir a estratégia, porque unifica o programa do partido. Decidir nos estados é uma lógica inversa, que não é bom nacionalmente, não ajuda o partido", verifica.

Mauricio e Iasmin usam o vermelho e afirmam: não somos da galera do “pato amarelo”
Mauricio e Iasmin usam o vermelho e afirmam: não somos da galera do “pato amarelo”Foto: Arthur de Souza/Folha de Pernambuco

A camisa amarela da seleção brasileira, com o ícone da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) no peito, sempre esteve no imaginário dos torcedores como um símbolo de orgulho da "Canarinha". As cinco estrelas sobre o escudo remetem à trajetória da mais exitosa das seleções nas Copas do Mundo. Entretanto, enquanto símbolo nacional, a camiseta amarela veio a se tornar objeto de disputa política, desde que manifestantes foram às ruas pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) em 2015 e 2016. Agora, durante a Copa da Rússia, aqueles torcedores que não se identificam com a pauta do “Fora Dilma” estão optando por versões alternativas da amarelinha, sob justificativa de não serem confundidos com os “coxinhas” - denominação jocosa atribuída a simpatizantes da direita. Analistas apontam que esse curioso fenômeno é um signo de que, mesmo em eventos culturais como a Copa, o acirramento político tende a se manifestar.

O professor de História Delcy Vilas Boas, no Recife, é um dos que optou por não usar a camisa amarela, utilizando em seu lugar uma versão vermelha. "Não faço isso pra chocar, a ideia é fazer o contraponto, mostrando que futebol e política podem andar juntos", esclarece. Delcy adquiriu um modelo cujo o escudo tem apenas o nome "Brasil" e nas costas a expressão "Lula Livre" e o número "13", fazendo menção às palavras de ordem do PT.

Delcy conta que ainda tem as camisas tradicionais no guarda-roupa e não se sente constrangido em usá-las, já que procura ter seu posicionamento político sempre muito claro. "Esse ano, a gente não sabe se o cara com a bandeirinha do Brasil tá torcendo pela seleção ou pedindo intervenção militar. Termina que as pessoas ficam receosas de serem confundidas com um movimento que não as representa mais ou nunca representou", avalia.

Esse também foi o caso do publicitário Maurício Victorino e da sua esposa, Iasmin Barbosa, que trabalha com compras no comércio internacional. Segundo Maurício, o casal achou interessante a oportunidade de torcer pelo Brasil e mostrar que não é da "galera do pato amarelo" - em referência às manifestações pela saída da ex-presidente Dilma, onde um enorme pato amarelo simbolizava a expressão "Não vamos pagar o pato". "Eu gosto bastante de futebol, sempre me animo com Copa do Mundo, só que nesses últimos quatro o pessoal roubou da gente o patriotismo e a camisa da CBF", alega o publicitário.

A Copa do Mundo, na visão de Maurício, é um momento próprio para discutir política tanto com brincadeiras quanto com coisas sérias. "Na Copa de 2014, as pessoas que foram aos estádios tinham poder aquisitivo alto e usaram aquele momento pra vaiar e xingar a ex-presidente Dilma, como se isso expressasse para o Mundo o sentimento de todos os brasileiros. Agora, eu vou assistir o meu jogo, fazendo a minha crítica e relembrando de ideais de esquerda", diz".

   Oportunidades

Para atender a essas demandas, o engenheiro e professor da UFRPE, Rodrigo Cirilo, teve a ideia de produzir camisas da seleção em diversas cores. "Eu sou militante de esquerda desde a juventude e sempre tive vontade de fazer uma coisa desse tipo. Com o acirramento da política, o pessoal indo pra rua com a camisa amarela, eu vi a oportunidade de botar as camisas vermelhas em contraponto", explica o engenheiro Rodrigo, que já vendeu mais de 70 camisas inclusive para outros estados. Cirilo criou a marca "Sinistra Leftwear" no Facebook e passou a oferecer modelos com um escudo e o nome do Brasil no peito, fazendo referência a diversas bandeiras da esquerda. Os modelos que mais saem, segundo ele, são os vermelhos com dizeres sobre o comunismo e sobre o PT. "A gente tinha o Ronaldo usando a camisa e dizendo que não tinha culpa dos problemas do País porque votou no Aécio Neves e vimos no que deu", relata.

