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João Amoêdo (NOVO)
João Amoêdo (NOVO)Foto: Anderson Stevens/Folha de Pernambuco

Para cumprir compromissos de campanha em Pernambuco, o candidato à presidência João Amoedo (Novo) desembarcou esta tarde no Recife e seguiu em carreata para a sede do partido, no bairro do Pina. O presidenciável foi recebido por um público pequeno e conversou com jornalistas sobre suas propostas de governo.

Entre os assuntos abordados na entrevista, a reforma da previdência e privatização de estatais. O candidato criticou o uso de aviões de uso do governo em campanhas e o modelo de fundo partidário. “Eu acho um absurdo a gente estar com tanta demanda em tantas áreas e políticos estarem andando para cima e para baixo usando aviões da FAB e a gente vê isso também no uso do fundo partidário. Os partidos políticos vão receber este ano R$ 2 bilhões e R$ 6 milhões entre fundo partidário e fundo eleitoral para financiarem as suas campanhas. Dos 35 partidos existentes o Novo é o único que não usa isso, inclusive hoje fizemos uma consulta ao TSE se poderíamos devolver ao Tesouro para que vá para todo cidadão brasileiro”, sugeriu Amoedo.

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O presidenciável criticou os gastos de campanha que poderiam, segundo ele, ter melhor destinação. “Não faz sentido tirar dinheiro da saúde e da educação para financiar partidos políticos. E esse dinheiro muitas vezes é utilizado para fazer convenções milionárias, pagando até aluguel de frigobar dos membros da convenção”, afirmou Amoedo, que aproveitou para criticar o Partido dos Trabalhadores. “O Brasil está indo muito mal. Crescendo pouco, um país muito inseguro. E isso tudo vem de uma herança petista. O Michel Temer está lá hoje, mas isso foi uma herança petista que ficou vários anos no governo”, apontou.

Quando questionado sobre as semelhanças com as propostas de Bolsonaro, Amoedo afirmou que Bolsonaro tem o discurso e que eles têm a prática liberal. Alfinetou dizendo que ele não emprega funcionário e coloca para trabalhar em Angra. “O Nordeste tem muitas obras inacabadas e uma delas é a transposição do São Francisco. Então a gente tem que colocar isso para funcionar”, afirmou.

À noite, o empresário segue para o lançamento da sua candidatura no Estado, que acontece no Clube Português do Recife. Em evento aberto, a programação também promete uma apresentação dos 10 candidatos a deputado federal pelo partido.

*Com informações de Luiza Alencar, da editoria de Política.

Raul Henry é o atual vice-governador de Pernambuco
Raul Henry é o atual vice-governador de PernambucoFoto: Ronaldo Barbosa

Vice-governador do Estado, Raul Henry (MDB), também está no processo eleitoral. Mas, nesse pleito, ele concorre a uma vaga à Câmara Federal, já que no coligação da Frente Popular do Recife a candidata a vice-governadora ficou com a presidente nacional do PCdoB, deputada federal Luciana Santos. Raul trilha seu caminho na maioria das vezes sem a presença da majoritária, mas, nesta quarta-feira (29), o emedebista esteve ao lado do governador Paulo Câmara (PSB), que tenta à reeleição

Raul já foi deputado federal por duas vezes. Já passou por vários testes das urnas. Já protagonizou momentos de candidaturas a prefeito do Recife.

Em 2018, o protagonismo outrora conquistado seja ocupando posição nas chapas majoritárias, outras vezes ocupando seu espaço ao lado de Jarbas Vasconcelos (MDB) (candidato ao Senado nesse pleito), provavelmente, precisará ser reconquistado com menos holofotes, o que pode deixar esse caminho rumo à Câmara Federal mais tortuoso, mas não impossível. 

Na eleição passada, em 2014, o candidato já demonstrou, quando caminhou paralelamente ao então candidato Paulo Câmara numa estratégia da Frente Popular, naquela ocasião dividida em duas partes, que tem popularidade em todo Estado. 

