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Afonso Oliveira é produtor cultural e ex-secretário de Cultura de Olinda
Afonso Oliveira é produtor cultural e ex-secretário de Cultura de OlindaFoto: Divulgação

 A CAIXA Cultural Recife será palco, nesta terça-feira, 24 de setembro, do lançamento do livro “Curva do Mundo”, escrito pelo o produtor cultural Afonso Oliveira. A publicação retrata o caminho vivido por um homem que criou um lugar imaginário para suportar a dor e a felicidade de viver. Desde criança, Afonso Oliveira, observou as desigualdades sociais ao redor e seguindo possibilidades conseguiu tornar-se produtor cultural. O evento é aberto ao público. À noite de autógrafos têm início às 19h.

Após 50 anos de vida e inúmeras aventuras por diversos países, apresentado a cultura popular pernambucana, como Estados Unidos, El Salvador, Equador, Argentina, Portugal, Espanha, Alemanha, Itália, Inglaterra, França, África do Sul, Moçambique, Ásia, Japão e Coreia do Sul, ele apresenta o livro “Curva do Mundo” - uma reunião de poemas políticos, sensíveis e alucinados, que mostram uma faceta pouco conhecida pelo público sobre o autor do “Método Canavial de Ensino de Produção Cultural”, seu primeiro livro lançado há dez anos.

“Curva do Mundo” é cheio de personagens, visões, homenagens, denúncias e sabores. O autor não segue um destino, ele apresenta as janelas de seu caminho e parece saber que cada um tem seu lugar no imaginário.

Em um dos seus poemas mais contundentes ele relata que estamos “Todos por um triz”. Em uma homenagem a Nelson Mandela escreve “a minha dor não pode alimentar sua felicidade”. Em “Falso Soneto” radicaliza com “Há mitos - mentirosos por natureza” em “Invenção pergunta: “Quem inventou Messi?”.

Além do lançamento do livro “Curva do Mundo”, Afonso Oliveira, apresenta ao público a exposição que leva o mesmo nome da publicação, que ficará em cartaz até o dia 13 de outubro, na CAIXA Cultural Recife. A mostra reúne, também, a instalação: Racismo - “Tudo por um triz”, que retrata em uma poesia bela e trágica a situação do povo Preto. Outra novidade que será bastante festejada pelo o público, é a divulgação do trabalho dele como compositor. Ao todo, ele produziu cerca de 13 musicas, que já estão sendo gravadas por vários artistas pernambucanos e nacionais, como Dudu Nobre, Silvério Pessoa, Quinteto Violado, Valdir Afonjah, Targino Gondim, Nádia Maia, Quinteto Violado, Sapoty da Mangueira, entre outros.

Sobre o autor

Afonso Oliveira, 50, é pernambucano, nascido no Rio de Janeiro, autodidata, Produtor Cultural, Consultor de Políticas Culturais, Diretor Artístico, Curador, e Professor de Produção Cultural, com cerca de 30 anos de experiência. Idealizador do Método Canavial de Ensino de Produção Cultural, que se tornou livro em 2009, ele também coleciona, ao longo de toda a sua trajetória profissional, algumas premiações, como o Prêmio Economia Criativa do MinC em 2012; Prêmio Patativa do Assaré do MinC em 2011; Prêmio Tuxauá do MinC em 2010. Além disso, ele foi Secretário de Cultura de Olinda em 2017. No mesmo ano ele foi condecorado com o título de Cavaleiro da Ordem do Mérito Cultural. Trabalhou pelo fortalecimento do reggae e a cultura popular pernambucana. Escreveu o manifesto Canavial em 2006, na Zona da Mata Norte de Pernambuco. Além de viajar o mundo divulgando a cultura brasileira.


