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SABATINA

Boulos: não concordo que empresas entrem no poder público para ter lucro e prestar serviço ruim

O candidato do PSOL negou ser contra as empresas que participam da privatização

Guilherme Boulos (PSOL) durante entrevista à Rádio FolhaGuilherme Boulos (PSOL) durante entrevista à Rádio Folha - Foto: Arthur de Souza/Folha de Pernambuco

O candidato à Prefeitura de São Paulo Guilherme Boulos (PSOL) criticou, em sabatina com Pablo Marçal (PRTB), nesta sexta-feira, 25, a privatização dos cemitérios e as empresas que não prestam um bom serviço para a população em São Paulo.

Ele nega ser "contra" as empresas. "A gente vive em um país capitalista. São Paulo é a cidade mais pujante, economicamente, desse país", afirmou.

"Portanto, as empresas têm papel decisivo em um país capitalista para gerar empregos e as pessoas poderem trabalhar. Essa ideia de que eu e a esquerda somos contra empresas, não é verdade", completou.

O candidato também critica os serviços prestados por empresas privadas na capital, destacando os cemitérios.

"O que eu concordo e não admito é que empresas entrem no poder público para poder apenas ter o seu lucro e prestar um serviço muito ruim para a população. Tenho dado exemplo, nesse embate eleitoral, do caso dos cemitérios e serviços funerários aqui em São Paulo. O Ricardo Nunes privatizou os cemitérios e o resultado disso é que as pessoas não conseguem enterrar seus entes queridos".

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