Na noite da quarta-feira (29), na Mata Sul, nos municípios de Xexéu e Palmares, Raul endossou o discurso governista da crise instaurada pela administração do Governo Temer. “Muitos estados, mais ricos que Pernambuco, quebraram completamente, sem conseguir pagar o seu pessoal", comentou.

Ele esteve ao lado também do candidato ao Senado, Jarbas Vasconcelos (MDB) e Humberto Costa (PT), além do deputado estadual Clodoaldo Magalhães (PSB), que tenta um novo mandato na Assembleia Legislativa e dobra com Raul na região. Eles foram recebidos pelos prefeitos Eudo Magalhães (PSB) e Altair Júnior (MDB), respectivamente, de Xexéu e Palmares.

Fernando Haddad visita Lula na prisão em Curitiba
Fernando Haddad visita Lula na prisão em CuritibaFoto: Ricardo Stuckert

Candidato à vice na chapa Lula-Haddad, o ex-prefeito Fernando Haddad (PT) realiza, no sábado (1º), agendas em Caetés e em Garanhuns, no Agreste, onde o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nasceu. Em Caetés, serão realizadas filmagens para o programa eleitoral e à tarde ocorrerá um ato público em Garanhuns. Até 1964, Caetés era distrito de Garanhuns. O governador Paulo Câmara (PSB), candidato à reeleição, acompanhará Haddad.

O presidente estadual do PT, Bruno Ribeiro, explicou que, apesar de ser cogitada anteriormente, Recife ficou de fora desta agenda. O petista deve cumprir posteriormente agenda na capital pernambucana e em Petrolina, no Sertão.

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Temer
Aliado de Paulo Câmara, Ribeiro ironizou as declarações do presidente Michel Temer (MDB) em relação ao gestor pernambucano, que tenta se distanciar do emedebista. “Temer está escolhendo seletivamente a quem distribui sua impopularidade”, declarou o petista, com humor.

Jair Bolsonaro
Jair BolsonaroFoto: Nelson Almeida/AFP

O candidato à Presidência da República, deputado federal Jair Bolsonaro (PSL), cumpre agendas de campanha, em Pernambuco. O parlamentar realiza ato público, no dia 11 de setembro, no Recife, e 12, em Caruaru, no Agreste. O Estado entrou na rota dos presidenciáveis.

O presidente nacional do PSL, deputado federal Luciano Bivar, explicou que o presidenciável desembarca na capital pernambucana pela manhã e logo segue para um almoço com convidados, em um restaurante no Derby, área central do Recife, e às 18h realiza um ato político em seu comitê, no bairro do Pina, Zona Sul.

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No dia seguinte, às 9h, Bolsonaro faz um ato público de rua, no centro de Caruaru. O jornalista Silvio Nascimento (PSL), um dos organizadores da campanha do presidenciável na região, destacou que Caruaru era uma das principais cidades polo da região e maior colégio eleitoral do Estado fora da Região Metropolitana – com mais de 200 mil eleitores.

Outros candidatos
João Amêdo (Novo) realiza agenda nesta quinta-feira (30) e o candidato a vice na chapa Lula-Haddad, o ex-prefeito Fernando Haddad (PT), cumpre agenda no próximo sábado (1º).

Na última semana, os presidenciáveis Marina Silva (Rede), Geraldo Alckmin (PSDB) e Guilherme Boulos (PSOL), além do plano b de vice-presidente na chapa petista, deputada Manuela D’ávila (PCdoB-RS), estiveram em Pernambuco. Com exceção do tucano, que foi à Petrolina, no Sertão, todos cumpriram agenda no Recife.