Outra ideia que também chamou muita atenção foi a da camisa "É Goooolpeee no Brasil", que já viralizou nas redes sociais e chega a milhares de modelos vendidos em todo o País. Comercializada no perfil do Instagram "Golpe_Store" e numa loja física no bairro das Graças, o modelo é uma criação da profissional de Relações Públicas Nara Vila Nova e da designer Isabela Faria, ambas do Recife. "A gente começou essa história das camisetas a partir do momento que postei no Facebook dizendo que essa frase seria a minha camisa da Copa e outras pessoas demonstraram interesse", conta Nara. "O post que começou a circular e a gente começou a receber muitas ligações perguntando se era de verdade. O que eram 100 camisas virou 400, depois 600, agora vão ser mil e a próxima tiragem vai ser 3 mil, um crescimento geométrico ", diz.

Nara (E) e Isabela criaram modelo que viralizou na internet e virou sucesso de vendas

Nara (E) e Isabela criaram modelo que viralizou na internet e virou sucesso de vendas - Crédito: Brenda Alcântara/Folha de Pernambuco

Na visão de Nara, o Brasil vive um momento muito triste e delicado, onde muitos associam a camisa amarela a um movimento responsável pela atual realidade política, com uma agenda impopular e escândalos de corrupção protagonizados pelo Governo Temer. "A Copa sempre foi uma festa, mas todo mundo está meio desanimado, todo mundo cabisbaixo, sem energia e essa nossa ideia deu uma recarregada nas baterias", explica.

   História

Objetos como a camisa da seleção brasileira e a bandeira do Brasil são "símbolos flutuantes", segundo o professor de História da Universidade de São Paulo, Flávio de Campos. "Esses símbolos vão flutuar e ser objetos de disputa e apropriação, dependendo dos atores coletivos e individuais que atuam nas disputas políticas que pulsam na nossa História", explica o especialista. Há momentos da vida política nacional em que essas figuras acabam sendo capturadas por setores da sociedade em prol de um determinado discurso. As vaias à ex-presidente Dilma nas arenas, em 2014, foi um dos momentos marcantes onde a camisa ficou associada a um espectro político.

O clímax dessa captura dos símbolos nacionais, segundo Flávio, ocorreu durante a votação do impeachment da ex-presidente, em março de 2016, quando fez-se uma divisão na Esplanada dos Ministérios com uma ala vestida de vermelho (pró-Dilma) e outra vestida de verde e amarelo (anti-Dilma). "Havia esse movimento contra a Dilma, pedindo o impeachment, bradando contra a corrupção, mas surge um discurso perigosíssimo, fazendo menção à Guerra Fria, como se os governos petistas tivessem sido governos comunistas, o que é uma bobagem, é um erro conceitual", avalia o acadêmico. O mesmo discurso se repetiu durante a prisão do ex-presidente Lula, em abril desse ano, e durante a paralisação dos caminhoneiros, em maio, quando alguns manifestantes pediram a intervenção militar.

O padrão verde-amarelo usado pelos movimentos pró-impeachment motivaram a rejeição da “canarinha” pelos esquerdistas

O padrão verde-amarelo usado pelos movimentos pró-impeachment motivaram a rejeição da “canarinha” pelos esquerdistas - Crédito: André Tambucci/Fotos Públicas


   Collor e Diretas Já

Tentativa semelhante de apropriação das cores verde e amarela ocorreu durante o impeachment do ex-presidente Fernando Collor (PTC), em agosto de 1992. No dia 13, o então chefe do Executivo, enrolado com um escândalo de corrupção que custaria o seu mandato, faz um pronunciamento na televisão, pedindo que os brasileiros saíssem às ruas em defesa do seu governo usando as cores da bandeira do Brasil. No domingo seguinte, dia 16, a população, liderada pelo movimento estudantil, foi às ruas vestindo preto, buscando se contrapor ao que Collor representava. Esse episódio ficou conhecimento como o "movimento dos caras-pintadas".

Rejeição às cores da bandeira não se restringe a 2018: em 1992,, os caras-pintadas se vestiram de preto para pedir saída de Collor

Rejeição às cores da bandeira não se restringe a 2018: em 1992,, os caras-pintadas se vestiram de preto para pedir saída de Collor - Crédito: .

