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Raul Henry
Raul HenryFoto: Divulgação

Mestre em Gestão Pública com foco em educação, o vice-governador de Pernambuco, Raul Henry (MDB), participa, nesta quarta-feira (25), da 5ª rodada do Pense! Pernambuco. A participação do emedebista está marcada para às 15h.

Na ocasião do evento, realizado pelo Porto Digital, Raul Henry participa ao lado do economista-chefe do Instituto Ayrton Senna, Ricardo Paes de Barros, para debater sobre políticas educacionais e o futuro do Brasil.

O evento é gratuito e aberto ao público. Para participar é preciso se inscrever neste link.

Deputado federal Betinho Gomes (PSDB)
Deputado federal Betinho Gomes (PSDB)Foto: Branca Alves/Blog da Folha

As especulações que sugerem a participação do presidente Michel Temer (MDB) na negociação do apoio do ‘Centrão’ à candidatura presidencial de Geraldo Alckmin (PSDB) ganharam outros contornos, nesta segunda (23). Após o ministro Carlos Marun admitir que o MDB vetou o apoio do bloco ao “débil mental do Ciro Gomes”, em mensagem publicada no Whatsapp, o deputado federal Betinho Gomes (PSDB) tratou de rechaçar o apoio dos emedebistas.

O Centrão, bloco de partidos pequenos, composto por DEM, PRB, PP e SD, anunciou apoio a Alckmin na semana passada. Imediatamente, as especulações sobre a participação de Temer nesta articulação ganharam corpo. A mensagem de Marun, desta forma, deu força à tese de que o MDB pode acompanhar os tucanos, apesar de ele enaltecer a validade do projeto presidencial, representado pro Henrique Meirelles.

Porém, para Betinho Gomes, Temer não atuou neste caso. “A construção dessa aliança teve dois atores principais. Alckmin, que soube ouvir com paciência, e depois o papel de Rodrigo Maia (DEM), que tem costurado essa composição. O MDB não teve influência decisiva no processo”, disse, durante entrevista ao programa Folha Política desta segunda (23).

Na visão do tucano, a entrada do MDB no palanque tucano é “ruim”. “Acho ruim. Sou contra a aliança. A presença de Temer no palanque não ajuda em nada. Para ganhar a eleição, não precisaremos necessariamente do MDB no palanque. Acho que isso será um obstáculo para dialogar com a população. É um partido com forte rejeição e não precisamos trazer esse problema para dentro do palanque nacional”, colocou.

Pernambuco
Após o deputado federal Bruno Araújo (PSDB) afirmar que não disputará o Senado pela oposição em Pernambuco, em razão de divergências internas, Betinho Gomes disse que seu partido pensa, de fato, em lançar uma candidatura própria para governador. Bruno está, nesta segunda, em São Paulo, para conversar com as lideranças do seu partido sobre a opção. Ele mesmo pode ser lançado candidato a governador, para dar palanque à candidatura presidencial de Alckmin em Pernambuco.

No último mês, Bruno passou a pedir a vaga ao Senado. Mas, dentro do bloco de oposição, seu nome não foi bem visto, já que representou o voto crucial que culminou no impeachment da ex-presidente Dilma, em 2016. Como no estado a figura de Lula ainda tem forte apelo entre os eleitores, Armando resistiu em dar a vaga ao tucano e fez, inclusive, uma visita ao ex-presidente Lula, na prisão em Curitiba. Este gesto, nos bastidores, foi encarado como crucial para o aprofundamento do desgaste entre os dois.

Ouça a íntegra da entrevista no Podcast Folhape:


TRE-PE
TRE-PEFoto: Divulgação

O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) disponibilizou em seu site, conforme indicado na legislação eleitoral, uma relação elaborada pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE) de gestores públicos que tiveram suas contas rejeitadas pelo órgão. A Lei das Eleições indica que, antes de cada pleito os TCEs e o Tribunal de Contas da União (TCU) devem tornar disponíveis à Justiça Eleitoral a relação dos responsáveis que tiveram contas rejeitadas por irregularidade insanável e por decisão irrecorrível daquelas Cortes.

