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Bruno Ribeiro, Silvio Costa e João Paulo discutiram a visita de Lula e a crise política
Bruno Ribeiro, Silvio Costa e João Paulo discutiram a visita de Lula e a crise políticaFoto: Divulgação

A agenda que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva cumprirá no Estado, em visita que deverá ocorrer nos dias 24 e 25, foi debatida nesta quinta-feira (27) pelo presidente estadual do PT, Bruno Ribeiro, o ex-prefeito João Paulo e o vice-líder de oposição na Câmara dos Deputados, Silvio Costa (PTdoB – Avante).

De acordo com Bruno Ribeiro, ainda não muita coisa fechada. Mas o presidente deverá acompanhar as marcas da gestões petistas no Estado.

“De certo mesmo, há programação no Recife e uma agenda no interior do Estado, que ainda será definida. Estamos conversando com outros partidos, como o PCdoB, para ajustar a agenda”, afirmou Ribeiro.

Ainda durante o encontro desta quinta, os três conversaram também sobre a crise política nacional, as questões econômicas e cenários para 2018 no Brasil e no Estado.

Eles avaliaram, ainda, a situação do presidente Michel Temer (PMDB), denunciado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, por corrupção passiva, no caso JBS. A autorização está pautada para ser votada, na Câmara, no dia 2 de agosto.

Por fim, os três decidiram pela realização de encontros mais frequentes para ampliar o debate sobre os cenários da política nacional e estadual.

Depois de uma mobilização no Recife, os trabalhadores em educação do Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana, se reúnem nesta sexta-feira (28), às 9h, em busca de proposta que contemple a categoria. Caso não cheguem a um acordo, cerca de 3.500 trabalhadores podem paralisar as atividades. Na próxima segunda-feira (31), já está agendada nova assembleia do grupo.

Por meio do seu presidente, Ronildo Oliveira, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Jaboatão (Sinproja) relatou, em assembleia, dificuldades ao tentar negociar com o prefeito do município, Anderson Ferreira (PR).

“É inadmissível a forma que os trabalhadores e as trabalhadoras em educação do Jaboatão estão sendo tratados. Além de não estarem recebendo o Piso Salarial que manda a lei, os locais de aula estão totalmente sucateados. Este ano fizemos um vídeo dossiê e apresentamos a degradante situação das nossas escolas. Queremos dignidade para trabalhar e precisamos ser motivados para proporcionar uma educação de qualidade à população jaboatonense”, comentou o presidente.

Oliveira também afirmou que a greve vem sendo adiada pelo sindicato e pela categoria. “Estamos adiando esta greve já faz tempo. Já realizamos diversas assembleias e fomos tentar negociar com o gestor municipal. Porém, diante do descaso com os trabalhadores, trabalhadoras e estudantes, não podemos mais esperar. Vamos avaliar junto com a categoria o que a Prefeitura vai colocar na mesa de negociação, e, diante do apresentado, decretar ou não a greve”, ressaltou. Para que a categoria receba o piso, seria preciso um reajuste de 7,64%.

Por Hely Ferreira*

Em qualquer Estado moderno que se diz democrático, a participação da população é algo inerente. O problema é que se tratando de Brasil, as chamadas festas populares conseguem mais adesão do que as manifestações políticas partidárias. Embora as mesmas exerçam influência direta na vida de todos. No ano de 2013, proliferou-se no Brasil, uma onda de reivindicações, em que seus líderes afirmavam não quererem qualquer relação com os partidos políticos. Lamentavelmente, as mobilizações não surtiram o efeito esperado, vez que, a chamada classe política, comportou-se como ouvido de mercador.

O discurso de moralização na política, restringiu-se aos arroubos retóricos. Na verdade, grande parcela da população prega o fim da corrupção, mas a penas quando ela não lhe beneficia. Assim sendo, o Congresso é um reflexo do povo, já que os congressistas foram escolhidos mediante soberania popular.

Havia quem acreditasse que com a saída da Senhora Dilma da Presidência da República os problemas seriam extintos, assim como os das “Organizações Tabajaras”. Quando se troca um governante, o propósito não é para comparar com o anterior, mas que o sucessor seja diferente. Algo que não pode ser aplicado na atual conjuntura.

