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Humberto Costa (PT)
Humberto Costa (PT)Foto: Arthur Mota/Folha de Pernambuco

Ao longo da sabatina ao programa Folha Política, da Rádio Folha FM (96,7), nesta quinta (30), o senador e candidato à reeleição, Humberto Costa (PT), não mediu palavras para bater em seus adversários. O petista jogou mais lenha no debate e procurou descontruir a oposição.

Humberto associou Mendonça Filho (DEM) e Bruno Araújo (PSDB) ao grupo do presidente Temer. “Votaram para que Temer assumisse mas também votaram duas vezes para que ele não fosse investigado nem processado. Votaram pelas reformas de Temer. Todas as maldades que Temer fez esse pessoal estava junto. Ou eles estão meio ruim da cabeça ou estão achando que a população é burra, tola”, atacou, criticando inclusive o uso da estrela do PT pela campanha do senador Armando Monteiro (PDT).

Contradições – Questionado sobre a incoerência de Paulo Câmara de apoiar o ex-presidente Lula (PT), mesmo tendo participado do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), liberando seus secretários para votar a favor da deposição, Humberto contemporizou. “São duas coisas diferentes. Milhões de pessoas também se iludiram achando que tirando Dilma as coisas iam melhorar e tudo piorou. Todo mundo tem direito de errar, mas eles lá insistiram no erro”, disse, comparando com o posicionamento da oposição no episódio - os dois candidatos ao senado da chama de Armando Monteiro votaram a favor do impeachment.

Marília - Humberto Costa revelou que convidou Marília Arraes por diversas vezes para conversar, mas em nenhuma delas teve resposta, inclusive revelou que não foi sequer convidado pra inauguração do comitê de campanha da petista. 

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“Tenho feito sempre uma diferenciação. Armando está com o time de Temer, votou nas reformas. Ele está ao lado desse pessoal que é um erro grave e foi por isso que não pudemos avançar em qualquer discussão de fazer uma aliança”, contou Humberto.

Prestação de contas - Para apresentar motivos que justifiquem sua reeleição ao Senado, Humberto elencou sua atuação parlamentar e como ministro da Saúde e secretário de Saúde de Eduardo Campos. Segundo ele, atuou no Senado contra a transferência da fábrica da Hemobrás de Pernambuco para o Paraná, a privatização da Chesf, o fechamento dos estaleiros e as medidas impopulares de Temer como as reforma trabalhista e previdenciária e a emenda constitucional que congelou os gastos da saúde e educação por 20 anos. Ele destacou que trouxe para Pernambuco recursos da ordem de R$240 milhões em emendas parlamentares.

Sobre realizações como secretário de Saúde no governo Lula, Humberto citou projetos de sua iniciativa como o SAMU, as farmácias populares, e o Brasil Sorridente. Humberto também destacou iniciativas da época em que era secretário de Saúde do ex-governador Eduardo Campos (PSB), quando idealizou as academias da cidade.

Humberto Costa (PT) disparou contra o  presidente Temer
Humberto Costa (PT) disparou contra o presidente TemerFoto: Arthur Mota/Folha de Pernambuco

O presidente Michel Temer (MDB) foi alvo de críticas contundentes do senador e candidato à reeleição Humberto Costa (PT), durante sabatina ao programa Folha Politica, da Rádio Folha FM (96,7), nesta quinta (30). Humberto questionou a interferência do presidente nas eleições locais - Temer concedeu entrevista por telefone a uma emissora local para apresentar um relatório sobre ações do Governo Federal em Pernambuco, contrariando as críticas frequentes do governador sobre perseguição no repasse de recursos ao Estado.

“Um presidente da República pegar um telefone e ligar pra uma rádio pra dizer que está com fulano e prejudicar o fulano. Nunca vi um presidente se passar por um papel desses, de menino de recado”, criticou Humberto, fazendo referência ao senador Fernando Bezerra Coelho (MDB), que assumiu o posto de líder do governo do Senado um dia antes da entrevista de Temer. “O primeiro pedido que o novo líder do governo fez a Temer foi que ele interferisse aqui na eleição”, apontou.