De acordo com a Lei da Inelegibilidade, o responsável que tiver as contas relativas ao exercício de cargos ou funções públicas rejeitadas por irregularidade insanável que configure ato doloso de improbidade adminsitrativa e por decisão irrecorrível do órgão competente não pode se candidatar a cargo eletivo nas eleições que se realizem nos oito anos seguintes, contados a partir da data da decisão.

A partir da divulgação da relação feita pelo TCE-PE, coligações, candidatos ou partidos políticos podem utilizar as informações para impugnar, mediante petição fundamentada, o pedido de registro de candidatura de possíveis concorrentes, obedecendo os prazos e requisitos.

Confira, abaixo, a relação:

Lista de contas irregulares by Folha de Pernambuco on Scribd

Câmara dos Vereadores do Recife
Câmara dos Vereadores do RecifeFoto: Bruno Campos/Arquivo Folha de Pernambuco

A Câmara de Vereadores do Recife aprovou reajuste de verbas remuneratórias e indenizatórias dos vereadores e servidores do Legislativo Municipal. A medida foi publicada no Diário Oficial do Recife na edição do último sábado (21).

Segundo a Lei nº 18.508/2018, a Câmara reajustou em 6% a remuneração dos cargos comissionados, dos gabinetes e quadro efetivo, além das Comissões Técnicas Administrativas da Casa, dos servidores inativos e pensionistas.

Também houve reajustes maiores, como os 15% que constam nos artigos 6º e 7º, que tratam de benefícios de auxílio-refeição e auxílio-saúde.

A publicação afirma que "o presidente da Câmara Municipal do Recife faz saber que o Poder Legislativo aprovou, e na conformidade do que dispõe o parágrafo único, do art 33 da Lei Orgânica do Recife, promulga o Projeto de Lei nº 129/2018".

Confira, abaixo, a publicação:

Publicação no Diário Oficial do Recife

Publicação no Diário Oficial do Recife - Crédito: Reprodução

   Outro lado

Por meio de nota, a Câmara do Recife afirmou que não houve aumento de benefícios destinados aos vereadores da Cidade. Segundo a Casa Legislativa, a medida publicada no Diário Oficial diz respeito aos servidores concursados e comissionados.

"A Câmara Municipal do Recife vem a público informar que não houve aumento de benefícios destinados aos vereadores da cidade, como vem sendo veiculado em redes sociais, nesta segunda-feira (23). A legislação publicada no Diário Oficial do Município, no último sábado dia 21, diz respeito ao aumento nos salários, bem como nos auxílio-saúde e alimentação destinados apenas aos servidores concursados e comissionados da Casa, matéria que foi lida e aprovada em plenário".

Ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun
Ministro da Secretaria de Governo, Carlos MarunFoto: José Cruz/Agência Brasil

Depois de ter chamado Ciro Gomes, pré-candidatao do PDT à Presidência da República, de "débil mental" em um grupo de WhatsApp, o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, divulgou uma nota na qual afirma que não usaria a expressão se soubesse que ela viria a público. De acordo com Marun, as declarações são "posições pessoais" que desejava "discutir com o partido e com o nosso candidato" - Henrique Meirelles (MDB).

O ministro postou a mensagem no grupo da bancada do MDB na Câmara sobre o apoio do Centrão a Geraldo Alckmin, pré-candidato a presidente pelo PSDB. Ele afirma que o tucano conseguiu o apoio dos partidos do blocão graças ao movimento do governo para impedir que migrassem para "o débil mental" Ciro Gomes.

Na mensagem, ele ainda sugere propostas para o partido defender na eleição presidencial de outubro próximo. Dentre as quais, a criação de um Conselho Superior para as Polícias, "para que não prospere o Estado Policialesco e as ações dos maus policiais tenha controle externo"; "uma forma de leniência para o Caixa Dois já praticado e o criminalizarmos para o futuro"; e "mandatos para o STF".

