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O resultado é um romance-reportagem de peso que, misturando fatos históricos e ficção
O resultado é um romance-reportagem de peso que, misturando fatos históricos e ficçãoFoto: Divulgação

Escrita em parceria com Anna Lee, obra póstuma de Carlos Heitor Cony retoma a trama de O Beijo da Morte, de 2003, e retrata investigações motivadas pela exumação dos restos mortais de João Goulart.

Ainda bem pequena, Verônica teve a vida marcada pelas atrocidades do regime militar. Anos depois, já uma jovem adulta, com as lembranças propositadamente enterradas, ela conhece o “Repórter”, um homem obcecado pelos mistérios da política do país e disposto a provar que as mortes de Jango, JK e Lacerda estavam interligadas. Abatido e desapontado por nunca ter conseguido o seu grande furo, ele se vê vencido por uma doença grave. Então, quando uma reviravolta da história parece finalmente dar corpo à sua teoria, é Verônica quem vai continuar a buscar pistas sobre o caso — compreendendo finalmente como sua própria trajetória se conecta à do Brasil dos anos de chumbo.

Verônica é a protagonista de Operação Condor, romance póstumo de Carlos Heitor Cony escrito em parceria com a também jornalista Anna Lee. Lançado agora pela Nova Fronteira, o livro amplia a narrativa de O Beijo da Morte, publicado pela dupla em 2003 e premiado com um Jabuti.

Os dois romances dialogam por meio de uma técnica de assimilação ficcional inovadora: o diário mantido pelo Repórter em O Beijo da Morte passa agora a servir de base para as apurações de sua amante.

Cony e Anna Lee produziram Operação Condor sob o impacto de investigações que, no âmbito das ações da Comissão Nacional da Verdade, culminaram, em 2013, com a exumação dos restos mortais de João Goulart — sob a suspeita de o ex-presidente ter sido assassinado por líderes da direita do Cone Sul. Para mostrar a atuação da chamada Operação Condor no Brasil, os autores realizaram extensa pesquisa, que se reflete não só em um texto de fôlego, como também na enorme quantidade de documentos coletados e compartilhados como parte da trama.

O resultado é um romance-reportagem de peso que, misturando fatos históricos e ficção, prende o leitor até a última página e traz à baila um sombrio capítulo da história do Brasil.


ANNA LEE é mineira de Belo Horizonte, jornalista, escritora, roteirista e doutora em Estudos da Literatura pela PUC-Rio, com estágio doutoral na Universidade Sorbonne Nouvelle — Paris III. Escreveu vários livros, entre eles, em coautoria com Carlos Heitor Cony, O Beijo da Morte, ganhador do Prêmio Jabuti 2004 — categoria Reportagem e Biografia —, que se tornou agora parte integrante de Operação Condor. Trabalhou no jornal Folha de S.Paulo, na Editora Globo e atualmente é roteirista na TV Globo.

CARLOS HEITOR CONY nasceu no Rio de Janeiro em 1926. Estreou na literatura ganhando por duas vezes o Prêmio Manuel Antônio de Almeida, com os romances A verdade de cada dia e Tijolo de segurança. Considerado um dos maiores expoentes do romance neorrealista brasileiro, também se dedicou à crônica, aos ensaios, às adaptações de clássicos e aos contos. Ganhou quatro vezes o Prêmio Jabuti, duas vezes o Prêmio Livro do Ano da Câmara Brasileira do Livro e o Prêmio Nacional Nestlé de Literatura. Em 1998, foi condecorado pelo governo francês com a L’Ordre des Arts et des Lettres. Foi eleito para a Academia Brasileira de Letras em março de 2000. Era colunista da Folha de S.Paulo e comentarista da rádio CBN quando faleceu, em 2018, antes de ver publicado seu último livro.

No TCE-PE, foram feitas mais de 100 auditorias a partir do método, que está sendo implantado pelos Tribunais de Contas Municipais do estado do Pará
No TCE-PE, foram feitas mais de 100 auditorias a partir do método, que está sendo implantado pelos Tribunais de Contas Municipais do estado do ParáFoto: Divulgação

O analista de Contas Públicas do TCE-PE Ricardo Souza lança, nesta quinta-feira (28), o livro “Auditoria previdenciária de sustentabilidade atuarial: regimes próprios de Previdência Social”. A obra apresenta o método de auditoria desenvolvido por ele a partir de experiência no Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE). Será às 9h, no auditório do 10º andar do Tribunal, com a presença do secretário de Previdência do Ministério da Economia, Leonardo Rolim, que ministrará uma palestra.

