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Paulo Câmara e Armando Monteiro. Distância entre candidatos permaneceu a mesma em relação a última pesquisa
Paulo Câmara e Armando Monteiro. Distância entre candidatos permaneceu a mesma em relação a última pesquisaFoto: Folha de Pernambuco

Em novo levantamento realizado pelo Ibope, nesta quinta-feira (27), o governador e candidato à reeleição, Paulo Câmara (PSB), continua liderando a disputa pelo Palácio do Campo das Princesas, com 35% das intenções de voto. Em seguida, com 27%, aparece o senador Armando Monteiro (PTB); o candidato da Rede Sustentabilidade, Julio Lossio, pontua 3%; já o candidato Maurício Rands (Pros), tem 2%; Ana Patrícia Alves (PCO), Simone Fontana (PSTU), Dani Portela (PSol), todos com apenas 1%. O número de brancos e nulos chega aos 23%; além dos indecisos, representados pelos que não sabem ou não responderam, que atingem 7%.

A diferença entre os dois primeiros candidatos oscilaram para mais dois pontos, mas a diferença entre ambos permanece de oito pontos. Foram ouvidos 1.512 eleitores, entre os dias 24 e 25 de setembro. A margem de erro é de 3 pontos para mais ou para menos.

E o nível de confiabilidade utilizado na pesquisa é de 95%, ou seja, há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro 0% significa que o candidato não atingiu 1% das intenções de voto. A pesquisa foi resgitrada no Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco sob o número: PE-07101/2018; e no Tribunal Superior Eleitoral sob o registro: BR‐06913/2018.

Confira:

Paulo Câmara (PSB) - 35%

Armando Monteiro (PTB) - 27%

Julio Lossio (Rede) - 3%

Maurício Rands (Pros) - 2%

Ana Patrícia Alves (PCO) - 1%

Dani Portela (PSol) - 1%

Brancos e nulos - 23%

Não sabe ou não respondeu - 7%

Rejeição

No índice de rejeição, no qual o eleitor diz em quem não votaria de jeito nenhum, o governador Paulo Câmara também lidera, com 32%; o senador Armando Monteiro (PTB), com 29%; já as candidatas Ana Patrícia Alves (PCO) e Simone Fontana somam 22%; e o candidato Maurício Rands (Pros) tem 21%. 4% dos eleitores afirmaram que votariam em todos os candidatos; outros 15% não souberam ou não responderam.

Confira:

Paulo Câmara (PSB) - 32%

Armando Monteiro (PTB) - 29%

Julio Lossio (Rede) - 25%

Ana Patrícia Alves (PCO) - 22%

Dani Portela (PSol) - 22%

Maurício Rands (Pros) - 21%

Votariam em todos - 4%

Não sabe ou não respondeu - 15%

2º Turno

Numa simulação para um possível segundo turno Paulo Câmara aparece com 43% contra 34% de Armando Monteiro. Eleitores que votam branco/nulo chegam a 18%; além dos 6% que não sabem.

Joaquim Francisco sente preocupação com o extremismo político desta eleição
Joaquim Francisco sente preocupação com o extremismo político desta eleiçãoFoto: Jedson Nobre/Folha de Pernambuco

Ex-governador de Pernambuco, ex-prefeito do Recife e diretor do Instituto Teotônio Vilela/PE , Joaquim Francisco, do PSDB, foi o entrevistado desta quinta-feira (27), no Programa Folha Política da Rádio Folha 96.7 FM. Escute no podcast, Joaquim Francisco opinando sobre a corrida eleitoral no âmbito nacional, sobre as possibilidades de chegada ao 2º turno do seu correligionário Geraldo Alckmin, além de comentar o quadro local sobre a disputa pelo Governo do Estado.

"Defendo o radicalismo de centro", disse o ex-governador. Joaquim comentou o cenário econômico mundial e seus reflexos na economia nacional, assim como não enxerga um 2019 pacificado do ponto de vista político ao mesmo tempo que não concorda com agressões e violência gratuita. Para defender seu ponto de vista, Joaquim embasa parte de seu discurso na obra lançada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB): Crise e Reinvenção da Política no Brasil (2018). 