Humberto buscou descontruir a estratégia de Temer em Pernambuco."É um palanque dele aqui. Ele entrou nessa história pra trazer esse caráter tóxico que ele representa hoje. É o pior presidente da república que já passou pelo país", avaliou.

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O petista se mostrou surpreso que a interferência do presidente se capitalize não pelos seus votos ou influência positiva, mas pela sua rejeição no Estado. “Geralmente um político interfere pra trazer a popularidade. Mas aqui em Pernambuco ele tem mais de 90 % de rejeição”, lembrou.

Fernando Haddad (PT)
Fernando Haddad (PT)Foto: Henrique Boney / Wikimedia Commons

O candidato a vice-presidente na chapa do ex-presidente Lula (PT), Fernando Haddad, estará em Pernambuco no próximo sábado (1◦), para agendas de campanha. Haddad tem atuado como porta voz do ex-presidente – preso desde abril deste ano - e será o candidato petista caso se confirme a inelegibilidade de Lula. A agenda prevê filmagem com a família de Lula em Caetés, e atos com a coligação majoritária em Garanhuns e no Recife.

Palácio do Campo das Princesas
Palácio do Campo das PrincesasFoto: Arthur Mota/Folha de Pernambuco

Diferente das últimas eleições gerais, o calendário para fazer campanha de rua, neste ano, está mais curto (45 dias) e, consequentemente, com o tempo ainda mais apertado para os candidatos. A partir de amanhã tem início o guia eleitoral para televisão e rádio, uma oportunidade para os postulantes apresentarem as suas propostas para a população. No entanto, até o momento, Simone Fontana (PSTU) é única candidata ao Palácio do Campo das Princesas que dá o seu programa de governo como definido, com singelas três páginas. Os demais apresentaram proposições e diretrizes no registro da candidatura, sem um projeto de governo concluído para os eleitores pernambucanos.

A Lei das Eleições de 1997 determina que é obrigatório que o candidato informe, no momento do registro das candidaturas, o endereço eletrônico onde estão disponíveis as propostas de governo. Ainda de acordo com a legislação, caso não seja informado, o pedido pode ser dado como indeferido. Talvez por isso que algumas propostas parecem esboços de programas de governo.

No registro disponível no site Divulgacand, sistema responsável pela divulgação das postulações, o documento apresentado pelo ex-deputado federal Maurício Rands (PROS) possui apenas uma página, com proposições curtas e simples. Por meio de seu endereço virtual, o candidato está convocando eleitores e cidadãos em geral para a construção do programa, a partir de colaborações e plenárias digitais.

Apesar de o ex-prefeito de Petrolina, Júlio Lóssio (REDE), ter protocolado o seu programa de governo, ontem, em uma visita de cortesia ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PE), o candidato afirma que a sua plataforma de governo também não está fechada e será atualizada todos os dias com sugestões dos eleitores. O senador Armando Monteiro Neto (PTB) também é um dos postulantes que ainda está finalizando o plano. De acordo com a sua assessoria, todo o projeto está em fase de conclusão e será apresentado paulatinamente no guia eleitoral.

A advogada Dani Portela (PSOL) é outra postulante que está na fase de revisão do seu programa e, de acordo com a sua assessoria, deve apresentá-lo na próxima semana. O material é o resultado de dez escutas programáticas com a própria população. Já o atual governador Paulo Câmara (PSB), que encabeça a “Frente Popular”, de acordo com a sua assessoria, apresentará o plano assim que ele for concluído. Entre as propostas registradas no DivulgaCand, o socialista é um dos que possui um programa de governo mais robusto, com cinco eixos.
A candidata Ana Patrícia Alves, do PCO, apesar de não possuir registro de propostas na plataforma do TSE, garantiu que possui um programa de governo já definido. De acordo com a assessoria, ela está “aguardando que algumas pendências junto ao TRE sejam resolvidas para registrá-lo”.