A Copa do Mundo de 1982, segundo o professor Flávio de Campos, também entra para lista de episódios da nossa História onde os símbolos nacionais operaram a significação política da população. O futebol era largamente usado para criar adesões à ditadura militar e a conquista da Copa de 1970 serviu a esse fim. "Essa seleção de 1982, por outro lado, representava bem aqueles que queriam o restabelecimento da democracia no Brasil. Não é por acaso que, dois anos depois, o movimento pelas eleições "diretas já" utilizou a cor amarela como símbolo. Tivemos a ressignificação do hino e da bandeira nacional nas manifestações", esclarece o professor.

Flávio acredita que é necessário manter o futebol e a seleção brasileira como patrimônios do Brasil, porque essas manifestações da cultura popular ocupam lugar privilegiado no imaginário do País. "O futebol é um ingrediente presente em todos os poros da sociedade brasileira, da cultura popular brasileira. Não podemos abrir mão desse papel transformador", adverte.

A candidata Marina Silva (Rede) teve o registro de sua candidatura aceita pelo TSE
A candidata Marina Silva (Rede) teve o registro de sua candidatura aceita pelo TSEFoto: Arthur de Souza/Folha de Pernambuco

Entrevistada desta edição do programa No Cafezinho, a pré-candidata a presidente, Marina Silva (Rede) afirmou que o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, foi induzido ao erro, ao afirmar que que uma possível aliança com ela seria “fake news”. Na sua visão, os socialistas possuem o seu respeito, mesmo optando por outro nome. Crente que passará para o segundo turno, ela aposta que as legendas ainda devem caminhar juntas.

A manchete, como foi feita, induziu o presidente a cometer uma injustiça comigo, mas eu tenho absoluta certeza de que, ao ter contato com a verdade, é possível que ele pense de uma forma diferente. O fato de você dizer que está conversando não significa está sendo feita uma aliança. Conversar, eu converso com todo mundo, mas eu respeito o PSB: se eles acham que é outro o caminho deles, eu tenho todo o respeito. A eleição é em dois turnos: no primeiro, as pessoas têm o direito de fazer o alinhamento que acharem melhor e, obviamente, ter a sabedoria de entender que, no segundo, têm que conversar”, afirmou Marina.

Ao comentar sobre a falta de estrutura para fazer sua campanha, ela destacou que a redução do seu tempo de televisão foi fruto de um “complô”. “Eram 10, mas ainda conseguiram diminuir dois segundos. Vamos e venhamos, isso foi um complô do PT, do MDB, do PSDB para tentar me deixar fora do processo político. Em 2014, eles conseguiram fazer isso não permitindo o registro da Rede; agora fizeram uma minirreforma política para que não haja nenhuma chance da sociedade fazer a verdadeira mudança. Mas aí tem a consciência de 200 milhões de brasileiros. É maior do que esses oito segundos. Nada é mais poderoso do que uma ideia cujo tempo chegou, e chegou o tempo de um governo sem corrupção, de acabar com o “rouba mas faz”, disse.

Luciana Santos
Luciana SantosFoto: Arthur de Souza/Folha de Pernambuco

Um dia após o presidente da Câmara Federal e pré-candidato a presidente, Rodrigo Maia (DEM), se dizer aberto ao diálogo com partidos de centro-esquerda, a presidente nacional do PCdoB, Luciana Santos, admitiu conversas com o democrata, sobre o cenário eleitoral. Segundo ela, se o seu partido “fosse dividir o mundo entre golpistas e não golpistas, não dávamos um passo à frente”.

Sim. Temos um diálogo muito aberto com ele (Maia). Se fosse dividir o mundo entre golpistas e não golpistas não dávamos um passo à frente. Há os golpistas arrependidos e isso é o que importa", colocou Luciana que, mesmo assim, não coloca Maia entre os "arrependidos". Para ela, ele é um "homem convicto". "Mas isso não impede de a gente conversar. O PCdoB é um partido aberto", acrescentou a presidente do PCdoB, que chegou a apoiar o deputado durante sua condução ao comando da Câmara, em janeiro de 2017.

Luciana também garantiu que a pré-candidatura presidencial de Manuela D’Ávila está de pé, apesar de ter sinalizado que poderia abrir mão do pleito, caso a frente de centro-esquerda opte por unificar o apoio em torno de algum nome, que pode ser o de Ciro Gomes (PDT) ou de alguém indicado pelo PT, se Lula não puder concorrer.