Mendonça Filho (DEM) assinou compromisso com Unicef
Mendonça Filho (DEM) assinou compromisso com UnicefFoto: Bruno Campos/Divulgação


O ex-ministro da Educação e candidato a senador, Mendonça Filho (DEM), assinou, nesta quarta-feira (26/09) o termo de compromisso “Mais que promessas, compromissos reais com a infância e adolescência” do Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância). A intenção é colocar na agenda dos candidatos os temas que envolvam a infância e a adolescência e o desenvolvimento do público infanto-juvenil.

“Participo desse ato com prazer. Levo essa agenda como compromisso da minha vida pública, independente do cargo. No Senado continuarei envolvendo a infância e adolescência na minha pauta”, declarou o candidato. “Quero ser o senador da Educação e atuar ainda mais pelo desenvolvimento de crianças e jovens”, acrescentou.

O termo assinado por Mendonça foi entregue junto ao relatório do Unicef com seis compromissos que o futuro senador deve incluir em sua pauta quando estiver no Senado. Essas prioridades tratam de problemas como pobreza, violência, acesso à educação e saúde infantil, participação na democracia e desnutrição.

Humberto Costa (PT)
Humberto Costa (PT)Foto: Divulgação

O líder da oposição ao governo no Senado, Humberto Costa (PT), atribuiu a Mendonça Filho (DEM) o declínio da avaliação do ensino superior do país, por conta dos cortes de recursos para as instituições de ensino promovidos por Michel Temer (MDB) nos últimos dois anos, durante a gestão do democrata como ministro. Seis universidades brasileiras, entre elas a Federal de Pernambuco (UFPE), saíram da lista da Times Higher Education, publicação britânica responsável pelo ranking das mil melhores do mundo de 2018.

“Compartilho da mesma ideia levantada no estudo. Temer e Mendonça estrangularam as universidades, acabando com o ensino e a pesquisa. Eles afundaram a educação brasileira e essa grave perda que hoje amarga a UFPE é responsabilidade direta desse ex-ministro mãos-de-tesoura”, afirmou o senador.

Segundo ele, a queda dos investimentos e os declínios no ranking podem alimentar um círculo vicioso e causar, por exemplo, a saída de talentos do país. De acordo com a Times Higher Education, é o segundo ano consecutivo que o Brasil perde espaço na lista. Na edição deste ano, são 15 brasileiras ante 21 no ano passado e 27, em 2016. Entre as seis universidades retiradas da lista deste ano estão a UFPE, a UERJ e a UFRN.

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“Ao contrário do que os governos de Lula e Dilma fizeram pela educação, com o ministro Fernando Haddad sendo o responsável pela maior criação de vagas em universidades da história do país e pelo lançamento do ProUni, do novo FIES, do novo Enem e do programa Caminho da Escola, Temer e Mendonça promoveram uma verdadeira destruição da educação do país”, declarou.

Humberto lembrou que, apenas no primeiro semestre do ano passado, a UFPE sofreu com um contingenciamento de 23% de sua verba. Ela foi a sétima universidade do país mais prejudicada pelos bloqueios orçamentários promovidos por Temer e Mendonça Filho. Os cortes no orçamento atingiram 44 das 64 universidades federais do país no período.

“As consequências dessa política nefasta estão aí: universidades em frangalhos, sem dinheiro para pagar a manutenção básica, prédios sucateados, salários de terceirizados atrasados, laboratórios sem material, entre outros vários problemas. A educação foi jogada na lata de lixo por essa gestão golpista e desastrosa”, criticou Humberto.

Candidatos ao Governo de Pernambuco receberam propostas do Fórum
Candidatos ao Governo de Pernambuco receberam propostas do FórumFoto: Anderson Stevens/Folha de Pernambuco

Ao longo de dois meses, 2 mil pessoas se organizaram junto a entidades que lutam pelos direitos humanos para redigir propostas relacionadas a investimento na área de segurança pública. O documento final, contendo 150 sugestões, foi entregue a candidatos ao governo de Pernambuco na manhã desta quinta-feira (27), na sede do Gabinete de Assessoria Jurídica às Organizações Populares (GAJOP), localizado no bairro da Boa Vista. O material foi entregue durante a realização do Fórum Popular de Segurança Pública de Pernambuco.