Serviço


Produtor Cultural Afonso Oliveira lançará livro na CAIXA Cultural Recife


Local: CAIXA Cultural Recife - Avenida Alfredo Lisboa, 505, Praça do Marco Zero, Bairro do Recife, Recife - PE



Data: 24 de Setembro


Horário: terça-feira, 19h


Entrada Franca


Classificação indicativa: livre para todos os públicos


Acesso para pessoas com deficiência


Informações: (81) 3425-1915


Apoio: CAIXA e Governo Federal

Obra de Afonso Oliveira

Obra "Pelada" de Afonso Oliveira - Crédito: Divulgação



Obra

Obra "Baculejo" de Afonso Oliveira - Crédito: Divulgação

Com depoimento da ex-presidenta Dilma Rousseff e suas ex-companheiras de presídio, o filme vai além da narrativa histórica de censura
Com depoimento da ex-presidenta Dilma Rousseff e suas ex-companheiras de presídio, o filme vai além da narrativa histórica de censuraFoto: Divulgação

Torre Das Donzelas é um documentário dirigido por Susanna Lira, com produção da Modo Operante Produções e distribuição da Elo Company. Com estreia prevista para 19 de setembro, o filme reúne mulheres que foram presas na década de 70, durante a ditadura militar, detidas no Presídio Tiradentes, em São Paulo.

Conhecido popularmente como Torre das Donzelas, o cárcere é reconstituído em estúdio através das memórias compartilhadas pelas guerrilheiras e remete ao espectador a luta e resistência por liberdade e justiça.
  
Com depoimento da ex-presidenta Dilma Rousseff e suas ex-companheiras de presídio, o filme vai além da narrativa histórica de censura e repressão desse período nacional.

Com relatos inéditos sobre a rotina de tortura, dúvidas sobre o amanhã, movimentos políticos e estudantis dos quais faziam parte e do dia a dia no local, as entrevistadas evidenciam o sentimento de sororidade que passou a existir entre elas. “Tem relações afetivas que você tem, que você herda. Essas não. Você escolheu. São relações eletivas, que você elegeu e a vida te deu. É como a família. Elas são parte da minha família”, diz Dilma sobre as ex-companheiras de prisão.

Vencedor dos prêmios de Melhor Direção de Documentário e Melhor Documentário pelos júris oficial e popular no Festival do Rio, de Melhor Filme pelo júri popular na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e do Prêmio Especial do Júri no Festival de Brasília, Torre das Donzelas se aventura pelo campo experimental do documentário de reinvenção, tomando como referência algumas ferramentas do psicodrama, articuladas num jogo de reconstrução cênica com o apoio de uma instalação de arte semelhante ao ambiente da prisão.

A partir de desenhos feitos por cada uma das ex-detentas, o filme cria um campo de subjetividade ao erguer um espaço cinematográfico em que silêncios, pausas e reticências são tão importantes quanto as palavras. Filmado em um grande estu´dio, onde o cárcere cenográfico se reergueu, as personagens e um elenco de jovens atrizes se misturam, formando um mosaico de corpos, vozes, sombras, silhuetas e sons.

Provocadas por esse ambiente, elas reconstituem os momentos mais densos e delicados vividos pelo grupo. As presas, como agentes narrativos, e o elenco de atrizes como corpos dinâmicos, trazem de volta as impressões do passado. “A Torre é uma experiência política também. É de como, inclusive, mesmo fora da sociedade, mesmo distante e em uma situação de extrema repressão, você pode construir”.
  
Além de Dilma, também participam do longa-documentário Ana Bursztyn-Miranda, Maria Aparecida Costa, Rita Sipahi, Rioco Kayano, Rose Nogueira, Elza Lobo, Dulce Maia, Nair Benedicto, Leslie Beloque, Eva Teresa Skazufka, Robêni Baptista da Costa, Guida Amaral, Marlene Soccas, Maria Luiza Belloque, Nair Yumiko Kobashi, Ieda Akselrud Seixas, Lenira Machado, Ana Mércia, Ilda Martins da Silva, Iara Glória Areias Prado, Ana Maria Aratangy, Darci Miyaki, Vilma Barban, Telinha Pimenta, Sirlene Bendazzoli, Nadja Leite, Leane Ferreira de Almeida, Maria Aparecida dos Santos, Lucia Salvia Coelho e Janice Theodoro da Silva.

