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Bruno Ribeiro é o presidente estadual do PT
Bruno Ribeiro é o presidente estadual do PTFoto: FLÁVIO JAPA /Arquivo Folha

A nove dias da convenção estadual do PT - marcada para 2 de agosto -, a Comissão Executiva estadual do partido decidiu, nesta terça-feira (24), buscar nos próximos dias as legendas que estão na órbita petista para dialogar. Com as possibilidades de aliança com o governador Paulo Câmara (PSB) ou a candidatura da vereadora do Recife, Marília Arraes (PT), um grupo com representantes das duas teses devem se reunir com PSB, Avante e PROS, além de outras siglas menores.

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Nas hostes petistas, havia um desconforto do grupo aliancista e de alguns membros da direção do partido de, supostamente, não estarem sendo comunicado por Marília Arraes sobre as costuras que a pré-candidata estaria fazendo. A petista, contudo, atualizou os correligionários acerca das alianças articuladas até aqui e os partidos que já possuem abertura de diálogo.

Segundo o presidente estadual do partido, Bruno Ribeiro, o PT precisa conversar com as legendas que estão na órbita em relação às duas hipóteses - aliança ou candidatura própria - até para subsidiar os correligionários com informações e opiniões. “Vamos ter reuniões com todos os partidos visando a todos os cenários e um grupo vai conduzir este diálogo”, disse. Além de Ribeiro, os vice-presidentes Glaucus Lima e Oscar Barreto, o secretário-geral João da Costa e a secretária de Comunicação Sheila Oliveira, que também é membro da direção nacional.

Gleisi Hoffmann
Gleisi HoffmannFoto: Alessandro Dantas/Senado

Com o prazo das convenções batendo à porta, as cúpulas de PSB e PT se reuniram, nesta terça-feira (24), em Brasília, para ajustar os pontos. O núcleo duro socialista se encontrou, na sede do partido, para debater as estratégias nacionais e regionais, e, quase em simultâneo, representantes dos dois partidos davam sequência às costuras em prol da aliança. A menos de uma semana da reunião do Diretório Nacional do PSB, que ocorre dia 30 de julho, a ideia é que as questões estaduais devem ser antecipadas para viabilizar a questão nacional numa tentativa de evitar levar a decisão para o voto. Uma nova reunião deve ocorrer no próximo domingo.

O presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, o governador Paulo Câmara, vice-presidente nacional do PSB, o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB), o governador de São Paulo, Márcio França (PSB), o secretário-geral do PSB, Renato Casagrande, entre outros socialistas, participaram da reunião da cúpula do partido. Câmara, todavia, deixou a sede do partido mais cedo e seguiu para uma reunião com a presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann, que, assim que desembarcou em Brasília, encontrou-se com o governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB). Os três, inclusive, possuem interesse nessa aliança.

Nas conversas, os partidos combinaram que, na tentativa de viabilizar a aliança entre PT e PSB, precisam de mais alguns dias para resolver as pendências regionais - como em Minas Gerais, em Pernambuco e na Paraíba. No Espirito Santo e em São Paulo, por exemplo, as situações são mais difíceis, visto a resistência de Casagrande e França, respectivamente, em se aliarem com os petistas, por questões conjunturais dos estados.

Representantes das duas legendas devem se encontrar até o final de semana para fazerem um balanço da situação. O PSB realiza, na próxima segunda-feira, a reunião do Diretório e no dia 5 de agosto, a convenção nacional. Já o PT realiza a convenção nacional no dia 4 de agosto.

Apesar de a maioria dos diretórios socialistas estarem inclinados a uma aliança com o ex-governador do Ceará, Ciro Gomes (PDT), o pedetista perdeu força após o centrão - formado por DEM, PP, PR, SD e PRB - optar pelo governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB). A ala pernambucana, contudo, segue tentando reunir aliados no seu pleito de aliança com o PT, do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ou de liberar os diretórios estaduais. Os petistas, todavia, vêm contabilizando o esforço de Paulo Câmara em prol da aliança e da resistência de algumas regiões. Diante das dificuldades, a neutralidade - outrora rechaçada por petistas - já é vista com algo positivo.