Cinco dos sete postulantes estiveram presentes ou enviaram representantes. Apenas o candidato da Rede Sustentabilidade, Júlio Lóssio, e a candidata do PCO, Ana Patrícia, não compareceram. Após os discursos, os candidatos assinaram uma carta de compromisso com os pontos estratégicos. Como o esperado, a atual gestão do governo do Estado foi o alvo preferencial dos demais postulantes ao Palácio do Campo das Princesas. Sendo o discurso de Maurício Rands (PROS) e o de Dani Portella (PSOL), os mais incisivos.

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O fórum nasceu em maio do ano passado e surgiu da iniciativa do Movimento PE de Paz e do GAJOP em discutir a crescente da violência no Estado e buscar soluções eficientes sobre a questão da segurança pública através das observações da própria população. O movimento e o Gajop se organizaram junto a mais de 70 organizações e realizaram conferências. Ao final de mais de 55 reuniões espalhadas pelos municípios pernambucanos, os militantes e a sociedade civil elaboraram um documento final com mais de 150 propostas a serem entregues às autoridades. O intuito da ação é pactuar com os candidatos pontos estratégicos para inserção nos seus planos de governo.

Campo da oposição já se articula, de olho em 2020.
Campo da oposição já se articula, de olho em 2020.Foto: Julya Caminha/Folha de Pernambuco

*Com informações de Ulysses Gadêlha, da editoria de política

A chapa majoritária da coligação Pernambuco Vai Mudar esteve no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), nesta quinta-feira (27), para uma reunião com o presidente da casa, Luiz Carlos Figueiredo. Liderada pelo senador e candidato ao Governo de Pernambuco, Armando Monteiro (PTB), a coligação denunciou a disseminação de fake news e uso da máquina pública em benefício do PSB.

Armando, Mendonça Filho (DEM) e Bruno Araújo (PSDB), acompanhados do jurídico da campanha, foram recebidos pelo presidente do TRE , na sede do Tribunal, no Recife, e depois concederam entrevista à imprensa. Segundo o petebista, o presidente se comprometeu a agilizar a apreciação pelo órgão colegiado no prazo mais curto possível.

"O sentido da visita foi não só reafirmar o apreço que temos ao papel da Justiça Eleitoral e, reconhecendo esse papel importante, que a gente pudesse agilizar a apreciação de algumas liminares que foram impetradas, tendo em vista a veiculação de matérias falsas que foram veiculadas nos últimos dias. A preocupação é que se agilize essas liminares de modo a suspender a veiculação de matérias falsas. Essa é a nossa expectativa", explicou Armando Monteiro. "As fake news contribuem para uma deformação do processo democrático", criticou o senador.

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Paulo e Armando polarizam debate em torno da reforma trabalhista


Reforma Trabalhista - Uma dos pedidos de liminar diz respeito à associação feita ao voto favorável de Armando Monteiro à aprovação da emenda de Reforma Trabalhista. O candidato não contesta a informação de que votou a favor da reforma, mas sim do que é atribuído a ela. "O que se está traduzido como sendo o conteúdo da reforma é falso. Eu desafio que se consulte a legislação que está em vigor, se houver qualquer corrspondência dela com os fatos que estão sendo veiculados, evidentemente isso passaria a ter foro de verdade, o que não é o caso", questionou.

Uso da máquina pública - Também foi denunciado a participação de um servidor da Prefeitura do Recife, que no horário de expediente teria distribuído material de campanha com o ex-presidente Lula (PT) identificado com o número 13 e ao lado de Paulo Câmara. "Eu só posso supor que é uma ação desesperada que demonstra que há algum temor de que a eleição, como nós temos certeza, não está resolvida. Isso inquieta esse conjunto político que se imagina dono de Pernambuco e que, portanto, não admite que esse projeto, que a meu ver, já não serve mais para Pernambuco, possa estar em risco em decorrência do meu crescimento nas pesquisas", sugeriu o senador.