O filme faz parte do Selo ELAS, iniciativa da Elo Company que oferece mentoria com reconhecidas profissionais do mercado para projetos dirigidos por mulheres, como forma de ajudar a equilibrar a participação feminina no mercado audiovisual.

Torre das Donzelas também venceu diversos prêmios internacionais em 2018, entre eles: Menção Honrosa no Santiago Del Estero Film Fest e Melhor Documentário no Atlantidoc.

SINOPSE

Há desejos que nem a prisão e nem a tortura inibem: liberdade e justiça. Há razões que nos mantêm íntegros mesmo em situações extremas de dor e humilhação: a amizade e a solidariedade. O filme traz relatos ine´ditos da ex-presidente Dilma Rousseff e de suas ex-companheiras de cela do Presídio Tiradentes em São Paulo. Torre das Donzelas e´ um exercício coletivo de memória feito por mulheres que acreditam que resistir ainda e´ o único modo de se manter livre.

FICHA TÉCNICA

Direção e roteiro: Susanna Lira
Produção Executiva: Nuno Godolphim e Susanna Lira
Equipe de Roteiro: Rodrigo Hinrichsen, Muriel Alves e Michel Carvalho
Direção de Fotografia: Tiago Tambelli e Jorge Bernardo
Direção de Arte: Glauce Queiroz
Montagem: Célia Freitas e Paulo Mainhard
Trilha Original: Flavia Tygel
Som direto: George Saldanha e Tito Gomes
Edição de Som e Mixagem: Bernardo Uzeda
Colorização: Fernando Sequeira
Coordenação de Pós: Tito Gomes
Produção: Modo Operante Produções
Co-produção: GNT e Canal Brasil
Distribuição: ELO Company

Com depoimento da ex-presidenta Dilma Rousseff e suas ex-companheiras de presídio, o filme vai além da narrativa histórica de censura

Com depoimento da ex-presidenta Dilma Rousseff e suas ex-companheiras de presídio, o filme vai além da narrativa histórica de censura - Crédito: Divulgação

A música também possui grande importância para a economia das cidades pernambucanas
A música também possui grande importância para a economia das cidades pernambucanasFoto: Wesley D'Almeida

O deputado estadual Wanderson Florêncio (PSC) apresentou, na Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco, o Projeto de Lei 486/2019, que institui o Forró como Patrimônio Imaterial Cultural de Pernambuco. A iniciativa é pioneira no Brasil.

Terra de Luiz Gonzaga, considerado o Rei do Baião e principal nome do forró, Pernambuco é um celeiro de grande artistas Cristina Amaral, Dominguinhos, Jorge de Altinho, Marinês, Nádia Maia, Petrúcio Amorim, Santanna, ano a ano produz milhares de músicos. A música também possui grande importância para a economia das cidades pernambucanas, sendo o São João uma da principais festas do estado.

“É mais uma forma de preservarmos as nossas tradições. O forró é mais do que um ritmo musical. As canções falam muito sobre a sociedade nordestina, o cotidiano das pessoas, desde as grandes cidades até aquele município no interior. Da criança ao idoso, não tem que não goste e admire o forró”, afirmou Wanderson Florêncio.

Presidente do PSL e deputado federal, Luciano Bivar
Presidente do PSL e deputado federal, Luciano BivarFoto: Ed Machado/Folha de Pernambuco

O deputado federal Luciano Bivar (PSL-PE) lançará no Recife, no dia 5 de setembro (quinta-feira), o seu mais novo livro “50 formas de amar. Uma é matar”. O evento será realizado no Arcádia de Boa Viagem, às 18h30, com uma sessão de autógrafos.