Em seu primeiro guia eleitoral, que será veiculado nesta sexta-feira (31), a campanha do senador Armando Monteiro (PTB) usa os dois minutos e quarenta segundos que sua coligação dispõe para fazer duras críticas ao governo de Paulo Câmara. O programa de Armando começa com imagens do Jornal Nacional  e outras reportagens com cenas de violência e greve dos professores em Pernambuco. Em seguida, apoiado por imagens do sertão e do Rio São Francisco, Armando propõe mudanças. “Todo dia a gente vê coisas que nos constrange, mas não podemos perder a esperança”.

“Nós temos uma boa causa, que é oferecer a Pernambuco nesse momento um outro caminho", continua o discurso de Armando, que passa a questionar a capacidade do socialista de governar Pernambuco. “Pernambuco tá andando em duas velocidades: a do governo que é em câmara lent, e a do povo, que exige com urgência a solução pra seus problemas”, dispara.

O petebista segue avaliando que Paulo foi uma escolha errada para assumir o Estado “Nós fomos experimentar alguém que não estava treinado e estamos pagando um custo alto”, diz o senador, que promete ser um governador com mais autoridade. “Os bandidos não terão vida fácil”, promete.

Assista:

Cientista político Hely Ferreira
Cientista político Hely FerreiraFoto: Folha de Pernambuco

No modelo atual de sociedade, identificar traços de um governo totalitário, talvez seja algo difícil. Nem por isso, devemos nos esquivar, pois a palavra democracia se tornou algo natural, tanto é que, por mais que um governo esteja atrelado a uma agenda repressiva, costuma-se apresentar como um democrata.

Seguindo a teoria platônica, se torna mais fácil entender, já que o ateniense dizia que ela era a mais bela forma de tirania que o homem inventou. Seu principal aluno (Aristóteles), afirmou que a mesma cria uma falsa ideia de que todos são iguais. Não é por acaso que se diz o seguinte: manda quem pode e obedece quem tem juízo. Em um Estado totalitário, até quem não tem juízo, obedece.

Uma das características de um governante totalitário é não saber conviver com o contraditório, fazendo com que qualquer tipo de manifestação que vá de encontro as suas propostas, sejam suprimidas, até em festividades populares. O governante totalitário, não admite que as pessoas pensem. Daí, filosofia, sociologia, história ou qualquer outra ligação ao mundo das ciências humanas, não são bem vindas. O lema é: para que o povo pensar?

Outra característica de um governante totalitário é sempre quando acontece algo de negativo em sua administração, a atitude do líder-mor é fugir a responsabilidade que lhe compete e de imediato atribuir a outrem. Mas como diria certo pensador, a maior fraqueza do homem é atribuir sua responsabilidade ao outro.

Os anos se passam, mas a tirania continua, causando malefício e aterrorizando o povo. Recentemente, a Associação Psiquiátrica dos Estados Unidos (DPN), elencou o que podemos esperar de pessoas assim. Dentre tantas, concluíram que são fixadas pelo poder e sucesso, além da megalomania aguçada.

Quando morrem, deixam seus asseclas ou familiares atônitos, pois a única coisa que sabem fazer é promover o continuísmo do que há de mais horrendo em uma sociedade.

*Hely Ferreira é cientista político.

Adriana Rocha (REDE), candidata ao Senado
Adriana Rocha (REDE), candidata ao SenadoFoto: Arthur Mota/Folha de Pernambuco

Em sabatina ao programa Folha Política, da Rádio Folha FM (96,7), nesta quinta (30), a advogada e candidata ao Senado, Adriana Rocha (Rede) não ficou em cima do muro quando perguntada sobre sua opinião em relação à legalização do aborto.

Adriana lembrou que a candidata à presidência de seu partido, Marina Silva, propôs que a questão fosse decidida em um plebiscito, mas que sua posição é pelo direito das mulheres de decidirem sobre o assunto. “Eu sou um pouco mais avançada em relação a essa pauta. Eu procuro entender essa realidade do ponto de vista jurídico. Quando a gente toma uma decisão legislativa de permitir ou proibir isso tem uma consequência da relação do Estado com o cidadão e com a mulher”, disse.