“Esse método de auditoria surgiu da preocupação de superar o mero controle da legalidade e, a partir da avaliação atuarial, avaliar a gestão do regime próprio, comparando exercícios diferentes, analisando a tendência do regime próprio, as metas traçadas e os resultados atingidos. Com isso, vamos além das auditorias que olham os quesitos formais e buscamos analisar o desempenho e efetividade do regime próprio”, explica Ricardo Souza.

No TCE-PE, foram feitas mais de 100 auditorias a partir do método, que está sendo implantado pelos Tribunais de Contas Municipais do estado do Pará.
Além de analista, Ricardo é advogado previdenciário, mestre em Gestão de Políticas Públicas sob o tema Fundos Previdenciários Municipais e Desenvolvimento Sustentável e foi o primeiro presidente da Reciprev.

PALESTRAS

O lançamento também contará com três palestras: Leonardo Rolim (secretário de Previdência do Ministério da Economia), Sérgio Leão, conselheiro-presidente do TCM-PA (que prefacia o livro de Ricardo Souza), e de Vanessa Sodré, auditora do TCE-PE e co-autora. Elas culminarão em um debate sobre o “Novo Papel do Controle Externo pós Reforma da Previdência”.

Luciano Bivar participa do Miami Book Fair é considerado o maior festival literário dos Estados Unidos e é promovido desde 1984
Luciano Bivar participa do Miami Book Fair é considerado o maior festival literário dos Estados Unidos e é promovido desde 1984Foto: Tsuey Lan Bizzocchi

Publicado em julho, o livro “50 formas de amar. Uma é matar”, do deputado federal Luciano Bivar, será lançado na Miami Book Fair 2019. O evento será realizado a partir da próxima sexta-feira e segue até o domingo (24), no Miami Dade College.

O Miami Book Fair é considerado o maior festival literário dos Estados Unidos e é promovido desde 1984. O evento reúne mais de 200 mil pessoas todos os anos com a exposição de livros de grandes autores de todo o mundo.

O livro “50 formas de amar. Uma é matar” foi publicado pela Editora Althaea Books e está disponível nas principais livrarias do Brasil ao preço de R$ 49. A obra também tem o formato digital à venda nos Estados Unidos.


50 formas de amar. Uma é matar

O livro conta a história de um empresário, Rick Benelli, que aos 60 anos recebe um diagnóstico terminal de aneurisma em seu cérebro que pode se romper a qualquer momento. Atordoado, ele procura ajuda de uma psicóloga para lidar com a notícia, por recomendação de sua amiga e ex-mulher. Rick, então, conhece Suzie Flexmer, uma bela mulher de 35 anos. Após repassar o caso para uma amiga, os dois decidem viver experiências que despertam as mais profundas e estimulantes sensações e sentimentos, numa história de amor narrada a partir do olhar dos dois personagens.

Lançamento acontece na Livraria Leitura do Shopping Tacaruna
Lançamento acontece na Livraria Leitura do Shopping TacarunaFoto: Arthur de Souza/Folha de Pernambuco

A ex-candidata a vice presidente, Manuela d'Ávila (PCdoB) realiza no Recife uma noite de autógrafos de lançamento de seu livro intitulado "Por que Lutamos - Um livro sobre amor e liberdade", nesta terça-feira (12), às 19h, na Livraria Leitura do Shopping Tacaruna.

Na sua sinopse, a autora diz que: "O livro versa sobre feminismo. Através do olhar amoroso, da acolhida generosa, do entendimento de que este é um assunto de todas, todos, todxs nós. Não pretende ser uma bíblia do feminismo, mas sim, uma conversa, um abraço, um ponto de apoio, um boas-vindas pra quem acaba de chegar, um “que bom que você está aqui” pra quem já anda cansada de lutar. Escrito em tom de conversa, traz referências, sugere reflexões, desfaz o medo. Sin perder la ternura". 