A falta de uma agenda administrativa, pois a atual é de pura sobrevivência, e o modelo nada republicano de oferecer “mimos” aos deputados visando a permanência no poder, não é uma prática que se limita ao atual governo. Mas se as velhas práticas continuam, por qual motivo as ruas estão silenciosas? Segundo os meios de comunicação, o silêncio está ocorrendo pelo fato de que líderes dos movimentos, foram picados pela mosca azul e seus gritos foram sufocados pela cooptação.

*Hely Ferreira é cientista político.

Paulo Câmara
Paulo CâmaraFoto: Ed Machado/Folha de Pernambuco

Por Carol Brito
Da Folha de Pernambuco

Após encontro da cúpula do PSB com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), o governador e vice-presidente nacional do PSB, Paulo Câmara, estabeleceu a eleição do vice-governador de São Paulo, Márcio França (PSB), como uma das prioridades da política de alianças da legenda para 2018.

"(O projeto de Márcio França para o Governo de São Paulo) é uma das nossas prioridades. Márcio ser governador e depois candidato à reeleição", revelou, após reunião da SUDENE. O gestor, contudo, garantiu que não foram fechadas alianças no encontro com o gestor paulista.

"Foi uma conversa sobre o Brasil, a situação preocupante que o País vive e as saídas. Mas ainda não é o momento para discutir 2018 porque 2018 ainda está muito distante", avaliou.

Segundo ele, a posição do PSB no pleito do ano que vem dependerá da "negociação de parcerias" onde terão peso as prioridades da legenda.

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A Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Pernambuco (OAB-PE) realiza, nesta quinta-feira (27), palestra gratuita para debater o desafio de nascer com deficiência no País. A atividade ocorre a partir das 18h30, na sede da Seccional, no Recife.

A abordagem será conduzida pela médica geneticista Paula Arruda, do Cisam/UPE e diretora da Associação Novo Rumo. A apresentação será complementada pelo advogado Mateus Costa Pereira, vice-presidente da Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da OAB-PE (CDDPD), que abordará a legislação brasileira na área.

O organizador do evento, José Diógenes Cezar de Souza Júnior, conselheiro seccional e membro da Comissão de Direito e Saúda (CDS) da OAB-PE, ele destacou a necessidade e a importância de mostrar os deveres do Estado para o público, principalmente em relação ao acesso das pessoas com deficiência a direitos básicos e transporte público.

A realização do encontro é uma articulação entre a CDDPD e a CDS, com apoio da Escola Superior de Advocacia Professor Ruy da Costa Antunes (ESA-PE). Inscrições podem ser feitas pelo link https://goo.gl/3oGnxD.

Alckmin recebeu a cúpula do PSB em jantar no Palácio dos Bandeirantes, inlcuindo o governador Paulo Câmara para um jantar no Palácio dos Bandeirantes
Alckmin recebeu a cúpula do PSB em jantar no Palácio dos Bandeirantes, inlcuindo o governador Paulo Câmara para um jantar no Palácio dos BandeirantesFoto: Divulgação

Carol Brito

O jogo eleitoral de 2018 mal começou, mas lideranças políticas já medem força em articulações paralelas nos bastidores. O avanço das movimentações do prefeito de São Paulo, João Dória (PSDB), fez o governador do estado paulista, Geraldo Alckmin (PSDB), entrar no circuito para aproximar aliados, com o intuito de fortalecer seu nome para a disputa pelo Palácio do Planalto do próximo ano. Na última quinta-feira (27), o presidenciável recebeu, no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo, a cúpula do PSB, que enfrenta o assédio do Democratas em cima de suas lideranças.

Dos líderes de Pernambuco, o governador Paulo Câmara (PSB) e o presidente nacional da sigla, Carlos Siqueira (PSB), estiveram presentes. A ausência do vice-presidente nacional e senador Fernando Bezerra Coelho (PSB) chamou a atenção no encontro. O grupo do parlamentar integra a ala dissidente da legenda que negocia a adesão ao Democratas. O prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB), e o ex-deputado Beto Albuquerque (PSB) foram convidados, mas não puderam comparecer.

Antes do encontro com a cúpula do PSB, Geraldo Alckmin afagou um dos três governadores da legenda socialista, Rodrigo Rollemberg (Distrito Federal), com a assinatura de uma parceria para amenizar a crise hídrica de Brasília. A gestão paulista cederá equipamentos para a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) ampliar o abastecimento, por meio de transposição de recursos hídricos.