“Lula mostra resiliência e força gigantesca. Embora preso injustamente, lidera as pesquisas. E tem Ciro, que também se posiciona bem, Manuela e Boulos (Psol). Acho que a gente precisa cada vez mais afinar o discurso e a unidade programática neste momento é muito importante. Esse esforço foi feito. Dia 26 de junho vamos fazer um manifesto para uma frente parlamentar com alguns itens da plataformas dos partidos. Penso que esse é o caminho da gente”, colocou, em entrevista ao programa Folha Política desta sexta (15).

Ouça a íntegra da entrevista no Podcast Folhape:

Presidente estadual do PSB, Sileno Guedes
Presidente estadual do PSB, Sileno GuedesFoto: André Nery/Folha de Pernambuco

O PSB de Pernambuco e a Fundação João Mangabeira realizarão, nos dias 18 e 19 de junho, em Gravatá, o Seminário de Formação Política – Vereador (a) Presente. No evento, que objetivo de promover a formação política, fortalecer as lideranças parlamentares e a integração entre os vereadores do partido, serão apresentados painéis acerca da conjuntura nacional, estadual e ações desenvolvidas e os resultados da gestão do PSB no Estado, além da história de 70 anos da legenda. O encontro também vai tratar as novas ferramentas de comunicação e trazer exemplos exitosos de projetos elaborados por legisladores do PSB.

Todos os vereadores do PSB em Pernambuco estão sendo convidados para a atividade. As principais lideranças do partido também estarão presentes no evento. “Nosso objetivo é promover a formação política e técnica dos nossos vereadores, a interação entre os nossos parlamentares municipais para troca de experiências e debater temas a respeito da administração do PSB em Pernambuco e novas formas de comunicação”, destaca o presidente estadual do PSB, Sileno Guedes.

O dirigente estadual feita a abertura do Seminário. Já o presidente nacional Carlos Siqueira falará em seguida sobre a realidade brasileira e o que o PSB espera do futuro. Às 12h, o governador e vice-presidente nacional Paulo Câmara abordará os desafios e avanços na gestão em Pernambuco.

Na parte da tarde, haverá explanação da vereadora de João Pessoa Sandra Marrocos. Ainda durante a tarde, o coordenador da Escola Miguel Arraes, professor Adriano Sandri, faz uma exposição sobre o Projeto Brasil, documento elaborado pelo PSB e que mostra as diretrizes e princípios para o desenvolvimento nacional. A última palestra do dia 18 será do secretário estadual de Planejamento e Gestão, Márcio Stefanni.

No dia 19, a especialista em Marketing Natália Marques e o jornalista Marco Bahe abordam a temática da Comunicação e Política. Em seguida, o jornalista Evaldo Costa fala sobre os 70 anos de história do PSB. Para participar da atividade, é necessário que o vereador realize a inscrição até o dia 15 de junho, no site do partido, preenchendo dados pessoais e informações acerca do mandato no link (http://www.psbpe.org.br/seminario-de-formacao-para-vereadores-do-psb-de-pernambuco/).

Deputado federal Augusto Coutinho (SD)
Deputado federal Augusto Coutinho (SD)Foto: Agência Câmara

Após o PSDB articular a apresentação de um pacote de propostas para reduzir gastos nos três poderes, o que incluiria a diminuição do número de congressistas, o deputado federal Augusto Coutinho (SD) afirmou que a tese é “oportunista e eleitoreira”. O projeto dos tucanos, que deve ser apresentado no final da legislatura, prevê excluir 118 vagas das 513 existentes na Câmara Federal e um terço do número de senadores.

"Oportunista e eleitoreira a proposta do PSDB de reduzir o número de deputados federais sob o argumento de economia nos gastos públicos. Por conta da anualidade, a medida só passaria a valer no pleito de 2022. Mais eficiente seria promover cortes agora. Que se apresente um projeto de resolução que diminua os gabinetes de deputados, senadores e a própria estrutura administrativa da Câmara. Economia imediata. Eu topo", colocou Augusto Coutinho.

O líder do PSDB na Câmara, Nilson Leitão, já começou a coletar as assinaturas para o projeto. Na sua visão, a proposta permitiria uma economia de R$ 1,3 bilhão em quatro anos. A bancada do partido pretende, inclusive, pedir apoio do pré-candidato a presidente da sigla, o ex-governador Geraldo Alckmin, para que ele encampe a bandeira.