O Bita foi indicado ao Grammy Latino, neste ano, como melhor disco infantil
O Bita foi indicado ao Grammy Latino, neste ano, como melhor disco infantilFoto: Divulgação

Quem assiste aos episódios do Mundo Bita não faz ideia da história que está por trás da animação. O desenho natural do Recife nasceu na produtora Mr. Plot, comandada por João Henrique, Chaps Melo, Ênio Porto e Felipe Almeida. E é na produtora onde todo o processo de criação do desenho acontece.

Sob os pilares das questões sociais, didáticas modernas, conscientização, inclusão e construção de relações humanas as histórias do Bita começaram a ganhar os corações de adultos e crianças. No Brasil e no mundo.

Foi a partir da percepção da colaboração e entusiasmo que o projeto desperta, que o deputado estadual Isaltino Nascimento despertou o desejo de homenagear o Mundo Bita, por meio de uma sessão solene, na Assembleia Legislativa de Pernambuco.

“Reconheço a contribuição do Mundo Bita para o desenvolvimento de crianças e jovens. Assim como a referência que constrói para os laços familiares e sociais, a partir de uma invenção leve e que ensina para além do convencional. Hoje temos no Recife um projeto que nasceu para ensinar e incentivar. Estou muito orgulhoso em poder referendar”, finaliza o deputado.

A homenagem acontecerá nesta quarta-feira (13.11), às 18h, no auditório Sérgio Guerra, na Assembleia Legislativa de Pernambuco. Na ocasião, além dos criadores do desenho, virão os personagens Bita, Lila, Dan, Tito, a vaquinha e o dinossauro que vão entoar alguns hits da animação.

BITA - O surgimento do desenho aconteceu como uma homenagem sensível de Chaps Melo, quando da vontade de criar uma decoração para o quarto de sua primeira filha, Anabel. “Nós queríamos fazer uma decoração que fosse mais personalizada e, quando percebemos, a ilustração tinha ganho vida”, disse Chaps Melo.

Unir a tecnologia com cidadania e causas sociais faz com que o desenho ganhe uma visibilidade expressiva, onde pais e crianças se entretém pelos capítulos – que são apresentados em vídeos no Youtube. Cada episódio tem uma mensagem e buscamos abordar questões que agreguem de forma afetiva a vida das crianças e jovens que acompanham. “Hoje em dia, nós quatro trabalhamos recebendo e trocando informações e dicas com pais, familiares e pessoas que se interessam pelo nosso projeto”, diz Felipe Almeida.

O Bita foi indicado ao Grammy Latino, neste ano, como melhor disco infantil.

Serviço:

Sessão Solene: Auditório Sérgio Guerra

Local: Rua da União – nº 397 – Boa Vista

Horário: 18h

Data: 13/11/2019

Lançamento do livro acontecerá, nesta quarta-feira, às 18h30, no Centro de Artesanato no Marco Zero
Lançamento do livro acontecerá, nesta quarta-feira, às 18h30, no Centro de Artesanato no Marco ZeroFoto: Divulgação

Na próxima quarta-feira (13), às 18h30, a escritora paulista Nádia Campeão, vice-prefeita de São Paulo na gestão de Fernando Haddad, lançará o livro Cidades Democráticas - A experiência do PCdoB e da esquerda em prefeituras (1985-2018), no Centro de Artsenato, na Praça do Marco Zero.

Veja o que o vice-prefeito do Recife, Luciano Siqueira, disse sobre a obra:

"A dimensão política da gestão municipal sob a hegemonia de partidos de esquerda - objeto da ótima análise feita po Nádia Campeão - é tema instigante e oportuno. Há relação estreita entre a conjuntura política nacional e as possibilidades e os limites da gestão nas prefeituras. Governos municipais progressistas contaram com a solidariedade e o impulso da União no ciclo Lula-Dilma. Passaram a sofre severas restrições no governo golpista de Temer e se veem diante de crescentes dificuldades no governo Bolsonaro.

Nessas circunstâncias, a análise produzida pela autora (concisa e, o mesmo tempo, viva e esclarecedora) nos permite revisar - com um olhar crítico - experiências de gestão desde 1985 aos dias atuais.

Os partidos de esquerda (PT, PCdoB, PSB e PSOL) acumularam rica experiência, marcada por acertos e equívocos, conquistas e insuficiências. Agora, são desafiados a formular, sob correlação de forças adversa, novas propostas de governo."