Confira a nota divulgada pelo ministro Carlos Marun:

NOTA

Postei hj mensagem no grupo de parlamentares do MDB onde faço considerações a respeito da sucessão presidencial. Tratam-se de posições pessoais que quero discutir com o partido e com o nosso candidato. Admito que se soubesse mesmas se tornariam públicas não teria utilizado o termo “débil mental” em relação ao Sr Ciro Gomes, por reconhecer que, independentemente de minhas posições pessoais, um candidato a presidente da República deve ser publicamente tratado com maior respeito.

Carlos Marun - ministro-chefe da Secretaria de Governo

Jarbas Vasconcelos (MDB)
Jarbas Vasconcelos (MDB)Foto: Alan Marques

O deputado federal e ex-governador de Pernambuco Jarbas Vasconcelos (MDB) será agraciado, na próxima quarta-feira (25), com o Prêmio Expressão Pernambuco, do Caxangá Ágape, pela passagem de seus 47 anos de vida pública. A homenagem, concedida por meio do presidente Braga Sá, conselheiros e diretoria da organização, acontecerá durante almoço reunião, no Spettus do Derby, na área central do Recife.

Na ocasião, o vice-governador Raul Henry (MDB), que é aliado de Jarbas, fará a saudação do deputado federal. Ainda durante o encontro, o prefeito de Toritama, Edilson Tavares (MDB), receberá o título de 'Cidadão Agapeano'.

Jarbas, que integra a Frente Popular, do governador Paulo Câmara (PSB), é, hoje, pré-candidato ao Senado Federal nas eleições de outubro próximo.

Oscar Barreto
Oscar BarretoFoto: Hesíodo Góes/Arquivo Folha

Insatisfeito com as movimentações da vereadora do Recife Marília Arraes (PT), que é pré-candidata ao Governo do Estado, Oscar Barreto, membro da Comissão Executiva Estadual do Partido dos Trabalhadores (PT), solicitou uma reunião do grupo para "discutir e deliberar" sobre os fatos recentes. O documento é direcionado ao presidente estadual da sigla, Bruno Ribeiro, e ao secretário-geral, o ex-prefeito João da Costa.

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Para Barreto, que também critica dirigentes partidários, afirma que o grupo tenta passar por cima da legenda, "decide aliança com o Partido Avante e já fecha chapa do Senado", "rompendo com o processo democrático do partido".

As críticas de Oscar Barreto ao processo não são as únicas. Neste domingo (22), Dilson Peixoto, membro da Executiva Estadual, repudiou as articulações feitas por Marília. Por meio de nota, Peixoto criticou uma reunião da pré-candidata, na qual teria sido fechado o apoio do PROS.

Entre os pontos, ele destacou que: "O objetivo explícito de constranger a presidenta do PT, Gleisi Hoffman, que articula (em nome do presidente Lula e da Direção Nacional) uma aliança envolvendo o PSB e o PCdoB e por tabela, procura-se desmoralizar a direção estadual do PT na medida em que esses acordos são construídos, consolidados e anunciados sem qualquer discussão nas instâncias do partido".

Luciana Santos, deputada federal
Luciana Santos, deputada federalFoto: Arthur de Souza/Folha de Pernambuco

A deputada federal e presidente estadual do PCdoB, Luciana Santos, ratificou a resolução do seu partido que pede a união dos partidos de esquerda já no primeiro turno em resposta à adesão do centrão à candidatura do presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB). “Estamos a 70 dias das eleições e prevalece a dispersão do nosso campo de esquerda, que sempre defendeu a unidade e frente ampla para enfrentar projeto político antagônico, que reflete nossas convicções. As forças do Centrão estão unidas e a gente não”, disse Luciana Santos.