Trabalho escravo - Uma das peças apócrifas, que circula nas redes sociais, supostamente atribuídas à Frente Popular, relacionando Armando Monteiro com o trabalho escravo, foi a que mais incomodou o petebista. "Isso é absolutamente falso. Eu desafio quem possa estabelecer vínculo de qualquer natureza sobre o assunto. É uma insinuação que não é sequer assumida dado o flagrante conteúdo falso dela", contestou.

"Essa oferece danos de natureza moral. Antes de ser candidato eu sou um cidadão e não aceito que seja atribuído a mim algo que é falso e algo dessa gravidade. O maior patrimônio que um cidadão pode ter é a sua moral, do ponto de vista privado e a moral pública. Eu sou um homem público, portanto esse dano é irreparável. Nesse momento é menos o candidato que está falando e sim o cidadão", desabafou Armando.

Cientista político Hely Ferreira
Cientista político Hely FerreiraFoto: Folha de Pernambuco

Entre os anos de 1898 e 1914, foi o período do ápice da oligarquia no Brasil. É bem verdade, que desde o período da era colonial brasileira, já havia lampejos significativos por parte da elite agrária. Entretanto, tornou-se incontrolável durante o período da lavoura cafeeira.

Naquele período, as oligarquias exerciam o poder de maneira direta. Mas a crise do café ocorreu justamente no período em que a oligarquia cafeeira estava controlando de maneira plena o país. Visando preservar o seu poder, a oligarquia do café não mediu esforços para utilizar os proventos do Estado.
Amparados na Carta Política de 1891, o “regime” oligárquico exercia o controle federal, estadual e municipal.

No que tange a esfera federal, era exercido pelo presidente da República, objetivando controlar a presidência e defender os interesses privados da política do café-com-leite. Com relação ao estadual, era chamada de “política dos estados”. Basicamente consistia um acordo envolvendo o presidente da República e os governadores. Tratando da esfera municipal, a prática da República Velha sustentava-se na fraude, até porque o exercício do sufrágio não era secreto. Assim o coronelismo se sustentava na prática do clientelismo, fazendo com que a população carente, vivesse da influência do coronel sem patente.

Embora o período do governo de Hermes da Fonseca seja considerado o início do declínio das oligarquias, ela sobrevive atualmente com outra roupagem. Basta observar a quantidade de famílias que se perpetuam no poder pelo Brasil a fora. Existem famílias que nunca precisaram usar desodorante, pois não suam. Vivem do poder público, e se apresentam como se fossem o novo. É bem verdade que na idade sim, mas a forma de fazer política se assemelha a dos coronéis. Representam os interesses de suas famílias, mas discursam como se fossem representantes do povo. A vocação deles é viver do poder público, entendendo mais da casa grande do que da senzala.

*Hely Ferreira é cientista político.

Mulheres da FDR protestam contra Bolsonaro
Mulheres da FDR protestam contra BolsonaroFoto: Divulgação/Facebook

Um grupo de mulheres da Faculdade de Direito do Recife (FDR) realizou, nesta quarta(26), um ato contra o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), como parte da mobilização para a Marcha das Mulheres Contra Bolsonaro,  que serás realizada no próximo dia 29, às 14h, na Praça do Derby.

Durante o protesto, para responder à paródia de cunho machista entoada por militantes do capitão da reserva na Marcha da Família Com Bolsonaro", as ativistas cantaram outra versão, usando como base o mesmo funk. "Somos muitas, fascistas tão com medo. Feministas com força e crescendo. Querem nos calar? Não tô entendendo. Se ficarmos juntas, Bolsonaro sai perdendo", diz a letra.

Confira o vídeo:

Ciro Gomes (PDT) e Geraldo Alckmin (PSDB)
Ciro Gomes (PDT) e Geraldo Alckmin (PSDB)Foto: Divulgação

Há um percentual significativo do eleitorado que pode deixar de votar no candidato de sua preferência, para evitar que outro que não gosta vença. O candidato Ciro Gomes (PDT) pode ser o “voto útil” dos eleitores, segundo a última pesquisa realizada pelo Ibope sob encomenda da Confederação Nacional das Indústrias (CNI). O pedetista foi mencionado por 21% dos entrevistados como sendo uma alternativa “com probabilidade muito alta” de adesão na última hora. Outros 14% avaliam como alta a possibilidade.