Afonso Oliveira é produtor cultural e ex-secretário de Cultura de Olinda
Afonso Oliveira é produtor cultural e ex-secretário de Cultura de OlindaFoto: Divulgação

 A CAIXA Cultural Recife será palco, nesta terça-feira, 24 de setembro, do lançamento do livro “Curva do Mundo”, escrito pelo o produtor cultural Afonso Oliveira. A publicação retrata o caminho vivido por um homem que criou um lugar imaginário para suportar a dor e a felicidade de viver. Desde criança, Afonso Oliveira, observou as desigualdades sociais ao redor e seguindo possibilidades conseguiu tornar-se produtor cultural. O evento é aberto ao público. À noite de autógrafos têm início às 19h.

Após 50 anos de vida e inúmeras aventuras por diversos países, apresentado a cultura popular pernambucana, como Estados Unidos, El Salvador, Equador, Argentina, Portugal, Espanha, Alemanha, Itália, Inglaterra, França, África do Sul, Moçambique, Ásia, Japão e Coreia do Sul, ele apresenta o livro “Curva do Mundo” - uma reunião de poemas políticos, sensíveis e alucinados, que mostram uma faceta pouco conhecida pelo público sobre o autor do “Método Canavial de Ensino de Produção Cultural”, seu primeiro livro lançado há dez anos.

“Curva do Mundo” é cheio de personagens, visões, homenagens, denúncias e sabores. O autor não segue um destino, ele apresenta as janelas de seu caminho e parece saber que cada um tem seu lugar no imaginário.

Em um dos seus poemas mais contundentes ele relata que estamos “Todos por um triz”. Em uma homenagem a Nelson Mandela escreve “a minha dor não pode alimentar sua felicidade”. Em “Falso Soneto” radicaliza com “Há mitos - mentirosos por natureza” em “Invenção pergunta: “Quem inventou Messi?”.

Além do lançamento do livro “Curva do Mundo”, Afonso Oliveira, apresenta ao público a exposição que leva o mesmo nome da publicação, que ficará em cartaz até o dia 13 de outubro, na CAIXA Cultural Recife. A mostra reúne, também, a instalação: Racismo - “Tudo por um triz”, que retrata em uma poesia bela e trágica a situação do povo Preto. Outra novidade que será bastante festejada pelo o público, é a divulgação do trabalho dele como compositor. Ao todo, ele produziu cerca de 13 musicas, que já estão sendo gravadas por vários artistas pernambucanos e nacionais, como Dudu Nobre, Silvério Pessoa, Quinteto Violado, Valdir Afonjah, Targino Gondim, Nádia Maia, Quinteto Violado, Sapoty da Mangueira, entre outros.

Sobre o autor

Afonso Oliveira, 50, é pernambucano, nascido no Rio de Janeiro, autodidata, Produtor Cultural, Consultor de Políticas Culturais, Diretor Artístico, Curador, e Professor de Produção Cultural, com cerca de 30 anos de experiência. Idealizador do Método Canavial de Ensino de Produção Cultural, que se tornou livro em 2009, ele também coleciona, ao longo de toda a sua trajetória profissional, algumas premiações, como o Prêmio Economia Criativa do MinC em 2012; Prêmio Patativa do Assaré do MinC em 2011; Prêmio Tuxauá do MinC em 2010. Além disso, ele foi Secretário de Cultura de Olinda em 2017. No mesmo ano ele foi condecorado com o título de Cavaleiro da Ordem do Mérito Cultural. Trabalhou pelo fortalecimento do reggae e a cultura popular pernambucana. Escreveu o manifesto Canavial em 2006, na Zona da Mata Norte de Pernambuco. Além de viajar o mundo divulgando a cultura brasileira.