O romance foi lançado em forma física no início de julho, em São Paulo, pela Editora Althaea Books, e já está disponível no formato digital também nos Estados Unidos e nas bancas das principais livrarias de São Paulo, Rio de Janeiro e Recife.

A obra conta a história de um empresário, Rick Benelli, que aos 60 anos recebe um diagnóstico terminal de aneurisma em seu cérebro que pode se romper a qualquer momento. Atordoado, ele procura ajuda de uma psicóloga para lidar com a notícia, por recomendação de sua amiga e ex-mulher. Rick, então, conhece Suzie Flexmer, uma bela mulher de 35 anos. Após repassar o caso para uma amiga, os dois decidem viver experiências que despertam as mais profundas e estimulantes sensações e sentimentos, numa história de amor narrada a partir do olhar dos dois personagens.

FICHA TÉCNICA
50 formas de amar. Uma é matar
Páginas: 200 páginas
Autor: Luciano Bivar
Preço: R$ 49,00
Editora: Althaea Books

LANÇAMENTO
Data: 05 de setembro (quinta-feira)
Horário: 18h30
Local: Arcádia de Boa Viagem

O intuito é que a ação seja realizada mensalmente com a visita de estudantes de duas escolas por período
O intuito é que a ação seja realizada mensalmente com a visita de estudantes de duas escolas por períodoFoto: Daniela Batista

Proporcionar o contato com a literatura é um dos objetivos do projeto desenvolvido pela Biblioteca Ler É Preciso. O ‘Passaporte para a Biblioteca’ traz estudantes da Rede Municipal de Ensino para conhecer o ambiente além das salas de leitura das escolas. Na manhã desta sexta-feira (16), foi a vez dos estudantes dos quartos e quintos anos da Escola Municipal Artur Maia serem recepcionados pelas professoras da biblioteca com atividades de leitura e produção textual.

De acordo com a coordenadora da Biblioteca Ler é Preciso, Jackelline Brasileiro, o intuito é que a ação seja realizada mensalmente com a visita de estudantes de duas escolas por período. “A visita à biblioteca amplia a visão de leitura das crianças faz com que o estudante viaje em novas aventuras, além de oferecer pesquisas, produção de textos, socialização, contação de histórias e abertura desse espaço que também é um patrimônio do aluno”, explicou.

A Biblioteca Ler É Preciso é aberta ao público das 8h às 17h e está localizada na rua 13 de Maio, s/n, no Centro da cidade. Os interessados em se cadastrarem para o empréstimo de livros devem levar xerox da carteira de identidade e comprovante de residência.

O projeto é financiado pelo FUNCULTURA/FUDARPE, Secretária de Cultura e do Governo Estado de Pernambuco e conta com o apoio da Fundação Casa da Cultura Hermilo Borba Filho
O projeto é financiado pelo FUNCULTURA/FUDARPE, Secretária de Cultura e do Governo Estado de Pernambuco e conta com o apoio da Fundação Casa da Cultura Hermilo Borba FilhoFoto: Divulgação

No próximo dia 03 de agosto o artista plástico palmarense, professor da extinta Escola de Belas Artes de Pernambuco e, depois, da Universidade Federal de Pernambuco, criador da disciplina “Desenho com Modelo Vivo”, Murilo La Greca, completaria 120 anos de nascido. Em sua terra natal é ilustre desconhecido apesar de sua projeção nacional e internacional; premiadíssimo no Rio de Janeiro e na Europa e da existência de um museu em Recife, Pernambuco, que leva seu nome, espaço esse criado e administrado pela Prefeitura da Capital.