Para o advogado especializado em direito público e em direito eleitoral, Tony Chalita, o fato dos candidatos não apresentarem um plano definitivo é "ruim para a democracia", sobretudo com a diminuição do tempo de televisão. "O prejuízo é não haver transparência em quais são as propostas e os projetos que serão defendidos por aquele determinado canditado", comenta Tony. "A ausência de um projeto político definido e claro à população em um pleito tão curto, dificulta a análise da população no momento de definir o candidato", finaliza.

Chalita justifica que a obrigatoriedade de se apresentar um plano de governo aos candidatos foi a forma encontrada pelo legislador para de alguma forma garantir ao cidadão um instrumento de "cobrança" das promessas de campanha. Ele explica que enquanto não houver o julgamento do registro, o programa pode ser alterado e até totalmente modificado sem qualquer prejuízo.

Mesmo com a ausência de uma proposta de governo consolidada, a população não deve ficar sem o conhecimento das intenções dos candidatos. “Não é um cheque em branco porque na propaganda, eles, de uma maneira geral dizem o que vão fazer. Além de criticar muitos outros, eles no aspecto propositivo, apresentam algumas intenções”, explica. Já o advogado em direito eleitoral Leucio Lemos considera o plano de governo “uma mera intenção ou um programa”, mas vê como "atípica" a demora em apresentá-lo a população.

Temer foi apontado como bom ou ótimo por 2,7% dos entrevistados
Temer foi apontado como bom ou ótimo por 2,7% dos entrevistadosFoto: José Cruz/Agência Brasil

Desta vez, o presidente Michel Temer (MDB) não ficou só na promessa. Após dizer que possuía um relatório com ações em Pernambuco para se defender das sucessivas críticas do governador Paulo Câmara (PSB), o emedebista apresentou os documentos para desmentir o ex-aliado. Segundo a Secretaria-Geral da Presidência da República, o Governo Temer investiu, de maio de 2016 - quando assumiu interinamente - até hoje- R$ 2,73 bilhões no Estado, enquanto a antecessora, Dilma Rousseff (PT), teria transferido R$ 1,50 bilhão, de 2015 até abril de 2016, quando foi afastada.

A manifestação de Temer ocorreu um dia depois do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB), aliado do senador Armando Monteiro Neto (PTB) adversário de Câmara, ter assumido a liderança do Governo no Senado. E toda a planilha busca se contrapor à gestão petista, de quem agora Câmara é aliado. Temer ainda prometeu executar até o final do mandato 348 projetos, com orçamento total de R$ 8,43 bi, sendo outros oito projetos de recursos hídricos, além da Adutora do Agreste, com orçamento de R$ 226,2 milhões.

Os dados do Planalto destacam duas áreas sensíveis a Câmara: a Educação, que foi comandada pelo ex-ministro Mendonça Filho (DEM), e para a Adutora do Agreste, que o governador reclamou de não ter recebido R$ 1 em 2018. O Planalto, todavia, confirma a afirmação do socialista. Contudo, em 2017, houve transferência de R$ 194 mi e, entre maio e dezembro de 2016, R$ 113,2 mi. Dilma teria repassado o total de R$ 118 mi no segundo mandato.

Quanto a Educação - uma das bandeiras de campanha de Câmara -, o Governo Temer teria investido R$ 643,5 mi, enquanto a petista teria aplicado R$ 302,3 mi, entre 2015 e abril de 2016. Este, inclusive, é um tema caro a Mendonça Filho que já teria desafiado o governador a debater sobre investimentos na área.