O gestor já havia cedido equipamentos semelhantes para amenizar os efeitos das estiagens na Paraíba e Pernambuco, que também são administradas pela agremiação socialista. "O PSB é parceiro nosso. É importante ouvi-los, conversar e essa aproximação é necessária", afirmou Alckmin. Entre os socialistas, a avaliação é que ainda é cedo para fechar questão sobre o pleito de 2018 e que a agremiação somente tomará uma posição definitiva no ano que vem.

Como parte de uma agenda nacional em curso há meses, Alckmin esteve, só nos últimos dias, com o comando do PPS e do DEM, antes de se reunir com o PSB. As conversas vêm sendo mais genéricas do que pragmáticas, segundo interlocutores. No entanto, uma aliança entre Alckmin e o Democratas, em uma dobradinha com o prefeito de Salvador, Antônio Carlos Magalhães (DEM), vem sendo articulada. Ao mesmo tempo, o DEM vê na ascensão do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), a possibilidade de sair da sombra do PSDB e se lançar na disputa de 2018 em faixa própria.

Enquanto mira alianças com partidos aliados, a movimentação de Alckmin visa jogar sombra nas articulações de seus correligionários. Para o entorno tanto do prefeito quanto do governador, está praticamente certo que Doria quer ser candidato e que mira a Presidência. No entanto, o governador vê a possibilidade de superar denúncias na Lava Jato e se viabilizar. Neste cenário, João Dória seria um nome de consenso para a Prefeitura de São Paulo, desbancando candidaturas como a do vice-governador Márcio França (PSB), que conta com o apoio da cúpula do PSB Nacional.

Rodrigo Maia
Após o encontro de Alckmin com o DEM, Rodrigo Maia disse que "o DEM não tem condições de apoiar o PSDB para presidente". Em resposta, Alckmin minimizou a fala do presidente da Câmara. "É natural que cada partido queira ter candidato próprio, é legítimo", disse o tucano, que trabalha para ser candidato e tem no DEM paulista um de seus principais aliados no governo estadual. "Você pode ter aliança no primeiro turno, no segundo turno, em nível federal ou estadual”, colocou.

O prefeito vai cancelar  o contrato com a WJR
O prefeito vai cancelar o contrato com a WJRFoto: Divulgação

Ulysses Gadêlha

O prefeito de Gravatá, Joaquim Neto (PSDB), desmentiu a denúncia feita pelo Sindicato dos Servidores Municipais (Sindsgra) de que a prefeitura teria superfaturado um contrato com a WJR Comercial, no valor de R$ 1,6 milhão. A empresa é considerada suspeita, pela Polícia Civil, de liderar uma espécie de cartel responsável por fraudes licitatórias em vários municípios, conforme investigação da Operação Comunheiro II.

Em entrevista à Rádio Folha, o prefeito afirmou que, ao saber do envolvimento da WJR Comercial na Operação Comunheiro II, demandou que a secretária municipal de Educação, Ana Patrícia, cancelasse o contrato com a empresa. “Prefeito não contrata empresa. A gente encaminha a necessidade do pleito de cada secretaria e o pessoal da administração e das licitações é que providencia. Mas já procurei saber com o pessoal da administração mais informações sobre essa empresa e porque foi contratada”, explica o gestor. Segundo o portal do TCE-PE, a WJR venceu 70 licitações em vários municípios, estando para receber cerca de R$ 38 milhões.

Segundo Joaquim Neto, nenhum dos itens apresentados na denúncia dos servidores foi comprado pela prefeitura. Ele disse, ainda, que irá processar o presidente do Sindsgra, Marcelo de Brito, acusando-o de ter feito uma “denúncia caluniosa”. “São informações improcedentes. Eu estranhei porque ele fala de alguns produtos, mas nenhum dos itens foram comprados conforme as notas fiscais de fornecimento.

Vamos tomar providências contra o que se diz presidente. A prefeitura tem 2 mil funcionários e eu não acredito que ele fala pela maioria”, declara o prefeito.

O senador Fernando Bezerra Coelho
O senador Fernando Bezerra CoelhoFoto: Rafael Furtado/FolhaPE

O senador Fernando Bezerra Coelho (PSB) voltou a ser alvo de pedido de investigação por parte do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. O procurador solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) abertura de novo inquérito para investigar o parlamentar com base na delação da Odebrecht.