Deputado federal Pastor Eurico (Patriotas)
Deputado federal Pastor Eurico (Patriotas)Foto: Leonardo Prado/Câmara dos Deputados

Pouco mais de dois meses de anunciar sua migração do PHS para o Patriota, antigo PEN, o deputado federal Pastor Eurico assumiu o controle da nova legenda. A decisão foi tomada em reunião da executiva nacional o partido, que também o incluiu no conselho consultivo nacional da agremiação.

Pastor Eurico viu sua votação aumentar de 185.870, em 2010, para 233.762 votos, nas eleições de 2014, tornando-se o segundo deputado federal mais votado do Estado. A expectativa é de que o Patriota possa crescer em Pernambuco sob o seu comando.

Bandeira da Alemanha foi exibida durante homenagem
Bandeira da Alemanha foi exibida durante homenagemFoto: Divulgação

Os 150 anos de existência do Consulado Geral da Alemanha no Recife foram comemorados pela Alepe em Grande Expediente Especial nesta quinta (14). Fundada no dia 20 de junho de 1868, a unidade concentra a representação diplomática germânica para todo o Nordeste do País.

A reunião foi idealizada pela deputada Roberta Arraes (PP) e coordenada pelo deputado Ossesio Silva (PRB), vice-presidente da Comissão de Assuntos Internacionais da Alepe. “Tenho certeza de que Pernambuco tem a Alemanha como uma grande parceira para alcançar o desenvolvimento econômico e social”, observou o parlamentar.

“A própria criação do consulado é um símbolo da fundação da nação alemã, já que ele resultou da fusão das representações diplomáticas de cidades e estados alemães que já existiam no Recife na época, como os de Hamburgo, Bremen, Mecklemburgo e Prússia”, registrou a atual cônsul-geral no Recife, Maria Könning de Siqueira Regueira. “Hoje, Brasil e Alemanha caminham juntos para enfrentar os desafios de uma época de turbulências nas relações internacionais, dentro dos valores democráticos que os países compartilham.”

Maria Könning relembrou no evento os diversos momentos de integração entre Pernambuco e a Alemanha, desde o grupo de cientistas e artistas trazidos pelo conde alemão Maurício de Nassau-Siegen durante o período holandês, no século 17, passando pela participação de operários e técnicos alemães na construção do Teatro de Santa Isabel e outras edificações icônicas do Recife, até as colaborações educacionais e econômicas no século 20. “Atualmente, a Alemanha tem 1.400 empresas no Brasil”, destacou Könning.

Anderson Ferreira
Anderson FerreiraFoto: Divulgação

A primeira parcela do 13º salário dos servidores e pensionistas de Jaboatão dos Guararapes será antecipada na próxima quinta-feira (21). O anúncio foi feito nesta sexta-feira (15) pela Prefeitura Municipal e, segundo a gestão, vai injetar quase R$ 19,5 milhões na economia do município, nas vésperas dos festejos juninos. Serão pagos, no total, cerca de R$ 62 milhões até o final do mês.

“Nossa administração vem trabalhando com equilíbrio nas contas e isso garante que os nossos servidores recebam os salários dentro do mês e que a primeira parcela do 13º seja antecipada. Nosso pessoal poderá se planejar melhor para as festa juninas e se divertir com tranquilidade”, afirmou o prefeito de Jaboatão, Anderson Ferreira (PR).

Marília Arraes (PT) e o advogado Cláudio Ferreira
Marília Arraes (PT) e o advogado Cláudio FerreiraFoto: Reprodução/Facebook

Enquanto o PT não bate o martelo sobre uma possível aliança com o PSB, a vereadora do Recife Marília Arraes (PT), pré-candidata ao Governo do Estado nas eleições de outubro próximo, deu mais um passo em busca da consolidação de sua candidatura. Nesta quinta-feira (14), ela anunciou o nome do advogado Cláudio Ferreira como coordenador do grupo que irá trabalhar a construção do programa de governo.

A vereadora anunciou pelas redes sociais, com uma foto ao lado de Ferreira. Na ocasião, Marília também se mostrou confiante ao fazer a revelação.

"Hoje começamos uma nova fase de nossa pré-candidatura ao Governo do Estado. É com muita alegria que anunciamos o nome do amigo e advogado Cláudio Ferreira, como coordenador do grupo que irá trabalhar a construção de nosso Programa de Governo. Obrigada Cláudio por aceitar nosso convite nesse projeto que nasceu de nossas bases e já ganhou os quatro cantos de Pernambuco", escreveu Marília Arraes.

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