O documento, chancelado pela direção nacional da sigla, conclama PT, PDT, PSB e PSOL a se unirem “desde já” no momento em que os partidos lançam candidatos próprios e, ao mesmo tempo, são alvo de investidas dos mais bem posicionados nas pesquisas, Ciro Gomes (PDT) e o ex-presidente Lula (PT) - preso desde 7 de abril. “Vamos persistir porque há uma maior coesão das forças”, avisou Luciana. 

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Mesmo assim, a avaliação é de que será muito difícil formar uma aliança de esquerda diante das perspectivas, divergências e interesses de cada partido. O próprio PC do B, por exemplo, pode confirmar a candidatura da deputada estadual Manuela D’Ávila (RS) ao Planalto, além de negociar apoio com o PT, aliado considerado mais natural para a legenda, ou com o PDT de Ciro Gomes.

 O PSB, por sua vez, está cada vez mais próximo de Ciro Gomes, apesar dos esforços do governador Paulo Câmara (PSB) para fechar um acordo com o PT nacional. O PSB também trabalha com a probabilidade de neutralidade deixando que cada estado decida seu destino político de acordo com os interesses regionais sem uma aliança nacional formalizada.

Pelo menos até a convenção nacional do PC do B, em 1º de agosto, o discurso de dirigentes será o de que a união das legendas de esquerda se torna ainda mais importante após o acordo firmado entre o Centrão e Alckmin. A aliança formada na semana passada deu cerca de 4 minutos e meio da propaganda para o tucano, além de fôlego político à sua campanha.

Luciana analisou as movimentações do palanque oposicionista e a possibilidade do deputado Bruno Araújo deixar o grupo em Pernambuco. “Bruno já disse que iria sair da base”, refletiu, lembrando que sua sigla permanece com os acordos junto a Paulo Câmara.

Bruno Araújo rebateu críticas de Humberto Costa em vídeo
Bruno Araújo rebateu críticas de Humberto Costa em vídeoFoto: Paullo Allmeida/Arquivo Folha de Pernambuco

As movimentações do deputado federal e presidente estadual do PSDB, Bruno Araújo, que retirou sua indicação para uma possível candidatura ao Senado na coligação Pernambuco quer Mudar para o seu partido, pode acelerar uma aproximação do pré-candidato e senador, Armando Monteiro Neto (PTB), para o palanque do presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB). O cenário, que até a última sexta-feira (20) parecia estável, entrou num período de instabilidade depois que Bruno Araújo abriu - em nota emitida na madrugada do sábado (21) - , inclusive, a possibilidade para uma candidatura tucana ao governo estadual.

A articulação de Bruno Araújo daria palanque ao projeto nacional do PSDB, mas, por outro lado, poderia inviabilizar as amarrações feitas desde o ano passado para as composições das chapas proporcionais, tanto para deputados estaduais quanto para federais. Teriam influenciado o posicionamento de Bruno Araújo, a aderên­cia do “centrão” à pré-candidatura de Alckmin ao Palácio do Planalto, assim como a associação histórica de Armando Monteiro Neto ao projeto petista de lançar o ex-presidente Lula – preso desde 7 de abril - na corrida presidencial. Armando Monteiro ponderou ainda na semana passada que votaria em Lula, mas caso o ex-presidente não fosse o candidato apoiaria, em tese, Geraldo Alckmin.

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No domingo (22), a executiva estadual do PSDB esteve reunida para traçar os rumos seguindo as orientações da executiva nacional e deve ter novo encontro até o final desta semana. Os tucanos pernambucanos estariam divididos, o que colocaria em xeque a viabilidade da proposta de candidatura própria. O vereador e pré-candidato a deputado federal pelo PSDB, André Régis, lembra que a “carta de Bruno (Araújo) foi em caráter pessoal e causou uma necessidade de reavaliação do processo”. “Não houve rompimento com a coligação. Todas as avaliações serão feitas, obrigatoriamente, até o final de semana. A questão das chapas proporcionais é um cálculo individual de cada um”, avisou.