   PROS

Dando sequência nas costuras nacionais, Gleisi Hoffmann se reúne, nesta quarta-feira (25), com o presidente nacional do PROS, Eurípedes Junior, e com o presidente estadual, deputado federal João Fernando Coutinho. O parlamentar pernambucano, que sinalizou aliança com a vereadora Marília Arraes, tenta articular uma aliança nacional entre os partidos, o que fortaleceria, em tese, a postulação da petista em Pernambuco.

Deputado estadual Marco Aurélio (PRTB)
Deputado estadual Marco Aurélio (PRTB)Foto: Câmara Municipal do Recife/Divulgação

Um dia após a polêmica sobre reajuste de remuneração e benefícios referentes ao auxílio saúde e vale alimentação na Câmara do Recife, o primeiro secretário da Casa, vereador Marco Aurélio (PRTB), finalmente, se manifestou e admitiu que a lei promulgada no último sábado no Diário Oficial do Município poderia "ter sido melhor elaborada". Questionado se a falha no texto havia sido cogitada durante a elaboração da matéria, o vereador revelou que não esperava tamanha mobilização dos movimentos sociais e nas redes.

Se a gente tivesse pensado nisso, a gente até teria visto uma amarração mais bem feita, digamos assim, para que evitasse essas interpretações”, comentou o primeiro secretário. Marco Aurélio também reforçou a explicação lançada pela nota oficial da Câmara e garantiu que o aumento se aplica apenas aos servidores e comissionados do Legislativo municipal. “Eu não tenho culpa, talvez a máxima culpa minha seja a gente não ter tido cuidado na elaboração da lei e ter deixado essa brecha para tanta polêmica”, ressaltou o parlamentar.

O imbróglio em torno do assunto ganhou corpo porque o projeto de 2018 foi publicada tomando como base a Lei 17.102/2005, que versa sobre o aumento do auxílio alimentação para servidores e vereadores. Por conta disto, questionamentos sobre a quem seria válido o acréscimo, tomou conta das redes sociais. Ainda na segunda-feira, parlamentares, em reserva, já admitiam que a redação do texto promulgado estava “truncada”.

Nos bastidores, comenta-se que os parlamentares já admitem a revisão do texto e se articulam para discutir o assunto na volta do recesso parlamentar. Sobre isso, o primeiro secretário admite que a discussão da redação possa realmente ser refeita, mas de acordo com ele, “mais importante que corrigir os textos é ter a minha afirmação e a afirmação do presidente da Casa, como já saiu uma nota, dizendo que não existe aumento no auxílio dos vereadores”.

Ainda nessa terça, em entrevista a uma rádio local, o vereador Aurélio chegou a admitir possibilidade de conversar com o setor jurídico da casa. "Eu posso conversar com o procurador da Casa e a gente faz", pontuou. Na segunda-feira, a reportagem da Folha de Pernambuco tentou contato com o primeiro secretário e com o presidente da Casa, vereador Eduardo Marques (PSB), mas os parlamentares não quiseram se pronunciar. No fim do dia, a assessoria do Legislativo soltou uma nota oficial.

Em todas as entrevistas que deu na terça para explicar o reajuste, Marco Aurélio fez questão de dizer que os legisladores municipais não recebem aumento de salário há duas legislaturas, mas já antecipou a possibilidade de desgastes com um provável aumento.“Faz oito anos que não tem reajuste. Nem isso e nem no salário da gente. Agora imagine o dia que a gente for reajustar o salário da gente, a confusão que não vai ser?”, disse.

Senador Armando Monteiro Neto (PTB), pré-candidato ao Governo de Pernambuco
Senador Armando Monteiro Neto (PTB), pré-candidato ao Governo de PernambucoFoto: Anderson Stevens/Folha de Pernambuco

A nota emitida pelo PSB, nesta terça (24), com críticas à oposição no estado, provocou reação imediata do PTB, liderado pelo senador e pré-candidato ao governo, Armando Monteiro. Após serem chamados de "A turma de Temer", os petebistas afirmaram que seus rivais insistem em "desvirtuar o debate eleitoral, procurando tachar palanques". Além disso, o partido voltou a lembrar que os socialistas votaram a favor do impeachment da ex-presidente Dilma e apoiaram Aécio Neves, no segundo turno da eleição presidencial de 2014.