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Para dar um exemplo da influência do Estado sobre a vida das mulheres, ela citou a China, onde o número de filhos é decidido pelo governo. Segundo ela, se o não é justo que o governo decida quantos filhos a mulher pode ter, também não é razoável que o Estado decida sobre o a ilegalidade do aborto.

13º do Bolsa Família foi proposto por Paulo e Armando
13º do Bolsa Família foi proposto por Paulo e ArmandoFoto: internet

As tentativas de equalização da disputa eleitoral chegaram às propostas das principais candidaturas ao Governo de Pernambuco. Na quarta-feira (29), o governador e candidato à reeleição, Paulo Câmara (PSB), anunciou que iria adotar o pagamento do 13º salário para os beneficiários do Bolsa Família.

Já nesta quinta-feira (30), foi a vez do senador Armando Monteiro Neto (PTB) entrar no debate propondo o mesmo benefício para os usuários do programa. “A primeira delas será o pagamento do 13º para os inscritos no Bolsa Família, beneficiando mais de 1,15 milhão de pernambucanas e pernambucanos”, disse Armando em nota oficial encaminhada à Imprensa.

Antônio Campos contesta relatório final sobre acidente que vitimizou Eduardo Campos e outros cinco passageiros
Antônio Campos contesta relatório final sobre acidente que vitimizou Eduardo Campos e outros cinco passageirosFoto: Ed Machado/Folha de Pernambuco

Teve início, na manhã desta quinta-feira (30), com a leitura do relatório do desembargador Alexandre Pimentel, o julgamento da ação ordinária de preservação de imagem e outros atributos, movida pelo advogado Antônio Campos (Podemos), contra Paulo Câmara e o PSB Estadual, perante o TRE.

Após as sustentações orais dos advogados, o relator votou pela improcedência do pedido, ressalvando o direito de analisar caso a caso a utilização da imagem de Miguel Arraes, em outras veiculações, inclusive para evitar censura prévia. Após o voto do relator, o desembargador Vladmir Carvalho pediu vistas, devendo o processo voltar à pauta na próxima terça-feira, 4 de setembro, à tarde.

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“Em minha sustentação oral defendi que a utilização da imagem de Arraes por Paulo Câmara, na propaganda eleitoral, beneficiará, por ironia, também, indiretamente, o candidato a senador Jarbas Vasconcelos, conhecido desafeto de Arraes, entre outros aspectos”, comentou Antônio Campos.

Adriana Rocha (REDE), candidata ao Senado
Adriana Rocha (REDE), candidata ao SenadoFoto: Arthur Mota/Folha de Pernambuco

A advogada e candidata ao Senado Adriana Rocha (Rede), durante sabatina ao programa Folha Política, da Rádio Folha FM (96,7), nesta quinta (30), traçou um perfil do eleitorado brasileiro e destacou a necessidade de mais participação das mulheres na política e nos espaços de poder.

Partindo de sua experiência como professora de direito constitucional, Adriana falou sobre a falta de representatividade e interesse dos eleitores. “Em sala de aula o que a gente sempre percebe é uma leitura de desânimo em relação à política. Sou eleitora antes de ser candidata e o quadro político atual demonstra que há nesse desânimo um quantitativo de votos brancos e nulos que tem dado um resultado que coloca em xeque essa representatividade legislativa”, afirmou.

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“A gente não precisa só de candidatas, a gente precisa garantir o espaço real das mulheres na política. A população brasileira precisa entender que quando fazemos propostas como essa não é nenhum privilégio. Estamos regatando algo que historicamente não conseguimos superar. A mulher já foi considerada incapaz pelo direito e conseguiu o direito de votar depois do homem. Isso trás consequências reais para o cenário político”, disse Adriana.

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