Paulo Câmara (PSB) rebateu presidente e FBC em nota
Paulo Câmara (PSB) rebateu presidente e FBC em notaFoto: Rafael Furtado / Folha de Pernambuco

Por meio de nota de sua assessoria de imprensa, o governador e candidato à reeleição Paulo Câmara (PSB) respondeu ao relatório apresentado pelo presidente Michel Temer (MDB) com documentos sobre ações do Governo Federal em Pernambuco, contrariando as críticas frequentes do governador sobre perseguição no repasse de recursos ao Estado. A apresentação dos documentos pelo presidente ocorreu um dia após o senador Bezerra Coelho assumir o posto de líder do governo no Senado, fato que não foi desprezado pelo socialista em sua resposta.

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Confira a nota, na íntegra:

“NOTA OFICIAL

Pernambuco acompanhou ontem, um capítulo lamentável da história brasileira com um presidente da República cumprindo uma tarefa eleitoral minúscula, a serviço de seus aliados. Atendendo à primeira demanda de Fernando Bezerra Coelho, seu novo líder no Senado, Michel Temer tentou interferir na eleição local com a falsa afirmação de que teria algum tipo de proximidade com o governador Paulo Câmara.

A ação orquestrada entre Temer e Fernando Bezerra Coelho para beneficiar Armando Monteiro só evidenciou o quanto esse grupo político está integrado e trabalhando contra os pernambucanos. A mentira se estendeu a um documento que supostamente deveria conter os investimentos federais no estado.

A obra de ficção encaminhada pela Presidência da República elenca como aporte do Governo Temer em Pernambuco desde construções realizadas no Rio Grande do Norte, passando por repasses obrigatórios aos trabalhadores, como PIS/PASEP e FGTS. Além de itens que deveriam acontecer em 2018 e nem sequer foram iniciados.

Nenhuma linha sobre o fechamento do crédito nos bancos oficiais para Pernambuco e nem sobre o fim do repasse para obras importantes como a Adutora do Agreste, que não recebeu nenhum centavo da União em 2018. O documento também não menciona que Temer impediu por duas vezes a devolução da autonomia de Suape, assim como prometeu e não cumpriu a prorrogação dos incentivos fiscais para que a FIAT realize mais um investimento de R$ 7 bilhões que gerarão 13 mil novos empregos.

Quem sabe o que o presidente Temer significa pra Pernambuco é o nosso povo que dá 94% de rejeição a ele. O papel a que se prestou o presidente mostra a exata dimensão de sua estatura política e do tamanho do seu empenho com a candidatura do senador Armando Monteiro e toda a sua turma.

Assessoria de comunicação
Campanha Paulo Câmara”

Agenda dos candidatos ao Governo de Pernambuco 2018
Agenda dos candidatos ao Governo de Pernambuco 2018Foto: Arte: Folha de Pernambuco

Agenda da candidata Simone Fontana (PSTU)

9h reunião com assessoria política no comitê.

14h Debate com demais candidatos ao governo sobre Política Estadual de Inclusão da Pessoa com Deficiência, na APEC, Cordeiro.

Agenda do candidato Júlio Lóssio (Rede)

8h30 – Ato com Lideranças de Olinda

10h - Reunião com a coordenação de campanha

14h – Participa do Debate organizado pela APEC – Associação Pernambucana de Cegos

Local: Instituto Antônio Pessoa de Queiroz – IAPQ, localizado na Rua Guilherme Pinto, 146, Graças, Recife

19h – Gravação de guia eleitoral

Agenda do candidato Armando Monteiro Neto (PTB)


16h - Caminhada em Camaragibe - Bairro dos Estados

19h- Inauguração do Comitê de Antônio Campos em Olinda

20h - Inauguração do Comitê de Terezinha Nunes

20h30 - Ato Político com Priscila Krause

Agenda do candidato Paulo Câmara (PSB)

Recife

18h – Caminhada na Ilha do Joaneiro

Local: Academia das Cidades – Avenida Agamenon Magalhães (Próximo ao Unicordis)

Olinda

19h30 – Prosa Política com o prefeito Lupércio

Local: Quadra do Colégio Academia Santa Gertrudes – Largo da Misericórdia - Amparo

Fernando Bezerra Coelho
Fernando Bezerra CoelhoFoto: Roque de Sá/ Agência Senado

Sem concorrer a cargos eletivos nestas eleições, o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB) conseguiu junto a Ministros e presidente da Caixa garantem a senador FBC mais de R$ 60 milhões em investimentos para Petrolina.