“Na incapacidade de liderar um projeto que proporcione a retomada do crescimento e resgate o protagonismo de Pernambuco no cenário nacional, a direção do PSB estadual insiste em desvirtuar o debate eleitoral, procurando tachar palanques, quando, na verdade, deveria se preocupar com a melhoria da vida dos pernambucanos”, disse o PTB, no texto.

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A sigla também cita “promessas não cumpridas”, por parte do governador Paulo Câmara (PSB). Por fim, lembra do processo de impeachment para rejeitar a pecha de “Turma de Temer”. “A verdade é que o PSB foi decisivo no impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e o governador Paulo Câmara, que apoiou Aécio Neves, em 2014, teve participação direta, ao liberar inclusive secretários para votação e todos os deputados do PSB de Pernambuco votaram a favor da deposição. Afinal, quem é mesmo a ‘turma do Temer’?”, diz a nota.

Prefeito Anderson Ferreira inaugura 16ª creche municipal em Jaboatão
Prefeito Anderson Ferreira inaugura 16ª creche municipal em JaboatãoFoto: Matheus Britto/PJG

No dia em que o ex-prefeito de Jaboatão dos Guararapes Elias Gomes (PSDB) criticou a administração do prefeito Anderson Ferreira (PR), o atual gestor divulgou a inauguração de unidade educacional. A Creche Municipal Professora Maria Rita Lins Martins fica no bairro de Vista Alegre e tem capacidade para atender 65 crianças de zero a três anos de idade em tempo integral. O equipamento foi entregue à população nesta terça-feira (24).

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Durante a solenidade, Anderson Ferreira ressaltou o aumento de creches públicas no município. Segundo ele, quando assumiu, a cidade tinha quatro unidades e, em apenas um ano e meio, a sua gestão quadriplicou o número de equipamentos do tipo para a população.

"Nesse mesmo tempo, reformamos mais de 122 escolas, implantamos o sistema de reconhecimento facial em 43 delas, construímos duas quadras poliesportivas. Esse é só o começo do trabalho de uma equipe que tem compromisso com a mudança", declarou Anderson Ferreira.

As críticas de Elias Gomes, que esteve à frente da Prefeitura de Jaboatão até 2016, ao atual prefeito surgiram durante entrevista à Rádio Folha FM 96,7. Na visão do tucano, Ferreira “está atrapalhado, sem saber o que fazer e perdido”. Ainda segundo Elias Gomes, do ponto de vista da gestão, "ele está mal e isso não surpreende".

Sileno Guedes
Sileno GuedesFoto: Henrique Genecy/Folha de Pernambuco

Após o senador e pré-candidato ao governo estadual, Armando Monteiro (PTB), prezar pela “paz” na frente de oposição e chamar o governo Paulo Câmara de “incompetente”, o PSb emitiu uma nota, criticando “a turma de Temer”. Na visão do partido, os recentes ruídos dentro do bloco rival não causa “surpresa”.

Nesta terça (24), Armando emitiu uma nota para minimizar os atritos internos com o deputado federal Bruno Araújo. Nela, colocou que as lideranças de oposição se uniram para formar “uma ampla aliança, capaz de oferecer um projeto de mudança que devolva ao nosso Estado a liderança e o protagonismo perdidos nos últimos anos pela incompetência do governo Paulo Câmara”.

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“A ‘turma do Temer’, liderada pelo senador Armando Monteiro, deveria olhar esse Governo Federal que eles defendem. Não nos causa surpresa esse conflito entre eles. Isso é resultado de quem constrói arranjos de partidos apenas para fins eleitorais. É um ajuntamento de siglas desconectado da realidade do povo”, colocou o PSB, em resposta.