Disputando a mesma faixa do eleitorado com Ciro, o ex-ministro Fernando Haddad (PT) é apontado como possibilidade muito alta possibilidade de voto útil para 14%, o que pode pavimentar sua passagem para o segundo turno da eleição. Geraldo Alckmin é visto como opção de voto útil “muito alta” para 14% do eleitorado e “alta” para 22%. Ele disputa o protagonismo do campo da direita com Jair Bolsonaro, que é visto como alternativa forte para 22%. Já Marina Silva alacança 28% da preferência como segundo voto.

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Por outro lado, Ciro Gomes e Fernando Haddad se postam como opções no campo da esquerda. Pesaria a favor de Ciro, no voto útil, a vantagem de vencer de todos os oponentes, especialmente o líder das pesquisas, Bolsonaro, em relação a Haddad. "Considero que seja difícil para Ciro retirar votos de Haddad por ser um voto lulista e Haddad tem crescido nas pesquisas", verifica Ranulfo. "O pleito já está polarizado. O voto útil existe, mas a população só vai migrar se algum dos candidatos, Ciro ou Alckmin, começarem a crescer", conclui.

Analistas colocam que a polarização entre os candidatos Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) já estaria consolidada, uma vez que os demais concorrentes não apresentam crescimento. Ao medir a convicção dos eleitores, o Ibope registrou que 55% dos eleitores de Bolsonaro consideração o capitão da reserva como uma opção definitiva. Já o ex-ministro da Educação foi escolhido definitivamente por 49% dos seus eleitores.

A pesquisa do Ibope mostra que 43% dos eleitores chegaram a uma escolha definitiva, mas há faixas do eleitorado que negociam suas posições. “O voto útil só cola mesmo quando existe a possibilidade real de quem está chamando voto útil, quando há possibilidade de crescimento”, explica o cientista político Carlos Ranulfo, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). “Não adianta Geraldo Alckmin (PSDB) ou Ciro Gomes chamarem (voto útil) se eles não crescem, estão estagnados nas pesquisas. O eleitor não acredita nisso”, avalia.

Como o cientista aponta, a trajetória de Ciro Gomes não tem apresentado crescimento. O pedetista variou, sempre, na margem de erro entre 11% e 12% das intenções de voto. O candidato tucano, que também chamou para si o voto útil, também não atinge mais de dois dígitos, o que desestimula um movimento alternativo do eleitor.

Há uma relação direta entre Geraldo Alckmin e Jair Bolsonaro, como antipetistas ou opções de direita. "Alckmin precisaria de mais tempo para se beneficiar do voto útil. Hoje, é como se o Meirelles estivesse chamando voto útil (sem ser um candidato competitivo)", alega.

 

Pesquisa analisa voto útil

Pesquisa analisa voto útil - Crédito: arte/Folha de Pernambuco

 

 

 

Julio Lossio fez campanha em Garanhuns
Julio Lossio fez campanha em GaranhunsFoto: Raquel Elblaus/Divulgação

Em meio à judicialização de sua candidatura, Julio Lossio permanece com sua campanha nas ruas. Nesta quarta-feira (26), ao lado do eu vice, Luciano Bezerra, mas sem a presença dos seus companheiros de chapa, esteve em Garanhuns para conversar com feirantes e comerciantes e apresentando sua plataforma, o "Pernambuco Pode Mais".

“Precisamos devolver Pernambuco aos pernambucanos. Quem não quer votar em Armando que quebrou a fábrica da família e nem em Paulo que não cumpriu o que prometeu, eu coloco meu nome, minha trajetória e minha experiência a disposição da sociedade”, disse Lóssio.

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Para a área de segurança, Lossio prometeu aumentar o salário dos policiais, investindo em inteligência da polícia e, ainda, fazer parcerias com as prefeituras para investir nos guardas municipais.

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