No pedido, enviado ao ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo, na última segunda-feira (24), o procurador menciona suspeitas levantadas pelos delatores, que firmaram acordo de colaboração premiada com o Ministério Público Federal.

Segundo Janot, os dois delatores afirmaram que, durante a execução das obras do Cais V e do Píer Petroleiro no Porto de Suape, o senador e o então governador "foram beneficiados por propinas paga pelas empreiteiras Odebrecht, OAS e Andrade Gutierrez".

Por meio de nota, a defesa do senador informou que "desconhece o teor do pedido da PGR" e que "os conteúdos das delações dos ex-executivos são absolutamente inverídicos".

"A defesa do senador Fernando Bezerra Coelho, representada pelo advogado Andre Luís Callegari, afirma, em primeiro lugar, que não foi comunicada oficialmente sobre abertura de inquérito e desconhece o teor do pedido da PGR. Acrescenta ainda que os conteúdos das delações dos ex-executivos são absolutamente inverídicos. A defesa do senador reforça que todas as doações feitas à campanha dele cumpriram rigorosamente a legislação e todas as contas foram devidamente apresentadas e aprovadas pela Justiça Eleitoral. O senador sempre trabalhou, única e exclusivamente, pelo desenvolvimento do país e do estado de Pernambuco, e está à disposição para esclarecer quaisquer questões no devido momento processual."

A Autarquia Municipal de Previdência e Assistência à Saúde dos Servidores do Recife (Reciprev), órgão da gestão municipal, informou, por meio de nota, que não recebeu notificação do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) nesta quarta-feira (26).

O Tribunal, por meio de decisão monocrática da conselheira Teresa Duere, deferiu a medida cautelar suspendendo a migração do pagamento de 2,3 mil servidores da Prefeitura do Recife aposentados pelo Reciprev. A matéria foi objeto de projeto aprovado pela administração municipal, antes do recesso legislativo. Na prática, o Palácio do Capibaribe fica impedido de utilizar os R$ 9,2 milhões mensais de aplicação do Reciprev.

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Confira, abaixo, a íntegra da nota:

A Autarquia Municipal de Previdência e Assistência à Saúde dos Servidores do Recife (Reciprev) informa que não recebeu nenhuma notificação do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE) nesta quarta-feira (26).

Prefeitura de Olinda
Prefeitura de OlindaFoto: Diego Galba/Prefeitura de Olinda

Após a Câmara Municipal anunciar a rejeição da prestação de contas do Carnaval da Prefeitura de Olinda, o Executivo municipal divulgou uma nota, nesta quarta-feira (26), afirmando que não existem "prestação de contas" exclusiva dos festejos de Momo na cidade. Além disso, informou que hoje, na realidade, a rejeição da prorrogação do prazo da terceira solicitação de novas informações. As duas primeiras, segundo a gestão, foram respondidas brevemente.

A Prefeitura citou a Lei Orgânica do município para afirmar que é competência dos vereadores julgar anualmente a prestação de contas do prefeito. "Há apenas o relatório, que foi entregue no prazo, respeitando a Lei 5306/2001, modificada pela Lei 5927/2015. Foram solicitadas novas informações pelos vereadores por três oportunidades. As duas primeiras foram respondidas brevemente. Na terceira, a Secretaria de Patrimônio e Cultura de Olinda solicitou prorrogação do prazo por conta da extensa quantidade de documentos que precisavam ser copiados e digitalizados", diz o texto.

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Segundo o Executivo, o investimento do Carnaval consta na prestação do final do ano, junto com os demais valores de outras pastas do município. "Não há 'rejeição de contas do Carnaval (por não existir essa prestação), e sim rejeição da prorrogação do prazo da terceira solicitação de novas informações. O que foi repassado para a imprensa pela oposição garante que a Prefeitura não solicitou prorrogação, mas informamos que o pedido foi realizado", explica a nota.

Após afirmar que o Carnaval custou aos cofres públicos menos de R$ 3 milhões em comparação com o ano passado, a Prefeitura afirma, ainda, que cumpriu todos os prazos de entrega do relatório e que o material "é o mais completo dos últimos anos".

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