Segundo a legenda, a oposição “não tem condições de falar do Governo de Pernambuco e nem da Frente Popular”. “A agenda dessa ‘turma’ é retrógrada e anti-povo, pois aumenta sem controle o preço dos combustíveis e do gás de cozinha, provoca um desemprego sem precedentes, retira direitos dos trabalhadores e quer vender as águas do Rio São Francisco”, diz o texto.

Elias Gomes
Elias GomesFoto: Mandy Oliver/Folha de Pernambuco

Decidido a disputar uma vaga na Assembleia Legislativa de Pernambuco, o ex-prefeito de Jaboatão dos Guararapes, Elias Gomes (PSDB) criticou a atuação da família Ferreira dentro da oposição, reforçando a tese de que o bloco não tem conseguido garantir a coesão interna. Em entrevista à Rádio Folha 96,7 FM, nesta terça (24), o tucano afirmou que o deputado estadual André Ferreira (PSC) desistiu da vaga ao Senado por não ter viabilidade eleitoral e que não participará de atos de campanha ao seu lado. Também criticou a gestão do prefeito Anderson Ferreira (PR) que, na sua visão, “está atrapalhado, sem saber o que fazer e perdido”.

Ao comentar a entrada do clã no bloco de oposição, após André Ferreira não ter sido indicado para o Senado pela Frente Popular, Elias falou que a decisão partiu, na verdade, da constatação de que o deputado não teria votos suficientes para encarar o desafio. “Ele percebeu que há um ano fala em ser senador e quando faz uma pesquisa, tenho três vezes mais intensão de voto para o cargo. Lidero para governador e senador no Cabo e Jaboatão. Ele então percebeu que não tinha voto e desistiu”, disse.

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Mesmo garantindo que não criou dificuldades para a entrada do clã na oposição, colocou que não participará dos atos de campanha ao lado de Anderson Ferreira. “Não vou fazer caminhada junto com ele. Do ponto de vista da gestão, ele está mal e isso não surpreende. Não se resolve as coisas na política e no gogó. Fez uma campanha somente no discurso da verborreia. Não sabe como fazer. Está atrapalhado, sem saber o que fazer e perdido”, destacou. Na sua visão, o gestor “transformou a prefeitura no comitê eleitoral da família Ferreira”.

Ex-deputado Edílson Silva se desfiliou do PSOL
Ex-deputado Edílson Silva se desfiliou do PSOLFoto: Arthur Mota

O procurador Regional Eleitoral Substituto, Wellington Cabral Saraiva, determinou o arquivamento de notícia de fato de propaganda antecipada do deputado estadual Edilson Silva (PSOL). O psolista, que buscará reeleição em 2018, foi alvo de notícia cadastrada no site da Procuradoria por ter feito uso da verba indenizatória da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) para propaganda antecipada, "além de usar carro de som e logos idênticos a seu futuro material de campanha em dezenas de kombis".

Ao analisar as publicações, no entanto, o procurador avaliou que não se configura propaganda eleitoral antecipada, "pois houve apenas divulgação de atos parlamentares do deputado estadual Edilson Silva e debates legislativos", o que é permitido, desde que não haja pedido de votos.

Além disso, para Wellington Cabral Saraiva, informar atos parlamentares e debater assuntos de interesse da população devem ser enquadrados como atos lícitos, inclusive em pré-campanha, porque, em princípio, não envolvem realização de gastos. Ele também considerou que o adesivo na Kombi, "é possível concluir que seria utilizado em encontros destinados à divulgação dos atos parlamentares".

De acordo com a decisão do procurador, caso não haja recurso, a notícia deve ser arquivada na unidade.

Decisão da Procuradoria Regional Eleitoral em Pernambuco by Folha de Pernambuco on Scribd

Marina silva e Júlio Lóssio
Marina silva e Júlio LóssioFoto: Divulgação

A Rede Sustentabilidade convocou sua convenção estadual para o próximo dia 03 de agosto, quando deverá ser oficializada a candidatura ao Governo de Pernambuco do ex-prefeito de Petrolina, Julio Lossio, e também serão definidas as demais candidaturas do partido às eleições deste ano.