Numa iniciativa inédita, o IBAVALEUNA-Instituto de Belas Artes Vale do Una, promoverá série de eventos durante a próxima semana de agosto com a finalidade de divulgar a vida e as obras do artista, que constará de palestras nas escolas e faculdades além de uma ação de artes na Praça Paulo Paranhos em Palmares, no sábado, dia de seu 120º aniversário com direito a aula de “Desenho com modelo vivo” com participação dos alunos do IBAVALEUNA, alunos do curso de Artes Visuais da UFPE, artistas plástico da região e da capital e, um destaque especial para participação do Profº Fernando Lúcio, ex-aluno de Murilo La Greca e atual professor da citada disciplina naquela Universidade Federal de Pernambuco.

Participarão também do evento, alunos da rede pública de ensino e pessoas das periferias de Palmares, todos integrantes do Projeto Cultural “Atelier Escola” que tem a coordenação do Produtor Cultural José Paulo Profeta de Menezes, projeto financiado pelo FUNCULTURA/FUDARPE, da Secretária de Cultura e do Governo Estado de Pernambuco.

O IBAVALEUNA pretende tornar tradição essa justa homenagem ao palmarense ilustre, incluindo em seu calendário de realizações anual e, enviará mensagem a Câmara de Vereadores propondo a criação da “Semana de Murilo La Greca” – toda primeira semana de agosto.

O projeto é financiado pelo FUNCULTURA/FUDARPE, Secretária de Cultura e do Governo Estado de Pernambuco e conta com o apoio da Fundação Casa da Cultura Hermilo Borba Filho.

Evento: MURILLO LA GRECA 120 ANOS
Data: 03 de agosto (sábado)
Horário: das 9h às 13h
Local: Praça Dr. Paulo Paranhos – Centro – Palmares/PE
Aberto ao público (gratuito)
Informações: (81) 98853-0231

Ceratocone terá início na próxima quarta-feira e poderá ser vista no horário de funcionamento da casa
Ceratocone terá início na próxima quarta-feira e poderá ser vista no horário de funcionamento da casaFoto: Divulgação/ Instagram

O artista Ernesto Júnior apresenta no restaurante Cá-Já, na próxima quarta-feira (17), a partir das 19h, a mostra individual "CERATOCONE". Além de apreciar a obra de Ernesto Júnior. 

O título da mostra faz referência ao período em que, aos 18 anos, Ernesto recebeu diagnóstico de ceratocone, uma enfermidade que afeta a córnea. Apesar de conviver durante anos com o tratamento da doença, o artista desenvolveu seus traços a “olho nu".
  
A "CERATOCONE" que apresenta agora é um significativo apanhado da sua produção, com 25 peças. Seus desenhos são compilados pela primeira vez em uma mostra individual, desnudando seus traços, nervos e pulsões. O recorte expositivo articula-se a partir de três séries: GARATUJAS, um conjunto de obras mais riscadas, com traços crus de linhas simples; REBOTALHOS, que trabalha as cores com a paleta mais aberta; e REFOLHOS, com desenhos mais atuais, que trazem formas e expressões mais pulsantes.

Além de apreciar a obra de Ernesto Júnior, cada expectador poderá apreciar sem moderação e refletir sobre o momento e conjuntura política atual do Brasil e do Mundo. Conheça um pouco mais da obra do artista através do instagram @ceratocone. 

Ceratocone terá início na próxima quarta-feira e poderá ser vista no horário de funcionamento da casa

Ceratocone terá início na próxima quarta-feira e poderá ser vista no horário de funcionamento da casa - Crédito: Divulgação

Este é o sexto livro de autoria do também deputado federal Luciano Vivar
Este é o sexto livro de autoria do também deputado federal Luciano VivarFoto: Divulgação

O escritor pernambucano Luciano Bivar lança, nesta segunda-feira (1º de julho), na Livraria Cultura do Shopping Iguatemi, em São Paulo, o romance “50 formas de amar. Uma é matar”, da Editora Althaea Books. A obra, 100% ficção, já foi lançada nos Estados Unidos pela editora IUniverse, primeiro em formato digital – www.iuniverse.com – e futuramente em meio físico. No Brasil, já pode ser encontrada em sites de e-commerce, como Amazon.com, Saraiva.com, Cultura.com, e estará nas principais livrarias do País, de forma física, a partir do dia 1º de julho.