Segundo o emedebista, o ministro Valter Casimiro (Transportes) assegurou R$ 5 milhões do Governo Federal para obras de recuperação de vias laterais à Avenida 7 de Setembro.

Na Caixa Econômica Federal, o presidente da CEF, Nelson de Souza, autorizou a assinatura de contrato entre o órgão e a Prefeitura de Petrolina para o Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento (Finisa). Serão assegurados investimentos de R$ 60 milhões para ações de infraestrutura; especialmente, drenagem e pavimentação de até 200 ruas da cidade.

Ainda teria assegurado, com o ministro Gilberto Occhi (Saúde), mais um Centro de Especialidades Odontológicas (CEO) que deverá ser implementado em Petrolina. Junto ao ministro Esteves Colnago (Planejamento), o senador solicitou mais recursos para a duplicação da BR 407, que liga Petrolina a Juazeiro (BA), sendo uma das mais movimentadas da região, com alto índice de acidentes.

Coletivo Elas por Elas é formado por mulheres petistas
Coletivo Elas por Elas é formado por mulheres petistasFoto: Divulgação

O Projeto Elas por Elas, promovida pela Secretaria Nacional de Mulheres do Partido dos Trabalhadores (PT), em parceria com as secretarias estaduais vai realizar o lançamento coletivo das candidaturas femininas no estado de Pernambuco. Serão 13 candidaturas de mulheres, sendo 4 a deputadas federais e 9 deputadas estaduais

A secretária estadual de mulheres do PT, Suely Oliveira, relata como foram feitas as atividades do Elas por Elas. “O projeto teve a oportunidade de trabalhar em seus planejamentos de campanha, conversar sobre os seus orçamentos e as questões da nova legislação eleitoral de forma coletiva e plural no curso de formação realizado antes mesmo de começar a jornada eleitoral”.

O evento ocorrerá, nesta quinta-feira (30), a partir das 18h horas, na sede do PT estadual (Rua Gouvêia de Barros, 124, Santo Amaro, Recife).

Humberto Costa e Adriana Rocha
Humberto Costa e Adriana RochaFoto: Arquivo

Dando sequência a rodada de sabatinas no programa Folha Política, da Rádio Folha FM (96,7), com os candidatos ao Senado Federal, nesta quarta-feira (29), a partir das 11h, serão entrevistados o senador e candidato à reeleição, Humberto Costa (PT) e a candidata da Rede à Casa Maior, Adriana Rocha.

Cada postulante terá meia hora para responder sobre temas escolhidos como prioritários pela população pernambucana em recente pesquisa do Ipespe, além de assuntos da política partidária. As entrevistas terão apenas um candidato por coligação a cada edição.

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Confira um breve currículo dos entrevistados desta quarta-feira (29):

Humberto Costa (PT) - Cumprindo mandato de senador, Humberto Costa, de 61 anos, foi ministro da Saúde, secretário de Saúde de Pernambuco e também do Recife. Formado em medicina na UFPE e em jornalismo na Unicap, foi deputado federal, deputado estadual e vereador.

Adriana Rocha (Rede) - Formada em Direito na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e mestra na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUCSP), Adriana Rocha, de 48 anos, é conselheira federal e vice-presidente da Comissão de Diversidade Sexual da Ordem dos Advogados do Brasil.

Próximas entrevistas – A terceira rodada de sabatinas será realizada na próxima segunda-feira (03), às 11h.

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