Já o deputado federal Betinho Gomes (PSDB) acha que a proposta de candidatura própria do seu partido está ganhando corpo. “É um processo de amadurecimento que avançou razoavelmente e este caminho deve ser considerado, podendo se concretizar com as forças da oposição. Não fechamos as portas”, disse.

Caso Armando Monteiro siga o caminho de antecipar seu apoio na direção de Geraldo Alckmin, restariam apenas dois palanques ao invés de três que declarariam apoio integral a Lula: do governador Paulo Câmara (PSB) e da vereadora recifense Marília Arraes (PT). Fato que, de certa forma, mudaria o quadro das eleições dentro do Estado. Aliado da oposição, o deputado federal Daniel Coelho (PPS) foi mais ponderado. “É um processo harmômico de alinhamento com prefeitos e vereadores. No campo nacional existe o apoio do DEM e PTB também”, observou.

Em nota, deputado afirmou que “não há tempo a perder” e que estará com  Marília nas eleições
Em nota, deputado afirmou que “não há tempo a perder” e que estará com Marília nas eleiçõesFoto: Costa Neto/Divulgação

O deputado federal João Fernando Coutinho (PROS) confirmou que está fechado com a pré-candidatura da vereadora recifense Marília Arraes (PT) ao Governo do Estado, e que o apoio deve ser oficializado nesta segunda-feira (23). Através de nota, enviada no domingo (22) à Folha de Pernambuco, João Fernando Coutinho não apenas reforçou seu posicionamento em favor de Marília, mas fez questão de legitimar seu apoio ao ex-presidente Lula, preso no dia 7 de abril.

“Hoje, o presidente Lula é um preso político. Defender sua candidatura é defender a volta da normalidade democrática, do estado de direito, do equilíbrio dos poderes, da busca da justiça social. É defender a volta do desenvolvimento sustentável, da geração de emprego, do aumento da produção e da circulação de mercadorias e rendas. Lula é a volta dos programas sociais da esperança e da autoestima do brasileiro”, disse.

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Ex-deputado pelo PSB, João Fernando Coutinho deixou o partido alegando falta de espaço entre as lideranças socialistas apesar de ter sido aliado dos ex-governadores Miguel Arraes e Eduardo Campos na Assembleia Legislativa e na Câmara Federal. Porém, hoje ele entra na oposição ao governador Paulo Câmara. “O PSB fechou questão a favor do impeachment, principalmente em Pernambuco, e nesse sentido determinou a todos seus parlamentares. Com isso, na véspera da votação, expus a questão pessoalmente ao presidente Lula, em reunião (que sempre apoiamos em todas as suas candidaturas) e, na hora da votação, está claro no vídeo, que não fiz teatro, proselitismo nem discurso oportunista para pronunciar o meu voto, diferente da maioria dos deputados do partido”, esclareceu.

Ainda na nota, o parlamentar ratifica o seu apoio à pré-candidata. “E em Pernambuco toda esta luta está simbolizada, cristalizada na candidatura de Marília Arraes, essa liderança jovem que tem sensibilidade social e princípios. Marília tem história, é uma lutadora, jovem, determinada e, sobretudo, atenta e comprometida com a volta da melhoria da qualidade de vida do povo pernambucano”, argumentou.

Ele preferiu não entrar em conflito com o dirigente petista Dilson Peixoto, que emitiu nota, também no domingo, mais cedo, criticando a aproximação de Coutinho com Marília, destacando que o deputado foi “um dos ardorosos do afastamento de Dilma e votou favorável, hoje é tratado como aliado importante”, escreveu Dilson. “Não cabe a mim discutir questões internas de outros partidos. Quanto às referências a meu nome na nota enviada por Dilson Peixoto, pessoa a qual tenho tenho profundo respeito”, devolveu Coutinho.

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