Serviço


Produtor Cultural Afonso Oliveira lançará livro na CAIXA Cultural Recife


Local: CAIXA Cultural Recife - Avenida Alfredo Lisboa, 505, Praça do Marco Zero, Bairro do Recife, Recife - PE



Data: 24 de Setembro


Horário: terça-feira, 19h


Entrada Franca


Classificação indicativa: livre para todos os públicos


Acesso para pessoas com deficiência


Informações: (81) 3425-1915


Apoio: CAIXA e Governo Federal

Obra de Afonso Oliveira

Obra "Pelada" de Afonso Oliveira - Crédito: Divulgação



Obra

Obra "Baculejo" de Afonso Oliveira - Crédito: Divulgação

Com depoimento da ex-presidenta Dilma Rousseff e suas ex-companheiras de presídio, o filme vai além da narrativa histórica de censura
Com depoimento da ex-presidenta Dilma Rousseff e suas ex-companheiras de presídio, o filme vai além da narrativa histórica de censuraFoto: Divulgação

Torre Das Donzelas é um documentário dirigido por Susanna Lira, com produção da Modo Operante Produções e distribuição da Elo Company. Com estreia prevista para 19 de setembro, o filme reúne mulheres que foram presas na década de 70, durante a ditadura militar, detidas no Presídio Tiradentes, em São Paulo.

Conhecido popularmente como Torre das Donzelas, o cárcere é reconstituído em estúdio através das memórias compartilhadas pelas guerrilheiras e remete ao espectador a luta e resistência por liberdade e justiça.
  
Com depoimento da ex-presidenta Dilma Rousseff e suas ex-companheiras de presídio, o filme vai além da narrativa histórica de censura e repressão desse período nacional.

Com relatos inéditos sobre a rotina de tortura, dúvidas sobre o amanhã, movimentos políticos e estudantis dos quais faziam parte e do dia a dia no local, as entrevistadas evidenciam o sentimento de sororidade que passou a existir entre elas. “Tem relações afetivas que você tem, que você herda. Essas não. Você escolheu. São relações eletivas, que você elegeu e a vida te deu. É como a família. Elas são parte da minha família”, diz Dilma sobre as ex-companheiras de prisão.

Vencedor dos prêmios de Melhor Direção de Documentário e Melhor Documentário pelos júris oficial e popular no Festival do Rio, de Melhor Filme pelo júri popular na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e do Prêmio Especial do Júri no Festival de Brasília, Torre das Donzelas se aventura pelo campo experimental do documentário de reinvenção, tomando como referência algumas ferramentas do psicodrama, articuladas num jogo de reconstrução cênica com o apoio de uma instalação de arte semelhante ao ambiente da prisão.

A partir de desenhos feitos por cada uma das ex-detentas, o filme cria um campo de subjetividade ao erguer um espaço cinematográfico em que silêncios, pausas e reticências são tão importantes quanto as palavras. Filmado em um grande estu´dio, onde o cárcere cenográfico se reergueu, as personagens e um elenco de jovens atrizes se misturam, formando um mosaico de corpos, vozes, sombras, silhuetas e sons.

Provocadas por esse ambiente, elas reconstituem os momentos mais densos e delicados vividos pelo grupo. As presas, como agentes narrativos, e o elenco de atrizes como corpos dinâmicos, trazem de volta as impressões do passado. “A Torre é uma experiência política também. É de como, inclusive, mesmo fora da sociedade, mesmo distante e em uma situação de extrema repressão, você pode construir”.
  
Além de Dilma, também participam do longa-documentário Ana Bursztyn-Miranda, Maria Aparecida Costa, Rita Sipahi, Rioco Kayano, Rose Nogueira, Elza Lobo, Dulce Maia, Nair Benedicto, Leslie Beloque, Eva Teresa Skazufka, Robêni Baptista da Costa, Guida Amaral, Marlene Soccas, Maria Luiza Belloque, Nair Yumiko Kobashi, Ieda Akselrud Seixas, Lenira Machado, Ana Mércia, Ilda Martins da Silva, Iara Glória Areias Prado, Ana Maria Aratangy, Darci Miyaki, Vilma Barban, Telinha Pimenta, Sirlene Bendazzoli, Nadja Leite, Leane Ferreira de Almeida, Maria Aparecida dos Santos, Lucia Salvia Coelho e Janice Theodoro da Silva.

O filme faz parte do Selo ELAS, iniciativa da Elo Company que oferece mentoria com reconhecidas profissionais do mercado para projetos dirigidos por mulheres, como forma de ajudar a equilibrar a participação feminina no mercado audiovisual.

Torre das Donzelas também venceu diversos prêmios internacionais em 2018, entre eles: Menção Honrosa no Santiago Del Estero Film Fest e Melhor Documentário no Atlantidoc.