De acordo com Clécio Araújo, porta-voz estadual da REDE, a convenção será realizada no Recife Praia Hotel, no bairro do Pina, em Recife, às 19 horas, e terá a participação de filiados e pré-candidatos da legenda de todas as regiões do estado.

Segundo o porta-voz da REDE, no dia 4 de agosto será a vez da ex-senadora Marina Silva ter sua candidatura à Presidência da República homologada pela Convenção Nacional, em Brasília. O evento contará com a presença de parlamentares, dos candidatos majoritários e das principais lideranças do partido.

Em 2014, quando disputou a presidência pela segunda vez, Marina obteve mais de 22 milhões de votos, dos quais 2,3 milhões em Pernambuco. "Pela sua história e pelo seu perfil agregador, Marina é a candidata que reúne as condições para unificar o Brasil e para tirar o país da grave crise em que se encontra, pactuando com a sociedade a construção de um projeto de desenvolvimento sustentável. Na nossa convenção, vamos ratificar a candidatura de Júlio Lóssio, pois ela será fundamental para dar suporte a esse projeto", afirmou Clécio Araújo.

Deputado federal Bruno Araújo
Deputado federal Bruno AraújoFoto: Arthur de Souza/Folha de Pernambuco

Diante da ameaça de um racha dentro da frente de oposição no estado, provocada pela resistência em torno da indicação do deputado federal Bruno Araújo (PSDB) para uma das vagas ao Senado na chapa, o senador Armando Monteiro (PTB) afirmou, nesta terça (24), que a presença do tucano no bloco é “fundamental” e fez um aceno à candidatura presidencial de Geraldo Alckmin (PSDB). Contemplado, Bruno considerou “os episódios recentes superados”.

Em sua nota, Armando faz elogios ao PSDB e diz que o grupo “estará sempre aberto para que o candidato Geraldo Alckmin possa trazer aos pernambucanos as suas propostas, neste momento tão importante e desafiador para o nosso País”. O gesto, neste caso, ajudou a acalmar os ânimos dentro do PSDB, após a visita do petebista ao ex-presidente Lula, na prisão da superintendência da Polícia Federal, na semana passada.

Ao se referir a Bruno, o senador destacou que “sem a sempre lúcida e decisiva contribuição do Presidente Bruno Araújo, cujo reconhecimento externei publicamente em vários momentos, não teríamos chegado a este resultado”. “Reafirmo finalmente a minha firme disposição de manter a unidade e a coesão da nossa frente política, através da plena integração de todas as nossas lideranças, condição essencial para o êxito desse projeto que, estou seguro, conduzirá Pernambuco a importantes conquistas no futuro”, completou.

Por sua vez, o tucano disse que, “tendo em vista as declarações do Senador Armando Monteiro Neto-PTB, de garantir em Pernambuco palanque para Geraldo Alckmin-PSDB, consideramos os episódios recentes superados”. “Vamos seguir trabalhando para apresentar as melhores propostas e caminhos aos pernambucanos”, ressaltou, também em nota.

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Entenda o caso
Os dois começaram a se estranhar desde que Bruno Araújo se uniu ao deputado estadual André Ferreira (PSC), para costurar a formação da chapa. Ferreira chegou a indicar o seu cunhado para a vaga de vice de Armando, enquanto o tucano passou a cobrar sua indicação para o Senado. Na ocasião, o senador chegou a dizer que a responsabilidade de pensar nos nomes era sua e que não iria tratar da questão pelos jornais.

Nos bastidores, circula a tese de que Bruno ficou de fora da majoritária porque sua imagem está diretamente vinculada ao impeachment da ex-presidente Dilma, já que ele deu o voto decisivo que afastou a petista, em 2016. Como em Pernambuco ainda existe, entre os eleitores, forte apreço a Lula e o palanque já terá Mendonça Filho (DEM), que também foi ministro de Michel Temer, disputando o Senado, Armando preferiu indicar outro nome. A decisão, então, causou desconforto interno, principalmente após a visita do petebista ao ex-presidente Lula, na semana passada.

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