A história do livro, sexto do autor, inicia em Nova York, às margens do rio Hudson, com o empresário Rick Benelli recebendo um diagnóstico terminal. Aos 60 anos, descobre que um aneurisma em seu cérebro pode se romper a qualquer momento. Atordoado, procura ajuda de uma psicóloga para lidar com a notícia, por recomendação de sua amiga e ex-mulher. Rick, então, conhece Suzie Flexmer, uma bela mulher de 35 anos.
Nas primeiras páginas do romance, Rick e Suzie sentem-se impedidos de se conhecer melhor por causa da relação entre médica e paciente. Mas ela decide encaminhar o caso dele a um colega e abre espaço para um envolvimento com o charmoso empresário. Os dois descobrem, assim, o muito que têm em comum: a paixão por Nova York e seus simpáticos restaurantes, Paris, o teatro, a pitoresca história de suas famílias que imigraram para a América. E se apaixonam. Intensamente.

A vida dos dois ganha novas dimensões. Rick e Suzie deixam a paixão os levar a experiências que despertam as mais profundas e estimulantes sensações e sentimentos, numa história de amor narrada a partir do olhar dos dois personagens. Juntos descobrem que há muitas e diferentes formas de amar, de cultuar o belo e de viver um romance extasiante. O casal percorre ruas e hotéis da Nova York onde moram, de Veneza e Paris. Não deixam de experimentar os dramas familiares, o ciúme, a dúvida, mas seguem em frente com sua paixão.

SOBRE O AUTOR

Luciano Bivar, nascido em Recife, é bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito da Universidade Católica de Pernambuco e Faculdade Brasileira de Ciências Jurídicas do Rio de Janeiro, pós-graduado pelo Institute of Financial Education da Northwestern, Estados Unidos e membro de diversas associações de classe para maior aproximação entre os povos da América.

Autor de outras cinco obras publicadas, como:
Brasil Alerta, Psicoses Socialistas (1985);
Cuba, Num Retrato Sem Retoques (1987 Barrister’s, Rio);
Passagem Para a Vida (1989 Barrister’s, Rio);
Burocratocia, A Invasão Invisível (1983 M.Books, São Paulo);
Intuição, A Terceira Mente (2016 M.Books, São Paulo)

FICHA TÉCNICA
50 formas de amar. Uma é matar
Páginas: 200 páginas
Autor: Luciano Bivar
Preço: R$ 49,00
Editora: Althaea Books

LANÇAMENTO
Data: 1º de julho (segunda-feira)
Horário: 18h30
Local: Livraria Cultura do Shopping Iguatemi
Endereço: Av. Brg. Faria Lima, nº 2232, Jardim Europa, São Paulo/SP)

A proposição passa por três comissões da Alepe
A proposição passa por três comissões da AlepeFoto: Divulgação

Um Projeto de Lei Ordinária (P.L.O. nº 173/2019) de autoria do deputado estadual Rogério Leão (PR), que inclui a Semana Estadual de Divulgação da Literatura de Cordel nas Escolas no Calendário Oficial do Estado entra em tramitação na Assembleia Legislativa de Pernambuco nesta terça-feira (7). A proposição passa por três comissões da Alepe: Comissão de Constituição e Justiça, Administração Pública e por fim na Comissão de Educação.

De acordo com o Projeto, os seis dias que antecedem 19 de setembro - data em que o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) reconheceu a literatura de cordel como patrimônio cultural imaterial do Brasil – devem ser comemorados nas escolas de Pernambuco o estilo literário que retrata o universo sertanejo.