SINOPSE

Há desejos que nem a prisão e nem a tortura inibem: liberdade e justiça. Há razões que nos mantêm íntegros mesmo em situações extremas de dor e humilhação: a amizade e a solidariedade. O filme traz relatos ine´ditos da ex-presidente Dilma Rousseff e de suas ex-companheiras de cela do Presídio Tiradentes em São Paulo. Torre das Donzelas e´ um exercício coletivo de memória feito por mulheres que acreditam que resistir ainda e´ o único modo de se manter livre.

FICHA TÉCNICA

Direção e roteiro: Susanna Lira
Produção Executiva: Nuno Godolphim e Susanna Lira
Equipe de Roteiro: Rodrigo Hinrichsen, Muriel Alves e Michel Carvalho
Direção de Fotografia: Tiago Tambelli e Jorge Bernardo
Direção de Arte: Glauce Queiroz
Montagem: Célia Freitas e Paulo Mainhard
Trilha Original: Flavia Tygel
Som direto: George Saldanha e Tito Gomes
Edição de Som e Mixagem: Bernardo Uzeda
Colorização: Fernando Sequeira
Coordenação de Pós: Tito Gomes
Produção: Modo Operante Produções
Co-produção: GNT e Canal Brasil
Distribuição: ELO Company

Com depoimento da ex-presidenta Dilma Rousseff e suas ex-companheiras de presídio, o filme vai além da narrativa histórica de censura

Com depoimento da ex-presidenta Dilma Rousseff e suas ex-companheiras de presídio, o filme vai além da narrativa histórica de censura - Crédito: Divulgação

A música também possui grande importância para a economia das cidades pernambucanas
A música também possui grande importância para a economia das cidades pernambucanasFoto: Wesley D'Almeida

O deputado estadual Wanderson Florêncio (PSC) apresentou, na Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco, o Projeto de Lei 486/2019, que institui o Forró como Patrimônio Imaterial Cultural de Pernambuco. A iniciativa é pioneira no Brasil.

Terra de Luiz Gonzaga, considerado o Rei do Baião e principal nome do forró, Pernambuco é um celeiro de grande artistas Cristina Amaral, Dominguinhos, Jorge de Altinho, Marinês, Nádia Maia, Petrúcio Amorim, Santanna, ano a ano produz milhares de músicos. A música também possui grande importância para a economia das cidades pernambucanas, sendo o São João uma da principais festas do estado.

“É mais uma forma de preservarmos as nossas tradições. O forró é mais do que um ritmo musical. As canções falam muito sobre a sociedade nordestina, o cotidiano das pessoas, desde as grandes cidades até aquele município no interior. Da criança ao idoso, não tem que não goste e admire o forró”, afirmou Wanderson Florêncio.

Presidente do PSL e deputado federal, Luciano Bivar
Presidente do PSL e deputado federal, Luciano BivarFoto: Ed Machado/Folha de Pernambuco

O deputado federal Luciano Bivar (PSL-PE) lançará no Recife, no dia 5 de setembro (quinta-feira), o seu mais novo livro “50 formas de amar. Uma é matar”. O evento será realizado no Arcádia de Boa Viagem, às 18h30, com uma sessão de autógrafos.

O romance foi lançado em forma física no início de julho, em São Paulo, pela Editora Althaea Books, e já está disponível no formato digital também nos Estados Unidos e nas bancas das principais livrarias de São Paulo, Rio de Janeiro e Recife.

A obra conta a história de um empresário, Rick Benelli, que aos 60 anos recebe um diagnóstico terminal de aneurisma em seu cérebro que pode se romper a qualquer momento. Atordoado, ele procura ajuda de uma psicóloga para lidar com a notícia, por recomendação de sua amiga e ex-mulher. Rick, então, conhece Suzie Flexmer, uma bela mulher de 35 anos. Após repassar o caso para uma amiga, os dois decidem viver experiências que despertam as mais profundas e estimulantes sensações e sentimentos, numa história de amor narrada a partir do olhar dos dois personagens.

FICHA TÉCNICA
50 formas de amar. Uma é matar
Páginas: 200 páginas
Autor: Luciano Bivar
Preço: R$ 49,00
Editora: Althaea Books

LANÇAMENTO
Data: 05 de setembro (quinta-feira)
Horário: 18h30
Local: Arcádia de Boa Viagem

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