Para o deputado Rogério Leão a Literatura de Cordel, “que já foi muito estigmatizada”, deve ser preservada e promovida. “Devido ao linguajar despreocupado e regionalizado, este estilo literário antes exprobrado agora merece total reconhecimento. Por outro lado, a escola tem um papel fundamental no fomento e promoção da cultura nacional e nordestina, trazendo a sua valorização para os estudantes e auxiliando na prevenção e erradicação do preconceito quanto à regionalização”, justifica o parlamentar.

Nos objetivos, incluem a difusão na comunidade escolar da literatura de cordel; prevenção a erradicação da literatura popular em verso; diminuição a discriminação relacionada à cultura regional, em especial a nordestina. Devem ser promovidas durante a Semana, ações de identificação e catalogação de obras literárias, projetos que estimulem a difusão da literatura e oficinas para produção de obras de cordel.

Escrito frequentemente na forma rimada, o Cordel tem sua origem no Século XVI através de relatos orais, que depois foram impressos em folhetos e ficavam pendurados em cordas. Tal forma de expressão literária é inspirada na literatura Francesa de Colportage, nos romances e pliegos sueltos ibéricos, e na própria literatura de cordel portuguesa.

Presidente da Fundaj, Alfredo Bertini, recebeu comitiva do embaixador de Isral no Brasil, Yossi Shelley
Presidente da Fundaj, Alfredo Bertini, recebeu comitiva do embaixador de Isral no Brasil, Yossi ShelleyFoto: Divulgação

O presidente da Fundação Joaquim Nabuco, Alfredo Bertini, recebeu nesta sexta-feira (15) a comitiva do embaixador de Israel, Yossi Shelley. Na pauta do encontro, a criação do Núcleo José Alexandre Ribemboim de Pesquisas sobre os Judeus e Cristão-novos dentro da Fundação Joaquim Nabuco.

Bertini afirmou que a presença do embaixador Israelita reforça a presença da comunidade judaica e prestigia a aproximação entre o Ministério da Educação (MEC) e Israel. "Gostaríamos de contar com seu apoio diplomata nesta linha de trabalho para resgatar a história que explica uma parte do nordeste e precisa ser cientificamente evidenciada”, disse Bertini a Yossi Shelley.

Ele contextualizou a história da Fundação aos presentes, criada há 70 anos pelo sociólogo Gilberto Freyre com forte traços étnicos e culturais de negros índios, brancos e portugueses na colonização do Nordeste. “Resta em aberto a lacuna da presença histórica dos judeus desde os primórdios do descobrimento.”

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Em sua primeira visita à instituição, o embaixador afirmou que está aberto para selar a parceria. “A história do Brasil e dos judeus é muito forte e os dois sempre andaram juntos. Acredito que este seja o momento de fazer.”

O núcleo de estudos será coordenado por Jacques Ribemboim, filho do autor José Alexandre Ribemboim e professor de economia da UFRPE. “Podemos dizer que a população nordestina tem uma forte componente étnica de origem dessas famílias cristãs novas que vieram heroicamente para cá.” Ele esteve presente na reunião e resgatou a memória do pai, usando sua dedicação como motivação para criar esse centro de estudos.

Segundo Bertini, essa ação é uma continuidade do pensamento de Gilberto Freyre, de olhar pela liberdade de expressão e formar o homem nordestino de forma mais completa. “Esse esforço queremos trabalhar junto com vocês.”

Visita ao Museu do Homem do Nordeste (Muhne)

Visita ao Museu do Homem do Nordeste (Muhne)



Visita ao Muhne - Após a reunião, o embaixador seguiu para uma visita ao Museu do Homem do Nordeste (Muhne), mediada pelo próprio presidente Bertini. “Estou muito feliz e surpreso em ver o Museu. Antes dessa visita não se via sobre o nordeste, sua história e evolução. É impressionante,” comentou Yossi Shelley Na saída, teve a chance de conhecer a cana de açúcar no jardim interno do MUHNE.

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